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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Outubro Rosa: Como o diagnóstico precoce e o cuidado integral transformam o tratamento do câncer de mama

Crédito: Grupo Orizonti
Sem apresentar sintomas, faxineira descobre lesão em estágio inicial, passa por cirurgia conservadora, enfrenta a quimioterapia e reforça a importância da atenção integral à saúde da mulher 

A mamografia é um dos exames mais importantes para a detecção precoce do câncer de mama

 

O câncer de mama afeta cerca de 78 mil brasileiras a cada ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Contudo, quando a lesão é identificada nas fases iniciais, os índices de controle e sucesso no tratamento superam 95%. Essa estatística ganha um rosto real na trajetória da faxineira Olandina Elias Ribeiro Ferreira, de 48 anos, moradora de Vespasiano (MG), casada e mãe de duas filhas. 

Durante a campanha de Outubro Rosa do ano passado, a filha de Olandina identificou a oportunidade de realizar uma mamografia gratuita nas redes sociais do Hospital Orizonti. Sem sentir qualquer desconforto ou sintoma, a trabalhadora realizou o exame preventivo e teve uma alteração detectada. A resposta da equipe médica foi ágil: o diagnóstico foi confirmado por meio de exames complementares, seguidos de biópsia e o procedimento cirúrgico ocorreu em um curto intervalo de tempo. 

"Descobri a alteração e rapidamente fui operada. Como o tumor estava bem pequeno, fiz uma cirurgia conservadora, sem precisar retirar a mama toda. Desde então, venho fazendo as sessões de quimioterapia necessárias e a última já está agendada para acontecer em breve", relata Olandina. 

A agilidade entre o rastreamento e o ato cirúrgico garantiu não apenas a eficácia terapêutica, mas também a preservação física e a estabilidade emocional de Olandina. De acordo com a Dra. Kerstin Kapp (CRM-MG 31.733 - RQE 8944 ), coordenadora médica da equipe de mastologia do Hospital Orizonti, a intervenção precoce redefine todo o itinerário de cuidados da paciente. 

"Identificar o tumor em estágio inicial permite indicar procedimentos menos invasivos e, consequentemente, reduzir significativamente o impacto físico e emocional para a paciente e sua família. A agilidade no diagnóstico é o fator decisivo para um tratamento menos agressivo, e trajetórias como a da Dona Olandina provam que a informação e a prevenção transformam os desfechos clínicos", pontua a mastologista do Hospital Orizonti.

 

Cuidado 360°: atenção à pele durante a quimioterapia

Superada a etapa cirúrgica com a preservação da mama, o cuidado se volta ao suporte contínuo da paciente durante o tratamento sistêmico. Nesse período de quimioterapia, efeitos colaterais como ressecamento severo, sensibilidade e comprometimento da barreira cutânea exigem atenção dermatológica especializada. 

Para a doutora Giselle Sanches, dermatologista (CRM-SP 117116/ RQE37933) e consultora médica da Galderma no Brasil, os cuidados com a pele são parte indispensável da saúde integrativa e da manutenção da qualidade de vida no combate ao câncer. 

"Os medicamentos antineoplásicos alteram profundamente a estrutura cutânea, deixando a pele vulnerável a irritações e infecções. O uso de higienizadores suaves, hidratantes restauradores e fotoproteção alivia os desconfortos diários, fortalece a barreira de proteção e devolve a autoestima e o bem-estar à paciente durante a terapia. Cremes hidratantes e séruns são ótimas opções, especialmente aqueles que contêm vitaminas como a B3 (niacinamida), que fortalece a barreira cutânea e reduz a vermelhidão, e a B5 (pantenol), que ajuda a reparar e suavizar a pele, tornando-a mais hidratada ao longo do dia", explica a especialista.

 

Diagnóstico precoce e conscientização

A jornada de Olandina evidencia que o enfrentamento ao câncer de mama vai além da remoção do tumor: exige agilidade desde o primeiro exame, respeito à imagem corporal da mulher e suporte à saúde global em todas as etapas do tratamento. Apresentando excelente recuperação, a paciente deixa uma mensagem final de encorajamento e utilidade pública para mulheres de todo o país: 

"Muitas pessoas têm medo de fazer o exame e encontrar algo, mas o perigo real é a demora. Descobri no começo e hoje estou vencendo essa etapa com a cabeça erguida. Manter os exames de rotina em dia é a nossa maior defensa", encerra Olandina.

 

Hospital Orizonti

Galderma
www.galderma.com/br-pt/brasil


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