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1,7 milhão de investidas foram barradas em processos de validação de
identidade, o equivalente a uma tentativa a cada 9 segundos;
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Tecnologias antifraude no setor protegeram mais de meio milhão de reais todos
os dias durante o semestre – o total chega a R$ 100,4 milhões;
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“Financeiras” puxaram a alta do setor, com aumento de 22,2% nas ocorrências.
O
setor financeiro enfrentou 1.747.373 tentativas de fraude de identidade durante
o primeiro semestre de 2026, crescimento de 9,5% em comparação com o mesmo
período do ano anterior. Os dados são das soluções de prevenção à fraude da
Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, e representam uma
investida a cada nove segundos em processos de entrada e cadastro de clientes.
Em números absolutos, foram 151.869 ocorrências a mais do que nos seis
primeiros meses de 2025. O avanço reforça a pressão dos fraudadores sobre um
setor que reúne produtos diretamente ligados à movimentação de dinheiro,
contratação de crédito e aceitação de pagamentos. Confira a evolução no gráfico
abaixo:
O impacto financeiro potencial cresceu em ritmo ainda mais acelerado. O valor salvo pelas tecnologias antifraude quase dobrou em apenas um ano, passando de R$ 51,3 milhões para R$ 100,4 milhões, alta de 95,8%. O total representa aproximadamente mais de meio milhão de reais protegidos diariamente. Enquanto os fraudadores continuam ampliando a quantidade de ataques, as tentativas bloqueadas passaram a mirar transações de maior valor.
“Os números
sugerem que os criminosos não estão apenas tentando mais vezes, mas mirando
oportunidades com potencial de retorno financeiro maior. Uma identidade
fraudulenta aprovada na entrada pode ser usada para abrir contas, solicitar
cartões, contratar empréstimos ou habilitar serviços de pagamento”, afirma o
Diretor de Autenticação e Prevenção a Fraude da Serasa Experian, Leandro
Bartolassi. “Por isso, barrar a fraude logo no início da jornada é fundamental
para impedir que o risco avance e se transforme em perdas para empresas e
consumidores”, completa.
Para a datatech,
a etapa de cadastro e validação de identidade exige atenção especial porque a
aprovação de uma identidade falsa ou o uso indevido de dados de terceiros pode
permitir que o fraudador avance para diferentes produtos e operações dentro da
mesma instituição.
Financeiras
têm a maior alta proporcional
As “Financeiras”, empresas voltadas à oferta de crédito, empréstimos e financiamentos, registraram o maior crescimento percentual entre os segmentos analisados. As tentativas ultrapassaram 50 mil no 1º semestre deste ano, com aumento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025. O valor salvo nessas operações também apresentou a maior variação proporcional. O montante mais que dobrou, saindo de R$ 1,9 milhão para R$ 4,2 milhões.
Em volume total de ocorrências, as empresas de “Meios de Pagamento”, que viabilizam a aceitação e o processamento de pagamentos no comércio, inclusive por meio das maquininhas de cartão e de outros canais digitais, continuaram liderando o ranking do setor financeiro. Foram 1.219.793 tentativas de fraude no primeiro semestre de 2026, crescimento de 11,9% em relação às investidas registradas no mesmo período do ano anterior. O segmento concentrou sete em cada dez ocorrências identificadas no setor financeiro, respondendo por 86% das novas ocorrências registradas entre os dois períodos. Veja o detalhamento na tabela abaixo:
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“Não existe uma única tecnologia capaz de interromper
todos os tipos de fraude. A proteção precisa combinar análise cadastral,
validação de documentos, biometria, inteligência de dispositivos e avaliação
de comportamento. Essa atuação em camadas permite identificar inconsistências
antes da aprovação, sem transformar segurança em uma barreira para o cliente
legítimo”, conclui Bartolassi. |
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Metodologia O levantamento considera o recorte de
Onboarding/Cadastro do Mapa da Fraude da Serasa Experian, com base nas
tentativas de fraude de identidade identificadas pela datatech no 1º semestre
de 2026. |
experianplc.com


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