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| Divulgação |
Por décadas, a
tatuagem foi associada à ideia de permanência.
Hoje, o avanço das tecnologias a laser tem mudado essa
percepção e ampliado as possibilidades para quem deseja remover ou apenas
clarear um desenho. Esse novo comportamento também impulsiona
um mercado em expansão, de acordo com a Fortune Business Insights
(2025), o segmento global de remoção de tatuagens movimentou US$
1,29 bilhão em 2025 e deve alcançar US$ 4,87 bilhões até 2034,
com crescimento médio anual de 15,98%. No Brasil, essa tendência também é
observada pela LypeDepyl, primeira rede de franquias especializada em
depilação a laser e despigmentação, que reúne 33 unidades em 13
estados e projeta faturamento de R$ 30 milhões em 2026.
Segundo Leyde
Ludwig Pereira, sócia-fundadora e CEO da LypeDepyl, a busca pelo
procedimento passou a ser motivada por diferentes necessidades estéticas.
“Traços estourados, pigmentos que mudam de cor e desenhos que perderam
definição ao longo do tempo estão entre as principais queixas de quem
procura esse tipo de tratamento. Cada caso exige uma avaliação individual
para definir o protocolo mais adequado, respeitando as
características da tatuagem e o objetivo de cada cliente”,
afirma.
O que explica o avanço desse segmento?
A
evolução das tecnologias a laser, com equipamentos mais precisos e capazes
de atuar em diferentes tonalidades de pigmentos, ampliou a segurança e a
previsibilidade dos tratamentos nos últimos anos. A possibilidade de ajustar
parâmetros conforme as características da tatuagem
e da pele também permitiu protocolos mais personalizados e resultados
mais eficientes. Na LypeDepyl, a experiência do cliente passa justamente pela
definição desses protocolos individualizados, desenvolvidos de acordo com
as características de cada tatuagem e os objetivos de cada paciente.
Ao mesmo tempo, a
procura também reflete mudanças de comportamento, pela influência das redes
sociais e pela maior exposição de procedimentos estéticos. Além de quem
busca corrigir traços estourados ou pigmentos alterados pelo tempo,
aumenta o número de pessoas que deseja remover um desenho que já
não representa sua história ou preparar a pele para uma nova tatuagem.
Soma-se a isso o avanço das chamadas cover-ups, técnica em que o clareamento
parcial facilita a aplicação de uma nova arte e
melhora o resultado final.
Segundo Jhosy
Ludwig, sócia-fundadora e COO da LypeDepyl, responsável pela
operação da rede, o crescimento do segmento também exige
maior padronização dos atendimentos e qualificação das equipes. “À
medida que a procura aumenta, o desafio passa a ser estruturar uma
operação capaz de manter o mesmo padrão de avaliação,
acompanhamento e cuidado em diferentes unidades. O futuro desse setor
depende não apenas da tecnologia, mas também de processos bem
definidos, profissionais capacitados e uma jornada que transmita segurança ao
cliente do início ao fim”, conclui.

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