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| Créditos: Dr. Leandro Faustino @drleandrofaustino Revion International Clinic @revionclinic Divulgação CO Assessoria |
“Antes, muitos chegavam pedindo uma mandíbula mais marcada. Hoje, querem melhorar a proporção do corpo inteiro”, afirma o cirurgião plástico Dr. Leandro Faustino
A imagem do homem que evita falar sobre aparência, bem-estar e autocuidado parece cada vez mais distante. Nos consultórios, eles já não procuram apenas harmonização facial. Peitoral, abdômen, papada, costas, braços, glúteos, panturrilhas e até a região íntima passaram a fazer parte das principais queixas masculinas, acompanhando uma mudança no comportamento de quem hoje busca um corpo mais proporcional e natural, e não apenas um rosto mais jovem.
O cirurgião plástico Dr. Leandro Faustino, da Revion International Clinic, em São Paulo, explica que as consultas deixaram de se concentrar apenas na face e passaram a refletir uma preocupação mais ampla com o equilíbrio corporal. “Eles não procuram apenas parecer mais jovens. Querem corrigir algo que incomoda no peitoral, reduzir gordura no abdômen, melhorar a papada ou criar mais equilíbrio entre o tronco e as pernas. A estética masculina deixou de terminar no rosto”, afirma.
A papada costuma ser uma das primeiras reclamações por interferir diretamente no desenho da mandíbula e do pescoço. Logo depois aparecem o peitoral e o abdômen, principalmente entre homens que treinam regularmente, mas não conseguem eliminar gordura localizada ou corrigir assimetrias apenas com exercícios. Casos de ginecomastia, excesso de gordura abdominal e perda de definição estão entre as indicações mais frequentes para procedimentos cirúrgicos e minimamente invasivos. “A cirurgia pode melhorar o contorno, mas ela não substitui atividade física nem entrega os benefícios do treino para a saúde e o condicionamento. O procedimento deve complementar um estilo de vida saudável, nunca ocupar o lugar dele”, explica.
Depois do tronco, áreas que até poucos anos quase não apareciam nas consultas passaram a ganhar espaço. Glúteos e panturrilhas estão entre as regiões mais procuradas por homens que desejam corrigir falta de volume, desproporções ou assimetrias. Costas e braços também entram nessa lista, principalmente após grandes perdas de peso, quando sobra pele ou persistem depósitos de gordura que incomodam mesmo após o emagrecimento.
Até a região íntima passou a fazer parte desse movimento. A
procura envolve desde correções funcionais até procedimentos voltados ao
contorno da região, mostrando que o autocuidado masculino deixou de ser um tabu
e passou a fazer parte da rotina de homens de diferentes idades. Para Faustino,
essa transformação ajuda a explicar também um novo perfil de pai, mais atento à
própria saúde, autoestima e qualidade de vida. “Hoje o homem entende que cuidar
da aparência não significa buscar um corpo artificial. O melhor resultado
continua sendo aquele que respeita a anatomia, melhora a proporção e preserva a
naturalidade”, conclui.

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