Segundo estimativas da OMS, um a cada
10 medicamentos que circulam em países de baixa e média renda estão fora do
padrão de qualidade ou falsificados
O uso racional de medicamentos pode ser definido pelo
seu recebimento apropriado para cada pessoa, alinhado às suas necessidades, com
doses específicas para sua situação e por tempo determinado. Tudo o que foge
deste contexto, sejam produtos adulterados, desviados, falsificados, roubados
ou comercializados ilegalmente, pode ser classificado como medicamento ilegal.
Dessa forma, a falsificação de fármacos tem impactos que podem ir além do
prejuízo ao paciente.
Medicamentos falsificados representam um desafio global de saúde
pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todas as regiões do
mundo já registraram notificações de medicamentos fora do padrão ou
falsificados, com casos identificados em 137 países. Em um cenário marcado pela
globalização, o enfrentamento desse problema se torna ainda mais complexo. Por
isso, a conscientização da população tem papel fundamental no combate à
falsificação.
As vendas digitais são outro fator que aumenta
exponencialmente a comercialização de medicamentos e produtos para saúde
ilegais. Sites, redes sociais e plataformas virtuais se tornam pontos de
encontro estratégicos que facilitam o contato com contraventores. Assim, essas
negociações resultam em prejuízos que atingem diferentes áreas, mas afetam,
principalmente, o paciente.
No Dia Mundial de Combate à Falsificação, 08 de junho, a Diretora
de Investigação de Segurança da Pfizer para América do Sul, Caroline Gabriel,
destaca os riscos que esses fármacos trazem. “É importante reconhecer que
medicamentos fora do padrão podem causar reações adversas e efeitos
imprevisíveis. As condições inadequadas de produção, armazenamento e transporte
aumentam o risco de contaminação por bactérias e outras impurezas
desconhecidas. Além disso, esses produtos podem ser completamente diferentes
daquilo que o paciente acredita estar consumindo, o que o expõe a sérios riscos
à saúde.” explica. “Medicamentos ilegais podem até chamar atenção pelo baixo
custo, mas o preço real pode ser muito mais alto: tratamentos comprometidos,
atrasos no cuidado médico, riscos à saúde e efeitos imprevisíveis
Além dos danos individuais, a falsificação de medicamentos possui
impacto no aumento da demanda por atendimentos e internações. Também compromete
a confiança nos tratamentos disponíveis e dificulta ações de saúde pública.
Nesse contexto, manter-se informado e saber identificar os sinais de alerta são
medidas essenciais de proteção.
Os medicamentos fora do padrão ou falsificados costumam ser
difíceis de identificar, justamente porque são planejados para se passarem
pelos originais. Estimativas da OMS indicam que 1 em cada 10 medicamentos em
circulação em países de baixa e média renda estejam fora do padrão ou
falsificados. Medidas como verificar as condições da embalagem, possíveis erros
gramaticais ou de ortografia e checar validade e data de fabricação podem ser
formas eficazes de fazer essa detecção.
Combater a falsificação é uma tarefa alinhada com a informação e atenção da sociedade. Procurar canais de vendas confiáveis e evitar compras sem procedência segura também ajudam a proteger vidas.
Pfizer
Para saber mais, acesse: Site Pfizer Brasil, ou siga-nos no LinkedIn, e Instagram.
Nenhum comentário:
Postar um comentário