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| Crédito: Magnific. |
Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril, o Centro de Estudos em Conjuntura Econômica da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) lista a inflação os principais presentes e itens consumidos no Dia das Mães - considerada a segunda data mais importante do ano para o comércio varejista, perdendo apenas para o Natal.
Variação dos
preços
Com
base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril,
divulgado pelo IBGE, é possível observar o comportamento dos preços de alguns
produtos relacionados ao “Dia das Mães”, no acumulado dos últimos 12 meses.
Entre os 19 produtos considerados, apenas sete apresentaram aumento de preço
inferior à inflação observada na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), de
4,80%.
Vestuário, calçado e acessórios: o preço da roupa feminina subiu 5,40% e o da sandália/chinelo, 8,58%,
com variações maiores do que as observadas na média nacional, +3,49% e +6,25%,
respectivamente. Já o preço do sapato feminino subiu 2,12% e o do tênis, 5,05%,
menos do que o registrado no Brasil. O preço da bolsa subiu 2,32% no País.
Perfumaria e cosméticos: o
preço do perfume aumentou 0,24%, enquanto os preços dos produtos para a pele
aumentaram 6,29% e os de artigos de maquiagem, 5,46%.
Joias, bijuterias e acessórios: o preço da bijuteria aumentou 10,48% no Brasil. Já o preço do relógio de
pulso aumentou 4,53% na RMSP, mais do que o observado para o País (+2,45%). A
maior diferença está nas joias, um aumento de 21,84% na RMSP, abaixo do
observado na média nacional, +26,81%.
Aparelhos eletroeletrônicos: os
preços dos eletrodomésticos e equipamentos (refrigerador, ar-condicionado,
máquina de lavar roupa, fogão, etc) caíram 7,07% e dos aparelhos telefônicos
1,08%, em contraste com o aumento de 1,95% nos preços da TV, som e informática.
Outros presentes:
os preços das flores naturais aumentaram em 11,82% no Brasil. Já o preço do
livro não didático subiu 10,90% e o do chocolate em barra e bombom 23,81% na
RMSP, com variações maiores do que o observado para o País.
Lazer: o preço da
alimentação fora do domicílio aumentou 7,73%, enquanto os preços do cinema, do
teatro e dos concertos aumentaram 6,62%.
Embora a inflação acumulada
esteja menor, em comparação ao mesmo período de 2025, dos 19 produtos
considerados, 13 produtos tiveram uma variação de preço nos últimos 12 meses
pior em 2026. Entre eles, a maior variação foi observada nas flores naturais,
com um aumento de 12,09 pontos percentuais (p.p.), em seguida, a bijuteria
(+7,12 p.p.), o livro não didático (+6,67 p.p.), o tênis (+4,99 p.p.), o
chocolate em barra e bombom (+4,96 p.p.) e a sandália/chinelo (+4,94 p.p.).
Por outro lado, entre os produtos com melhor variação de preço em 2026,
destacam-se o perfume, com uma redução de 9,64 p.p., as joias (-7,83 p.p.) e os
eletrodomésticos e equipamentos (-5,73 p.p.).

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