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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Dia das Mães: confira a inflação em SP dos presentes e itens consumidos nessa época

 

Crédito: Magnific.

Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril, o Centro de Estudos em Conjuntura Econômica da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) lista a inflação os principais presentes e itens consumidos no Dia das Mães - considerada a segunda data mais importante do ano para o comércio varejista, perdendo apenas para o Natal.

 

Variação dos preços 

Com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de abril, divulgado pelo IBGE, é possível observar o comportamento dos preços de alguns produtos relacionados ao “Dia das Mães”, no acumulado dos últimos 12 meses. Entre os 19 produtos considerados, apenas sete apresentaram aumento de preço inferior à inflação observada na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), de 4,80%.
 

Vestuário, calçado e acessórios: o preço da roupa feminina subiu 5,40% e o da sandália/chinelo, 8,58%, com variações maiores do que as observadas na média nacional, +3,49% e +6,25%, respectivamente. Já o preço do sapato feminino subiu 2,12% e o do tênis, 5,05%, menos do que o registrado no Brasil. O preço da bolsa subiu 2,32% no País.
 

Perfumaria e cosméticos: o preço do perfume aumentou 0,24%, enquanto os preços dos produtos para a pele aumentaram 6,29% e os de artigos de maquiagem, 5,46%.
 

Joias, bijuterias e acessórios: o preço da bijuteria aumentou 10,48% no Brasil. Já o preço do relógio de pulso aumentou 4,53% na RMSP, mais do que o observado para o País (+2,45%). A maior diferença está nas joias, um aumento de 21,84% na RMSP, abaixo do observado na média nacional, +26,81%.
 

Aparelhos eletroeletrônicos: os preços dos eletrodomésticos e equipamentos (refrigerador, ar-condicionado, máquina de lavar roupa, fogão, etc) caíram 7,07% e dos aparelhos telefônicos 1,08%, em contraste com o aumento de 1,95% nos preços da TV, som e informática.
 

Outros presentes: os preços das flores naturais aumentaram em 11,82% no Brasil. Já o preço do livro não didático subiu 10,90% e o do chocolate em barra e bombom 23,81% na RMSP, com variações maiores do que o observado para o País.
 

Lazer: o preço da alimentação fora do domicílio aumentou 7,73%, enquanto os preços do cinema, do teatro e dos concertos aumentaram 6,62%. 

Embora a inflação acumulada esteja menor, em comparação ao mesmo período de 2025, dos 19 produtos considerados, 13 produtos tiveram uma variação de preço nos últimos 12 meses pior em 2026. Entre eles, a maior variação foi observada nas flores naturais, com um aumento de 12,09 pontos percentuais (p.p.), em seguida, a bijuteria (+7,12 p.p.), o livro não didático (+6,67 p.p.), o tênis (+4,99 p.p.), o chocolate em barra e bombom (+4,96 p.p.) e a sandália/chinelo (+4,94 p.p.).

Por outro lado, entre os produtos com melhor variação de preço em 2026, destacam-se o perfume, com uma redução de 9,64 p.p., as joias (-7,83 p.p.) e os eletrodomésticos e equipamentos (-5,73 p.p.).

 

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