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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Combustível do cérebro: o que a água pura não repõe pode estar afetando seu rendimento cognitivo

A falta de eletrólitos como sódio e potássio compromete o funcionamento do cérebro e do corpo, mesmo com alta ingestão de água pura 

 

Falta de foco, cansaço mental, “tela azul” ao final do dia, irritabilidade e a sensação de que o cérebro está mais devagar do que deveria. Esses, entre tantos outros sintomas, são comumente associados ao estresse ou a uma série de outros diagnósticos generalistas. A resposta, porém, pode estar no copo d’água – ou, no que pode estar faltando dentro dele. 

Isso porque sais minerais como sódio e potássio – pouco presentes na água pura – estão diretamente ligados ao bom funcionamento do cérebro e do organismo como um todo. Os chamados eletrólitos permitem os impulsos elétricos do sistema nervoso. Cada pensamento, cada decisão tomada ao longo do dia, cada esforço para recuperar algo da memória exige impulsos elétricos realizados com a ajuda desses sais. 

Na prática, a água que bebemos contribui para carregar esses eletrólitos pelo corpo. Se ela não contém sais suficientes, ou se o organismo perde mais do que ingere, o sistema passa a operar abaixo do seu potencial. E é aí que os sintomas surgem. 

“O cérebro é um órgão elétrico. Cada decisão parte de um impulso elétrico, viabilizado pela presença de sais minerais. Se eles caem, a corrente enfraquece, a mente sente e o corpo também” explica o nutricionista Felipe Gomes. 

É justamente nesse processo que entra a chamada “bomba de sódio-potássio”, um mecanismo essencial que mantém o equilíbrio elétrico na membrana da célula, necessário para o funcionamento do corpo. Ela funciona como uma espécie de “troca ativa”, levando sódio para fora da célula e trazendo potássio para dentro. Esse processo cria as condições ideais para que os neurônios funcionem corretamente, ficando prontos para transmitir sinais sempre que recebem um estímulo ou gatilho. 

A tradução dessa explicação se resume em: quando a concentração de sódio e potássio cai, a qualidade, precisão e velocidade dos sinais processados pelo cérebro é prejudicada. A hidratação adequada, nesse caso, é fundamental para ajudar a manter a plena capacidade e performance cognitiva. 

"Beber água é o ponto de partida, mas a hidratação funcional vai além: ela ajuda a água a entrar nas células, permanecer lá e carregar os minerais que o sistema nervoso precisa para operar em plena capacidade", reforça Felipe Gomes. É aqui que entra o papel dos repositores de eletrólitos, como ferramenta de equilíbrio eletrolítico para o dia a dia. 

O déficit de eletrólitos, vale ressaltar, não é exclusividade de quem pratica esportes. Entre aqueles que podem experienciar os sintomas estão:

  • pessoas que passam muitas horas em ambientes climatizados, especialmente com baixa umidade do ar, condição que pode aumentar perdas hídricas imperceptíveis pela respiração e pela pele ao longo do dia;  
  • aqueles que consomem café em excesso, o que pode intensificar a eliminação de sódio e potássio pela urina.
  • adeptos de dietas restritivas – incluindo o uso de análogos de GLP-1 –, que podem reduzir a ingestão alimentar e, consequentemente, o consumo de minerais importantes para o equilíbrio hidroeletrolítico  

"O que vemos, com frequência, são pessoas que nunca associaram o cansaço mental ou a falta de foco a um déficit eletrolítico. Elas bebem água, às vezes até em volume adequado, mas sem a quantidade correta de minerais, e o corpo simplesmente não consegue aproveitar essa hidratação da forma que deveria", observa a nutricionista Felipe Gomes. 

Estudos mostram que uma desidratação de apenas 2% do peso corporal já é suficiente para comprometer tarefas que exigem atenção, habilidades psicomotoras e memória imediata. É nesse contexto que a hidratação funcional ganha relevância como hábito de saúde preventivo. 

"A suplementação de carboidratos e eletrólitos na hidratação é uma aliada para a saúde mental. Quando falamos em performance cognitiva, humor estável e energia ao longo do dia, estamos falando, antes de tudo, de um organismo bem hidratado nos seus níveis mais profundos. É justamente com o propósito de tornar o processo de hidratação mais assertivo que Liquid I.V. chega ao Brasil. Um suplemento de hidratação em pó, o produto conta com tecnologia exclusiva HydraScience, que atua no equilíbrio eletrolítico de forma eficiente e duradoura.” explica Evelyn Aguiar, Cientista de Liquid I.V. no Brasil. 

Repositores de eletrólitos, carboidratos e vitaminas, como Liquid I.V., representam hoje uma das formas mais simples e eficientes de garantir que o organismo opere no seu melhor, não apenas durante o treino, como também em cada momento que exige o melhor do cérebro.

 

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