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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Saúde bucal na terceira idade: saiba quais são os principais mitos e verdades sobre os cuidados na flor da idade

Especialista da GUM® desmistifica crenças sobre como o avanço da idade pode impactar na saúde da região

 

Com o envelhecimento, a saúde bucal adquire uma importância ainda maior, exigindo cuidados específicos para prevenir problemas comuns nessa fase da vida. Entre os problemas mais comuns estão a diminuição salivar, o aumento da sensibilidade nos dentes, a periodontite e maior predisposição à cárie de raiz, que está relacionada com a superfície radicular do dente, geralmente expostas pela recessão fisiológica da gengiva relativa à idade. Vale ressaltar que perda de dentes não é um processo normal de envelhecimento, entretanto problemas relacionados à saúde geral podem favorecer a perda de dentes, assim como uma rotina de higienização não adequada ao longo da vida. Deste modo, manter a rotina adequada de higiene e realizar visitas regulares ao dentista são ações essenciais para preservar a saúde bucal, garantindo uma melhor qualidade de vida. 

Pensando nisso, a GUM®, empresa especializada em produtos inovadores para cuidados bucais, separou os principais mitos e verdades sobre o processo de envelhecimento da boca e os cuidados essenciais para garantir higiene e preservação da região. Confira:
 

Envelhecer significa perder todos os dentes

Mito! A perda de dentes não está necessariamente ligada ao envelhecimento. “Com cuidados bucais adequados, visitas regulares ao dentista, assim como o acompanhamento da saúde geral, e tratamento e controle de doenças crônicas, é possível manter os dentes naturais por toda a vida. A perda dentária geralmente está associada a problemas bucais não tratados, como cárie e doenças periodontais, e não ao simples avanço da idade, mesmo quando em quadros de doenças crônicas, como Diabetes, por exemplo, em que alguns medicamentos podem ter efeito sobre a cavidade bucal.”, afirma Dra. Brunna Bastos, especialista da GUM®.
 

Dentes envelhecem

Verdade! Os dentes também envelhecem, assim como o restante do corpo. “A retração gengival é um fator comum com o avanço da idade, expondo a raiz dos dentes e tornando-os mais vulneráveis ​​à cárie, mudanças no complexo dentino-pulpar estão presentes, fazendo com que haja um escurecimento gradual do dente, devido a deposição constante de dentina secundária e reparadora, assim como a redução no volume da câmara pulpar, devido há uma incidência maior de calcificação da polpa dos idosos também em decorrência de inúmeros processos cariosos ou traumáticos por toda a permanência do dente na cavidade bucal até esta idade. Por isso, é essencial fazer consultas regulares ao dentista para que ele possa atuar de forma preventiva ao pequeno sinal de algum problema bucal no idoso”.
 

Próteses dentárias resolvem todos os problemas da boca

Mito! As próteses dentárias são uma solução eficaz para a perda de dentes, mas não resolvem todos os problemas bucais. “Elas precisam de manutenção regular e, se não forem devidamente ajustadas, podem causar lesões ou infecções. Além disso, os tecidos da boca continuam a envelhecer, o que pode alterar o encaixe das próteses ao longo do tempo, tornando necessário ajustes adicionais”, comenta.
 

A produção de saliva não permanece igual ao longo da vida

Verdade! “A produção de saliva tende a diminuir com o envelhecimento, o que pode resultar a sensação de boca seca, conhecida como xerostomia. Essa condição ocorre devido a alterações naturais nas glândulas salivares e pode ser agravada pelo uso de certos medicamentos comumente prescritos na terceira idade. 

“Ações preventivas e educativas devem ser realizadas de forma significativa entre a população idosa. As doenças que afetam a cavidade bucal exigem intervenções rápidas do cirurgião-dentista, especialmente considerando que certos medicamentos podem ter efeito sobre a mesma, assim como se faz necessário a correta orientação à higienização bucal e promoção da saúde bucal, contribuindo diretamente para a melhoria da qualidade de vida na terceira idade”, finaliza.


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