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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Planejamento 2026: depois do Carnaval, é hora de organizar as finanças e tirar do papel a casa e o carro próprios

Mycon, primeira fintech de consórcios digital do Brasil, separou cinco dicas para transformar metas em patrimônio ao longo do ano 

 

Para muitos brasileiros, o ano começa oficialmente depois do Carnaval. Passada a folia, é o momento de retomar a rotina, revisar metas e organizar o orçamento. E planejar a compra da casa ou do carro com antecedência pode representar economia e mais previsibilidade financeira ao longo de 2026. 

O consórcio segue como um dos formatos favoritos para a conquista de bens de alto valor. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o Sistema de Consórcios encerrou 2025 com resultados inéditos. O setor superou pela primeira vez a marca de 5 milhões de adesões, totalizando 5,16 milhões de cotas vendidas, alta de 15,0% em relação às 4,49 milhões em 2024. O volume de créditos comercializados cresceu 32,1%, somando R$ 500,27 bilhões. 

O desempenho foi impulsionado principalmente pelos segmentos de imóveis e automóveis, que seguem em forte expansão diante dos juros elevados, fator que encarece o financiamento tradicional e reforça o consórcio como alternativa de planejamento financeiro de médio e longo prazo. 

Para quem quer transformar a virada pós-Carnaval em um ponto de partida para decisões mais estratégicas, iniciar o planejamento já no começo do ano pode fazer diferença no valor da carta de crédito, no prazo e no impacto das parcelas no orçamento. Para ajudar consumidores a fazer escolhas mais eficientes e seguras, Luiz Antonio Sacco, CEO do Mycon, reuniu cinco dicas essenciais para aproveitar o potencial do consórcio como ferramenta de educação financeira e construção de patrimônio.  

“O consórcio se tornou uma alternativa inteligente diante dos juros altos do financiamento. Planejar com antecedência permite pagar menos, controlar melhor o orçamento e escolher o crédito ideal para o objetivo de cada pessoa,” afirma o CEO do Mycon. 

Ele explica que antes de tudo a pessoa precisa conhecer suas finanças e elencar receitas e despesas, incluindo as que são fixas e as que variam. Descobrir seu custo de vida, somando o valor médio de suas despesas. Esse dado é bem importante para poder equilibrar as finanças e fazer qualquer planejamento.
 

Confira as cinco dicas do Mycon para aproveitar o melhor do consórcio em 2026: 
 

1. Avalie seu orçamento e defina um valor de parcela confortável 

Antes de entrar em um grupo de consórcio, é fundamental entender quanto cabe no bolso sem comprometer contas essenciais. O consórcio é uma ferramenta de disciplina financeira. Por isso, a parcela precisa caber no orçamento de forma realista, considerando possíveis reajustes anuais do crédito e da taxa administrativa. No Mycon a orientação é de que ela não ultrapasse 30% do valor da renda da família.
 

2. Escolha o crédito de acordo com o seu objetivo (uso próprio ou investimento) 

A carta de crédito do consórcio permite negociar qualquer bem à vista (seja carro, imóvel ou serviço) o que aumenta o poder de compra do consumidor quando contemplado. Por isso, é essencial ter clareza sobre o objetivo: comprar um bem para uso próprio, trocar o veículo, reformar a casa ou investir em patrimônio. Como o crédito é corrigido ao longo do tempo, escolher um valor adequado desde o início ajuda a evitar surpresas e garante que o consórcio acompanhe a evolução dos preços até o momento da compra.
 

3. Compare taxas e modelo de gestão da administradora 

Embora o consórcio não tenha juros, cada administradora cobra taxas diferentes, e essa variação faz grande diferença no bolso. Modelos mais modernos, como o digital do Mycon, reduzem custos operacionais e conseguem oferecer taxas mais competitivas. 

Em uma simulação recente do Mycon, um consórcio de imóvel no valor de R$ 300 mil pelo período de 216 meses e uma taxa de 13,99% por todo período (0,0648% por mês) resulta em um custo total de R$ 341.970,00. Já o financiamento, com taxa anual de 13,98%, e mensal de 1,0964%, representa um desembolso de R$ 585.504,39. Ao final do contrato a diferença é de R$ 243.534,39, uma diferença de 42% no custo total do consórcio comparado ao financiamento.
 

4. Use os lances de forma estratégica 

Os lances (fixo ou livre) são uma forma de antecipar a contemplação no consórcio. A melhor estratégia vai depender do quanto cada pessoa pode investir no momento. Quem não tem o valor disponível à vista pode usar o dinheiro da venda do carro atual (no caso de consórcio de automóveis) ou utilizar o FGTS para ofertar lance em um consórcio de imóveis. Se ainda assim o valor não for suficiente, existe a opção do lance embutido, em que o consorciado usa parte da própria carta de crédito para complementar o lance. Essa alternativa ajuda a reduzir o desembolso imediato e, quando bem planejada, aumenta as chances de ser contemplado mais cedo.


5. Considere o consórcio como parte do seu plano de longo prazo 

O consórcio ajuda a criar uma rotina financeira mais organizada, estimula disciplina, favorece a formação de patrimônio e evita o endividamento caro. Pensar no consórcio como um investimento de longo prazo é uma das melhores estratégias para 2026, especialmente para quem deseja adquirir bens com planejamento e segurança. 

“Com um mercado aquecido e consumidores cada vez mais atentos ao custo do crédito, o consórcio se consolida como uma opção segura, planejada e acessível para quem deseja conquistar um carro ou imóvel com inteligência financeira”, finaliza Luiz Antonio. 



Mycon
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