Por meio do Fundo de Amparo à Criança e
Adolescente, o contribuinte pode doar até 3% do imposto devido a entidades como
o Hospital de Amor
O prazo para a entrega da declaração de imposto de renda
vai até 30 de abril. O que poucos sabem, porém, que é possível salvar vidas por
meio de doações via IR.
A Receita Federal permite que Pessoas Físicas que declaram
no modelo completo doem até 3% do total devido do imposto de renda ao Fundo de
Amparo à Criança e Adolescente.
“Os recursos obtidos por meio desse incentivo fiscal são
essenciais para o Hospital de Amor”, conta Henrique Moraes Prata, diretor de
Desenvolvimento Institucional do Hospital de Amor.
Para
se ter uma ideia, em 2018, a instituição, que é o maior polo de tratamento
oncológico gratuito da América Latina, captou, por meio do Fundo da
Criança e do Adolescente, R$
5.865.756,88, o que beneficiou 38.400 pacientes. “Em relação a 2017, a entidade arrecadou
53% a mais. Nós ficamos muito gratos com o crescimento das doações via
imposto de renda. O valor arrecadado é destinado ao diagnóstico e tratamento
dessas crianças e adolescentes”, diz Prata.
A
entidade
O Hospital de Amor fechou o ano de 2018 com 948.842
atendimentos realizados, 192.215 pacientes vindos de 2.167 municípios de todos
os estados do país - um recorde de cobertura. Foram realizadas 23.732
internações, 102.258 quimioterapias, 9.500 refeições servidas/dia e o déficit
operacional é de mais de R$ 24,5 milhões/mês. A entidade reúne 380 médicos e
mais de 3.800 funcionários.
Parte das despesas do Hospital, incluindo cirurgias e
salários dos profissionais é bancada pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Eventos
e doações de empresas e pessoas são necessários para completar a renda.
O Hospital de Amor tem diversas unidades espalhadas pelo
país, estando elas localizadas em: Barretos (SP), Jales (SP), Fernandópolis
(SP), Campinas (SP), Porto Velho (RO), Campo Grande (MS), Nova Andradina (MS),
Ji-Paraná (RO), Lagarto (SE), e Juazeiro (BA), Jequié (BA), Salvador (BA),
Irecê (BA), Ganambi (BA), Teixeira de Freitas (BA), Macapá (AP), Rio Branco
(AC). Além disso, há um projeto em andamento na cidade de Palmas (TO).
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