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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Ressaca da Pele: como prevenir e manter o corpo e a pele saudáveis durante os dias de Carnaval


Uma rotina de autocuidado descomplicada para rosto e corpo, com foco em limpeza, hidratação e proteção
 

Depois de dias intensos de folia, sol e poucas horas de descanso, é comum que a pele dê sinais claros de esgotamento, um fenômeno conhecido como “ressaca da pele”, marcado por aspecto opaco, desidratação e sensibilidade. Atenta a esse momento pós-Carnaval, a Beyoung, marca brasileira de beleza que aposta em um autocuidado real, acessível e eficiente, chama a atenção para a importância de manter uma rotina simples de cuidados, capaz de restaurar o equilíbrio da pele antes, durante e após os dias de festa. Durante o Carnaval, fatores como exposição solar prolongada, suor excessivo, maquiagem intensa e noites mal dormidas podem comprometer a barreira cutânea e acelerar sinais de cansaço. Sem promessas irreais ou rotinas complexas, a proposta é investir em cuidados consistentes e descomplicados, que respeitem o tempo e a realidade de mulheres que vivem uma rotina dinâmica, mas não abrem mão de se cuidar.



Rosto: cuidados essenciais para uma pele equilibrada e protegida


O primeiro passo para minimizar os efeitos da folia na pele é a limpeza adequada. Lavar o rosto antes e depois dos bloquinhos ajuda a remover impurezas, resíduos de maquiagem, suor e poluição, prevenindo oleosidade excessiva e irritações. O Gentle Cleanser alia praticidade a uma limpeza eficiente e delicada, preservando a hidratação e o equilíbrio cutâneo e preparando a pele para receber os próximos cuidados, sem comprometer sua proteção natural.

Na sequência, o uso de um sérum de Vitamina C potencializa a ação antioxidante, auxiliando no combate aos danos causados pelo sol e pelo estresse da pele, além de contribuir para uma aparência mais iluminada e uniforme. O Vita C 18 da Beyoung, com 18% de Nano Vitamina C e tripla ação antioxidante, atua na prevenção do envelhecimento, ajuda a uniformizar o tom e suaviza linhas finas, promovendo mais firmeza, luminosidade e maciez, sem deixar sensação oleosa.

A hidratação é essencial para manter a barreira cutânea fortalecida e evitar o ressecamento comum após longos períodos de exposição ao calor. O Hydra Gel é um aliado nesse cuidado diário: desenvolvido para todos os tipos de pele, reúne Ácido Hialurônico, Niacinamida e Alpha-Glucan em uma textura gel ultraleve, de rápida absorção e acabamento matte, que promove hidratação profunda e auxilia no controle da oleosidade.

Para finalizar, a proteção solar deve ser mantida ao longo de todo o dia. O protetor solar é indispensável para proteger a pele contra os danos causados pelos raios UV e prevenir o envelhecimento precoce. O Stick Bastão Multifuncional FPS 80, disponível nas versões com ou sem cor, alia praticidade e alta eficácia, com FPS 80 e FPUVA 40, sendo resistente à água e ao suor. Na versão com cor, ainda ajuda a uniformizar o tom com um acabamento natural, facilitando as reaplicações ao longo do dia. Essa combinação garante um cuidado eficaz e eficiente para ser mantido mesmo nos dias mais intensos de Carnaval.



Corpo: banho relaxante e hidratação como aliados do autocuidado

O cuidado com o corpo também ganha protagonismo nessa rotina. Após um dia cheio, um banho relaxante se transforma em um verdadeiro ritual de reconexão, ajudando a aliviar o cansaço físico e mental. Recém-lançada, a Linha Corporal da Beyoung nasce com esse propósito: levar a experiência de um SPA para dentro de casa, traduzindo o autocuidado em um gesto sensorial, acessível e prazeroso. A proposta é transformar pequenos momentos do dia em rituais que acolhem, desaceleram e convidam ao bem-estar. A experiência começa no banho, transformando o momento em uma pausa real para o corpo e a mente. O Sabonete Corporal promove uma limpeza delicada e hidratante, respeitando a barreira cutânea e deixando a pele nutrida e confortável. Com uma espuma macia e perfumada, sua fórmula reúne ativos consagrados, como Colágeno Vegetal, D-Pantenol e Sacarídeo Hidratante. Após o banho, o Hidratante Corporal dá continuidade ao ritual, envolvendo a pele em uma hidratação intensa, perfumada e prolongada. O produto une performance de dermocosmético a uma experiência sensorial de SPA, com textura agradável e toque confortável. Sua fórmula conta com Colágeno Vegetal, Niacinamida, D-Pantenol e Manteiga de Karité, contribuindo para a melhora da textura, fortalecendo a barreira cutânea, protegendo a pele e promovendo mais firmeza e conforto ao toque. Para finalizar, a marca integra os Body Splashes à rotina de autocuidado, prolongando a sensação de bem-estar ao longo do dia. Com fragrâncias inspiradas na perfumaria fina, perfil fresco, sensual e refinado, entregam 10% de concentração de essência e perfumação de até 8 horas, equilibrando leveza, presença e sofisticação. Mais do que produtos, a Beyoung propõe um convite ao autocuidado consciente, aquele que cabe na rotina, respeita o tempo de cada mulher e entende que cuidar da pele é também cuidar de si.


Calor, suor e frizz: por que o verão desafia tanto o cabelo


Créditos: Lord Perfumaria
Especialista dá sugestões de como atravessar a estação com os fios alinhados


 Calor, umidade e suor. No verão, os cabelos enfrentam uma combinação de fatores que favorecem o surgimento do frizz. Segundo a cabeleireira da Lord Perfumaria, Gilvânia Fideli, o efeito arrepiado — vilão recorrente dessa época do ano — vai além da questão estética e está diretamente ligado à forma como os fios reagem às condições climáticas. 

A especialista explica que, com o aumento da temperatura, a fibra capilar tende a perder água com mais facilidade. Ao mesmo tempo, a umidade do ambiente faz com que as cutículas se abram, permitindo a absorção de água de forma irregular. “O resultado é aquele aspecto arrepiado, opaco e indisciplinado, mais comum em cabelos ondulados, cacheados ou quimicamente tratados”, afirma. 

O cenário se intensifica com fatores cotidianos, como o atrito com roupas leves, o uso frequente de ventiladores e o excesso de suor no couro cabeludo — combinação que transforma o frizz em algo quase inevitável durante a estação.
 

Hidratar é essencial, mas não é tudo 

Durante o verão, a hidratação precisa ser mais frequente e bem direcionada. Fideli explica que máscaras leves, com ativos umectantes como aloe vera e pantenol, ajudam a repor a umidade dos fios sem pesar. Já o uso excessivo de produtos muito reconstrutores, especialmente os ricos em queratina, pode deixar o cabelo rígido e mais suscetível ao frizz. 

“O ideal é manter o fio flexível, hidratado e bem selado para reduzir a perda de água”, orienta a cabeleireira.
 

A finalização faz diferença real 

O cuidado após a lavagem também influencia diretamente no controle do frizz. Esfregar o cabelo com a toalha, aplicar produtos em excesso ou finalizar os fios já secos são erros comuns. Segundo Fideli, cremes anti-frizz e leave-ins apresentam melhor desempenho quando aplicados com o cabelo ainda úmido, ajudando a formar uma película protetora ao redor da fibra capilar. 

“Toalhas de microfibra ou camisetas de algodão reduzem o atrito, e o uso do secador com ar frio ou morno contribui para alinhar as cutículas sem ressecar”, explica. 

A exposição solar também merece atenção. O sol contribui para o ressecamento dos fios e pode intensificar o frizz, além de comprometer a cor do cabelo. Por isso, a profissional recomenda o uso de produtos com proteção UV e acessórios como chapéus e lenços, especialmente em dias de praia ou piscina.
 

Menos é mais — inclusive nos penteados 

No calor, penteados muito apertados tendem a aumentar o atrito e concentrar suor no couro cabeludo. A sugestão da especialista são coques baixos, tranças frouxas e o uso de elásticos revestidos de tecido, que ajudam a preservar os fios sem abrir mão da praticidade.

“À noite, fronhas de cetim ou seda podem reduzir o atrito durante o sono e ajudar a manter o cabelo mais alinhado ao acordar”, finaliza a especialista da Lord Perfumaria.


Calor intenso no verão acende alerta para riscos à saúde da pele, aponta especialista

Segundo o Dr. Octávio Guarçoni, a exposição prolongada ao sol pode provocar queimaduras, fotoenvelhecimento, manchas irregulares e risco de câncer cutâneo.


O verão no Hemisfério Sul vem redesenhando a rotina dos brasileiros de Norte a Sul do país. Com dias mais longos e altas temperaturas, o calor intenso toma conta de capitais litorâneas como Rio de Janeiro, Salvador e Natalembalando a temporada turística de praias ‘lotadas’ e calçadões tomados por banhistas.

No entanto, a exposição prolongada ao sol e as ‘ondas de calor’ formadas em vários estados do Brasil acendeu um alerta na comunidade médica. Quem for curtir com a família a ‘alta estação’, deve se atentar aos cuidados com a pele devido aos riscos dermatológicos da época – marcada por termômetros aquecidos. 

Segundo o Dr. Octávio Guarçonireferência em medicina estética no Brasil, a exposição prolongada à radiação ultravioleta, especialmente durante o verão, pode provocar queimaduras superficiais, fotoenvelhecimento precoce, manchas irregulares e aumento do risco de câncer cutâneo

“O problema não se limita ao desconforto imediato: a radiação UV (ultravioleta) penetra camadas mais profundas da pele, comprometendo a barreira de proteção natural, afetando colágeno e elastina; e aumentando a inflamação cutânea de forma cumulativa ao longo dos anos”, explica. 

Doutor explica que o excesso de radiação UV causa a desidratação profunda da pele, levando à perda de elasticidade e a formação de rugas prematuras. Com o passar dos anos, Guarçoni alerta que esse ‘efeito cumulativo’ passa à ficar visível na textura da pele, com linhas finas, flacidez e manchas solares. 

“Esses efeitos alarmantes não são apenas estéticos. A Inflamação crônica causada por uma radiação pode desencadear alterações no sistema imunológico da pele, tornando-a mais vulnerável a infecções e irritações. Cada exposição intensa (sem proteção) aumenta a probabilidade de complicações sérias, o que torna a prevenção diária indispensável”, aconselha. 

A temporada, marcada também pelas ‘férias escolares’, alerta para a incidência solar na pele das crianças, cuja camada protetora ainda é mais fina e sensível. “A pele infantil absorve radiação de forma mais intensa, o que aumenta a probabilidade de queimaduras graves e de danos cumulativos que podem se manifestar apenas na vida adulta, incluindo risco de melanomas. Além disso, crianças desidratam mais rapidamente e sua resposta inflamatória é mais intensa. Nesse contexto, os pais devem intensificar o uso do protetor solar adequado, roupas de proteção, chapéus e horários de exposição controlados”, alerta. 

Segundo a base de dados da World Health Organization (WHO), a vulnerabilidade ao calor é influenciada por diversos fatores fisiológicos, como idade e estado de saúdesomados à exposição solar

Por isso, nesta estação, Guarçoni recomenda o uso diário de protetor solar com FPS adequado, reaplicado a cada duas horas; hidratação constante com cremes específicos que auxiliam na reposição da barreira cutânea; uso de chapéus, óculos escuros e roupas leves que protegem do sol direto; e preferência por horários de exposição fora do pico de radiação, entre 10h e 16h. Além disso, a qualidade do sono deve ser levada em consideração durante o período, assim como o cuidado com a alimentação saudável e o consumo de frutas refrescantes.

O médico ressalta que este é o momento de redobrar a atenção com a pele e adotar hábitos que promovam saúde e qualidade de vida de forma integrada. “A prevenção diária, combinada a escolhas conscientes de lifestyle, é o segredo para atravessar o verão com segurança e saúde. Pequenos hábitos, como ajustar horários de exposição, priorizar hidratação interna e externa, e investir em cuidados consistentes com a pele, fazem toda a diferença a longo prazo. O verão é intenso, mas com atenção e disciplina, é possível aproveitar a estação sem comprometer a saúde da pele e o bem-estar geral”, conclui.


Resultados naturais na estética ganham espaço com apoio de tecnologia e avaliação personalizada

Especialista reforça que diagnóstico completo, incluindo estilo de vida, hábitos e análise tecnológica, é decisivo para alcançar naturalidade

 

A busca por resultados naturais em procedimentos estéticos tem crescido entre mulheres e homens que desejam manter a identidade facial e evitar excessos. Segundo a dermatologista e cosmiatra Dra. Sabrina Leite, profissional com mais de 20 anos de experiência, a naturalidade não está ligada à ausência de efeito, mas à precisão técnica e à capacidade de analisar cada paciente de forma individualizada. 

A médica explica que o primeiro passo para qualquer intervenção é uma avaliação abrangente, que considera não apenas as características da pele, mas também o estilo de vida, a rotina de sono, a alimentação, o nível de estresse, a idade e até o tipo de trabalho desempenhado pela paciente. A possibilidade de afastamento profissional durante a recuperação também é levada em conta. 

“Para alcançar naturalidade, preciso entender como essa mulher vive. Hábitos como sono irregular, exposição solar, dieta inadequada ou profissões com forte demanda estética alteram completamente o planejamento”, afirma a dermatologista. 

Além da análise clínica, a especialista utiliza tecnologias complementares, como o Derma Scan, equipamento estético que utiliza luz ultravioleta (luz de Wood) e luz branca para analisar a pele em profundidade, identificando problemas como manchas, oleosidade, ressecamento, acne e micoses, auxiliando os profissionais na criação de protocolos de tratamento personalizados. “O recurso oferece dados que não são perceptíveis a olho nu, contribuindo para intervenções mais seguras e personalizadas. Com o Termo Scan, conseguimos visualizar detalhes profundos da pele e direcionar o tratamento com maior precisão”, explica.

 

Entre desejo e possibilidade: como construir resultados reais 

A etapa de diagnóstico é fundamental também para o alinhamento de expectativas, evitando que pacientes esperem resultados incompatíveis com sua anatomia ou rotina. “Ainda que a naturalidade não significa ausência de mudança, muita gente ainda confunde naturalidade com ‘não ter diferença’, mas na prática é exatamente o contrário: o resultado existe, só que de forma suave, proporcional, estratégica e fiel à identidade de cada paciente”, reforça Dra. Sabrina. 

Com técnicas planejadas e baseadas em evidências, a dermatologista salienta que tratamentos estéticos devem acompanhar a evolução da paciente, sem congelar expressões ou criar padrões artificiais. “Naturalidade não significa ficar igual para sempre, mas representa evoluir com harmonia, respeitando características de cada fase da vida. Portanto, a combinação entre ciência, intenção e tecnologia é o caminho para resultados que valorizam a beleza real”, conclui. 



Dra. Sabrina Leite - Médica com mais de 20 anos de formação e sólida trajetória na área da saúde. Atualmente dedica-se à Dermatologia e Cosmiatria. Pós-graduada pelo Instituto Superior de Medicina e Dermatologia (ISMD), alia conhecimento técnico e rigor científico a uma visão estética refinada, priorizando resultados naturais, seguros e harmoniosos. Além do mais, atuou por mais de uma década na Oftalmologia, com especialização em Doenças Externas Oculares e Córnea pela UNIFESP.


Cuidado com uso de maquiagem guardada há muito tempo


Médicos alertam sobre riscos e alergia 

 

 

Na hora de comprar ou até mesmo procurar em bolsas ou gavetas seus produtos de beleza, maquiagens e skincare, você já parou para observar a data de validade dos mesmos?  

Muitas vezes, makeup e cremes ficam guardadas e com pouco ou nenhum uso. Por serem deixadas, muitas vezes, em locais que sofrem com umidade esses produtos podem ter estragado.  

“As maquiagens, quando armazenadas no banheiro ou em qualquer outro local úmido, podem mofar antes mesmo de extrapolarem o prazo de validade. Quando isso acontece mesmo que em parte na maquiagem, o produto já está todo contaminado”, alerta a dermatologista Dra. Fabiana Seidl. 

Produtos já vencidos ou contaminados/ mofados podem trazer vários malefícios à saúde. “Ao colocar um produto contaminado com fungo na pele corre o risco da pessoa vir a desenvolver uma infecção cutânea superficial ou até mesmo profunda, dependendo do tipo de fungo. Além disso ainda existe o risco de inalação de esporos do fungo podendo levar a problemas pulmonares. É claro que isso depende muito da resposta imune de cada indivíduo, mas eu aconselho a não utilizar sob hipótese nenhuma”, explica Dra. Fabiana Seidl.  

Maquiagens com mofo ou vencidas podem causar irritação, inflamação, micoses e até espinhas. “A alergia à maquiagem pode apresentar sintomas, como: coceira, ardência e, às vezes, também inchaço, que podem surgir minutos após a aplicação do produto”, destaca Dr. Franklin Veríssimo, médico Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pelo Hospital Albert Einstein-SP.  

Confira quatro dicas importantes do Dr. Franklin sobre o assunto : 

1•Verificar sempre a validade dos produtos;

2•Comprar produtos hipoalergênicos;

3•Retirar toda a maquiagem antes de dormir sempre;

4•Procurar marcas de boa procedência.”.  



Fontes:

Dra. Fabiana Seidl - CRM RJ 5287852-9, RQE 27351 – Dermatologista. Residência médica em clínica médica pela UERJ -Título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica

Dr. Franklin Verissimo - CRM-CE 10920 - Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pelo Hospital Albert Einstein-SP. Médico. Formação em Medicina Estética. Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará-CE.Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pela Universidade Estadual do Ceará-CE. Especialista e pós-graduado em Medicina RM Estética pelo Instituto BWS-SP

 


Skincare para o bumbum: porque receitas rápidas não resolvem celulite e o que realmente funciona

 

“Celulite é estrutural e não se trata com truque caseiro”, afirma a dermatologista Denise Ozores


O cuidado com a pele do bumbum deixou de ser assunto restrito ao verão e passou a integrar a rotina de beleza de quem busca melhorar textura, manchas e celulite. Com o aumento do interesse, cresceram também as promessas rápidas. Pomada para assadura, pasta de dente, vinagre de maçã e esfoliações agressivas aparecem como soluções improvisadas que prometem resultados imediatos. O problema é que esses atalhos ignoram a fisiologia da pele. 

Espinhas na região glútea, manchas escuras e celulite são frequentemente colocadas no mesmo pacote, como se fossem variações de um único problema. Não são. A chamada acne no bumbum costuma ser foliculite, uma inflamação do folículo piloso associada a atrito, suor e obstrução. Já as manchas geralmente são consequência da própria inflamação. A celulite, por sua vez, envolve alteração estrutural das fibras de colágeno e traves que tracionam a pele. 

É nesse ponto que entra a dermatologista Dra. Denise Ozores, CRM SP 101677, RQE 7349, especialista em tratamentos corporais. Segundo ela, tratar tudo como se fosse apenas ressecamento é o erro mais comum. “Espinha, mancha e celulite têm causas diferentes. Quando a paciente não diferencia isso, o tratamento não evolui”, explica. 

Para casos de foliculite, ativos como ácido salicílico e peróxido de benzoíla ajudam a controlar a inflamação e a desobstrução dos poros. Esfoliações químicas leves também contribuem para renovação celular sem irritação excessiva. No caso das manchas, ativos despigmentantes precisam ser usados com constância. “Não existe clareamento em poucos dias. Renovação de pele exige tempo e disciplina”, afirma. 

A maior frustração costuma estar ligada à celulite. Cremes melhoram a qualidade superficial da pele, mas não desfazem fibroses profundas. “Celulite é estrutural. Não se trata com truque caseiro. Quando a alteração está abaixo da superfície, o tratamento precisa atingir essa camada”, diz Denise. 

É nesse contexto que entram técnicas médicas como a GoldIncision, procedimento minimamente invasivo que atua diretamente nas fibroses internas da celulite e estimula colágeno na região. Segundo a dermatologista, o procedimento é indicado quando há depressões mais evidentes e alteração estrutural consolidada. 

Isso não significa que o skincare corporal seja irrelevante. Esfoliação controlada, hidratação consistente e uso de ativos corretos ajudam a manter textura uniforme e prevenir inflamações. O limite está na expectativa. “Skincare funciona quando tem objetivo claro. O que não funciona é acreditar que um único produto resolve tudo”, conclui.




Denise Ozores (CRM-SP 101677 | RQE 7349) - dermatologista é especialista em beleza natural e atua com foco na prevenção do envelhecimento cutâneo, priorizando equilíbrio, saúde da pele e respeito à individualidade. Em seus atendimentos e conteúdos nas redes sociais, a médica defende uma abordagem consciente da estética, com resultados sutis e alinhados ao estilo de vida contemporâneo. No Instagram, compartilha orientações sobre cuidados dermatológicos e os impactos do ambiente urbano e digital na pele pelo perfil @deniseozoresdermato.



Verão e saúde da pele: dicas para evitar micoses, frieiras e foliculite


Calor, umidade e praias impróprias aumentam o risco de infecções na pele

 

Minas Gerais - Fevereiro de 2026. Neste verão, com o aumento das temperaturas, das chuvas e da frequência em praias e piscinas, acende-se um alerta para a saúde da pele. Além do maior risco de exposição solar, a estação cria condições favoráveis ao surgimento de dermatoses comuns, como micoses, frieiras, infecções bacterianas e dermatites de contato. 

O cenário ambiental reforça essa preocupação. O Brasil inicia o verão com o menor índice de praias próprias para banho da última década. Entre novembro de 2024 e outubro de 2025, apenas 253 praias apresentaram condições adequadas para banho em todas as análises realizadas, o que representa 30,2% do total. Outras 288 foram classificadas como regulares, enquanto 143 receberam avaliação ruim e 136, péssima. A proporção de praias consideradas boas é a mais baixa desde o início da série, em 2016, que contempla nove dos últimos dez anos. A única exceção é 2020, quando as medições foram suspensas em razão da pandemia, segundo levantamento da Agência Folha com base em dados oficiais de balneabilidade coletados no período. 

O dermatologista da Afya Ipatinga, Dr. Ismael Alves Rodrigues Júnior, comenta que quando o mar está contaminado, principalmente por esgoto, a pele entra em contato com diversos micro-organismos, com predominância de bactérias, o que eleva o risco de infecções cutâneas. “Entre os principais problemas estão as inflamações dos folículos pilosos e infecções em lesões pré-existentes, como cortes, machucados ou doenças de pele que fragilizam a barreira cutânea. Pessoas com imunidade reduzida, como idosos e diabéticos, podem apresentar quadros mais graves, reforçando a importância de respeitar os alertas de balneabilidade e evitar o banho em praias classificadas como impróprias”. 

O especialista também ressalta que durante o verão, quando há aumento das temperaturas e da umidade, criam-se condições favoráveis para a proliferação de micro-organismos na pele, como fungos e bactérias. 

“A transpiração excessiva mantém a pele úmida por mais tempo e, associada à fricção, especialmente nas áreas de dobras, compromete a barreira natural de proteção contra infecções. Nesse contexto, observa-se maior incidência de dermatoses infecciosas, principalmente micoses, como a frieira entre os dedos dos pés, a micose da virilha e aquelas que acometem regiões como axilas e tronco, além do pano branco. Também há aumento de infecções bacterianas, como foliculite e impetigo, este último mais comum em crianças, mas que também pode ocorrer em adultos, sobretudo em áreas de atrito e em ambientes de uso coletivo”.

 

Sinais de alerta e cuidados com a pele 

A explicação do Dr. Ismael Alves se alinha ao estudo publicado em 2024 no Jornal de Ciência Médica da Coreia do Sul, que analisou mais de 38 mil casos de infecções dermatofíticas ao longo de dez anos e mostrou que cerca de 42,7% dos episódios ocorreram nos meses mais quentes do ano, período marcado pelo uso frequente de praias, piscinas, academias e vestiários compartilhados, ambientes onde o risco de contaminação é maior. 

O dermatologista da Afya Ipatinga lista sinais de alerta e cuidados essenciais para prevenir dermatoses comuns, como micoses, frieiras e infecções bacterianas: 

1) Coceira persistente, vermelhidão, descamação ou rachaduras na pele. 

2) Manchas claras ou escuras no tronco, muitas vezes sem sintomas (como no pano branco). 

3) Alterações nas unhas, incluindo mudança de cor ou espessamento. 

4) Pequenas lesões avermelhadas semelhantes à acne, localizadas em áreas incomuns, como tronco, braços e pernas (podem indicar foliculite bacteriana).

 

Cuidados diários para prevenir infecções: 

1) Secar bem o corpo após o banho, especialmente entre os dedos dos pés e nas áreas de dobras da pele. 

2) Evitar permanecer com roupas molhadas por longos períodos e trocar roupas de banho ainda úmidas. 

3) Usar roupas leves e arejadas para permitir a ventilação da pele. 

4) Usar chinelos em vestiários e nas bordas de piscinas. 

5) Não compartilhar objetos pessoais, como toalhas e roupas, mantendo a pele sempre limpa e seca.


Musculação é a melhor aliada no emagrecimento com canetas

 

Treino de força reduz perda de massa magra, que pode chegar a 25% do peso eliminado sem acompanhamento adequado 

 

A musculação é o principal fator de proteção da massa muscular em processos de emagrecimento acelerado com o uso de canetas emagrecedoras. Sem a inclusão sistemática do treino de força, a perda de peso induzida por medicamentos pode comprometer a composição corporal, com redução significativa de massa magra. O alerta ganha força diante do crescimento de 88% no uso dessas canetas no Brasil entre 2024 e 2025, segundo o Conselho Federal de Medicina. Estudos clínicos com usuários de tirzepatida mostram que, na ausência de protocolos adequados, cerca de 25% do peso perdido pode ser composto por massa muscular.

Para o endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Antônio Chacra, esse cenário é incompatível com um emagrecimento saudável. Segundo ele, “qualquer estratégia de perda de peso deve ter como meta a preservação ou o aumento da musculatura, independentemente do uso de medicamentos”.

Na prática do treinamento, a musculação estruturada é decisiva. De acordo com Lucas Florêncio, treinador da Smart Fit, a divisão de treinos entre membros superiores em um dia e membros inferiores no outro é uma das abordagens mais eficazes para preservar músculo e força funcional durante o emagrecimento. “Rotinas bem distribuídas entre membros superiores e inferiores, com foco em grandes grupamentos musculares e progressão de carga controlada, ajudam a minimizar a perda muscular mesmo com restrição calórica”, explica.

Florêncio destaca ainda que, diante da popularização dos medicamentos, o papel do educador físico precisa ser ampliado. “O profissional não pode apenas prescrever treino. Ele precisa educar o aluno e deixar claro que o medicamento é coadjuvante. A musculação é o único ‘remédio’ capaz de reverter a fragilidade muscular causada por um déficit calórico extremo”, afirma.

Segundo o treinador, o monitoramento da força é um indicador-chave do sucesso do processo. “Se o peso cai, mas a força também cai, o emagrecimento é patológico. O foco não deve ser a balança, e sim a composição corporal: mais músculo e menos gordura. É isso que define um emagrecimento saudável”, conclui.

Preserve sua massa muscular com as dicas do treinador Lucas Florêncio abaixo e no link:

Planejamento de Treino: Divisão A/B (Foco em Densidade e Preservação)


Treino A: Membros Superiores + Core

Supino máquina reto articulado: 3 x 8 a 10 (Foco em controle na descida).

Puxada máquina articulada: 3 x 10 a 12 (Máxima amplitude sem perder conexão com a região muscular).

Elevação lateral: 3 x 12 a 14.

Remada curvada fechada com halter: 3 x 12 a 14.

Prancha Isométrica: 3 x 60 a 90 segundos.


Treino B: Membros Inferiores

Agachamento máquina articulada: 4 x 8 a 10.

Leg Press Horizontal: 3 x 12 (Cadência lenta).

Cadeira Flexora: 3 x 12 a 15.

Cadeira Extensora: 3 x 12 a 15.

Gêmeos em pé: 4 x 15.


 Direcionamento de Cardios (Dias Alternados)

Terça/Sábado (Intensidade Moderada-Alta): HIIT no transport ou bike. 5 min aquecimento + 10 tiros de 40 segundos (esforço 8/10) por 20 segundos de recuperação ativa, porém, baixa intensidade.

Quinta (Intensidade Moderada): Caminhada com inclinação na esteira (5% a 8%) por 45 minutos. Manter conversa fácil, mas com respiração acelerada.

 

 Grupo Smart Fit

 

Downless Surgery: cresce a busca por procedimentos estéticos com recuperação em até 7 dias

 

Impulsionados pela economia de tempo, e até dinheiro, procedimentos como blefaroplastia e lipo de papada tornam-se os novos favoritos no Brasil

 

O tempo tornou-se o ativo mais valioso do paciente moderno. Se antes a cirurgia plástica era sinônimo de grandes internações e meses de repouso, uma nova tendência domina os consultórios brasileiros em 2026: as intervenções de "recuperação relâmpago". Com técnicas menos invasivas e anestesias locais, pacientes estão aproveitando feriados curtos ou apenas uma semana de home office para realizar ajustes estéticos definitivos. 

Dados internacionais, como os Relatórios recentes da American Society of Plastic Surgeons (ASPS), mostram que procedimentos minimamente invasivos, conhecidos por menor custo e recuperação rápida, já representam mais que o dobro das cirurgias estéticas realizadas no mundo, refletindo a preferência do paciente por resultados eficazes sem longos afastamentos da rotina. 

"O paciente de hoje busca o 'low profile'. Ele quer corrigir o que incomoda, como o olhar cansado ou a papada, mas não quer que o pós-operatório seja um evento público ou que o afaste do trabalho por 20 dias", explica o Dr. Raphael Alcalde, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
 

O "Cardápio" da Recuperação Acelerada

O especialista destaca as intervenções que dominam essa categoria pelo equilíbrio entre baixo downtime (tempo de inatividade) e alto impacto na autoestima:

  • Blefaroplastia (cirurgia das pálpebras) - Indicada para remover excesso de pele e bolsas de gordura ao redor dos olhos, melhora o aspecto de cansaço e rejuvenesce o olhar.
  • Recuperação média: retorno às atividades leves em 5 a 7 dias.
  • Otoplastia (correção das orelhas proeminentes) - Muito realizada em jovens e adultos, reposiciona as orelhas mais afastadas da cabeça, com impacto direto na autoestima.
  • Recuperação média: cerca de 7 dias para rotina escolar ou profissional.
  • Lipoaspiração de papada (lipo de queixo) - Remove o acúmulo de gordura abaixo do queixo e redefine o contorno do rosto e do pescoço.
  • Recuperação média: inchaço inicial de poucos dias e retorno rápido às atividades.
  • Hidrolipoaspiração, minilipo ou lipoaspiração fracionada - Versões menos invasivas da lipoaspiração tradicional, indicadas para pequenas áreas de gordura localizada, geralmente realizadas com anestesia local.
  • Recuperação média: de 3 a 7 dias, dependendo da extensão tratada.
  • Ninfoplastia – correção do excesso de pequenos lábios vaginais, com melhora funcional e estética.
  • Recuperação: cerca de 7 dias para atividades leves.
  • Correção de cicatrizes ou pequenas lesões de pele – melhora estética com procedimento simples em consultório
  • Recuperação: poucos dias.


Segurança em Primeiro Lugar

Apesar da agilidade, o Dr. Raphael Alcalde faz um alerta crucial para evitar a banalização: "Rápido não significa simples. Mesmo uma pequena correção de cicatriz exige ambiente estéril, técnica apurada e um profissional qualificado. A segurança do paciente deve ser sempre maior que a pressa pelo resultado", finaliza.

 

Dr. Raphael Alcalde - Cirurgião plástico com mais de quinze anos de experiência, especialista e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atua com foco em contorno corporal e cirurgia reparadora, com MBA em Gestão Hospitalar e sólida experiência em urgência e emergência. É reconhecido pela precisão cirúrgica e pela abordagem ética e humanizada em seus atendimentos.


Ouvir não é escutar

 

Freepik

 Uma das principais queixas dos pais na atualidade é a dificuldade de conversar com os filhos. Em meio à rotina acelerada, muitos adultos acreditam que estão atentos apenas por responderem automaticamente ou estarem fisicamente presentes. Ainda assim, cresce a sensação de desconexão dentro das famílias, Talvez porque ouvir seja fácil. Escutar de verdade exige algo mais raro: presença. 

Ouvir é físico. É captar sons enquanto a cabeça está em outra coisa: no celular, nos compromissos, nas tarefas, nas preocupações. Essa atenção dividida passa despercebida aos adultos, mas não às crianças e adolescentes. Eles percebem quando a escuta é superficial. E, quando não se sentem vistos, costumam expressar isso por meio de choro, irritação ou silêncio. O que chamamos de "birra" muitas vezes é apenas frustração acumulada. 

A diferença entre ouvir e escutar está menos nas palavras e mais na postura. Escutar implica interromper o próprio ritmo, olhar nos olhos, se aproximar com respeito, acolher sem julgamento imediato. É permitir que a criança termine de falar sem antecipar respostas ou correções. Trata-se de um gesto simples, mas profundamente transformador. 

Do ponto de vista do desenvolvimento emocional, essa presença faz toda a diferença. A ciência já mostra que o cérebro infantil ainda está em formação, especialmente nas áreas responsáveis pela autorregulação. Por isso, crianças e adolescentes sentem antes de conseguir explicar. lidar com frustrações e confiar. Quando encontram pressa ou impaciência, aprendem a se calar. Ou a gritar para serem notadas. 

Escutar de verdade não é resolver tudo, dar sermão ou corrigir imediatamente. Muitas vezes é apenas estar ali. É dizer, mesmo em silêncio: "eu te vejo". Mais do que educar, essa presença constrói vínculo, comunica que o outro importa e cria segurança emocional. Nenhum discurso substitui essa mensagem quando ela é transmitida pelo corpo, pelo tom de voz e pelo tempo dedicado, fortalecendo relações que resistem até aos dias difíceis. 

Esse processo também convida os adultos a olharem para si. Muitas reações automáticas carregam marcas de uma infância em que sentir não era prioridade. Ao escutar uma criança, acabamos entrando em contato com partes nossas que também precisaram ser acolhidas. 

O desafio é simples, embora transformador: da próxima vez que uma criança falar, deixe o celular de lado, respire e escute até o fim. Não interrompa. Não minimize. Só esteja presente. 

Porque brinquedos passam, rotinas mudam, mas a memória de ter sido escutado permanece. Ninguém esquece como se sentiu quando alguém, finalmente, parou para ouvi-lo de verdade. 

 

Thelma Nascimento - educadora parental e autora de "Me escuta? Porque toda criança merece ser escutada (inclusive a que vive em você)"


SEXO RUIM NO COMEÇO É NORMAL? SEXÓLOGO EXPLICA POR QUE A INTIMIDADE NEM SEMPRE ENCAIXA DE PRIMEIRA

Expectativa, nervosismo e falta de comunicação estão entre os principais motivos para experiências frustrantes nas primeiras vezes
 

Quem nunca saiu de um encontro pensando: “ué, era isso?” Quando o assunto é sexo, a pressão por uma conexão imediata pode transformar expectativa em frustração, especialmente no início de uma relação. Mas afinal, sexo ruim no começo é normal? Segundo o biomédico e sexólogo Dr. Vitor Mello, a resposta é sim. 

“O início de qualquer relação costuma vir acompanhado de ansiedade, insegurança e muita expectativa. O corpo e a mente nem sempre estão totalmente alinhados nesse momento, e isso impacta diretamente a experiência sexual”, explica o especialista. 

De acordo com Mello, fatores como nervosismo, medo de julgamento, dificuldade de comunicação e até a tentativa de ‘performar’ podem atrapalhar a conexão. “Muita gente entra no sexo preocupada em agradar ou corresponder a um padrão, e acaba se desconectando do próprio prazer”, afirma. 

Outro ponto importante é o tempo. Diferente do que filmes e redes sociais costumam vender, intimidade não nasce pronta. “Sexo também é construção. Envolve conversas, confiança, escuta e adaptação ao corpo do outro. Nem sempre a química aparece logo de cara, e isso não significa que a relação não tenha potencial”, reforça. 

Para quem viveu uma primeira experiência sexual frustrante com alguém, Vitor Mello deixa um conselho simples, mas poderoso: diálogo. “Cada pessoa tem seu ritmo, suas preferências e suas formas de sentir prazer. Comparar uma experiência real com fantasias irreais só aumenta a frustração. 

Para ajudar, o sexólogo destaca dicas para quando o sexo não encaixa de primeira, veja:

Diminuir a pressão por desempenho já no próximo encontro: O especialista orienta que que o casal combine previamente de tirar o foco da “performance” e priorizar o momento. Reduzir a cobrança por orgasmo ou perfeição ajuda o corpo a sair do estado de alerta.

Investir mais tempo nas preliminares e na conexão antes do ato: ampliar o tempo de beijos, toque e exploração do corpo aumenta a intimidade e permite que ambos entendam melhor o ritmo e as preferências um do outro.

Observar fatores externos que podem ter influenciado: Cansaço, álcool, ansiedade ou ambiente desconfortável podem impactar o desempenho. Ajustar essas variáveis antes de concluir que “não houve química” é fundamental.

Dar uma nova oportunidade com ajustes conscientes: Se houver interesse mútuo, o tentar novamente com mais leveza e comunicação é uma ótima opção. Muitas vezes, a segunda experiência flui melhor justamente porque a tensão inicial diminuiu.

 


 Dr. Vitor Mello - Biomédico, referência nacional em harmonização íntima masculina, criador do método Overpants e sexólogo. Ele realizou diversos procedimentos estéticos íntimos em famosos e anônimos. Além de ser uma figura renomada no campo da sexualidade, Dr. Mello é conhecido por sua abordagem inovadora e seus métodos que visam melhorar a confiança e a satisfação pessoal de milhares de homens no Brasil.



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