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sábado, 20 de junho de 2026

Por que as manchas na pele lideram as queixas nos consultórios e como tratá-las sem agressão?

Especialista explica a transição do mercado para protocolos progressivos e desmistifica o uso de peelings modernos no pós-verão  

 

As manchas na pele estão no topo da lista de insatisfações estéticas dos brasileiros. Seja pelo efeito cumulativo da exposição solar, melasma, marcas de acne ou o próprio envelhecimento cutâneo, a busca por uma pele uniforme e radiante movimenta consultórios em todo o país. No entanto, o comportamento do paciente mudou. A era dos procedimentos milagrosos e extremamente agressivos deu lugar à busca por resultados naturais e progressivos. 

Segundo a Dra. Carolina Prata, especialista em harmonização orofacial da SorriaMed, o segredo para o sucesso do tratamento está em entender que a mancha é uma resposta inflamatória ou de defesa do organismo. 

"As manchas surgem quando há uma disfunção na produção de melanina. Os raios UV continuam sendo o principal gatilho, mas o envelhecimento natural também desacelera a renovação celular, fazendo com que o pigmento se acumule. Tratar a pele hoje é um processo de gerenciamento, não de apagamento imediato", explica a especialista. 

Para combater a hiperpigmentação, o mercado estético evoluiu para oferecer tratamentos personalizados de acordo com a profundidade da mancha e o fototipo da pele do paciente. Entre os mais procurados, destacam-se os lasers e a luz pulsada. 

Os lasers atuam de forma ultra precisa, fragmentando o pigmento escurecido em micropartículas para que o próprio organismo as elimine gradualmente e são ideais para sardas, manchas de sol e hiperpigmentação pós-inflamatória, como marcas de acne. 

Já a luz pulsada apresenta uma atuação mais ampla. Além de clarear manchas superficiais, melhora a textura global da pele, combatendo a vermelhidão e os sinais gerais do fotoenvelhecimento. 

"Os lasers modernos trazem muito mais segurança, mas o imediatismo do paciente, muitas vezes alimentado pelas redes sociais, ainda é um desafio. O tratamento de manchas, principalmente o melasma, exige constância, uso de dermocosméticos em casa e, acima de tudo, paciência", ressalta a Dra. Carolina Prata.
 

Peeling moderno: menos descamação, mais colágeno  

Uma das ferramentas mais tradicionais da estética, o peeling, ainda carrega o estigma de deixar o rosto excessivamente vermelho ou descamando em folhas. A especialista desmistifica esse receio, apontando que os protocolos atuais priorizam a entrega de ativos sem causar o afastamento do paciente de suas atividades diárias.
 

Os mitos e verdades do peeling atual:  

  • Renovação Controlada: Os peelings químicos modernos estimulam a troca celular de forma muito mais suave e controlada.
  • Estímulo de Colágeno: Além de clarear manchas superficiais, o procedimento atua diretamente na derme, melhorando a firmeza e as linhas finas.
  • Segurança e Personalização: O nível de descamação depende da indicação de cada pele. "Hoje conseguimos modular a intensidade do ácido. O pós-procedimento, que envolve hidratação intensa e proteção solar rigorosa, é o que garante 50% do sucesso do tratamento", finaliza a Dra. Carolina Prata.


Pescoço, mãos e colo: as partes do corpo que podem envelhecer antes do rosto


Créditos: @harmonizegoldoficial
 Foto gerada por IA |
CO ASSESSORIA

Mãos, colo e pescoço costumam revelar a idade antes mesmo que os primeiros sinais apareçam no rosto 

 

Quando se fala em envelhecimento, o rosto costuma ser o principal foco de atenção. No entanto, muitas pessoas se surpreendem ao perceber que a face ainda mantém uma aparência jovem enquanto mãos, pescoço e colo já começam a apresentar rugas, manchas, flacidez e perda de firmeza. Essas regiões estão entre as que mais frequentemente revelam a passagem do tempo antes mesmo dos sinais aparecerem de forma evidente no rosto.

Segundo a dermatologista Joana Petito Magnavita (CRM 5287726-0), especialista da Harmonize Gold, isso acontece porque essas áreas possuem características diferentes do restante do corpo. “Muitas pessoas olham apenas para o rosto, mas regiões como pescoço, mãos e colo costumam apresentar os primeiros sinais do envelhecimento e podem revelar mudanças antes mesmo da face. São áreas mais delicadas e que, muitas vezes, recebem menos cuidados do que deveriam”, explica.

Além de terem uma pele mais fina e menor quantidade de colágeno, essas regiões ficam expostas diariamente à radiação solar, aos movimentos repetitivos e às alterações naturais do organismo ao longo dos anos. Enquanto o rosto costuma fazer parte da rotina diária de proteção e tratamento, outras áreas acabam ficando esquecidas por longos períodos.

De acordo com a especialista, essa percepção tem mudado nos últimos anos. “Hoje existe uma atenção muito maior para regiões que antes passavam despercebidas. Muitas pessoas começam a perceber que cuidam do rosto há anos, mas deixaram outras áreas sem os mesmos cuidados. Em muitos casos, essas regiões acabam revelando a idade antes da própria face”, afirma.

Essa mudança também ajuda a explicar uma transformação observada no mercado estético nos últimos anos. Segundo Bernardo, diretor de uma marca especializada em bioestimuladores de colágeno, os pacientes passaram a olhar o envelhecimento de forma mais ampla. “Durante muito tempo a atenção esteve concentrada apenas no rosto. Hoje as pessoas entendem que mãos, colo, pescoço e outras regiões também revelam os sinais da idade e passaram a buscar cuidados para essas áreas”, afirma.

A dermatologista Joana Petito destaca que proteção solar, hidratação adequada e estímulo à produção de colágeno continuam sendo alguns dos principais aliados para preservar a qualidade da pele ao longo do tempo. “Muitas vezes a idade não aparece primeiro no rosto. Ela surge justamente nas regiões que as pessoas costumam esquecer de cuidar. Por isso os cuidados com a pele precisam ir além da face”, conclui.


Geração dos 40 e 50 antecipam cuidados faciais e mudam a relação com o envelhecimento

Pacientes procuram avaliação especializada antes dos sinais avançados de envelhecimento e reforçam a busca por estratégias de longo prazo para saúde e imagem 

 

O envelhecimento da população brasileira, o aumento da expectativa de vida e a permanência mais longa das pessoas em atividade profissional estão mudando a forma como homens e mulheres entre 40 e 50 anos encaram os cuidados com a aparência. Especialistas observam um crescimento na procura por avaliações faciais antes do aparecimento de sinais avançados de envelhecimento, em um movimento que aproxima a cirurgia plástica de temas como prevenção, medicina personalizada e envelhecimento saudável.

Para a cirurgiã plástica Dra. Danielle Gondim, formada pelo Instituto Ivo Pitanguy e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a principal transformação não está necessariamente na procura por procedimentos, mas na mudança de mentalidade dos pacientes.

“Os pacientes de hoje não chegam ao consultório dizendo que querem parecer mais jovens. Eles chegam querendo entender como vão envelhecer. Existe uma preocupação muito maior com planejamento, prevenção e manutenção da própria identidade ao longo dos anos”, afirma.

Segundo a especialista, a geração que hoje está na faixa dos 40 e 50 anos cresceu acompanhando avanços da medicina preventiva e passou a aplicar a mesma lógica a diferentes áreas da vida. O envelhecimento deixou de ser encarado como um evento inevitável que só merece atenção quando os sinais se tornam evidentes e passou a ser visto como um processo que pode ser acompanhado ao longo do tempo.

“Muitos pacientes viram seus pais procurarem tratamentos apenas quando as mudanças já estavam muito avançadas. Hoje existe uma compreensão maior de que envelhecer é um processo contínuo e que conhecer as próprias características permite tomar decisões mais conscientes ao longo da vida”, explica.


Os 40 anos de hoje não são os mesmos de décadas atrás

Parte dessa mudança também está relacionada ao novo papel social ocupado por pessoas nessa faixa etária. Profissionais permanecem ativos por mais tempo, assumem cargos de liderança, iniciam empresas, mudam de carreira e seguem construindo projetos pessoais e profissionais em etapas da vida que antes eram associadas à proximidade da aposentadoria.

Para Danielle, a longevidade profissional tem influência direta na forma como as pessoas enxergam a própria imagem.

“Há algumas décadas, aos 60 anos muitas pessoas já estavam afastadas do mercado de trabalho. Hoje vemos empresários, executivos, médicos, advogados e profissionais de diversas áreas iniciando projetos importantes nessa fase da vida. A percepção sobre envelhecimento muda quando a pessoa entende que continuará ativa e produtiva durante muitos anos.”

A médica observa que, em muitos casos, a preocupação não está ligada à busca por juventude, mas à coerência entre a vitalidade que a pessoa sente e a imagem que percebe no espelho.

“Muitas pessoas relatam que se sentem dispostas, produtivas e cheias de planos, mas percebem que o rosto transmite uma mensagem diferente. A discussão não é sobre voltar aos 30 anos. É sobre envelhecer de uma forma compatível com a vida que se pretende levar nas próximas décadas.”


A influência da exposição digital

Outro fator apontado pelos especialistas é a relação inédita que as pessoas passaram a ter com a própria imagem. Reuniões virtuais, gravações frequentes, fotografias em alta resolução e redes sociais fizeram com que o rosto passasse a ser observado diariamente sob diferentes ângulos e condições de iluminação.

“A relação com a imagem mudou profundamente. Pela primeira vez, uma geração passa horas por semana observando o próprio rosto em telas. Isso não significa necessariamente uma busca por perfeição estética. Muitas vezes significa apenas uma consciência maior sobre o processo natural de envelhecimento”, afirma.

Segundo Danielle, essa exposição constante também contribuiu para que os pacientes chegassem mais informados às consultas e com expectativas mais realistas sobre o envelhecimento facial.


O fim da busca pela juventude eterna

A especialista observa ainda uma mudança importante na forma como a sociedade enxerga os tratamentos faciais. Se durante muitos anos a estética esteve associada à tentativa de parecer mais jovem, hoje cresce o interesse por abordagens que preservem características individuais e respeitem a trajetória de cada pessoa.

“Existe uma diferença importante entre tentar parecer alguém de 30 anos e querer chegar aos 60 ou 70 anos com uma aparência saudável e coerente com sua história. O paciente atual entende melhor essa diferença.”

Essa mudança também ajuda a explicar a rejeição crescente a resultados artificiais ou padronizados.

“Os pacientes querem continuar sendo reconhecidos pelos familiares, amigos e colegas de trabalho. A preocupação está muito mais ligada à naturalidade do que à transformação. Existe uma valorização da individualidade que não era tão evidente alguns anos atrás.”

Para a cirurgiã, o comportamento observado atualmente reflete uma transformação mais ampla na forma como a sociedade encara o envelhecimento.

“Estamos diante de uma geração que não busca interromper o tempo. O que ela procura é atravessar esse processo com saúde, autonomia, bem-estar e preservação da própria identidade. Quando olhamos por essa perspectiva, a discussão deixa de ser apenas estética e passa a fazer parte de uma conversa muito maior sobre longevidade e qualidade de vida”, conclui.

 



Dra. Danielle Gondim - cirurgiã plástica especializada em face, com reconhecimento internacional. Desde a infância interessada pelas artes, formou-se no Instituto Ivo Pitanguy, onde também atuou como docente por quase cinco anos. Ao longo da carreira, realizou fellowships nos principais serviços de cirurgia plástica do mundo, incluindo centros liderados por Dr. Nayak e Ben Talei, nos Estados Unidos, e por Dr. Francisco Bravo, em Madri. Membro das associações Internacional, Americana e Brasileira de Cirurgia Plástica, é frequentemente convidada a palestrar em congressos relevantes da especialidade no Brasil e no exterior. Em 2025, foi premiada por seu trabalho no Congresso Mundial de Cirurgia Plástica da ISAPS, realizado em Singapura, reconhecimento concedido a um grupo restrito de especialistas. Sua agenda internacional inclui ainda convites para palestras no congresso da sociedade espanhola de cirurgia plástica, em Madri. Criadora da técnica Singular Restore®, alia ciência e arte para alcançar resultados naturais, nos quais a jovialidade se destaca sem evidência de intervenção cirúrgica. Seu trabalho é pautado pela individualidade facial e pela preservação da identidade de cada paciente. Procurada por pacientes de diferentes países, também recebe semanalmente médicos do Brasil e do exterior interessados em conhecer sua abordagem técnica.
Para mais informações, acesse o site, instagram ou pelo Linkedin.





Fontes de pesquisa

IBGE
https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9109-projecao-da-populacao.html

OMS
https://www.who.int/initiatives/decade-of-healthy-ageing

 


Veja o que cada signo precisa rever em 2026

Previsão indica que amor, trabalho, saúde, dinheiro e decisões pessoais pedem atenção nos próximos meses

 

Junho costuma trazer uma sensação de balanço. Ainda não é o fim do ano, mas já passou tempo suficiente para olhar para trás e perguntar: o que funcionou, o que saiu do plano e o que precisa mudar antes dos próximos meses?

 

Para Giatho Profeta (@giathooficial no Instagram), astrólogo, tarólogo e clarividente, esse período pode funcionar como uma virada de ciclo. Nas previsões anuais, feitas com Tarot e Lenormand, também conhecido como Baralho Cigano. A partir dessa leitura, as cartas indicam temas que cada signo pode precisar rever antes de seguir para a reta final de 2026.

Veja o que cada signo solar, lunar e ascendente precisa observar no segundo semestre. 


 

ÁRIES


Áries deve observar a forma como lida com oportunidades e decisões profissionais. Segundo a previsão, o signo tem caminhos abertos e capacidade para avançar, mas precisa evitar atitudes extremas.

 

No trabalho, o meio do ano aparece como uma fase importante. As cartas indicam que Áries pode brilhar mais nesse período, especialmente em assuntos ligados a emprego, vagas e novos caminhos. O cuidado é não deixar tudo para resolver no fim do ano.

 

O que rever: pressa, atitudes extremas e a tendência de ir do “nada ao tudo” sem organizar os próximos passos.


 

TOURO


Touro pede atenção com a forma como cuida do corpo e administra o estresse. A previsão mostra um ano com capacidade de organização e vontade de fazer mais pela saúde, mas o meio do ano pede atenção ao lado psicológico e ao peso da rotina.

 

No trabalho e no dinheiro, as cartas apontam crescimento e desenvolvimento, mas também esforço. Para quem busca novas oportunidades, a energia melhora no segundo semestre, depois de uma fase inicial mais indefinida.

 

O que rever: expectativas, gastos por desejo e a forma como o estresse do dia a dia interfere na saúde.


 

GÊMEOS


Gêmeos pode reavaliar rotina, estudos e relações familiares. A previsão indica que o signo passa por um ano de ajustes, principalmente na forma como organiza pensamentos, horários e métodos.

 

Para quem estuda, faz faculdade, escola ou concurso, as cartas mostram a necessidade de amadurecer a metodologia. Pode ser hora de mudar horário, ritmo, intervalo ou forma de aprender. No trabalho, há uma energia de teste: alguém pode observar melhor as atitudes de Gêmeos antes de abrir uma oportunidade.

 

O que rever: dispersão, organização instável e decisões que dependem demais do comportamento dos outros.


 

CÂNCER


Câncer pode precisar rever a forma como orienta, ajuda ou tenta conduzir pessoas próximas. A previsão mostra que o signo tem capacidade de guiar alguém, mas também precisa observar melhor as pessoas ao redor.

 

No trabalho, o meio do ano aparece com energia positiva para a convivência. As cartas indicam satisfação com clientes, chefes, superiores, fornecedores ou pessoas importantes na rotina profissional. O cuidado está em não tentar empurrar alguém para um caminho antes de avaliar se essa interferência realmente ajuda.

 

O que rever: excesso de proteção, vontade de resolver pelos outros e dificuldade de deixar cada pessoa seguir o próprio ritmo.


 

LEÃO


Leão deve repensar contatos, parcerias e a forma como usa sua inteligência no trabalho. A previsão indica que o meio do ano pode trazer uma descoberta importante, uma ideia forte ou uma oportunidade que nasce da própria percepção do signo.

 

As cartas falam em clareza profissional. Leão pode perceber um caminho que antes não enxergava, uma forma melhor de trabalhar, oferecer um serviço ou resolver um problema. Ao mesmo tempo, há alerta para contatos difíceis e convivências que podem pesar.

 

O que rever: relações profissionais, pessoas que entram na rotina e a necessidade de provar valor o tempo todo.


 

VIRGEM


Virgem precisa olhar com mais cuidado para organização, agenda e o tipo de pessoa que tem acesso à sua vida. A previsão mostra que amor, trabalho e espiritualidade aparecem como grandes centros do ano para o signo.

 

Depois dos alertas do começo do ano, o meio do ano pede organização e filtro nas relações profissionais. As cartas indicam um bom período para organizar agenda, disciplina, atribuições e funções. 

 

Também há alerta para falsidade no trabalho e para pessoas que podem tentar tirar vantagem se houver abertura demais.

 

O que rever: excesso de controle, desorganização acumulada e dificuldade de filtrar quem merece espaço.


 

LIBRA


Libra pode ajustar saúde mental, limites e convivência no trabalho. A previsão indica que o meio do ano pede mais atenção ao campo psicológico, especialmente para quem já sente sinais de desgaste.

 

As cartas mostram que Libra pode ter mais consciência da própria saúde e buscar informações, cuidados e direcionamentos. No trabalho, porém, há alerta para uma pessoa difícil, que pode tentar se intrometer demais ou tomar liberdade além do necessário.

 

O que rever: desgaste mental e dificuldade de colocar a pessoa no lugar dela.


 

ESCORPIÃO


Escorpião pode colocar em perspectiva hábitos e padrões que já vêm incomodando. A previsão mostra o signo pensando em mudanças de comportamento, especialmente em temas ligados à saúde, rotina e autocuidado.

 

As cartas indicam que Escorpião pode perceber excessos ou faltas: dormir tarde demais, comer mal, fazer algo em excesso ou deixar algo importante de lado. O ponto central é reconhecer o que já não funciona antes que o corpo ou a mente cobrem mais caro.

 

O que rever: hábitos repetidos, ritmo de vida que já não sustenta e resistência em mudar o que já está evidente.


 

SAGITÁRIO

 

Sagitário pode fazer um balanço de limites, paciência e a tentativa de abraçar o mundo. A previsão mostra que o signo deve cuidar para não se esgotar com muitas tarefas, planos ou deslocamentos ao mesmo tempo.

 

Na saúde e na convivência, as cartas falam em adaptações. O meio do ano pede atenção a pessoas que tumultuam a rotina ou trazem situações que não acrescentam. No amor, Sagitário pode ficar mais seletivo e menos paciente de maio em diante.

 

O que rever: excesso de compromissos, falta de paciência e relações que consomem mais energia do que oferecem.


 

CAPRICÓRNIO


Capricórnio deve recalibrar autocobrança, preocupações e abertura emocional. A previsão mostra que o signo pode se cobrar demais no começo do ano, principalmente por querer planejar tudo com antecedência.

 

No meio do ano, as cartas indicam que o signo pode precisar aliviar a cobrança e fazer escolhas mais equilibradas. No amor, também aparece uma energia forte de procura, aproximação ou retorno de alguém, mas com o alerta de fazer escolhas mais equilibradas.

 

O que rever: rigidez, excesso de preocupação e medo de se abrir quando algo positivo se apresenta.


 

AQUÁRIO


Aquário pode precisar observar a forma como navega por situações incertas. A previsão mostra que o meio do ano traz uma energia favorável, ligada à carta do trevo, associada à sorte e a oportunidades.

 

Ao mesmo tempo, as cartas pedem esperteza. A ideia não é agir com desconfiança o tempo todo, mas observar melhor os caminhos antes de escolher. Para Aquário, o segundo semestre pode pedir coragem para viver o novo, mesmo quando tudo ainda parece misterioso.

 

O que rever: falta de atenção aos sinais, medo do desconhecido e decisões tomadas sem observar todos os sinais.


 

PEIXES


Peixes pode reavaliar dúvidas, inseguranças e decisões afetivas. A previsão mostra mudança de postura. Aquilo que parecia dúvida no começo do ano pode perder força no meio do ano. 

 

O signo pode chegar ao meio do ano com mais clareza sobre o que ainda parecia confuso no começo.

 

O que rever: insegurança, medo de assumir escolhas e tendência de esperar demais para se posicionar.


 

Como atravessar o segundo semestre

 

De forma geral, a previsão indica que os próximos meses podem pedir revisão de rotas. Para alguns signos, o foco estará no trabalho. Para outros, em amor, saúde, dinheiro, convivência ou decisões pessoais.

 

Segundo Giatho Profeta, o meio do ano pode ajudar cada signo a entender o que precisa ser ajustado antes da reta final de 2026. Nem toda mudança precisa ser radical, mas algumas escolhas pedem mais atenção.

 

O conselho das cartas é observar o que já deu sinais nos primeiros meses e usar o segundo semestre para corrigir, fortalecer ou encerrar o que for necessário.

 



Giatho Profeta - astrólogo, tarólogo e clarividente. Graduado em Filosofia com complementação em Sociologia e com formação em Astrologia, Tarot, Numerologia e Terapia Holística. Atua no universo espiritual com conteúdos sobre previsões, signos, relacionamentos e orientação espiritual
www.giatho.com


O cansaço de coerência: O esgotamento que não aparece nos exames, mas afeta milhões de pessoas


"Eu acordo cansado. Trabalho sentado. Não faço esforço físico. Mesmo assim, me sinto exausto."

Essas frases fazem cada vez mais sentido e se encaixam na vida de muita gente. O cansaço parece ter se transformado em uma epidemia silenciosa. Mas, se o corpo não está correndo maratonas, de onde vem tanta exaustão?

Segundo a psicóloga e neuropsicóloga Tatiana Serra, muitas vezes a resposta está em um tipo de desgaste pouco percebido: o cansaço de coerência.

"Existe um esgotamento que não nasce do excesso de tarefas, mas da distância entre aquilo que a pessoa sente, acredita e deseja e a forma como ela está vivendo. É um desgaste silencioso, que consome energia todos os dias", explica.
 

O cansaço de ter múltiplos papéis

A psicóloga observa que muitas pessoas passam anos cumprindo expectativas externas, assumindo papéis, metas e compromissos sem questionar se aquilo realmente faz sentido para elas.

São profissionais que permanecem em carreiras que já não trazem propósito. Pessoas que mantêm relacionamentos esvaziados. Indivíduos que vivem para atender demandas de todos ao redor, seja dos filhos, da família ou dos amigos mas perderam a conexão com as próprias necessidades.

"O cérebro trabalha constantemente para sustentar essa desconexão. Existe um esforço emocional enorme para continuar funcionando quando a vida está desalinhada com quem a pessoa é de verdade", afirma Tatiana.

Esse fenômeno pode gerar sintomas que muitas vezes são confundidos apenas com estresse ou falta de descanso.
 

Sinais do cansaço emocional:

  • Sensação constante de cansaço;
  • Falta de motivação;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade de concentração;
  • Sensação de vazio;
  • Perda do entusiasmo por atividades que antes davam prazer;
  • Sensação de estar sempre no automático.


O descanso que não recupera

Outro sinal frequente desse esgotamento invisível é perceber que nem férias, finais de semana ou horas extras de sono parecem resolver o problema.

A pessoa descansa o corpo, mas continua carregando conflitos emocionais não reconhecidos.

"Muitas vezes o indivíduo acredita que precisa apenas de férias, quando na verdade precisa de reflexão, autoconhecimento e mudanças de direção. O problema não é a falta de descanso, mas a falta de alinhamento", explica a neuropsicóloga.

Ela conta que nem todo cansaço é físico. “Muitas vezes estamos exaustos porque passamos tempo demais tentando ser quem esperam que sejamos e pouco tempo sendo quem realmente somos", afirma.
 

Como recuperar energia emocional?

Tatiana Serra explica que a solução nem sempre envolve grandes mudanças radicais, mas sim um processo gradual de reconexão consigo mesmo.

Algumas atitudes podem ajudar:

Reservar momentos de silêncio e reflexão;

Identificar atividades que geram satisfação genuína;

Observar o que está drenando energia emocional;

Aprender a estabelecer limites;

Buscar apoio psicológico quando necessário;

Revisitar valores, objetivos e prioridades.
 

Tatiana Serra - psicóloga e neuropsicóloga. Neuropsicóloga pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), graduada em Psicologia pela Universidade Paulista (2014), analista do Comportamento pela Universidade de São Paulo (USP). Com mais de uma década de experiência trabalhando com indivíduos e famílias afetadas pelo transtorno do espectro autista, é também autora de dois livros, um dos quais é um best-seller.
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Velhices no plural: combater o etarismo começa pelo olhar


Quais são os lugares dos velhos na nossa sociedade? Sim, lugares pois não há uma única forma de se viver a velhice, mas diversas: são velhices.  


Os velhos, os indivíduos que estão na fase da velhice, têm uma história vivenciada, de suas experiências, de suas relações. Têm também um futuro, no que podem constituir projetos e de viver a velhice com uma potência criativa. Ser quem se é, a partir do que se constituiu ao longo da vida, e poder se recriar mantendo a sua autenticidade.  

 

Vou perguntar de outro jeito, mais pessoal: o que é a velhice para você? Qual é o seu olhar destinado aos velhos? As suas respostas foram positivas? Ou foram estereotipadas e generalizadas, a partir de concepções negativas? Lá no fundinho, você encontra em si uma série de preconceitos que se manifestam nas piadas, olhares de pena ou de intolerância, uma falta de paciência, uma grosseria, uma violência? A isso chamamos etarismo: estereótipos, preconceitos e discriminação em relação à idade, segundo o Relatório Mundial sobre o idadismo (2022) e o Relatório da Comissão da Organização Mundial da Saúde sobre Conexão Social (2025).  

 

O que parecem ser somente ideias inofensivas, bobagens, produzem efeitos reais deletérios para os velhos: adoecimento, isolamento, sentimentos de exclusão e de solidão (OPAS, 2022; OMS, 2025). As ideias se propagam em ações discriminatórias às quais os velhos se identificam. E então, por onde ir? Como mudar essa situação? Temos algumas alternativas. Diante o desrespeito, a mudança pelo reconhecimento, nas relações pessoais mais próximas, da família, dos amigos e dos amores; na inclusão de pertencimento comunitário e social pois a ideia de que os velhos querem descansar é errônea, não se confirma na vida real. E por fim, o espaço de reconhecimento pelo acolhimento, pela escuta, diálogo e trocas de experiências entre todas as gerações.  

 

Enfrentar o etarismo exige, antes de tudo, torná-lo visível. É um fenômeno que se sustenta em práticas cotidianas e, por isso mesmo, precisa ser reconhecido, nomeado e compreendido para que possa ser efetivamente combatido. O caminho passa pela educação, pelo desenvolvimento da empatia e pela construção de relações que favoreçam a convivência entre as gerações e a troca de experiências. Não se trata apenas de uma mudança individual, mas de um compromisso coletivo com uma sociedade que reconheça a velhice em sua diversidade, potência e dignidade. 

 



Flávia Maria de Paula Soares - professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e organizadora da VII Ação Intergeracional Contra o Etarismo - PUCPR, que acontece no dia 15 de junho de 2026, das 19h às 21h, e no dia 19 de junho, das 8h30 às 12h30, no Centro de Realidade Estendida da PUCPR. O evento é aberto à comunidade e gratuito.


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