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domingo, 1 de março de 2026

Bacalhau na Páscoa: origem da tradição no Brasil e como preparar

Entenda por que o Bacalhau se tornou o símbolo na Páscoa no país e como a Caxamar se insere nesse contexto


A tradição de consumir bacalhau na Páscoa no Brasil está diretamente ligada à formação histórica e cultural do país, marcada pela influência portuguesa e pelos costumes do catolicismo. Introduzido ainda no período colonial, o bacalhau passou a ocupar um espaço mais consistente na alimentação brasileira a partir do século XIX, quando Portugal intensificou a importação do peixe salgado e seco, principalmente da Noruega.

 

O método de conservação facilitava o transporte por longas distâncias e permitia que o produto chegasse ao Brasil em boas condições, favorecendo sua disseminação e consumo ao longo do tempo.

 

No contexto religioso, a Quaresma e, especialmente, a Sexta-feira Santa são marcadas pela prática da abstinência de carne vermelha, tradição ainda observada em muitos lares brasileiros. O peixe, historicamente aceito como alternativa nesses períodos, consolidou-se como a principal proteína dessas datas, ganhando protagonismo e passando a simbolizar o almoço de Páscoa, associado à reunião familiar e à celebração.

Para que o almoço seja ainda mais especial, sugerimos uma receita da Caxamar com o ingrediente:

 

 

Bacalhau à Lagareira com Batatas ao Murro

Rendimento: 2 porções

 

Ingredientes

  • 3 lombos de bacalhau
  • 3 cebolas médias
  • 1 ¼ de xícara de azeite
  • 3 dentes de alho
  • 1 pitadinha de pimenta-do-reino
  • 1 pitadinha de colorau
  • 1 colher de chá de salsa picada
  • 6 azeitonas pretas
  • 3 folhas de louro
  • 6 batatas pequenas
  • Sal a gosto
  • Sal grosso para salpicar

 

Utensílios necessários

  • 1 panela
  • 2 assadeiras

 

Modo de preparo

  1. Demolhe o bacalhau por no mínimo 40 horas, trocando a água várias vezes.
  2. Cozinhe o bacalhau em uma panela com água. Retire as espinhas e a pele.
  3. Corte as cebolas em meias-luas e frite-as com parte do azeite.
  4. Soque 1 dente de alho, misture à cebola e deixe murchar.
  5. Despeje a mistura de alho e cebola em uma assadeira e disponha os lombos de bacalhau por cima.
  6. Adicione a pimenta-do-reino, o colorau, a salsa, os 2 dentes de alho restantes cortados em lâminas, as azeitonas e o restante do azeite.
  7. Acrescente as folhas de louro ao lado do bacalhau.
  8. Leve ao forno preaquecido a 200 °C.
  9. Lave bem as batatas com a casca.
  10. Cozinhe-as em uma panela com água e sal, tomando cuidado para não deixar que se desmanchem.
  11. Coloque as batatas em outra assadeira, salpique sal grosso e leve ao forno para dourar.
  12. Na hora de servir, coloque 1 ou 2 batatas no prato e, com a ajuda de um guardanapo de papel, dê uma leve amassada (ao murro).
  13. Finalize colocando o bacalhau com o molho sobre as batatas e sirva.

 


Caxamar
Instagram: @bacalhau.caxamarbrasil
http://caxamar.com.br/contato/


Dia do Fettuccine Alfredo celebra a tradição italiana que conquistou o mundo (07/03)

 


Prato símbolo de Roma ganhou data comemorativa e segue encantando gerações com sua simplicidade e técnica precisa


No dia 7 de março é celebrado o Dia do Fettuccine Alfredo, uma homenagem a um dos pratos mais emblemáticos da culinária italiana. Embora tenha se popularizado especialmente nos Estados Unidos, onde ganhou versões mais incrementadas, o preparo original nasceu em Roma, no início do século XX, pelas mãos do restaurateur Alfredo di Lelio.

A receita surgiu como um gesto de cuidado. Conta a história que Alfredo criou o prato para estimular o apetite da esposa no pós-parto. A combinação de massa fresca, manteiga e queijo parmesão revelou-se tão reconfortante que rapidamente ultrapassou as fronteiras italianas. Com o tempo, chefs ao redor do mundo adaptaram o preparo, acrescentando creme de leite, frango e outros ingredientes. Ainda assim, os puristas defendem a força da versão clássica, que depende mais da técnica do que da quantidade de componentes.

Para a chef Tânia Bastos, o segredo está justamente na simplicidade. “O verdadeiro Fettuccine Alfredo tem poucos ingredientes, mas exige atenção absoluta à temperatura e ao ponto da emulsão. É um prato delicado, que depende do equilíbrio entre queijo, manteiga e água do cozimento”, afirma.

Ela explica que o maior desafio está no controle térmico. “O queijo derrete entre 75º C e 85 °C. Se o calor for muito intenso, os elementos proteicos se separam da gordura e o molho ganha um efeito de chiclete. Se a temperatura for baixa demais, a mistura não fica cremosa. O grau de dificuldade desta preparação consiste justamente em manter a temperatura adequada”, orienta.

A seguir, a receita clássica da chef.


Fettuccine Alfredo

 Receita de Fettuccine Alfredo
Divulgação

Ingredientes


350 gramas de fettuccine fresco
30 gramas de manteiga
200 gramas de queijo parmigiano reggiano de meia cura ralados na hora
Água do cozimento do macarrão
Sal grosso para temperar a água


Modo de preparar


Macarrão

Encha uma panela com água e leve ao fogo. Para salgá-la, calcule 10 gramas de sal para cada 1 litro. Quando levantar fervura, junte o fettuccine e deixe cozinhar durante 2 minutos. Reserve a água do cozimento.


Molho

Em uma travessa, coloque a metade da manteiga, ¾ do queijo ralado e um pouco da água do cozimento da massa, apenas o suficiente para obter uma pasta cremosa e fluida. Separe o equivalente a uma xícara desse caldo salgado para ser utilizado mais adiante. Coloque o macarrão em uma frigideira com a outra metade da manteiga, deixe puxar e adicione a água reservada.

Disponha o macarrão por cima do molho obtido e polvilhe o restante do queijo. Misture imediatamente com a ajuda de um garfo e uma colher, fazendo o movimento de baixo para cima. Se a mistura estiver muito espessa, acrescente um pouco mais do caldo do cozimento. Sirva em seguida.

Para Tânia Bastos, celebrar o Dia do Fettuccine Alfredo é também valorizar a tradição culinária e o respeito aos ingredientes. “É um prato que mostra como técnica e produto de qualidade fazem toda a diferença. Quando bem executado, ele é pura elegância no prato.”


Como manter uma alimentação equilibrada no verão sem cair em restrições ou exageros

Com calor, viagens e encontros sociais, nutricionista orienta como fazer escolhas mais equilibradas no dia a dia.


O verão costuma trazer mudanças na rotina e no comportamento alimentar. O calor intenso, as viagens e o aumento de compromissos sociais podem levar tanto a restrições exageradas quanto a excessos frequentes, impactando diretamente o bem-estar ao longo da estação.

Segundo a nutricionista da Jasmine Alimentos, marca referência em saudabilidade, esses dois extremos costumam caminhar juntos. “No verão, é comum que as pessoas oscilem entre dietas muito restritivas, motivadas pela pressão estética, e momentos de exagero alimentar em festas, viagens e encontros sociais”, explica Karla Maciel. “Essas restrições feitas de forma abrupta acabam desregulando a fome e aumentam a chance de episódios de consumo exagerado mais adiante.”

A especialista destaca que estratégias como dietas muito hipocalóricas, exclusão de grupos alimentares ou substituição de refeições por opções pouco completas, como saladas sem proteína ou frutas isoladas, podem comprometer a saciedade e o aporte de nutrientes. “Quando a alimentação não fornece proteína, fibras e micronutrientes suficientes, o controle do apetite fica prejudicado, o que favorece oscilações de energia e episódios de hiperfagia”, afirma.

Além das restrições, o verão também favorece exageros. O maior consumo de bebidas alcoólicas, ultraprocessados e petiscos calóricos é comum nessa época, impulsionado pelo aumento de eventos sociais e pelas mudanças na rotina e no sono. “O calor pode diminuir a vontade de fazer refeições maiores, levando a beliscos ao longo do dia. O problema é que, muitas vezes, esses lanches são densos em energia e pobres em nutrientes”, alerta a nutricionista.

Para manter o equilíbrio mesmo com a rotina mais desorganizada, a orientação é adotar uma alimentação estruturada, porém flexível. “Não se trata de seguir regras rígidas, mas de manter alguns pilares ao longo do dia, como proteína, fibras e hidratação”, explica. “Esses elementos ajudam a controlar a fome, melhoram a disposição e reduzem a chance de exageros, mesmo em dias mais corridos.”

A hidratação merece atenção especial durante o verão. “A desidratação leve é comum nessa estação e pode ser confundida com fome, levando a um consumo alimentar desnecessário”, destaca. Manter a ingestão regular de água, incluir frutas, saladas e outras preparações ricas em água, além de repor eletrólitos em situações de maior sudorese, são estratégias simples que fazem diferença no bem-estar.

Na composição das refeições, a nutricionista reforça a importância de pratos leves, mas completos. “Priorizar proteínas de boa digestibilidade, vegetais, frutas e uma porção ajustada de carboidratos integrais garante saciedade e energia ao longo do dia, sem causar desconforto”, afirma. Preparações grelhadas, cozidas, assadas ou frias tendem a ser melhor toleradas no calor, enquanto pratos muito gordurosos podem aumentar a sensação de peso.

A inclusão de alimentos integrais, frutas e fibras não precisa tornar a alimentação rígida ou monótona. “Alternar versões integrais e refinadas ao longo da semana e incluir sementes, grãos e frutas em refeições e lanches do dia a dia torna esse processo mais natural e sustentável”, explica. A nutricionista ressalta ainda que o aumento de fibras deve ser gradual e sempre acompanhado de boa hidratação para evitar desconfortos intestinais.

Nos momentos sociais, o equilíbrio vem da consciência, e não da culpa. “Chegar aos eventos com muita fome aumenta a chance de exageros. Um lanche leve com proteína e fibras antes desses momentos ajuda bastante no controle”, orienta. O consumo de álcool também pede moderação “Alternar bebidas alcoólicas com água, evitar beber em jejum e limitar a quantidade são atitudes simples que ajudam a manter o bem-estar”, completa.

O verão pede uma alimentação mais leve, flexível e atenta aos sinais do corpo. Manter escolhas equilibradas, sem restrições extremas ou exageros frequentes, contribui para mais disposição, conforto e prazer em comer durante toda a estação”, finaliza a nutricionista.

A Jasmine Alimentos reforça seu compromisso em incentivar escolhas alimentares mais equilibradas e acessíveis no dia a dia. Com um portfólio diverso de produtos integrais, orgânicos e naturais, a marca apoia uma relação mais consciente com a alimentação, respeitando as necessidades do corpo em diferentes momentos, inclusive durante o verão.

Para mais informações, acesse: www.jasminealimentos.com 

M. Dias Branco
www.mdiasbranco.com.br


Ressaca prolongada? O ovo pode ser aliado na recuperação pós-folia


Freepik

Especialista explica como nutrientes presentes no alimento ajudam o organismo a se recuperar e manter a energia no dia seguinte 


Depois de dias intensos de Carnaval, muitos foliões enfrentam a chamada “ressaca prolongada”: cansaço persistente, dor de cabeça, enjoo, dificuldade de concentração e sensação de baixa energia que podem se estender por mais de um dia. O quadro está relacionado à desidratação e à formação do acetaldeído, substância tóxica produzida durante o metabolismo do álcool. 

Embora não exista solução milagrosa, a alimentação pode desempenhar papel importante na recuperação do organismo, e o ovo surge como um aliado prático, acessível e nutritivo nesse processo. 

De acordo com a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, o fígado necessita de nutrientes específicos para metabolizar o álcool e neutralizar seus subprodutos. 

“O álcool provoca estresse oxidativo e exige maior esforço metabólico do organismo. O ovo contribui por fornecer proteínas de alto valor biológico, colina, vitaminas do complexo B e minerais que participam diretamente da função hepática e da produção de antioxidantes naturais”, explica.


Por que o ovo pode ajudar?

O alimento reúne uma combinação estratégica de nutrientes importantes para o período pós-excesso:

  • Aminoácidos como cisteína, glicina e glutamina, envolvidos na produção de glutationa, antioxidante fundamental no combate aos radicais livres;
  • Vitaminas do complexo B (B2, B5 e B12), essenciais para a produção de energia;
  • Colina, nutriente fundamental para ao metabolismo hepático;
  • Minerais como ferro, selênio e zinco, que participam de mecanismos antioxidantes.

Além de auxiliar na recuperação, o ovo contribui para a saciedade e para a estabilidade da glicemia, ajudando a evitar picos e quedas bruscas de energia, comuns após noites mal dormidas e consumo de álcool.
 

Energia para retomar a rotina 

Para quem precisa voltar ao trabalho ou manter a disposição após o feriado, incluir ovos nas refeições pode ser uma estratégia simples. 

“Começar o dia com ovos é uma forma de fornecer proteína e gorduras boas após um período prolongado de jejum noturno. Isso ajuda a estabilizar a glicemia e favorece o metabolismo hepático”, orienta Lúcia. 

O consumo pode ocorrer no café da manhã, almoço ou jantar. Preparações leves e de fácil digestão são as mais indicadas no dia seguinte à folia.
 

Sugestões práticas para o pós-folia

  • Ovos mexidos com tomate e ervas;
  • Ovo cozido acompanhado de arroz, feijão e salada leve;
  • Omelete com legumes;
  • Combinação com frutas, sucos naturais ou torradas integrais para auxiliar na hidratação e na reposição energética;
  • Recuperação vai além do prato.

Segundo a nutricionista, três pilares são fundamentais para reduzir os sintomas da ressaca:

  • Hidratação adequada, com água, água de coco ou sucos naturais;
  • Sono e descanso, para recuperação metabólica;
  • Alimentação equilibrada, com proteínas, carboidratos e vegetais.

A prevenção continua sendo a medida mais eficaz. Evitar o consumo excessivo de álcool, não beber de estômago vazio e alternar bebidas alcoólicas com água ajudam a reduzir a intensidade dos sintomas.

“O ovo pode contribuir tanto na prevenção, ao retardar parcialmente a absorção do álcool quando consumido antes da bebida, quanto na recuperação no dia seguinte. Mas o principal cuidado é a moderação”, conclui Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil.
  

Instituto Ovos Brasil


Dia da ressaca: especialista explica o que acontece com o corpo e como prevenir a famosa consequência do excesso de álcool

Nutricionista esclarece mitos, aponta o que realmente funciona no dia seguinte e indica quando os sintomas merecem atenção

 

Dor de cabeça, enjoo, cansaço e aquela promessa clássica de “nunca mais beber”. A ressaca, velha conhecida de quem exagera no álcool, é uma resposta do organismo à desidratação, inflamação e às alterações metabólicas provocadas pela bebida. Mas dá para minimizar os efeitos? Existe alguma forma de “curar” a ressaca? E em que momento o desconforto deixa de ser apenas incômodo e vira sinal de alerta? comemorado ontem, dia 28 de fevereiro , nacionalmente conhecido como o Dia da Ressaca, a nutricionista Janaina Porto Alegre, consultora da Probiótica, explica o que realmente acontece com o corpo ao consumir álcool demais e como lidar melhor com o dia seguinte.

 

1: O que acontece de fato com o corpo quando consome álcool em excesso para causar o mal-estar da ressaca?

A ressaca ocorre porque o corpo entra em um estado temporário de desequilíbrio metabólico e inflamatório. O álcool é metabolizado no fígado e gera uma substância tóxica (acetaldeído) que contribui para sintomas como dor de cabeça, náusea e mal-estar. Além disso, o álcool inibe o hormônio antidiurético, aumentando a perda de líquidos e levando à desidratação e ao desequilíbrio de eletrólitos.

Paralelamente, o fígado reduz a produção de glicose, podendo causar fadiga, fraqueza e sensação de baixa energia. Além disso, o consumo elevado aumenta os mediadores inflamatórios no organismo, o que explica a sensação de corpo pesado e indisposição geral. Entenda que a ressaca não é apenas um desconforto passageiro, mas um estado temporário de toxicidade, desidratação, inflamação e alteração metabólica que compromete o funcionamento do organismo, inclusive a recuperação e a performance.

 

2: Quais estratégias realmente funcionam para evitar a ressaca?

Não existe fórmula milagrosa para evitar a ressaca. O que realmente funciona é reduzir o impacto metabólico do álcool no organismo. Mas algumas estratégias podem minimizar as alterações, como: moderação na quantidade, beber mais lentamente, permite que o fígado metabolize melhor o etanol e reduz o acúmulo de acetaldeído, não consumir álcool em jejum, intercalar com água para reduzir a desidratação e consumir alimentos antes e durante a ingestão de álcool, especialmente refeições com carboidratos e alguma gordura, retardando o esvaziamento gástrico e a absorção do álcool. Manter boa ingestão de líquidos também funciona, intercalando cada dose alcoólica com água reduz a desidratação e ajuda a manter o volume plasmático, antes de dormir ingerir líquidos com eletrólitos pode auxiliar na reposição hídrica. A única forma garantida de não ter ressaca continua sendo não exagerar.

 

3:Existe cura para a ressaca ou só dá para aliviar os sintomas?

Não existe uma cura imediata, o que acontece é que o organismo precisa de tempo para metabolizar o álcool e restabelecer o equilíbrio. Enquanto isso não ocorre, o corpo ainda está lidando com metabólitos tóxicos, além de desidratação, alterações inflamatórias, distúrbios do sono e desequilíbrios metabólicos. Nenhum medicamento ou suplemento consegue interromper esse processo de forma instantânea, pois o fígado depende do tempo para concluir a metabolização do álcool.

O que pode ser feito é aliviar os sintomas enquanto o corpo se recupera. Hidratação adequada, reposição de eletrólitos, alimentação leve com carboidratos e repouso.

 

4: Quando a ressaca deixa de ser algo “normal” e vira motivo de preocupação?

Na maioria das vezes, a ressaca é um quadro autolimitado que melhora em 24 horas. Alguns sintomas são comuns como: dor de cabeça, náusea, sensibilidade à luz, fadiga, sede intensa e mal-estar geral, mas tendem a regredir conforme o organismo metaboliza o álcool e restabelece o equilíbrio hídrico e metabólico.

Ela deixa de ser algo “normal” e passa a ser motivo de preocupação quando os sintomas são muito intensos, prolongados ou fogem do padrão esperado, como: vômitos persistentes, sinais importantes de desidratação (como confusão mental, tontura intensa ao levantar, redução acentuada da urina), dor abdominal forte e contínua, dor de cabeça incomum, febre, batimentos cardíacos muito acelerados ou alterações no nível de consciência não devem ser considerados apenas “ressaca”. Nesses casos, pode haver complicações que exijam avaliação médica.

 

5: Há alguma receitinha alimentar que ajuda um pouco mais o corpo nessa recuperação?

Sim, e posso explicar porque. Não existe uma “cura” para a ressaca, mas a receita de shake abaixo é um ótimo combo revitalizador para essa situação, porque: água e água de coco ajudam na reidratação; água de coco ainda fornece eletrólitos; whey protein, fornece aminoácidos importantes para recuperação metabólica; a banana é fonte de potássio e carboidrato fácil de digerir; a aveia fornece energia gradual e ainda ajuda no desconforto gástrico em algumas pessoas e o mel por ser uma reposição rápida de energia, ajudando a aliviar a sensação de moleza e fraqueza do corpo e ainda se houver náuseas pode acrescer gengibre. Veja como desfrutar de tudo isso com a receita abaixo:


 

Shake de recuperação pós-ressaca

Ingredientes:

  • 200–300 ml de água gelada ou água de coco
  • 1 scoop de whey protein (baunilha ou neutro funciona melhor)
  • 1 banana
  • 1 colher de sopa de aveia (opcional, mas ajuda na saciedade)
  • 1 colher de chá de mel (opcional, para energia rápida)
  • Gengibre a gosto
  • Gelo a gosto


Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador até ficar homogêneo.


Adria sugere cardápio especial para o Dia Internacional da Mulher

Bruschetta Italiana, Spaghettoni à salsa caruso e Gateau de ricota são as sugestões para surpreender as homenageadas

 

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, é uma data que simboliza grandes conquistas. É também uma oportunidade de reconhecer a força, o papel e a presença das mulheres em nossas vidas, tornando o dia ainda mais especial com gestos de carinho e agradecimento.

Para marcar essa ocasião, a Adria, marca que entende que a vida acontece nos detalhes, traz um cardápio completo com entrada, prato principal e sobremesa.

Para começar, a Bruschetta Italiana traz leveza e sofisticação. O sabor marcante do alho refogado se mistura ao frescor do tomate-cereja e das folhas de manjericão, enquanto o parmesão ralado adiciona um toque de intensidade. Servida sobre Torradas Tradicionais Adria, é uma opção prática e elegante para iniciar a refeição.

Para o prato principal, a marca sugere o spaghettoni à salsa caruso. A massa Grano Duro Spaghettoni Adria se une a um molho cremoso de cogumelos, presunto e parmesão, criando uma combinação intensa.

Para finalizar, a sobremesa de gateau de ricota com tortinhas de chocolate traz delicadeza e personalidade. A massa leve de ricota contrasta com o toque marcante das Tortinhas Due Trufa Adria, enquanto a cobertura de morangos frescos adiciona frescor e doçura. Uma sobremesa perfeita para adoçar o momento e encerrar a refeição com requinte.

Confira o passo a passo das receitas!

 

Bruschetta Italiana


 

Ingredientes:

  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 5 dentes de alho picados
  • 300 g de tomate-cereja, cortados em 4 partes
  • sal a gosto
  • ½ xícara (chá) de folhas de manjericão
  • 1 embalagem de Torrada Tradicional Adria (142g)
  • 150 g de queijo parmesão ralado


Modo de Preparo:

  1. Em uma frigideira aqueça o azeite e frite rapidamente o alho. Acrescente o tomate-cereja, mexa e desligue o fogo. Tempere com o sal e misture o manjericão.
  2. Porcione sobre as torradas, polvilhe-as com o parmesão e sirva imediatamente.

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

 


Spaghettoni a salsa caruso

 


Ingredientes:

  • (6 colheres (sopa) de manteiga.
  • 200 g de cogumelos paris em fatias finas.
  • 6 colheres (chá) de Farinha De Trigo Adria.
  • 2 xícaras (chá) de leite.
  • 1 caixinha de creme de leite (200 g).
  •  200 ml de caldo de carne caseiro.
  • 200 g de queijo parmesão ralado na hora.
  • 300 g de presunto cortado em cubos.
  • Sal, pimenta preta e noz-moscada ralada na hora a gosto.
  • 500 g de Grano Duro Spaghettoni Adria.
  • Salsa fresca picada para decorar a gosto.


Modo de Preparo:

  1. Cozinhe a massa de acordo com a instrução da embalagem até al dente, 11 minutos.
  2. Enquanto isso, em uma panela grande, derreta a manteiga em fogo médio. Adicione os cogumelos e cozinhe, mexendo de vez em quando, até ficarem macios e a maior parte da água evaporar.
  3. Misture a farinha até incorporar e começar a dourar. Acrescente o leite aos poucos, depois o creme de leite e o caldo de carne. Continue mexendo até que o molho comece a engrossar.
  4. Retire do fogo e misture o queijo parmesão e o presunto. Tempere a gosto com sal, pimenta e noz-moscada. Sirva imediatamente com a massa cozida e a salsa fresca picada para decorar.

Tempo de preparo: 25 minutos

 

 

Gateau de Ricota e Tortinha de Chocolate


 

Ingredientes:

  • 500g ricota em pedaços
  • 4 ovos inteiros
  • 1 xícara de açúcar
  • 100g manteiga
  • ½ xícara de leite
  • 1 embalagem de Tortinha Due Trufa com Geléia de Morango Adria (160g)
  • 1 caixa de morangos (200g)
  • ½ xícara de açúcar


Modo de Preparo:

  1. Bata os 5 primeiros ingredientes no liquidificador. Quebre em pedaços 4 tortinhas Due e junte à massa e misture delicadamente. Coloque a massa em uma forma desmontável pequena (20cmde diâmetro).
  2. Arrume as tortinhas restantes sobre a massa, afundando metade da tortinha. Leve ao forno (médio) por 30 minutos, coberto com papel alumínio.
  3. Retire o papel e deixe por mais 10 minutos. Deixe amornar e leve à geladeira até o momento de servir.
  4. Leve ao fogo baixo os morangos com o açúcar, mexendo de vez em quando, até que os morangos cozinhem um pouco. Sirva sobre o gateau.

Dica do Chef: Se preferir sirva quente.

Rendimento: 10 porções


M. Dias Branco



Dia da Ressaca: o que realmente ajuda o corpo a se recuperar depois de exageros

De água de coco a caldinhos, Supermercados Mundial reúne dicas práticas para aliviar os sintomas do dia seguinte

 

Dor de cabeça, enjoo, sede e cansaço fazem parte do pacote clássico da ressaca, que ganhou até uma data própria no calendário. O Dia da Ressaca celebrado ontem, 28 de fevereiro, é um convite para falar de autocuidado, hidratação e escolhas simples que ajudam o corpo a voltar ao equilíbrio. 

Para quem acordou sentindo os efeitos de uma noite mais animada, o Supermercados Mundial reuniu orientações práticas que fazem diferença de verdade na recuperação.

 

Hidratar é o primeiro passo

A desidratação é uma das principais causas da ressaca. Por isso, a regra número um é beber líquidos ao longo do dia, em pequenos goles.

Água, água de coco, chás claros e sucos naturais ajudam a repor o que o corpo perdeu e a reduzir dor de cabeça e cansaço.

 

O que comer quando o estômago está sensível

O ideal é escolher alimentos leves, ricos em água e fáceis de digerir. Frutas como melancia, melão, abacaxi e banana são ótimas opções, assim como iogurte natural, torradas, ovos mexidos e caldos suaves de legumes. Eles devolvem energia sem sobrecarregar o organismo.

 

Receitas simples que aliviam a ressaca


Isotônico natural

Água, suco de limão, uma colher de mel e uma pitada de sal ajudam a repor minerais e combater a fraqueza.

 

Suco refrescante digestivo

Melancia ou abacaxi batidos com hortelã e um pouco de gengibre hidratam, refrescam e ajudam a reduzir o enjoo.

 

Caldo suave de legumes

Batata, cenoura e abobrinha cozidas e batidas no liquidificador criam uma refeição leve e reconfortante.

 

Chá de gengibre com limão

Auxilia na digestão e melhora a sensação de náusea.

 

O que evitar para não piorar

Café forte, frituras, doces em excesso e álcool podem intensificar a desidratação e o desconforto.

 

Supermercados Mundial
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