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domingo, 1 de março de 2026

Adria sugere cardápio especial para o Dia Internacional da Mulher

Bruschetta Italiana, Spaghettoni à salsa caruso e Gateau de ricota são as sugestões para surpreender as homenageadas

 

O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, é uma data que simboliza grandes conquistas. É também uma oportunidade de reconhecer a força, o papel e a presença das mulheres em nossas vidas, tornando o dia ainda mais especial com gestos de carinho e agradecimento.

Para marcar essa ocasião, a Adria, marca que entende que a vida acontece nos detalhes, traz um cardápio completo com entrada, prato principal e sobremesa.

Para começar, a Bruschetta Italiana traz leveza e sofisticação. O sabor marcante do alho refogado se mistura ao frescor do tomate-cereja e das folhas de manjericão, enquanto o parmesão ralado adiciona um toque de intensidade. Servida sobre Torradas Tradicionais Adria, é uma opção prática e elegante para iniciar a refeição.

Para o prato principal, a marca sugere o spaghettoni à salsa caruso. A massa Grano Duro Spaghettoni Adria se une a um molho cremoso de cogumelos, presunto e parmesão, criando uma combinação intensa.

Para finalizar, a sobremesa de gateau de ricota com tortinhas de chocolate traz delicadeza e personalidade. A massa leve de ricota contrasta com o toque marcante das Tortinhas Due Trufa Adria, enquanto a cobertura de morangos frescos adiciona frescor e doçura. Uma sobremesa perfeita para adoçar o momento e encerrar a refeição com requinte.

Confira o passo a passo das receitas!

 

Bruschetta Italiana


 

Ingredientes:

  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 5 dentes de alho picados
  • 300 g de tomate-cereja, cortados em 4 partes
  • sal a gosto
  • ½ xícara (chá) de folhas de manjericão
  • 1 embalagem de Torrada Tradicional Adria (142g)
  • 150 g de queijo parmesão ralado


Modo de Preparo:

  1. Em uma frigideira aqueça o azeite e frite rapidamente o alho. Acrescente o tomate-cereja, mexa e desligue o fogo. Tempere com o sal e misture o manjericão.
  2. Porcione sobre as torradas, polvilhe-as com o parmesão e sirva imediatamente.

Rendimento: 8 porções

Tempo de Preparo: 30 minutos

 


Spaghettoni a salsa caruso

 


Ingredientes:

  • (6 colheres (sopa) de manteiga.
  • 200 g de cogumelos paris em fatias finas.
  • 6 colheres (chá) de Farinha De Trigo Adria.
  • 2 xícaras (chá) de leite.
  • 1 caixinha de creme de leite (200 g).
  •  200 ml de caldo de carne caseiro.
  • 200 g de queijo parmesão ralado na hora.
  • 300 g de presunto cortado em cubos.
  • Sal, pimenta preta e noz-moscada ralada na hora a gosto.
  • 500 g de Grano Duro Spaghettoni Adria.
  • Salsa fresca picada para decorar a gosto.


Modo de Preparo:

  1. Cozinhe a massa de acordo com a instrução da embalagem até al dente, 11 minutos.
  2. Enquanto isso, em uma panela grande, derreta a manteiga em fogo médio. Adicione os cogumelos e cozinhe, mexendo de vez em quando, até ficarem macios e a maior parte da água evaporar.
  3. Misture a farinha até incorporar e começar a dourar. Acrescente o leite aos poucos, depois o creme de leite e o caldo de carne. Continue mexendo até que o molho comece a engrossar.
  4. Retire do fogo e misture o queijo parmesão e o presunto. Tempere a gosto com sal, pimenta e noz-moscada. Sirva imediatamente com a massa cozida e a salsa fresca picada para decorar.

Tempo de preparo: 25 minutos

 

 

Gateau de Ricota e Tortinha de Chocolate


 

Ingredientes:

  • 500g ricota em pedaços
  • 4 ovos inteiros
  • 1 xícara de açúcar
  • 100g manteiga
  • ½ xícara de leite
  • 1 embalagem de Tortinha Due Trufa com Geléia de Morango Adria (160g)
  • 1 caixa de morangos (200g)
  • ½ xícara de açúcar


Modo de Preparo:

  1. Bata os 5 primeiros ingredientes no liquidificador. Quebre em pedaços 4 tortinhas Due e junte à massa e misture delicadamente. Coloque a massa em uma forma desmontável pequena (20cmde diâmetro).
  2. Arrume as tortinhas restantes sobre a massa, afundando metade da tortinha. Leve ao forno (médio) por 30 minutos, coberto com papel alumínio.
  3. Retire o papel e deixe por mais 10 minutos. Deixe amornar e leve à geladeira até o momento de servir.
  4. Leve ao fogo baixo os morangos com o açúcar, mexendo de vez em quando, até que os morangos cozinhem um pouco. Sirva sobre o gateau.

Dica do Chef: Se preferir sirva quente.

Rendimento: 10 porções


M. Dias Branco



Dia da Ressaca: o que realmente ajuda o corpo a se recuperar depois de exageros

De água de coco a caldinhos, Supermercados Mundial reúne dicas práticas para aliviar os sintomas do dia seguinte

 

Dor de cabeça, enjoo, sede e cansaço fazem parte do pacote clássico da ressaca, que ganhou até uma data própria no calendário. O Dia da Ressaca celebrado ontem, 28 de fevereiro, é um convite para falar de autocuidado, hidratação e escolhas simples que ajudam o corpo a voltar ao equilíbrio. 

Para quem acordou sentindo os efeitos de uma noite mais animada, o Supermercados Mundial reuniu orientações práticas que fazem diferença de verdade na recuperação.

 

Hidratar é o primeiro passo

A desidratação é uma das principais causas da ressaca. Por isso, a regra número um é beber líquidos ao longo do dia, em pequenos goles.

Água, água de coco, chás claros e sucos naturais ajudam a repor o que o corpo perdeu e a reduzir dor de cabeça e cansaço.

 

O que comer quando o estômago está sensível

O ideal é escolher alimentos leves, ricos em água e fáceis de digerir. Frutas como melancia, melão, abacaxi e banana são ótimas opções, assim como iogurte natural, torradas, ovos mexidos e caldos suaves de legumes. Eles devolvem energia sem sobrecarregar o organismo.

 

Receitas simples que aliviam a ressaca


Isotônico natural

Água, suco de limão, uma colher de mel e uma pitada de sal ajudam a repor minerais e combater a fraqueza.

 

Suco refrescante digestivo

Melancia ou abacaxi batidos com hortelã e um pouco de gengibre hidratam, refrescam e ajudam a reduzir o enjoo.

 

Caldo suave de legumes

Batata, cenoura e abobrinha cozidas e batidas no liquidificador criam uma refeição leve e reconfortante.

 

Chá de gengibre com limão

Auxilia na digestão e melhora a sensação de náusea.

 

O que evitar para não piorar

Café forte, frituras, doces em excesso e álcool podem intensificar a desidratação e o desconforto.

 

Supermercados Mundial
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Confira seis tipos de temperos para trazer mais sabor à mesa

Ter uma horta pode trazer inúmeros benefícios para sua saúde e alimentação no dia a dia. Um deles é ter sempre à disposição legumes, hortaliças e temperos frescos que são indispensáveis na cozinha, pois esses temperos não apenas realçam o sabor dos pratos, mas também são ricos em propriedades nutricionais e livres de agrotóxicos. A Isla Sementes, a maior empresa brasileira em variedade de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos, possui uma ampla diversidade de opções de ervas que podem enriquecer sua alimentação no dia a dia com sabor e nutrição. 

Alecrim: Uma erva aromática versátil, pode ser utilizada no preparo de diversas receitas ou finalização de pratos. É utilizado em receitas de carnes, como cordeiro, frango, porco e carne bovina, pois seu sabor único realça os sabores dessas proteínas. Também é excelente em peixes e frutos do mar, adicionando um toque fresco. Seu sabor amadeirado e levemente cítrico intensifica o sabor de alimentos simples, como vegetais assados no forno.
 

Manjericão: O “queridinho” das massas e da culinária italiana. É a combinação ideal para molhos a base de tomate para massas e pizzas, também é o ingrediente protagonista de receitas clássicas como o pesto, uma pasta deliciosa feita com manjericão, azeite, alho e queijo parmesão. Além disso, o manjericão harmoniza muito bem com saladas, pois acrescenta um aroma fresco no prato.
 

Salsa: É uma das ervas mais “coringas” da culinária, pois pode ser utilizada tanto na decoração de pratos, trazendo um toque de frescor e cor vibrante, quanto em saladas, frutos do mar, molhos e sopas e em receitas como tabule, vinagrete, chimichurri, realçando o sabor sem sobrecarregá-lo.
 

Cebolinha: Seu sabor fresco e levemente adocicado é ideal para complementar e realçar os sabores dos pratos, por exemplo, sopas, caldos, omeletes, saladas, purês e massas. A cebolinha é muito utilizada como o “toque final” de pratos como risoto, refogados, frutos do mar e até saladas de batata, adicionando sabor e crocância e se tornando um ingrediente indispensável para os amantes da culinária.
 

"Para mim, tudo começa pelo prato. Penso nele primeiro e, em seguida, escolho os temperos, sempre com equilíbrio. Embora existam critérios básicos para carnes brancas, vermelhas e peixes, a verdadeira magia está em quebrar essas regras. E, como amante de coentro, acredito que, usado na medida certa, ele pode tornar um prato simples em algo realmente especial.", acrescenta David Cruz, chef do restaurante Quitéria.


Coentro: Muito utilizada na culinária de diversas culturas, especialmente na brasileira, seu sabor marcante e aroma intenso adiciona um sabor especial no preparo de pratos à base de peixe, frutos do mar e aves. Essa erva se tornou um dos ingredientes principais em receitas como moquecas, caldeiradas e ceviches.
 

Tomilho: O tomilho é amplamente utilizado em receitas de vegetais, como batatas, abóbora e cogumelos, sendo perfeito para preparações grelhadas, assadas ou refogadas. É uma erva clássica que enriquece o sabor de sopas e molhos com seu toque aromático inconfundível. Além disso, é um tempero indispensável em pães e focaccias, combinando um aroma fresco com sabor leve, que eleva a experiência culinária a outro nível.

 

“É importante saber a hora certa de colocar e tirar o tempero quando você vai aromatizar um molho ou um caldo, para que ele não sobressaia mais que os outros que estão ali. Quanto mais tempo uma erva ficar dentro da receita, mais marcante ela estará ao paladar”, finaliza Lucas Lemos, chef do arp bar.
 

O cultivo desses temperos para o consumo no dia a dia 

Para começar a cultivar suas ervas e temperos, o primeiro passo é selecionar um local adequado. Esse espaço pode variar conforme as necessidades específicas de cada planta, mas o ideal é que seja um ambiente que receba algumas horas diárias de luz solar direta. Após a escolha do local ideal, é hora de reunir os materiais necessários: sementes, terra rica em nutrientes, vasos e ferramentas de jardinagem. Com tudo em mãos, preencha o recipiente com a terra preparada, faça uma pequena cavidade e insira as sementes. Cubra-as delicadamente com uma camada fina de terra adubada e finalize regando para garantir um bom início ao cultivo.
 

Isla Sementes

Saiba mais em: Link


Preto, carioca, mulatinho...Você sabe a diferença entre os tipos de feijão?

Especialista explica os benefícios de cada grão para a saúde

 

Embora o feijão carioca seja o mais popular na culinária brasileira, a diversidade dos grãos vai muito além. Feijões como o preto, vermelho e fradinho são opções igualmente saborosas que podem agregar ainda mais valor nutricional à sua dieta. “Apesar das diferenças em sabor, tamanho e textura, todos esses feijões são ricos em nutrientes essenciais, como cálcio, ferro, fibras e carboidratos. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda o consumo diário dessa leguminosa, essencial para uma alimentação equilibrada e uma vida saudável.”, afirma a engenheira de alimentos da Combrasil, Ana Rachel Bernardes.
 

Conheça abaixo os benefícios nutricionais de cada tido:

 

1. Feijão Preto:

O preferido na preparação da famosa feijoada, o feijão preto possui um sabor encorpado e é rico em ferro. Além de ser um aliado no combate à anemia, ele também fornece fibras essenciais para a saúde intestinal.
 

2. Feijão Carioca:

Conhecido por seu formato mais arredondado e pela cor creme com pintas, o feijão carioca é versátil e utilizado em diversas receitas. Ele é fonte de proteínas, fibras e vitaminas do complexo B.
 

3. Feijão Mulatinho:

De grãos pequenos e cor clara, o feijão mulatinho é leve e sutil no paladar. Ideal para quem busca uma opção menos robusta, mas ainda nutritiva, ele é rico em ferro e potássio.
 

4. Feijão Fradinho:

Pequeno e de formato oval, o feijão fradinho é destaque em pratos como o acarajé. Além de ser uma excelente fonte de proteínas, ele contribui para a saúde cardiovascular graças ao seu teor de magnésio.
 

5. Feijão Branco:

Conhecido por sua cor clara e forma arredondada, o feijão branco é uma excelente fonte de fibras solúveis, auxiliando no controle do colesterol. Ele também é rico em ferro e zinco.
 

6. Feijão Manteiga:

Com grãos grandes e amarelados, o feijão manteiga é cremoso e ideal para pratos como a tradicional feijoada. Além de seu sabor marcante, é fonte de proteínas e fibras.
 

7. Feijão Vermelho:

Popular em diversas regiões, o feijão vermelho possui sabor marcante e é rico em ferro. Suas propriedades anti-inflamatórias o tornam uma escolha valiosa para a promoção da saúde.
 

“Explorar a diversidade de feijões é uma forma de transformar as refeições em experiências ricas em sabores e nutrientes. Cada variedade oferece benefícios únicos, contribuindo para uma dieta equilibrada e saudável. Ao incluir diferentes tipos de feijão no dia a dia, é possível descobrir novas combinações e o prazer de experimentar a riqueza que esses grãos proporcionam”, conclui a engenheira de alimentos.


Nutritiva, prática e saborosa! Conheça os benefícios da pipoca

Fonte de polifenóis e fibras, o grão é um excelente alimento para quem está em busca de uma alimentação saudável sem se privar do sabor
 

Sempre que falamos dela, logo vem em mente um cinema, uma tarde vendo filmes em casa e momentos de descontração. No entanto, você sabia que a pipoca também pode trazer benefícios para a saúde? Versátil, gostosa e prática, a pipoca pode ser aliada na sua dieta. É isso mesmo, é possível consumi-la de forma saudável, garantindo todos os seus nutrientes sem comprometer a saúde. 

Segundo a engenheira de alimentos da Combrasil, Ana Rachel, o milho de pipoca carrega grande valor nutricional que quase ninguém imagina. “Esse alimento dá a sensação de saciedade e melhora o funcionamento intestinal. A pipoca possui, ainda, polifenóis, antioxidantes que agem inibindo a ação dos radicais livres no organismo, diminuindo o envelhecimento precoce, os riscos de doenças cardíacas e a oxidação de colesterol. Apesar de ter um teor calórico, possui boa quantidade de fibras, o que faz deste grão uma fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico”, explica. 

De acordo com a engenheira de alimentos, os benefícios da pipoca na musculação vão desde o aumento da saciedade até a reposição do glicogênio muscular. “Contribui para a prevenção doenças degenerativas como mal de Parkinson e Alzheimer e alguns tipos de câncer. A pipoca é uma fonte de vitaminas do complexo B, um grupo de micronutrientes que participa de diversas funções no organismo, inclusive do bom funcionamento do sistema nervoso”, revela Ana Rachel.
 

Porção adequada

A recomendação é uma ingestão de 20g (ou uma xícara e meia) de pipoca por dia, isto é o suficiente para garantir os benefícios oferecidos pelas fibras e vitaminas deste alimento. “Como qualquer outro alimento aliado da dieta, a pipoca também deve ser consumida com moderação. Por este motivo, se você quer ter a pipoca como aliada na dieta sem prejudicar a qualidade da sua alimentação. Opte por sempre consumir este produto com baixa quantidade de sal e com pouca, ou nenhuma, porção de gordura em sua preparação.”, relembra a engenheira de alimentos.
 

Benefícios da Pipoca

Fonte de Fibras: A pipoca contém uma quantidade significativa de fibras, essenciais para a saúde digestiva e para a prevenção de problemas como a prisão de ventre. As fibras também ajudam a promover a sensação de saciedade, auxiliando no controle do peso corporal. 

Rica em Antioxidantes: Estudos mostram que a pipoca é rica em antioxidantes, como os polifenóis, que ajudam na proteção contra doenças cardiovasculares, câncer e envelhecimento precoce. 

Baixo teor de calorias: A pipoca é um lanche de baixa caloria, especialmente quando comparada a outros petiscos como batatas fritas e salgadinhos industrializados. Um copo de pipoca estourada (sem manteiga) contém aproximadamente 30 calorias. 

Fonte de Energia: A pipoca é rica em carboidratos complexos, que são uma excelente fonte de energia para o corpo. Consumir pipoca antes de atividades físicas pode fornecer o combustível necessário para um desempenho satisfatório. 

Grãos Integrais: A pipoca é feita a partir de grãos de milho, que são considerados grãos integrais. Os grãos integrais fornecem nutrientes essenciais, como vitaminas do complexo B, vitamina E, magnésio, zinco e ferro.
 

Dicas para consumir de forma saudável

  • Opte pelo estouro natural: Evite a pipoca de micro-ondas, que geralmente contém aditivos e conservantes. Prefira estourar os grãos de milho em uma panela com um pouco de óleo ou, melhor ainda, utilize uma máquina de pipoca sem óleo.
     
  • Evite a adição excessiva de manteiga: Embora a manteiga seja uma opção popular para adicionar sabor à pipoca, ela também adiciona calorias e gorduras.
     
  • Use pouca quantidade de sal: O consumo excessivo de sal pode ser prejudicial à saúde.
     
  • Experimente opções de temperos saudáveis: Para variar o sabor da pipoca, experimente opções de temperos saudáveis, como curry em pó, páprica, alho em pó ou queijo parmesão ralado. Esses temperos adicionam sabor sem muitas calorias extras.
     
  • Atenção ao tamanho das porções: Embora a pipoca seja uma opção de lanche saudável, é importante não exagerar nas porções. O consumo adequado é cerca de uma xícara de pipoca estourada.

 

Pré-treino:

Funcional, termogênica e ótima opção para ser consumida antes de fazer exercícios físicos:


Ingredientes:

60 gramas de óleo de coco

100 gramas de milho para pipoca Combrasil

25 gramas de açúcar light ou demerara

6 gramas de cacau em pó

3 gramas de canela em pó


Modo de Preparo

Em uma panela, adicione todos os ingredientes na panela. Leve ao fogo e mexa até começar a estourar. Então, tampe a panela e mexa para ajudar que a cobertura fique uniforme pelos grãos. Quando parar de ouvir o estouro do milho da pipoca, está pronto.


Garrafas de água: especialista alerta para cuidados na higienização e desmistifica perigos

Luiza Camila da Silva, docente de Biomedicina do Centro Universitário Facens, recomenda limpeza diária
 

Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, hidratar-se virou regra e é difícil encontrar alguém que não esteja com uma garrafa de água no trabalho, na academia ou em passeios ao ar livre. A praticidade de ter água fresca sempre à mão é inegável, mas é preciso estar atento aos cuidados com a higiene desses recipientes, que podem se tornar um ambiente propício para a proliferação de microrganismos invisíveis a olho nu.

De acordo com a professora Luiza Camila da Silva, especialista em microbiologia e docente de Biomedicina do Centro Universitário Facens, a higienização adequada desses recipientes é essencial. "São diversos os microrganismos que podem se proliferar em garrafas mal higienizadas, incluindo bactérias, fungos, algas e até protozoários", explica. "Esses microrganismos são provenientes da boca, mãos, da fonte da água e do meio externo", diz. 

Apesar da variedade de microrganismos e de casos recentes que viralizaram com histórias de pessoas que quase morreram por não higienizar sua garrafa de água, a professora tranquiliza a população. "Os riscos à saúde, de modo geral, são baixos e dependem do estado de saúde da pessoa e do tipo de microrganismo presente. Os maiores riscos, na verdade, são os maus hábitos. Casos de 'quase morte' são bastante sensacionalistas. Os microrganismos mais comuns são fungos que podem causar alergias e inflamações em pessoas mais sensíveis e coliformes fecais que podem causar intoxicação alimentar", explica. 

A docente destaca que qualquer tipo de garrafa, seja de plástico, metal ou vidro, pode ser segura se bem higienizada. "O importante é evitar garrafas com canudos e bocais fixos ou partes difíceis de limpar, pois os microrganismos se alojam nos cantinhos e reentrâncias", aconselha. A melhor forma de higienizar as garrafas, segundo a especialista, é com água e sabão, esfregando com uma buchinha macia ou escova adequada. "Não arrisque usar produtos químicos e lembre-se que só chacoalhar a água dentro da garrafa não é suficiente. Além disso, a higienização deve ser feita pelo menos uma vez por dia; após a lavagem a garrafa deve ser seca completamente, com o bocal para baixo, para evitar a formação de um ambiente úmido propício para microrganismos", comenta. 

Sobre a reutilização de garrafas descartáveis, Luiza afirma que é seguro, desde que a garrafa também seja higienizada corretamente. A contaminação geralmente é imperceptível a olho nu. "Não espere ver sujeira para higienizar. Se perceber qualquer sedimento, gosma, coloração ou cheiro diferente, já passou do limite", adverte.


Mudança de estação auxilia a renovar horta caseira; veja dicas do que plantar em março


Maracujá Catarina
divulgação


 


O mês combina clima equilibrado e boa adaptação de hortaliças como couve-flor, repolho e maracujá

 

A chegada de março marca a transição do verão para o outono e cria condições favoráveis para o plantio de diversas hortaliças e flores em diferentes regiões do país. Com temperaturas mais amenas e menor incidência de calor extremo, o período é considerado estratégico para quem deseja iniciar ou renovar a horta doméstica. 

A Isla Sementes, empresa referência no ramo há mais de 70 anos, reuniu cinco variedades adaptáveis a vasos, canteiros e pequenos espaços, com bom desempenho em climas mais frescos e manejo acessível para o plantio em casa.
 

Confira as indicações para março:

  • Couve-Flor Roxa
    Com coloração roxa intensa e sabor mais suave e levemente adocicado, a variedade alia apelo visual e versatilidade culinária. Pode ser cultivada tanto em hortas menores quanto em vasos de maior porte e desenvolve-se melhor em temperaturas amenas e frias

     
  • Repolho Coração de Boi
    Conhecido pelas folhas macias e sabor delicado, é indicado para saladas e refogados. De cultivo considerado simples, adapta-se bem ao plantio doméstico e apresenta melhor desempenho em climas mais frescos.

     
  • Acelgas Coloridas Gaia, Afrodite e Artemis
    As três variedades se destacam pela produção de folhas tenras e talos coloridos, que agregam valor nutricional e estético aos pratos. Com crescimento rápido, são ideais para quem prefere colher aos poucos e manter a horta sempre produtiva. Adaptam-se bem a vasos e canteiros.

     
  • Maracujá Catarina
    Indicado para quem deseja colher a própria fruta em casa, é uma trepadeira vigorosa que necessita de suporte para o crescimento. Com boa incidência de sol e manejo básico, produz frutos adequados para sucos, sobremesas e receitas naturais.

     
  • Dália Anã Sortido
    Entre as opções ornamentais, a variedade se destaca pelo porte compacto e floração abundante. De fácil cultivo, é indicada para vasos e floreiras, contribuindo para ambientes mais coloridos durante o outono.

     

Isla Sementes


Como medicamentos para obesidade estão mudando a forma como o brasileiro se relaciona com a comida

Especialista da UNIASSELVI alerta que reduzir apetite com remédios pode silenciar sinais biológicos importantes; educação alimentar e suporte psicológico são fundamentais para reduzir risco de dependência

 

O avanço dos medicamentos para tratamento da obesidade tem provocado uma transformação silenciosa no comportamento alimentar dos brasileiros. Embora essas drogas sejam frequentemente associadas à perda de peso acelerada, seus efeitos vão além da balança, alcançando circuitos cerebrais ligados à fome, ao prazer e à tomada de decisão alimentar.

De acordo com o World Obesity Atlas 2024, mais de 56% da população adulta brasileira vive com sobrepeso ou obesidade, um cenário que impulsionou a popularização de medicamentos que atuam na regulação do apetite e da saciedade. Estudos clínicos recentes indicam que esses fármacos reduzem significativamente a fome impulsiva, levando a uma queda no consumo calórico diário e na frequência do chamado “comer automático”.

De acordo com Roseane Leandra da Rosa, coordenadora do curso de Nutrição da UNIASSELVI e Doutora em Ciências Farmacêuticas, esse impacto ocorre porque o padrão alimentar da população ainda é fortemente guiado por estímulos emocionais, ambientais e automatizados — processos mediados pelo cérebro, e não pela fome fisiológica propriamente dita.

“Grande parte das escolhas alimentares acontece no ‘piloto automático’, ativada por estresse, ansiedade, rotina ou estímulos externos. Quando o medicamento reduz a sinalização da fome e do desejo, ele interfere diretamente nesses circuitos, o que gera a sensação de ‘controle’. Mas isso não significa, necessariamente, consciência alimentar”, analisa a especialista.


A fome não é inimiga, afirma especialista

Do ponto de vista da neurociência, a diminuição farmacológica da fome pode criar uma pausa no comportamento impulsivo, mas não promove, por si só, a reeducação dos sinais internos. “O medicamento interrompe o impulso, mas não ressignifica a relação com a comida. O cérebro deixa de pedir, mas não aprende a escolher”, destaca a especialista.

Esse efeito pode ser interpretado, de forma equivocada, como mudança de comportamento, quando na verdade trata-se de uma terceirização do autocontrole para o fármaco. Ao longo do tempo, isso pode enfraquecer a autonomia alimentar e a capacidade do indivíduo de reconhecer fome, saciedade e prazer de forma integrada.

“A fome não é inimiga, é um sinal biológico essencial. Quando ela é suprimida sem um processo educativo, corre-se o risco de desconexão corporal, rigidez alimentar e até medo de comer sem o medicamento”, alerta Roseane.


Controle excessivo

Embora a redução do comer impulsivo seja frequentemente celebrada, especialistas chamam atenção para um efeito colateral menos discutido: a substituição do comer automático por um padrão de controle excessivo e punitivo. Sem acompanhamento nutricional e psicológico, a ausência da fome pode reforçar comportamentos de restrição, culpa alimentar e crenças distorcidas sobre o corpo e o alimento.

“Quando as questões emocionais permanecem ativas no cérebro, mas o apetite é silenciado, o foco deixa de ser a comida e passa a ser o controle. Isso aumenta o risco de comportamentos alimentares disfuncionais, especialmente em pessoas com histórico de ansiedade, depressão ou transtornos alimentares”, explica a especialista da UNIASSELVI.


Educação alimentar como eixo central

A verdadeira mudança de comportamento alimentar exige mais do que tomar remédios para reduzir o apetite. Envolve educação alimentar baseada em ciência, fortalecimento da consciência corporal, reconstrução da relação com a comida e suporte psicológico contínuo.

“O medicamento pode até abrir uma janela de oportunidade, mas quem sustenta a mudança é o aprendizado. Sem isso, o risco é criar dependência da caneta para comer ‘certo’, em vez de desenvolver habilidades internas para escolhas conscientes”, conclui Roseane.

 

UNIASSELVI

 

Dia da ressaca: Nutricionista dá receita curinga para recuperação rápida e explica o que acontece com o corpo e como prevenir a famosa consequência do excesso de álcool

Nutricionista esclarece mitos, aponta o que realmente funciona no dia seguinte e indica quando os sintomas merecem atenção 


Dor de cabeça, enjoo, cansaço e aquela promessa clássica de “nunca mais beber”. A ressaca, velha conhecida de quem exagera no álcool, é uma resposta do organismo à desidratação, inflamação e às alterações metabólicas provocadas pela bebida. Mas dá para minimizar os efeitos? Existe alguma forma de “curar” a ressaca? E em que momento o desconforto deixa de ser apenas incômodo e vira sinal de alerta? No dia 28 de fevereiro, nacionalmente conhecido como o Dia da Ressaca, a nutricionista Janaina Porto Alegre, consultora da Probiótica, explica o que realmente acontece com o corpo ao consumir álcool demais e como lidar melhor com o dia seguinte.

 

1: O que acontece de fato com o corpo quando consome álcool em excesso para causar o mal-estar da ressaca?

A ressaca ocorre porque o corpo entra em um estado temporário de desequilíbrio metabólico e inflamatório. O álcool é metabolizado no fígado e gera uma substância tóxica (acetaldeído) que contribui para sintomas como dor de cabeça, náusea e mal-estar. Além disso, o álcool inibe o hormônio antidiurético, aumentando a perda de líquidos e levando à desidratação e ao desequilíbrio de eletrólitos.

Paralelamente, o fígado reduz a produção de glicose, podendo causar fadiga, fraqueza e sensação de baixa energia. Além disso, o consumo elevado aumenta os mediadores inflamatórios no organismo, o que explica a sensação de corpo pesado e indisposição geral. Entenda que a ressaca não é apenas um desconforto passageiro, mas um estado temporário de toxicidade, desidratação, inflamação e alteração metabólica que compromete o funcionamento do organismo, inclusive a recuperação e a performance.

 

2: Quais estratégias realmente funcionam para evitar a ressaca?

Não existe fórmula milagrosa para evitar a ressaca. O que realmente funciona é reduzir o impacto metabólico do álcool no organismo. Mas algumas estratégias podem minimizar as alterações, como: moderação na quantidade, beber mais lentamente, permite que o fígado metabolize melhor o etanol e reduz o acúmulo de acetaldeído, não consumir álcool em jejum, intercalar com água para reduzir a desidratação e consumir alimentos antes e durante a ingestão de álcool, especialmente refeições com carboidratos e alguma gordura, retardando o esvaziamento gástrico e a absorção do álcool. Manter boa ingestão de líquidos também funciona, intercalando cada dose alcoólica com água reduz a desidratação e ajuda a manter o volume plasmático, antes de dormir ingerir líquidos com eletrólitos pode auxiliar na reposição hídrica. A única forma garantida de não ter ressaca continua sendo não exagerar.

 

3:Existe cura para a ressaca ou só dá para aliviar os sintomas?

Não existe uma cura imediata, o que acontece é que o organismo precisa de tempo para metabolizar o álcool e restabelecer o equilíbrio. Enquanto isso não ocorre, o corpo ainda está lidando com metabólitos tóxicos, além de desidratação, alterações inflamatórias, distúrbios do sono e desequilíbrios metabólicos. Nenhum medicamento ou suplemento consegue interromper esse processo de forma instantânea, pois o fígado depende do tempo para concluir a metabolização do álcool.

O que pode ser feito é aliviar os sintomas enquanto o corpo se recupera. Hidratação adequada, reposição de eletrólitos, alimentação leve com carboidratos e repouso.

 

4: Quando a ressaca deixa de ser algo “normal” e vira motivo de preocupação?

Na maioria das vezes, a ressaca é um quadro autolimitado que melhora em 24 horas. Alguns sintomas são comuns como: dor de cabeça, náusea, sensibilidade à luz, fadiga, sede intensa e mal-estar geral, mas tendem a regredir conforme o organismo metaboliza o álcool e restabelece o equilíbrio hídrico e metabólico.

Ela deixa de ser algo “normal” e passa a ser motivo de preocupação quando os sintomas são muito intensos, prolongados ou fogem do padrão esperado, como: vômitos persistentes, sinais importantes de desidratação (como confusão mental, tontura intensa ao levantar, redução acentuada da urina), dor abdominal forte e contínua, dor de cabeça incomum, febre, batimentos cardíacos muito acelerados ou alterações no nível de consciência não devem ser considerados apenas “ressaca”. Nesses casos, pode haver complicações que exijam avaliação médica.

 

5: Há alguma receitinha alimentar que ajuda um pouco mais o corpo nessa recuperação?

Sim, e posso explicar porque. Não existe uma “cura” para a ressaca, mas a receita de shake abaixo é um ótimo combo revitalizador para essa situação, porque: água e água de coco ajudam na reidratação; água de coco ainda fornece eletrólitos; whey protein, fornece aminoácidos importantes para recuperação metabólica; a banana é fonte de potássio e carboidrato fácil de digerir; a aveia fornece energia gradual e ainda ajuda no desconforto gástrico em algumas pessoas e o mel por ser uma reposição rápida de energia, ajudando a aliviar a sensação de moleza e fraqueza do corpo e ainda se houver náuseas pode acrescer gengibre. Veja como desfrutar de tudo isso com a receita abaixo:
 

Shake de recuperação pós-ressaca

Ingredientes:

  • 200–300ml de água gelada ou água de coco
  • 1 scoop de whey protein (baunilha ou neutro funciona melhor)
  • 1 banana
  • 1 colher de sopa de aveia (opcional, mas ajuda na saciedade)
  • 1 colher de chá de mel (opcional, para energia rápida)
  • Gengibre a gosto
  • Gelo a gosto

Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador até ficar homogêneo.

 

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Especialista aponta os riscos de bichectomia desnecessária em pacientes jovens

Procedimento é impulsionado por redes sociais

 

A bichectomia, cirurgia que remove parcial ou totalmente as bolas de Bichat (acúmulos de gordura nas bochechas), foi assunto durante o 60º Simpósio Baker Gordon, realizado em Miami no início de fevereiro: um crescente número de pessoas muito jovens está buscando o procedimento com finalidade puramente estética, muitas vezes sem indicação clínica precisa, expondo-se a riscos de resultados indesejados a médio e longo prazo. 

A retirada precoce dessa gordura em pacientes jovens pode comprometer seriamente a harmonia facial futura. “As bolas de Bichat desempenham papel importante na sustentação e no volume do rosto. Com o envelhecimento natural, já ocorre uma perda progressiva de gordura facial. Quando a bichectomia é realizada precocemente, o resultado pode ser um rosto com aspecto encovado (afundado), cansado e envelhecido antes do tempo”, alerta o cirurgião plástico Dr. Fernando Amato, que esteve presento no evento. 

Dr. Amato, membro titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS), conta que já é observada uma tendência preocupante de jovens buscando a bichectomia, muitas vezes influenciados por vídeos de celebridades nas redes sociais e sem critério clínico. 

Quando a bichectomia é Indicada: O procedimento possui indicações bastante específicas, tais como:

·         Pacientes com volume excessivo na região jugal (bochechas muito volumosas) que desarmonizam o contorno facial.

·         Casos em que o paciente morde frequentemente a mucosa interna da bochecha, causando ferimentos recorrentes.

·         Situações em que o excesso das bolas de Bichat compromete a definição do terço médio da face, mesmo em pacientes adultos.

·         Pacientes com face arredondada de forma desproporcional ao restante da estrutura facial.

 


Dr. Fernando C. M. Amato – Graduação, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica e Mestrado pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). Membro Titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS).
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Instagram: https://www.instagram.com/meu.plastico.pro/

 

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