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sábado, 27 de abril de 2024

Consultor de imagem e estilo indica o que sai das passarelas da 57ª São Paulo Fashion Week para as ruas brasileiras

Marrom, terceira peça, alfaiataria desconstruída, looks monocromáticos
 e nada de rente ao corpo vão ditar a moda além dos desfiles -
 Créditos: Reprodução/SPFW - Agência Fotosite/@agfotosite

Rafael Flumingnam fala o que viu no evento mais prestigiado da moda brasileira e o que vai ser tendência no dia a dia 
 

 

Desconstrução, brasilidade e ousadia. Estas são algumas das palavras que traduzem a 57ª edição do São Paulo Fashion Week (SPFW), segundo o consultor de imagem e estilo Rafael Flumingnam. O especialista esteve presente no último dia do evento, que aconteceu de 9 a 14 de abril, na capital paulista.

Com o tema ‘Sintonia’, o mais prestigiado evento de moda do Brasil propôs buscar uma conexão profunda entre diferentes elementos da moda e da vida cotidiana. Para Rafael Flumingnam, os desfiles não devem ser lidos de forma literal, mas muito do que se viu será adaptado à rotina diária. “O que é apresentado tem um ar mais teatral e dramático para que a mensagem da criação seja passada. Mas, veremos muitas informações saindo das passarelas para as ruas, como a cor marrom e peças de alfaiataria mais casuais e até street”, revela.

Com um olhar crítico, sempre voltado para o público em geral, o especialista captou algumas tendências que podem surgir a partir desta edição. Dentre as escolhas de Rafael para o dia a dia, estão as tonalidades da cor marrom e suas possibilidades, observada por ele em quase todos os desfiles; os casacos longos como terceira peça, sobreposição que ganha cada vez mais os brasileiros; formas menos rentes ao corpo, a nova onda é o ‘relaxed’, nada de peças skinny; looks monocromáticos e a desconstrução da alfaiataria, sendo introduzida em aspectos bem menos formais e com novas modelagens.

“Sou suspeito de falar sobre alfaiataria desconstruída. Venho de um mercado muito tradicional e masculino, ver essa técnica antiquíssima ganhar novas roupagens, além de representar um avanço social, também abre um novo mercado para desenvolver o setor feminino e a própria moda street style”, comenta o especialista. 


Nomes fortes 

Entre 27 desfiles diferentes, esta edição do SPFW reuniu desde estilistas e marcas mais suntuosas às mais minimalistas. Ao longo de seis dias de programação, alguns nomes foram destaques.

De acordo com Rafael, a alfaiataria desconstruída teve muita visibilidade, desta vez, nos nomes de Igor Dadona e Rafael Caetano, que deram um tempero e um novo jeito de ser chique para as peças que foram apresentadas. A brasilidade e ancestralidade de Maurício Duarte, com a coleção Piracema, foi uma explosão de emoções, conectando quem estava assistindo ao desfile com as raízes indígenas. 

Por fim, Flumingnam evidencia a ousadia e a sensualidade brasileira da marca Dendezeira, de Hisan Silva e Pedro Batalha, com roupas que refletem críticas sociais e a dicotomia entre o medo e a liberdade.

Mais uma edição do prestigiado evento acontece ainda neste ano, entre os dias 16 e 20 de outubro, com mais inovações para a moda brasileira. 

  

Rafael Flumingam - consultor de imagem com sólida formação pela Panamericana Escola de Arte e Design, de São Paulo. Com 36 anos e natural de Praia Grande/SP, o especialista em consultoria de imagem pessoal e estilo, Rafael possui uma visão global da moda, construída através de cursos no Brasil e no exterior, incluindo um intercâmbio em Nova York. Dentro de seu escopo de trabalho, que vai do visagismo aos workshops de imagem pessoal, atua demonstrando que a imagem pessoal pode ser a chave para novas conquistas. Em 2024, Rafael estilizou o ator Caco Ciocler para o seu casamento, que aconteceu em São Paulo.


Como combinar o colar com o decote? Veja como aprender a fazer a composição perfeita para os seus looks


Mari Ângela, fundadora do Grupo Mari, ensina como usar suas semijoias de maneira inteligente para facilitar na hora de se arrumar para sair
 

 

Na hora de montar um look é necessário pensar em todos os detalhes da composição, como, por exemplo, o caimento, modelagem e até mesmo o material. O foco é buscar o equilíbrio entre a proporção das roupas com os acessórios, que complementam o visual e peças-chave para entregar um visual completo. Pensando nisso, Mari Ângela, fundadora do Grupo Mari, uma das maiores empresas revendedoras de semijoias do país, separou algumas dicas de como combinar colares e decotes.  

 

Decote em V ou mais aprofundados: colares compridos e finos  

 

O truque com o decote mais cavado é apostar em uma corrente mais delicada e longa no colo. Quando a peça é mais comprida, a proporção do tronco fica mais alongada, passando a impressão que a pessoa é mais alta e posturada. Uma dica de estilo é também apostar em colares combinados com os brincos, para trazer atenção pros detalhes.  

 

Decote tomara que caia ou ombro a ombro: gargantilhas e mais pedras 

 


Quando o colo e os ombros estão a mostra, uma escolha inteligente é apostar em peças mais carregadas de pedras e detalhes. Chokers brilhantes, zicornias coloridas ou colares mais pesados e trabalhados são uma boa opção. Dessa forma fica mais harmônico, fazendo do espaço “vazio” do pescoço como uma oportunidade de valorizar mais o look. 

 

Decote gola U: misturando peças mais pesadas 

 


Esse tipo de gola é a mais comum na maioria das roupas e às vezes pode causa a impressão de ser um estilo mais básico e simples. A ideia é saber valorizar seu pescoço misturando vários colares juntos e entregam mais peso para o look. Misturar prata com dourado, pedras com pingentes, brilho com aço e outras diversas opções de composições. Dessa maneira, a imagem ficará mais trabalhada e valoriza a postura.  

 

 

Gola alta: correntes grossas 

 


Às vezes, ao usar roupas com gola alta, surgem dúvidas se deveria não usar colar por conta da quantidade de pano na área do pescoço. Porém, acrescentando peças que entregam um pouco mais de glamour, demonstra mais informação de moda e preocupação em estar mais chic. Colares com correntes ou materiais mais grossos, são uma boa escolha para elevar o visual. 

 

Decote reto: ponto de luz 

 


Roupas com estilo mais romântico geralmente tem decotes retos ou quadrados. Considerando a essência dessa estética, uma boa escolha é preferir por colares mais delicados com pingentes pequenos e brilhantes. Os pontos de luz ajudam a trazer sofisticação e charme para looks mais clássicos. 


Com a chegada do outono, confira dicas para lavagem de casacos e blusas de frio

Com a chegada do outono, que teve início oficialmente em 20 de março, as temperaturas começam a cair gradualmente, marcando o início de uma estação que pede por roupas mais quentes. É a hora de tirar os casacos e blusas de frio do armário para usá-los cada vez mais nos próximos meses. Por isso, é o momento de lavar as peças que estavam guardadas e colocá-las para uso. Para garantir uma lavagem efetiva, o CEO da rede de lavanderias self-service Lavô, Angelo Max Donaton, listou algumas dicas.


Atenção para as instruções
Casacos e blusas de frio geralmente podem ser lavados à máquina. “A maioria das peças podem ser lavadas e secas em máquinas, basta ter atenção nas etiquetas. Para a efetividade do serviço, é indispensável respeitar também a capacidade do cesto medidor”,  completa.


Separe as peças
Algumas roupas exigem cuidados especiais, por isso separe-as. “Assim como na lavagem de outras roupas, é importante separar os casacos e blusas de frio por cor e tipo de tecido. Isso ajuda a evitar que as cores se misturem e que tecidos delicados sejam danificados durante o processo. A lã, por exemplo, precisa ser limpa separadamente de outros tecidos para não criar bolinhas. Por ser mais delicado, esse material também precisa de atenção à temperatura ideal na secagem, para que não haja danos”, destaca.


Lavanderia não é luxo, é praticidade
Lavar roupas pesadas durante o frio é um pesadelo. A água gelada e os dias no varal sem secar desanimam qualquer um. Até pouco tempo atrás, lavanderias eram luxo, mas hoje existem modelos self-service que democratizam o serviço. Ao optar por esse serviço, o usuário economiza tempo e dinheiro. Primeiro por ter a opção de lavar e secar na mesma lavagem, o que agiliza todo o processo já que não há a necessidade de colocar no varal ou até mesmo depender de sol ou vento para secar; segundo por ser econômico, uma vez que um ciclo custa, na Lavô, por exemplo, a partir de R$16 e inclui sabão e amaciante”, afirma.


Armazene corretamente
Após a lavagem, certifique-se de que as peças estejam completamente secas antes de guardá-las. “Pendure os casacos em cabides, dessa forma evitam-se deformações e dobras, e armazene as blusas dobradas em gavetas ou prateleiras e não se esqueça de deixar os armários bem arejados. Seguindo essas dicas simples, você pode garantir que seus casacos e blusas de frio estejam limpos, frescos e prontos para mantê-lo aquecido durante os dias mais frios do outono”, destaca Donaton.

 

 Lavô

 

Você sabe quando trocar os calçados das crianças? Descubra qual é o tempo ideal

Freepik

Rebeca Figur Schoenardie, da Calçados Bibi, explica quais modelos são indicados para cada fase das crianças e compartilha dicas sobre a troca de numeração dos produtos


Sabemos que as crianças têm um desenvolvimento constante e, com isso, roupas e calçados ficam pequenos e apertados em uma velocidade rápida. Devido a isso, muitas mamães e papais encontram dificuldade para escolher o tamanho ideal dos produtos, de acordo com a idade e cada fase do desenvolvimento dos pequenos. Pensando nisso, a Rebeca Figur Schoenardie, gerente de estilo da Calçados Bibi, maior rede de lojas de calçados infantis do Brasil, explica qual tipo de produto e de quanto em quanto tempo, em média, ocorre a troca dos calçados das crianças.

0 a 1 ano: de acordo com Rebeca, nos primeiros meses de vida, os bebês têm pezinhos compostos por mais cartilagem do que ossos e a função do calçado é somente de proteção, devendo deixar o pezinho livre, sentindo os estímulos para crescimento. O ideal é optar por produtos feitos com materiais leves, que permitam o pé respirar, macios e com pouca costura, pois os pés dos recém-nascidos possuem mais sensibilidade e precisam se desenvolver da forma mais natural possível. Além disso, é recomendado evitar produtos que tenham enfeites mal fixados ou fabricados com materiais tóxicos, já que as crianças costumam colocar os pés na boca. A troca dos calçados, normalmente, ocorre de três em três meses nesta fase.


1 a 4 anos: esta fase é das descobertas, quando as crianças estão andando, aprendendo diferentes palavras e sendo estimuladas, seja com brincadeiras ou conhecimento. Dessa forma, por terem mais estímulos, os calçados ideais são os mais leves, flexíveis, macios e que permitam a respiração do pé, além de produtos que tragam conforto e segurança, permitindo que os pezinhos cresçam livres e naturalmente. Não invista em peças que sejam maiores do que realmente é o pezinho do pequeno, pois assim ele não terá estabilidade ao andar. O ideal é que o calçado seja do tamanho certo do pé, considerando uma pequena folga para evitar algum tipo de deformação ao longo do desenvolvimento dos pés.


4 a 8 anos: nesta faixa etária, as crianças já são mais independentes. Além disso, elas já têm uma coordenação motora maior e costumam praticar algum tipo de esporte. Por isso, os calçados que já contam com um design mais kids, baseado nas tendências mundiais da moda, devem continuar sendo leves, flexíveis, macios e que permitam a transpiração do pé. Além disso, é importante que o calçado seja antiderrapante para proporcionar mais estabilidade na caminhada e/ou durante a prática de atividades físicas. É importante ficar atento ao tamanho certo para cada criança, que deve prever espaço para movimentação dos dedos, trazer mais segurança e crescimento dos pezinhos de forma natural e saudável.

Segundo Rebeca, a partir dos primeiros meses de vida até os dois anos, a troca do calçado pode ocorrer a cada três meses. Dos três aos cinco anos, o crescimento dos pequenos se estabiliza e fica mais lento, permitindo que a troca do sapato seja realizada a cada quatro meses ou mais, dependendo da evolução da criança. “Já a partir dos seis anos, quando os pequenos estão em fase escolar, a troca pode ocorrer a cada seis ou oito meses, aproximadamente. Uma dica para saber o tamanho correto do calçado é utilizar a palmilha como base para verificar se o pé se acomoda bem e fica confortável no calçado. Além disso, outra recomendação para saúde e desenvolvimento saudável dos pequenos é alternar os calçados diariamente para evitar umidade devido ao suor”, revela. Ainda de acordo com a gerente de estilo da Bibi, a troca do calçado também deve ser feita ao identificar algum desgaste no produto, pois a criança ainda está aprendendo a caminhar, causando o chamado desgaste desparelho, forçando um dos lados do sapato. A substituição do calçado auxiliará no treino do caminhar correto, induzindo a pisada neutra.

Os produtos da Calçados Bibi contam com tecnologias que seguem a idade e desenvolvimento da criança. Além de proporcionar conforto, os modelos da marca são fabricados com materiais não tóxicos, permitindo que o produto seja levado à boca ou tenha contato direto com a pele, sem colocar em risco a saúde dos pequenos. Além disso, as peças são fáceis de calçar e contam com a palmilha Fisioflex, que proporciona ainda mais conforto e flexibilidade, ajudando os pés a ficarem na posição correta, contribuindo para o desenvolvimento das perninhas e estimulando a percepção sensorial e as terminações nervosas. Assim, os calçados da Bibi oferecem a sensação de andar descalço, criando estímulos como se crianças estivessem com o pezinho no chão.

 

Cor do inverno: você sabe escolher o marrom certo para a sua pele?

Os desfiles internacionais e até as ruas já mostram que o marrom será a escolha das estações mais frias. O difícil é acertar o tom ideal para harmonizar com o tipo de pele. Luciana Ulrich, referência em coloração pessoal, dá dicas para escolhas de sucesso

 

Quem já fez coloração pessoal sabe o poder que uma cor tem de deixar sua imagem cansada e sem viço ou iluminada e viva. Não só as cores, mas as tonalidades de cada cor têm esse poder por reagirem com as bases que compõem o tom de pele de cada um. 

Luciana Ulrich, Consultora de Imagem Especialista em Cores e Idealizadora da Studio Immagine, empresa pioneira na coloração pessoal no Brasil, aponta os caminhos para não errar nessa escolha. 

"Nos desfiles internacionais para o inverno de 2025, a gente tem visto com frequência uma tonalidade em especial: o marrom achocolatado (ou marrom Nescau), que é mais 'diluído', um pouco mais rosado e escuro, com mais profundidade", explica a especialista, ao indicar: "Essa é uma tonalidade que entra muito bem para as peles de inverno, com subtom frio e que 'aguentam' mais profundidade". 

Para pessoas com tons de pele classificados na estação verão, ou seja, peles de subtom frio e que pedem cores mais claras e suaves, Luciana recomenda o marrom amêndoa. 

"Para utilizar o marrom em combinações, pense nele como um neutro, ou seja, como base de combinações de cores", ensina a especialista. Ela convida a misturar o marrom com tons de bege, que, na sua visão, formam o melhor casamento. "Mas, ainda dentro das combinações com neutros, marrom com cinza também é uma ótima aposta", sugere. 

Para quem quer ousar, mesmo que ainda em propostas neutras, pode combinar o marrom com o azul marinho e o branco, propõe Luciana. "E quem desejar um toque de cor, pode unir o marrom com pink, rosés e azul bic ou petróleo. Marrom com tons de amarelo e laranja também são combinações super elegantes", indica Luciana. 

Por fim, Luciana lembra que a cor é fundamental na composição com acessórios (bolsas, cachecóis, sapatos) e nas decisões de maquiagem. "O batom marrom está com tudo! Além disso, também é uma ótima cor para fazer o clássico olho esfumado e para esmaltar as unhas", finaliza.  


Luciana Ulrich
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studioimmagine܂br


Moda: 5 tendências para seguir no outono/inverno

De botas cowboy até meias vermelhas, shopping paranaense destaca as principais tendências para o período mais gelado do ano 

A Semana de Moda de Paris, realizada no segundo semestre de 2023, trouxe as principais tendências outono/inverno pelo mundo. Com grandes desfiles de marcas icônicas, o público teve acesso às tendências que estarão presentes, também, nas ruas brasileiras nos meses mais frios do ano de 2024. 

Que tal replicar os looks da Semana de Moda gastando pouco e tendo resultados que não deixam a desejar ao apresentado nas passarelas? O Shopping São José, preparou uma seleção especial baseada nas principais tendências do momento junto com a Consultora de Moda, Carolina França. Confira, as peças estão disponíveis mediante a disponibilidade de cada loja:

 

Meia calça vermelha

 

As “it girls” e as passarelas apontaram: o vermelho é a cor para as meias-calças no outono/inverno 2024. Fáceis de combinar, rendendo looks criativos e repletos de informação, o vermelho vai trazer mais alegria para os dias cinzentos. “A meia calça vermelha pode ser usada em looks mais discretos como “all black” ou cinza, deixando o destaque apenas para a peça, ou em looks mais criativos, repletos de cores. Uma tendência inusitada e vibrante”, comenta Carolina França, consultora de moda e estilo.

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Botas cowboy

 


Famosas como Beyoncé não tiram do pé e a tendência veio para ficar! Este será o ano das botas no estilo cowboy, de todos os modelos e cores. A versatilidade é uma das vantagens do calçado, que fica estiloso com saias, vestidos e calças. “A bota western é uma tendência que já vem aparecendo há várias temporadas, e que agora chega repaginada com bicos mais arredondados. Um toque de sofisticação rústica ao look”, explica Carolina.

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Peças na cor marrom

 

“O marrom é o novo preto”. Essa foi uma das principais mensagens dos últimos desfiles das semanas de moda mundo afora. Os desfiles com as coleções de inverno 2024 tiveram a cor onipresente e em todos os tons, fugindo do pretinho básico. “Um tom clássico e elegante, que vai bem em várias combinações de cor: tanto neutras como com cores mais vibrantes”, elucida conta a consultora de imagem. 

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Trench Coat

 


O clássico casaco existe desde os anos 1800, em uma história que remete a Primeira Guerra Mundial, sendo incorporado aos oficiais e superiores como símbolo de status na hierarquia. “O trench coat é uma peça atemporal e sofisticada, com certeza uma aposta certeira para os looks de inverno”, comenta Carolina. Em 2024 ele retorna com tudo, sendo uma das peças chave do outono/inverno. A semana de moda de Paris trouxe o casaco clássico em diversas versões, a Balmain principalmente em destaque.

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Xadrez

 


O “granpacore”, em português " estilo do vovô", é uma das principais tendências da estação. O que significa? Xadrez, muito xadrez. A estética propõe uma releitura de peças antigas, trazendo o xadrez como principal marca e explorando o estilo retrô. “Em diferentes cores e padronagens, o xadrez é mais uma das tendências que será revisitada nesta temporada”, destaca Carolina.

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Shopping São José
Rua Dona Izabel A Redentora (n° 1434), no Centro de São José dos Pinhais
Mais informações no site ou no perfil oficial do empreendimento no Instagram (@shopsaojose).


VOCÊ SABE QUAL É O AMULETO DA SORTE DO SEU SIGNO? DESCUBRA

 


Cada signo tem o seu amuleto da sorte. Veja qual é o seu.

 

Amuletos são objetos que atraem coisas boas para quem os usa, como: amor, prosperidade e sorte. Além disso, os amuletos também conferem proteção contra feitiços e energias negativas para aqueles que acreditarem. Eles também são usados como objetos de decoração, pingentes e até mesmo in natura como ervas, cristais e plantas. 

Existem diversos tipos de amuletos, os mais populares são o Olho de Hórus, Olho Grego e o Pé de Coelho. Para escolher um de forma certeira, o signo pode ser a solução, como explica Simone, consultora esotérica da iQuilibrio: “Como cada signo do zodíaco tem as suas características próprias, escolher um amuleto que tem mais a ver com a energia de cada um não é difícil. Assim, a pessoa que usar esse objeto atrairá aquilo que realmente deseja.” 

Veja os amuletos para cada signo segundo a consultora Simone da iQuilibrio.
 

Áries: Chave de metal antiga

Áries é o mais enérgico signo do Zodíaco, tem a atitude de nunca desistir e inspira outras pessoas a persistirem também. Tem determinação e energia para conquistar. Áries, que está sempre em busca de oportunidades, terá sua personalidade refletida no amuleto de chave de metal antiga, podendo usar como um colar ou guardando ele dentro da bolsa, ou carteira.
 

Touro: Ferradura

Esse signo pode ser um pouco cético em relação ao uso dos amuletos, porém, a ferradura pode ser uma ajuda extra que traz proteção e sorte. Pode ser usada como um item de decoração na casa ou como pingente em um colar ou pulseira. Esse amuleto ajudará na proteção espiritual e na tomada de decisões que podem resultar em prosperidade.
 

Gêmeos: Apanhador de Sonhos

Gêmeos, que é versátil e leve, prosperará ao usar esse amuleto que ajuda a superar obstáculos e impulsionar ambições. O apanhador de sonhos ajuda a evitar pesadelos, afasta energias negativas e atrai boas vibrações.
 

Câncer: Estatueta de Elefante

Muito sensível e intuitivo, o canceriano ao usar esse amuleto da estátua de Elefante, ajuda a ativar a sabedoria, força e boa sorte. Além de proteção espiritual e repelir a negatividade. Use como decoração ou na forma de pingente.
 

Leão: Mandá-la de 4 Folhas

Cheio de carisma e gentileza, quando o leonino usa o amuleto de mandá-la de quatro folhas, ele recebe uma ajuda extra para obter resultados melhores, ideias mais criativas e ótimos resultados na vida profissional. Também é excelente para meditação e cura energética. Pode ser usada como decoração.
 

Virgem: Olho Grego.

As pessoas costumam sentir inveja dos virginianos por serem muito talentosos e capazes. E, mais do que sorte, o Olho Grego ajuda a proteger de todo tipo de más vibrações enviadas. Use como pingente em um colar, pulseira ou anel.
 

Libra: Triângulos

O charmoso signo de libra recebe tende a receber muitas bênçãos cósmicas com o amuleto de Triângulos. Eles trazem equilíbrio e estabilidade. Essa energia combina com a diplomacia e imparcialidade de Libra, fazendo com que alcance seus objetivos sem ter que entrar em confrontos.
 

Escorpião: Flor de Lótus

A paz é uma forte aliada para o escorpiano. Sem ela as emoções podem se descontrolar. A Flor de Lótus ajuda a relaxar, afastar espíritos malignos, intensificar a positividade e é um ótimo ímã para atrair boas energias. Estimula a intuição, a consciência cósmica, autoconfiança e sabedoria. Pode ser usada como um objeto de decoração casa.
 

Sagitário: Âncora

Esse amuleto ajuda o aventureiro sagitariano a progredir na direção dos seus objetivos e a manter a positividade em todos os aspectos de sua vida. Além disso, auxilia a enfrentar desafios com força e resiliência, garantindo uma jornada constante e feliz.
 

 Capricórnio: Dragões

As energias dos Dragões ajudam os capricornianos a crescer no trabalho, serem grandes líderes e a aprimorar suas habilidades. Certamente combina muito com as ambições e encantos deles. Além disso, trará uma boa e necessária dose de magia para contrastar com a seriedade deste signo. Sempre carregue um na bolsa ou na mochila.
 

Aquário: Grilo

O grilo é um símbolo de sorte há séculos. Além disso, ele ensina duas boas lições: canta quando sente liberdade e se cala quando pressente o perigo. Por isso, o aquariano vai sentir nesse amuleto a proteção de um bom amigo.
 

Peixe: Romã

A Romã é um poderoso símbolo de fertilidade e abundância e ajuda o pisciano a vencer desafios e alcançar o sucesso. Mantenha esse amuleto sempre por perto, seja a fruta mesmo, em formato de objeto ou pingente e terá prosperidade.

 

iQuilibrio


Superstições surpreendentes do Brasil


Brasileiros invejosos? Pesquisa revela: Banho de sal grosso e olho grego lideram as pesquisas no Google entre os brasileiros. Confira a lista completa por estados.



Você já se perguntou sobre as superstições que permeiam o Brasil? Uma pesquisa reveladora realizada pela Aposta Hubmergulhou fundo nessas crenças que moldam nossa vida cotidiana, trazendo à tona insights fascinantes sobre as práticas e rituais que fazem parte da nossa cultura diversificada.



Banho de Sal Grosso: Um Ritual Nacionalmente Amado

O banho de sal grosso é a estrela principal, liderando como a preferência nacional em todo o Brasil. Associado a tradições espirituais de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda, esse ritual é amplamente utilizado para afastar o mau-olhado e purificar ambientes. Estados como Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Tocantins, Amazonas e Rondônia são especialmente devotos dessa prática.



Invocar São Longuinho: O Segredo para Encontrar Objetos Perdidos

Nos estados do Nordeste, como Ceará e Paraíba, além do Pará, Amapá e do Distrito Federal, invocar São Longuinho é a chave para encontrar objetos perdidos. Essa crença é uma constante nesses lugares, proporcionando esperança e confiança aos que creem.



Busca pelos Números da Sorte: Uma Prática Sulista e Sudestina

Nos estados do Sul e Sudeste, como Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro, além do Piauí e Maranhão, na região Nordeste, a busca por números da sorte é uma prática proeminente. Uma tradição que atravessa fronteiras, trazendo consigo a esperança de um futuro auspicioso.



Conclusão: Tradições Que Unem um País Diversificado

Esses resultados oferecem uma visão abrangente das superstições e amuletos que moldam as crenças e práticas dos brasileiros em todo o país. Com uma rica diversidade de tradições e influências culturais, as superstições continuam a desempenhar um papel importante na vida cotidiana, fornecendo conforto, proteção e esperança para muitos.


Como motivar seu filho a buscar estímulos além das tela


Especialistas dão 9 dicas para incentivar a criança a se desligar do universo digital e vivenciar o mundo real

 

De acordo com a última pesquisa do Panorama Mobile Time/ Opinion Box, 79% das crianças brasileiras de 0 a 12 anos passam, em média, 3 horas e 53 minutos por dia usando o celular, sendo que 44% delas têm seu próprio telefone, enquanto 35% utilizam o aparelho dos pais. 

O tempo médio de uso diário começa em 2 horas e 56 minutos por crianças de 0 a 3 anos de idade. Passa para 3 horas e 17 minutos na faixa etária entre 4 a 6 anos, e para 3 horas e 29 minutos pelos que têm de 7 a 9 anos, até chegar a 4 horas e 46 minutos de utilização pelas crianças de 10 a 12 anos. 

O período de uso está muito além do recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Segundo a instituição, crianças com idade entre 2 e 5 anos devem usar celulares e tablets por, no máximo, uma hora diária. Entre 6 e 10 anos, o tempo permitido sobe para duas horas por dia. Após os 10 anos, a recomendação é de até três horas diárias.

 

Impactos negativos do excesso digital: segundo a psicóloga Monica Machado, fundadora da Clínica Ame.C e pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein; uma rotina digital que extrapole estes limites pode comprometer todo o desenvolvimento das crianças. 

“As telas acabam ocupando o tempo das atividades que promovem o desenvolvimento do cérebro, do corpo, da psicomotricidade, das habilidades sociais, da estrutura psicológica e cognitiva. Isso pode impedir ou retardar a evolução natural e saudável das crianças, além de gerar risco de obesidade, alterações do sono, comportamentos agressivos e ansiosos, entre outras condições”. 

Para Danielle H. Admoni, psiquiatra geral e da Infância e Adolescência, pesquisadora e supervisora na residência de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM); a estimulação gerada pelas telas ativa o sistema límbico no cérebro, região que envolve as emoções e o mecanismo de ganho e recompensa. 

“Este efeito acaba sendo registrado pelo cérebro da criança, que associa as telas ao estímulo positivo, a um meio de combater o tédio e proporcionar bem-estar. Ao desligar o aparelho, a criança olha ao redor e não encontra nada compatível à torrente sensorial que as telas oferecem”, explica Admoni, especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). 

“Para piorar, muitos pais incentivam o uso das telas para evitar que os filhos fiquem entediados e, consequentemente, agitados, como se o celular ou o tablet fossem os únicos meios de estímulos à criança”, completa Monica Machado, host do podcast Ame.Cast.

 

Como estimular a criança fora das telas: a correria e impaciência do dia a dia levam muitos pais a esquecerem que há várias outras maneiras de estimular a criança, e de forma mais saudável, tanto para a mente como para o corpo. 

Para incentivar seu filho a se desligar do universo digital e vivenciar o mundo real, as especialistas dão 9 dicas importantes:

 

Deixe a criança entediada: “Permita que ela mesma busque a estimulação que seu cérebro precisa. Se notar dificuldade, invente uma atividade com ela. Aos poucos, vá deixando que ela brinque sozinha, evitando criar uma dependência da sua presença”, diz Danielle Admoni.

 

Motive brincadeiras que não envolvam eletrônicos: segundo a psicóloga Monica Machado, vale presentear a criança com um brinquedo novo. “Se ela quiser escolher, incentive jogos de construção, massinha de modelar, pinturas, quebra-cabeça com o tema do seu personagem favorito ou até brinquedos artesanais”.

 

Invista mais nos passeios: saia de casa mais vezes com seu filho. Leve-o ao parquinho do condomínio, onde ele poderá se exercitar e brincar com outras crianças, o que é fundamental para sua sociabilização. Promova também passeios ao zoológico, peças teatrais infantis ou piqueniques em parques.

 

Proponha desafios, como reorganizar os brinquedos: “Peça para seu filho escolher algo que não lhe interesse mais e sugira doar para alguma instituição de crianças. Só vale se seu filho participar deste ato. Será uma excelente oportunidade de ensina-lo a exercer a solidariedade”, aconselha Monica.

 

Aposte nos livros: “A leitura, que auxilia no desenvolvimento cognitivo, socioemocional e cultural, deve ser introduzida junto com os demais brinquedos como mais um objeto de prazer e de exploração do mundo”, pontua Danielle Admoni.

 

Participe da leitura: segundo a psiquiatra, caso seu filho não demonstre entusiasmo pelos livros, leia com ele. “Além de ser uma oportunidade de estarem juntos, você pode ajudar a criança a desenvolver linguagem, compreensão, imaginação, criatividade, entre outras habilidades que os livros podem proporcionar”.

 

Demonstre interesse pelos trabalhos da escola: “Pergunte o que a criança está fazendo, como está fazendo e se disponha a ajuda-la no que for preciso. Além disso, elogie suas evoluções”, afirma Monica Machado.

 

Crie um ‘cronograma digital’: elaborem juntos um cronograma semanal com as atividades livres e obrigatórias, incluindo o tempo dedicado às telas. “É uma forma divertida e leve de lembrar ao seu filho quando e como ele deve usar as telas, além de ensina-lo desde cedo a ter disciplina e organização com suas tarefas e responsabilidades”, diz a psicóloga.

 

Use o bom senso: a prática das dicas deve ser conduzida de acordo com a idade e maturidade do seu filho. Se ele ainda não souber ler, por exemplo, aposte em livros ilustrativos, interativos ou de colorir.

 

“Vale lembrar que é possível que algumas crianças não respondam bem às regras sobre o uso das telas. Daí a importância de ter paciência e firmeza, não deixando se levar por manhas ou chantagens. Na realidade, será a intensidade e frequência de protesto por parte da criança que mostrará o quanto essa intervenção é necessária. O mais importante é que este processo seja natural e que a criança perceba que as mudanças propostas são positivas. Se for preciso, não hesite em buscar ajuda de um especialista”, finaliza Danielle Admoni.

 

Não se reconhecer após uma cirurgia plástica pode ter impactos profundos na saúde mental dos pacientes

 Condições emocionais podem ser impulsionadas por padrões de beleza inatingíveis, falta de responsabilidade médica e transtornos de imagem 

 

Quando há uma expectativa irreal de transformação estética ou quando exageros são cometidos durante uma cirurgia plástica por parte de alguns profissionais, o estado emocional do paciente pode ser diretamente impactado, com sinais que vão desde sentimentos de tristeza e arrependimento até quadros de ansiedade extrema. 

Para o cirurgião plástico Fabio Nahas, professor da Unifesp e Diretor Científico Internacional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, no geral, as mudanças realizadas em uma cirurgia plástica são positivas para o bem-estar físico e psicológico do paciente, uma vez que trabalha sua autoestima e autoimagem, como apontado em um estudo conduzido por ele ao lado de outros cirurgiões plásticos e psiquiatras. 

A pesquisa, publicada no Plastic and Reconstructive Surgery Journal, mostra que mais de 50% dos pacientes que se submetem às cirurgias plásticas mais realizadas (lipoaspiração, rinoplastia e cirurgia de mamas) possuem algum grau de Transtorno Dismórfico Corporal. No caso dos pacientes com TDC classificado como leve a moderado, prosseguimos com a cirurgia. Realizamos o teste novamente, os resultados indicaram que 81% deles negativaram para o TDC após a cirurgia. 

“Entretanto, é preciso ficar atento aos pacientes com graus elevados de transtorno de imagem. Este é um dos principais motivos que podem levar à depressão pós-operatório visto que, mesmo após a realização do procedimento, o paciente segue vendo, em si mesmo, uma série de defeitos irreais”, alerta o cirurgião. Nestes casos, cabe ao profissional manter um diálogo aberto e sincero com o paciente, além de deixar claro o que é seguro realizar durante a cirurgia e o que pode contribuir positivamente para sua saúde física e mental. 

Assim, o profissional que segue os preceitos éticos é responsável por alertar o paciente de que o que ele deseja pode não ser o melhor para ele e, principalmente, estabelecer limites. É muito grave que, após uma cirurgia plástica, a pessoa se olhe no espelho e não se reconheça, ou mesmo se arrependa da cirurgia tão rapidamente, porque percebeu que, na verdade, gostaria de ter tido um resultado mais natural. Em alguns casos, é possível realizar uma cirurgia de reversão, mas o ideal - além de mais seguro - é alinhar as expectativas antes da operação. 

A escolha de um profissional qualificado torna-se fundamental para alcançar os resultados desejados e dentro da realidade. “A cirurgia plástica não pode ser vista como uma roupa “tamanho único”; ela deve ser pensada de forma individualizada para cada paciente, de acordo com o que ele necessita e o que é possível fazer e, se for o caso, encaminhá-lo para um acompanhamento psicológico antes da realização da cirurgia. Afinal, ainda que exista para resgatar a autoestima e qualidade de vida dos pacientes, a cirurgia plástica não deve ser banalizada”, aponta Nahas.
 

Fabio Nahas - Com mais de 30 anos de carreira, Fabio Nahas é um dos cirurgiões plásticos mais renomados do país. Diretor Científico Internacional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, foi vice-presidente da ISAPS (Sociedade Internacional de Cirurgia Estética), é especializado em Cirurgia Plástica e Reconstrutora, e opera nos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês, em São Paulo. Fabio Nahas é formado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com especialização em cirurgia geral e em cirurgia plástica pela USP. Realizou "fellowship" em cirurgia plástica na Universidade do Alabama, em Birmingham, nos Estados Unidos, tem Doutorado pela Faculdade de Medicina da USP e é Livre-Docente pela Unifesp / Escola Paulista de Medicina. Atualmente, se divide entre a clínica particular, na região da Avenida Brasil, em São Paulo, e a vida acadêmica. É Professor Orientador de Teses de Mestrado e Doutorado e Professor da Escola Paulista de Medicina (Unifesp). É também Editor Associado do Aesthetic Plastic Surgery Journal, órgão oficial de publicações científicas da International Society of Plastic Surgery (ISAPS).


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