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sexta-feira, 26 de abril de 2024

Museus interativos redefinem a experiência de aprendizado


Os museus têm evoluído constantemente e estão buscando formas inovadoras de atrair as pessoas e tornar a visita do público mais dinâmica. Uma tendência crescente é a adoção de tecnologias interativas, que não apenas informam, mas também envolvem os visitantes. Um exemplo dessa abordagem é o World of Wine (WOW), que utiliza artimanhas tecnológicas para proporcionar uma imersão única em seus museus. 

 

Desvendando a cortiça: uma experiência interativa no museu Planet Cork 

 

No Planet Cork, as pessoas mergulham na história da cortiça através de telas e atividades interativas repletas de informações detalhadas, desde descobrir o próprio peso em rolhas até criar uma rolha personalizada em menos de um minuto. Além disso, uma experiência inusitada permite aos visitantes desfilar em uma passarela e se ver na tela, como verdadeiros modelos internacionais. Um painel acompanha a história da cortiça contada por um tradicional homem português, enquanto diversas atividades que exploram os sentidos estão à espera do público. 


Crédito: World of Wine

 

Embarque em uma viagem sensorial no Wine Experience 

O Wine Experience, outro museu do WOW, não fica para trás em termos de interatividade e tecnologia. Painéis informativos e vídeos detalhados contam a história do vinho de maneira envolvente. Os visitantes podem interagir com a raiz de uma videira, descobrindo informações surpreendentes com um simples toque de mão na parede. 

 

Elementos de gamificação, como quizzes sobre tipos de uvas, tornam o aprendizado divertido, enquanto uma réplica de vila explora a diversidade das 14 regiões vinícolas de Portugal. Uma sala de cinema oferece vídeos imersivos e há muitas atividades que exploram os sentidos, como a percepção do sabor com nariz tampado que proporcionam curiosas experiências sensoriais. Outra ação interessante é participar de um jogo onde você será desafiado a sentir um determinado cheiro e deverá tentar adivinhar qual é o aroma. 


Crédito: World of Wine

 

Encante-se e divirta-se com o mundo do vinho rosé no Pink Palace 

No Pink Palace, a criatividade é explorada ao máximo no museu dedicado ao vinho rosé. A visita conta com uma degustação em que o visitante ganha uma pulseira com pins e cada um pode ser trocado por uma prova de vinho. Vídeos explicativos, piscina de bolinhas cor de rosa e cenários instagramáveis fazem deste museu uma verdadeira experiência sensorial. 

 

Além disso, o local é repleto de interações, divertidas como uma garrafa gigante onde os visitantes se "transformam" no próprio vinho rosé para fotos memoráveis e uma gangorra em forma da ponte D. Luis (que liga Vila Nova de Gaia à cidade do Porto) que proporciona muitas oportunidades fotográficas. 


Crédito: World of Wine

Em todos esses museus, a tecnologia é aliada do aprendizado, proporcionando uma jornada única pelo universo do vinho. Com atividades interativas, vídeos informativos e experiências que aguçam todos os sentidos, os museus do WOW conquistam não apenas os entusiastas do vinho, mas também aqueles em busca de uma visita cultural e divertida. Afinal, aprender pode ser tão empolgante quanto se divertir.  



WOW - World of Wine - um novo quarteirão cultural da região do Porto, Norte de Portugal. É constituído por sete museus, doze restaurantes/bares, lojas, uma escola de vinho, um espaço para exposições temporárias e uma galeria de arte. Está situado na margem sul do rio Douro, em Vila Nova de Gaia, e oferece uma vista avassaladora sobre a cidade do Porto e a Ponte Luís I.

O WOW compila a história, a magia e as emoções por trás do vinho português, do ritual dos copos e da indústria da cortiça. Mas vai além e acrescenta à fórmula a história do Porto e o que de melhor se faz no norte de Portugal, como os têxteis e a moda. E não falta a componente gastronômica: há diferentes conceitos de restaurantes, bares e cafés para descobrir no local.

https://wow.pt/pt

 

Ministério da Cultura e Santander Brasil apresentam: exposição Colecionismo: o belo, o raro, o único

 


 

  • No Farol Santander São Paulo, mais de mil itens e objetos raros diversos serão reunidos em uma exposição pela primeira vez;
  • Maquetes arquitetônicas, cartões postais, ex-votos, banquinhos brasileiros, instrumentos musicais, óculos, xícaras bigodeiras, máquinas de escrever, bonecos Star Wars e até mesmo bicicletas estão entre alguns dos destaques da exposição;
  • Objetos do Século XVII, início do Século XX e itens pessoais pertencentes e personalidades como Elis Regina, Rita Lee e Jô Soares serão exibidos ao público;
  • Mostra conta com acervo cedido por colecionadores como Adélia Borges, Sergio Type, Gilberto Sá e Mário Figueroa, e instituições culturais, como Instituto Ricardo Brennand.

 

 

O Farol Santander São Paulo - centro de cultura, lazer, turismo e gastronomia - inaugura no dia 19 de abril (sexta-feira), a exposição Colecionismo: o belo, o raro, o único, com curadoria de Carlos Faggin e Diana Malzoni. Inédita, a mostra aborda a prática e o conceito milenar de colecionar, exibindo mais de mil objetos diversos, provenientes de colecionadores particulares e instituições. 

Entre as coleções estão: bandejas de faiança, de Sandra Gorski; bancos brasileiros, de Adélia Borges; bicicletas, de Marcos Perassollo; bonecos do Star Wars, de Rodrigo Moreno; canetas, de Carlos Augusto Faggin; carimbos, de Carlos Matuck; cartões postais, de Mário Figueroa; colheres, de Ricardo Marques; ex-votos, de Gilberto Sá, maquetes de arquitetura, de Marcio Mazza; máquinas de escrever, de Sergio Type; bandejas Rio de Janeiro e sanfonas, de Sergio Campos; óculos, do Museu dos Óculos Gioconda Giannini; e xícaras bigodeiras, do Instituto Ricardo Brennand.

Esta é uma exposição que, assim como o ato de colecionar, fascina a todos os públicos. Desperta a nostalgia daqueles que conhecem e se lembram dos objetos expostos, bem como acende o interesse de quem descobre novos universos nas coleções. E ainda traz uma diversidade cultural que prezamos muito no Farol Santander”, afirma Maitê Leite, Vice-presidente institucional do Santander Brasil. 

O ato de colecionar é uma atividade reconhecida já há mais de 500 mil anos, como expressão de grupos de objetos com familiaridade formal, funcional, cromática ou de constituição material. Há razões para o ato de colecionar que vão desde o desejo da preservação de objetos significativos para a vida de indivíduos ou de grupos sociais, até o extremo patológico da dificuldade de se desfazer das coisas, nisso incluído o desejo de materializar a memória.

Há sinais arqueológicos de coleções datados de até 600 mil anos. Colecionava-se fragmentos de pedra, torrões de terra endurecidos ou de cores inusitadas, lascas de ossos, pedras ou calcários com desenhos.

Essa exposição foi concebida para evidenciarmos e apresentarmos o belo, o raro e o único, agrupados dentro dessa arte de guardar o mundo. Praticamente todos nós já colecionamos algo em algum momento, que seja na infância, com brinquedos, figurinhas, futebol de botão. É uma prática milenar que pode ter os mais variados aspectos e motivos e que se tornou inerente a nossa sociedade”, contam os curadores Carlos Faggin e Diana Malzoni. 

 

Serviço exposição Colecionismo: o belo, o raro, o único

Endereço: Rua João Brícola, 24 – Centro (estação São Bento – linha 1, azul do metrô)

Quando: 19/04/24 a 14/07/24

Funcionamento: terça-feira a domingo

Horários: 09h às 20h

Ingressos: R$ 40,00 (R$ 20,00, meia-entrada) 

Cliente Santander: 10% de desconto comprando com o cartão Santander (em até 8 ingressos).

Cliente Santander Select: 10% de desconto comprando com o cartão Santander Select (em até 8 ingressos), e prioridade na fila de entrada para o Farol.

Site Farol Santander: farolsantander.com.br

Telefone Farol Santander: (11) 3553-5627

Compra online:  https://www.farolsantander.com.br/#/sp (vendas também na bilheteria local)

Classificação: livre    


Exposição no Museu da Energia de São Paulo conta mais de 150 anos da história da energia no estado e na capital paulista

A mostra "Energia e Transformação" apresenta espaços para temáticas científicas, como as diferentes fontes, processos, alternativas e tendências futuras do setor 

 

O Museu da Energia de São Paulo está de portas abertas com uma nova exposição: “Energia e Transformação”, que resultou na remodelação de todas as salas expositivas do Museu, com exceção da área de exposições temporárias, e que aborda um panorama de mais de 150 anos da história da energia na capital e no estado de São Paulo, com espaços para temáticas científicas, como as diferentes fontes, processos, alternativas e tendências futuras do setor.  

Além disso, a exposição promove uma reflexão sobre o uso dos recursos naturais e da água e as relações entre sociedade, energia e meio ambiente.  “Energia e Transformação” é destinada a todos os públicos e poderá ser visitada de terça a sábado, das 10h às 17h. O projeto foi viabilizado com apoio do Programa de Ação Cultural (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

 

Visitando a exposição 

Uma das inovações da exposição inédita fica no piso térreo: o espaço “As Memórias do Casarão” apresenta os diferentes usos que o imóvel centenário, que abriga o museu, teve ao longo do tempo, como residência, escola e uma das primeiras ocupações de grupos em luta por moradia no centro da capital nos anos de 1980. Já nos andares superiores, a exposição traz as temáticas principais do museu, abordando o uso da água e energia ao longo da história da transformação urbana da capital e da Grande São Paulo a partir do século 19 até os dias de hoje. 

A mostra parte dos tempos do lampião a gás, que marcam a passagem de uma cidade colonial para urbana, introduzindo o visitante às transformações da capital paulista no século 19, com a implantação da iluminação pública. Há também uma sala dedicada à virada do século 19 para o século 20, apresentando as mudanças impulsionadas pela energia e o transporte elétrico a bondes na capital. 

Na mostra, também é possível acompanhar as mudanças na paisagem de 1910 até os anos 1950, a expansão da mancha urbana da cidade em novos bairros, com importantes obras como o Projeto Serra, que alterou, por exemplo, o curso natural do Rio Pinheiros, bem como a construção de grandes hidrelétricas geradoras de energia no estado a partir dos anos 1950, com seus impactos na paisagem, fauna, flora e para as populações. 

O final do percurso apresenta a transição entre história e ciência, destacando a pluralidade das pessoas responsáveis pelos avanços científicos, além de abordar, de forma lúdica e didática, os diferentes tipos e processos da geração da energia. Espaços instagramáveis também compõem a mostra, para que o público possa interagir e tirar fotos como se estivesse nas ruas de São Paulo nos finais do século 19 ou dirigindo um bonde elétrico nos anos 1910.

 

Outras atrações gratuitas  

Por ser mês de férias, em janeiro, o Museu da Energia de São Paulo também oferece atividades gratuitas, como a oficina de bolhas de sabão que acontece dia 20/01, onde os participantes terão a oportunidade de descobrir como elas se formam e “conduzi-las” com a utilização de bexigas, fenômeno possível por meio da eletrização de atrito entre objetos. A oficina busca demonstrar, de forma lúdica, o funcionamento de conceitos de eletrostática no dia a dia.

Ainda na programação de férias do Museu, há uma série de atividades refrescantes como circuito de água, mini piscinas e muitas brincadeiras para crianças de até 6 anos e não necessita de inscrição prévia. Essas atividades acontecem nos dias  25/01, 27/01 e 03/02. A iniciativa é uma parceria entre o Museu de Energia e o Sesc Bom Retiro as ações acontecem no Museu da Energia. 

 

Serviço

 

Exposição “Energia e Transformação” 

Museu da Energia de São Paulo  

Endereço: Alameda Cleveland, 601, Campos Elíseos, São Paulo

Contato: WhatsApp (11) 99169-8531 ou pelo e-mail saopaulo@museudaenergia.org.br

Aberto de terça-feira a sábado, das 10h às 17h

 

Evento: Museu de Energia de São Paulo – Programação de Janeiro

Público-alvo: Crianças até 6 anos

Inscrições: gratuitas no WhatsApp (11) 99169-8531, telefone: (11) 3224-1489 ou e-mail saopaulo@museudaenergia.org.br

Oficina de Bolhas de Sabão - 20/01 às 15h 

Férias Refrescantes - 25/01, 27/01 e 03/02 das 11h às 14h



Sobre a Fundação Energia e Saneamento

Desde 1998, a Fundação Energia e Saneamento pesquisa, preserva e divulga o patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e de saneamento ambiental. Atuando em várias regiões do Estado de São Paulo por meio das unidades do Museu da Energia (São Paulo, Itu e Salesópolis), realiza ações culturais e educativas que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, trabalhando nos eixos de história, ciência, tecnologia e meio ambiente.

 

EMPRESA MANTENEDORA DA FUNDAÇÃO ENERGIA E SANEAMENTO

CESP

 

PATROCINADOR MASTER

CTG Brasil

 

APOIO

Bayer Brasil

 

APOIO À EXPOSIÇÃO

Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, viabilizado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC).

 

Site: http://www.museudaenergia.org.br/

Facebook: https://www.facebook.com/museudaenergia

Instagram: @museudaenergia

YouTube: https://www.youtube.com/c/MuseudaEnergia

 

Museu Oceanográfico terá bilheteria gratuita no Dia Internacional dos Museus

Data é celebrada em 18 de maio


 

O Museu Oceanográfico da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) terá bilheteria gratuita no Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio. Serão distribuídas 1.000 senhas que deverão ser trocadas por cortesias na bilheteria no dia do evento. 

A ação integra a programação da 22ª edição da Semana Nacional de Museus (SNM), que acontecerá entre os dias 13 e 19 de maio. A SNM é promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e visa fomentar as visitas a espaços culturais. 

A distribuição de senhas terá início às 13h com a abertura dos portões do Museu Oceanográfico Univali e às 14h haverá o cerimonial de abertura com a apresentação do Coral Univali e da Banda Municipal Zequinha Cardozo, de Balneário Piçarras. 

Após o cerimonial, o público poderá visitar a exposição conforme a distribuição das senhas. Na área externa do Museu haverá atrações como feira de artesanato, apresentações culturais, brinquedos, serviços e distribuição de pipoca e algodão doce. 

A programação encerra com a Festa Neon e a apresentação da dupla Flor e Beija-Flor, robô LED e distribuição de bastões de LED para as crianças. 

O Museu Oceanográfico Univali está entre os quatro principais acervos de história natural do Brasil, sendo que na temática oceanográfica é o maior das Américas e o terceiro maior do mundo. 

 

Programação

 

13h – Abertura dos portões e início da distribuição das senhas

14h – Cerimonial de abertura

14h às 18h – Distribuição de pipoca e algodão doce gratuitamente

15h – Abertura da exposição

15h30 às 16h – Apresentação Cultural “Manas do Reggae” | Fundação Municipal de Cultura

17h – Encerramento da distribuição de senhas

18h às 19h – Festa Neon

19h30 – Encerramento da exposição

20h – Fechamento do museu

 

O Museu Oceanográfico Univali fica na Avenida Sambaqui, nº 318, em Balneário Piçarras.


Com cerca de 60 expositores, Bazar da Cidade traz presentes criativos para o Dia da Mães


Evento acontece no jardim da Casa Museu Ema Klabin e reúne diversos expositores.
 Foto: divulgação
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Bazar da Cidade traz opções de design, moda e bem-estar

 

A nova edição do Bazar da Cidade ocorre no sábado (27/04) e domingo (28/04) na Casa Museu Ema Klabin, no Jardim Europa, em São Paulo, com uma edição especial para celebrar o Dia das Mães. Serão cerca de 60 expositores com itens de design, decoração, moda e bem-estar, além de experiências gastronômicas. No final da tarde, o visitante poderá relaxar tomando um drink com os amigos ao som de jazz com o duo Shy, no jardim projetado por Roberto Burle Marx.

 

“Traremos, para esta edição, sugestões criativas para surpreender as mães, com opções de produtos autorais únicos, que muitas vezes não são encontrados em grandes centros comerciais. O evento, além de um passeio agradável, ainda estimula a economia criativa, valorizando o pequeno produtor, o artesão e o designer brasileiro, garantindo a sustentabilidade desta cadeia”, salientam as curadoras do Bazar da Cidade, Bel Pereira, idealizadora do projeto, e Miriam Lerner, ex-diretora do Museu da Casa Brasileira.

Vaso de madeira, do designer e artesão Ricardo Brito.
 Foto: divulgação.

Direto dos ateliês 

Para quem procura peças vindas diretamente dos ateliês, opções não faltam. Muitas delas são verdadeiras obras de arte e dão um toque elegante e criativo à decoração, como é o caso das peças de madeira certificada, do designer e artesão Ricardo Brito. São vasos, luminárias e tábuas de frios de diferentes formatos, feitos de jacarandá, peroba rosa, garapeira, entre outras, com detalhes em resina ou marchetaria.

 

O público também vai encontrar artesanatos de diversos estados do país, dos povos originários do Alto Xingu, além de produções têxteis autorais de seda, linho, algodão e joias utilizando diferentes técnicas.


Canellè: massa francesa aromatizada com rum, flor de
 laranjeira e baunilha da Cozinha Voilà.
 Foto: divulgação

 

Gastronomia

Impossível passar pelo bazar, sem se deliciar com a diversificada gastronomia. Destaque para as famosas receitas clássicas da região de Bordeaux (França), da Cozinha Voilà; a comida árabe funcional da Do oriente ao pote da chef Magda Hammoud, filha de libaneses, que utiliza em seus pratos somente temperos vindos do Líbano; os sorvetes sem corantes, conservantes ou saborizantes, da gelateria Amollis Gelato, entre eles, o sabor Choco Baiano feito com liquor de cacau natural produzido com nibs de cacau da Bahia e adoçado com rapadura; os cannolis da Cannoleria Farinha Flor, com sabores diferenciados como o de limão siciliano; além das empanadas, antepastos, queijos, geleias, balas de ovos caramelizadas, cervejas artesanais, vinhos e outros


Domenica 112 oferece bolsas com diversas opções de cores e personalização.
 Foto divulgação.

 

Oficinas para crianças: Jogos de tabuleiro do Mundo

No bazar também haverá oficinas para as crianças. No sábado e no domingo, a partir das 12h, os pequenos vão se divertir com jogos de tabuleiro de diversas partes do mundo. As oficinas gratuitas são voltadas para crianças a partir de 5 anos. 


Martina Vaz e Júlia acessórios.
Foto divulgação.


Quem vem?

Participam desta edição: Alisson Silva Cerâmica, Amarello cultura em brasileiro, Andrea Maria Puro Linho Italiano, Apahu, ateliê das duas, Ateliê Alaine Colucci, Atilio, Biensūr, Bruna Fois Jóia Artesanal, Cacau e Curas, Casa Naduni, Chaihara, Cocoon The Brazilian Rest, Coletivo Brutalita, Domenica112, Dudabyduda, Fita de Moça, FP Bordadoria, Hayô óculos de madeira, Ignez Mokdessi, Ivone Rigobello, Joyayá, Ju Salles acessórios, Just Silk, Lis Bellagamba Joalheria Artesanal, Maria Cristina Nascimento, Martina Vaz e Júlia acessórios, Miemy Stillo, Miriam Pappalardo, Ninho, Pablo Lozano e Akemi, Papel Planejado, Paper Poetry, Rb_artesão, Rosana Rehder Joalheria Artesanal, Sueli Isaka_design, Vera Nouer - arte seda pura, Akemi Cerâmica, Mercearia, Balas da Kah, Colheita alimentos, Da Fazenda (queijos artesanais), Mel & Propolis, Amollis Gelato, Café Campo Místico, Cannoleria Farinha Flor, Cervejaria Los Compadres, Cozinha Voilà (quiches), Delícias e Doçuras (empadas), Do Oriente ao pote, Doce Tarde/Gastronomia, Vinho até você, entre outros. 

 

Música ao vivo e visita ao museu


Música ao vivo no Bazar da Cidade. 
Foto: divulgação.

 

Ao final da tarde, a pedida é relaxar com música ao vivo, ao som do duo Shy, formado pelos músicos Guto Brambilla e Jorge Shy, que atuou nos anos 1980 como guitarrista da banda Heróis da Resistência. O duo apresenta um repertório leve, passando por Jazz, Soul e músicas dos Beatles, nesta formação clássica de baixo acústico e guitarra.

 

O público ainda poderá visitar a Casa Museu Ema Klabin. A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados e conta com uma coleção de mais de 3.500 peças, incluindo pinturas do russo Marc Chagall (1887-1985) e do holandês Frans Post (1612-1680), além de pintura moderna brasileira, artes decorativas e peças arqueológicas.

 

Serviço:

Bazar da Cidade

27 e 28 de abril de 2024

sábado das 11h às 20h

domingo das 11h às 20h

 

Oficinas para crianças

sábado e domingo a partir das 12h

 

Duo Shy

sábado e domingo das 15h às 16h e das 17h às 18 

gratuito

valet no local

Rua Portugal, 43 – Jardim Europa - São Paulo, SP

Instagram: @emaklabin

Facebook:  https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

Linkedin:  https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Site: https://emaklabin.org.br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU

Bazar da Cidade Instagram: @bazardacidade


Exposição Arte no Jardim celebra 50 anos da Revolução dos Cravos de Portugal


 De 9 de maio a 17 de outubro, o público pode conferir obras de 11 artistas portugueses e brasileiros na Embaixada de Portugal, em Brasília

 

Em celebração dos 50 anos da Revolução dos Cravos, em 2024, a Embaixada de Portugal no Brasil apresenta “Arte no Jardim”, uma exposição de arte contemporânea instalada nos jardins da Embaixada de Portugal, em Brasília, com obras de artistas portugueses e brasileiros que permeiam diversas linguagens da arte erudita e popular.

 

Portugal viveu sob um regime ditatorial por quase 50 anos (de 1926 a 1974) e durante esse período a sociedade portuguesa foi marcada por dolorosas memórias de repressão a movimentos operários, controle da imprensa, fortalecimento do patriarcalismo como sistema social, censura e combate a movimentos de libertação em suas colônias africanas.

 

Em 1974 a insatisfação com o regime ditatorial, a crise econômica e a impopularidade das guerras coloniais na África provocaram um desejo de mudança, dando origem ao Movimento das Forças Armadas. No dia 25 de abril do mesmo ano, a Revolução dos Cravos marcou o fim de uma longa ditadura com a restauração da democracia em Portugal.

 

“Arte, Cidadania e Democracia em Língua Portuguesa. Em maio poderemos assistir ao lançamento de uma exposição que junta de um modo muito virtuoso três pilares fundamentais das sociedades brasileira e portuguesa, sob a nossa língua comum. Uma iniciativa que informa, educa e conscientiza pessoas de todas as gerações que nos honram com sua visita, lembrando, sempre, valores que nos inspiram”, comenta Luís Faro Ramos, Embaixador de Portugal no Brasil.

 

Com curadoria do diretor do CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian de Lisboa, Benjamin Weil, e de Marcelo Gonczarowska Jorge, representante do Museu de Arte de Brasília, o conjunto de onze obras escolhidas para esta Mostra dialoga com questões e valores da Revolução dos Cravos. 

 

“Ficamos muito felizes de levarmos a Brasília, pela primeira vez, obras importantes da coleção do CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e poder proporcionar a experiência destas obras ao público brasileiro”, afirma Benjamin Weil.

 

O curador Marcelo Gonczarowska Jorge acredita que o encontro entre o acervo português e a arte brasileira permitirá que o público testemunhe um instigante diálogo cultural luso-brasileiro.

 

Entre os artistas portugueses, a exposição apresenta obras de Pedro Barateiro, Fernanda Fragateiro, Rui Chafes, Ana Vidigal, Luisa Cunha, Paula Rego e Márcio Carvalho. Os brasileiros Cecília Mori, Flávio Cerqueira e Paulo de Paula são os artistas nacionais convidados a participar da homenagem, além de José Maria Martinez Zaragoza, espanhol radicado no Brasil. 

 

A exposição se desenrola em três partes ou movimentos, que começa no interior do edifício e se expande pelo jardim da Embaixada. Um convite a uma caminhada onde o público descobre as obras pelo caminho. 

 

Primeiro movimento: medos, aspirações e desejos. O primeiro conjunto de sete obras é dedicado às causas da revolução. Aqui os visitantes terão acesso a obras que abordam questões raciais, políticas e sociais, que lidam com temas relevantes para aquele momento histórico e para o atual.

 

A exposição se inicia na parte interna do edifício com a escultura “Onde tudo acaba em mim” de Flávio Cerqueira, artista negro brasileiro cujo trabalho dialoga com questões raciais. 

 

Como parte do mesmo movimento a obra “Pénelope”, da artista portuguesa Ana Vidigal, reúne aerogramas (cartas transportadas sem envelopes por aviões) enviados por seu pai durante as guerras coloniais na África, construindo uma colcha sobre um colchão.

 

No mesmo espaço são apresentadas uma instalação de Rui Chafes e uma serigrafia de Paula Rego, ambos portugueses.

 

No vão, a “Cadeira de Beira-de Estrada”, de Fernanda Fragateiro, evoca Lina Bo Bardi e convida a entrar nos jardins, onde a instalação de José Maria Martinez Zaragoza, um conjunto de seis esculturas da Série Não Matarás, se vai revelando entre árvores do cerrado.

 

Segundo movimento: tensões. O segundo conjunto apresenta três peças que remetem às emoções e tensões relacionados ao decorrer dos fatos importantes que marcaram os dias 24, 25 e 26 de abril de 1974. A abrir este movimento é apresentada a obra sonora “Senhora!”, da artista portuguesa Luísa Cunha. Esta obra está associada ao papel fundamental que o rádio teve durante o processo, assim como à comunicação velada entre os revolucionários.

 

A instalação "Deleitar, Deformar, Devorar" foi criada especialmente para esta exposição pela artista brasileira Cecilia Mori. Nessa obra, formada por linhas, nós e emaranhados de elásticos de alfaiataria, o visitante será remetido às tensões, dúvidas e imprevistos surgidos durante a sublevação.

 

Terceiro movimento: despertar. A obra do artista português Márcio Carvalho, “Ecos de liberdade”, encerra este percurso. Uma obra participativa, criada especificamente para esta exposição, que remete para os resultados e aspirações do novo regime democrático. 

 

Na instalação composta por uma cabana em meio ao jardim, o público terá acesso a uma biblioteca com diferentes livros sobre temáticas que se envolvem diretamente com a liberdade. A obra é participativa e o objetivo é que o público se aproprie dela e passe a ser o centro do processo artístico. 

 

Participar de mostras como a exposição “Arte no Jardim” demonstra o comprometimento da EDP em ser uma força ativa na celebração de marcos históricos com relevância na relação bilateral entre Brasil e Portugal, bem como na valorização da arte como meio de expressão e reflexão sobre nossa identidade e valores comuns. Estamos orgulhosos em apoiar essa iniciativa que promove o desenvolvimento social, cultural e contribui para construção de uma sociedade mais consciente.” Afirmou João Marques da Cruz, CEO da EDP na América do Sul.

 

​​A exposição é uma iniciativa da Embaixada de Portugal no Brasil, do Camões CCP Brasília, em parceria com o CAM - Centro de Arte Moderna e Museu de Arte de Brasília. Patrocínio: EDP Brasil. Produção: Tuîa arte produção. Realização: Ministério da Cultura.

 

 

Serviço Exposição Arte no Jardim

Gratuito. É preciso levar documento de identificação para entrar no local

Período de visitação: 09 de maio a 17 de outubro 2024

Dias e horários: Quintas e Sextas, das 11h30 às 16h30

Sábado: primeiro sábado de cada mês: 11h30 às 16h30

Local: Embaixada de Portugal - Avenida das Nações, Lote 2 - Brasília, DF, 70402-900 

Visitas educativas: Às quartas-feiras a exposição oferece programa de visitas educativas que são agendadas previamente. Para mais informações: contato@tuia.art.br

 

Visitas para grupos (a partir de 4 pessoas): São realizadas visitas guiadas para grupos (a partir de 4 pessoas) mediante agendamento prévio. Para mais informações: ccp-brasilia@camoes.mne.pt; e instagram: camoes_brasil

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