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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Kantar Media destaca 10 tendências para mídias sociais em 2019



A Kantar Media, líder global em inteligência de mídia, divulga a quinta edição do seu relatório As Tendências das Mídias Sociais, em que traz algumas das maiores mudanças no cenário de mídias sociais e mapeia oportunidades para os profissionais de marketing e comunicação.



Desde novas formas de monetização das redes sociais até exemplos de como facilitar o relacionamento entre marcas e influenciadores, o relatório lista as 10 principais tendências para as mídias sociais durante este ano. Confira o estudo completo da Kantar Media no site.


1. Manter ou Mudar? Reinvenção do modelo de publicidade

Após passarem por um período desafiado, players da indústria, como o Facebook, estão revendo seus modelos de negócio, baseados na publicidade direcionada por meio de dados coletados dos usuários. A diversificação dos formatos é importante e deve finalmente começar a se monetizar e a, gradualmente, reequilibrar o volume de negócios dos gigantes das redes sociais. Por exemplo, com a criação de uma versão sem publicidade e acessível por assinatura. O Twitter está experimentando ofertas de assinatura e o LinkedIn oferece assinaturas premium aos usuários de acordo com suas necessidades. Já o Facebook tem ambições no campo do hardware: a plataforma revelou, recentemente, seu projeto de smartspeakers (Portal e Portal+) e estaria preparando um chat de vídeo/decodificador de TV híbrido para lançamento este ano, o "Ripley".


2. Além da "algoritmização" de plataformas: Um mundo de duas velocidades está surgindo

Os algoritmos que fundamentam nossa experiência na mídia social estão distorcendo nossa visão de mundo. Os próprios usuários da rede estão procurando maneiras de se livrar da influência deles. As marcas estão experimentando uma queda significativa em seu alcance orgânico. Em junho de 2018, o Facebook anunciou a eliminação do recurso "tendências", que mencionava os tópicos mais comentados nas mídias sociais no momento. Dois professores do Instituto Federal de Tecnologia, em Lausanne (Suíça), criaram um algoritmo que impede a polarização extrema do conteúdo, forçando-o a ser promovido como um ponto de vista oposto ao do usuário da internet.

A crise de reputação, a ascensão deliberada da privacidade e a entrada em vigor do GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia) proporcionam um quadro mais do que favorável para isso. O Google, por exemplo, comunicou, recentemente, anúncios sem personalização. O Twitter, por sua vez, lançou uma opção em suas configurações para desabilitar o algoritmo de rede social e restaurar a linha do tempo dos tweets. Provavelmente, veremos o surgimento de versões pagas, o que também pode reforçar esse fenômeno oferecendo versões "não algorítmicas".


3. Plataformas dedicadas. Na era do "social por design"

Todos os anos, novas plataformas e aplicativos sociais chegam ao mercado com o objetivo de fazer tremer a concorrência. Mas, muitas vezes, são ofuscados tão rapidamente quanto surgem. Olhando para trás, em 2015, houve um sinal fraco, mas importante, com o surgimento de redes sociais de marca. E este conceito evoluiu. No e-commerce, por exemplo, chegou a hora de mobilizar as comunidades, como nas redes sociais HowTank e Toky Woky, em que os usuários podem iniciar discussões com outros consumidores e participar de uma plataforma para continuar se comunicando com outras pessoas que gostam das mesmas marcas.

Os editores não estão pensando duas vezes em revitalizar seus espaços de comentários com botões de reação ou dispositivos de co-criação, como o Brief, uma mídia que oferece aos leitores a oportunidade de votar no assunto a ser abordado na edição do fim de semana. Marcas que ainda não entenderam como as coisas são, precisam reinvestir em mídia própria e limitar a dependência das principais plataformas de mídia social. Sem substituí-las, é claro.


4. Mudando o Social Commerce. Abordagens multifacetadas tomando forma

Há vários anos, as principais plataformas sociais vêm experimentando em todos os lugares e expandindo seus serviços para acionar a compra. O Instagram lançou o Instagram Shopping, novo recurso que permite que os produtos identificados em sua plataforma sejam comprados em um clique. Dentro desse clima, o Pinterest parece ter uma vantagem competitiva: 87% de seus usuários fizeram uma compra como resultado do conteúdo encontrado na plataforma. Na China, líderes de redes sociais aprenderam a desenvolver configurações genuínas de S-commerce, onde interação e interesses das comunidades têm papel decisivo no ato de comprar. É o caso do Pinduoduo, onde usuários identificam vendas online e ligam para seus amigos para comprar os produtos a um preço reduzido. Recursos sem precedentes da plataforma, como os bingos ou discussões entre amigos, também trazem uma dimensão social real ao ato da compra.


5. Parcerias estratégicas prosperam. A diversificação acelera

Enquanto as aquisições de negócios estão em baixa, as parcerias estratégicas estão em alta e em áreas muito diferentes. Uma das mais notáveis do ano é o Data Transfer Project, um projeto de transferência de dados de código aberto lançado pelo Google, Microsoft, Twitter e Facebook. Aquisições de negócios e parcerias estratégicas são elementos inestimáveis na compreensão do futuro das empresas de mídia social. Em 2019, as parcerias continuarão a acelerar de maneira surpreendente, à medida que os gigantes da mídia social investem em novos setores, como saúde, educação, bancos, entre outros.


6. O desgaste do influenciador de marca se instala. Como quebrar o impasse?

A ascensão dos ad-blockers e a crescente desconfiança do conteúdo das marcas levaram a uma grande mudança: os consumidores estão procurando cada vez mais seus colegas para informações e indicações pré-consumo. As marcas perceberam a tendência e alavancaram os influenciadores para aumentar sua visibilidade e vendas. Mas um erro em grande escala foi cometido: a influência foi tratada como qualquer outro canal de marketing, quando se trata, acima de tudo, de relações humanas e confiança. Alguns influenciadores apostaram demais, assumindo várias parcerias pagas até que começaram a se perder, prejudicando seriamente suas reputações. O CEO EMEA da Traackr, Nicolas Chatbot, resumiu bem o ímpeto que as marcas devem seguir: "as marcas diferenciadas são aquelas que consideram as motivações de seus influenciadores, o que podem dar a elas e têm uma visão de longo prazo do relacionamento que desejam construir".


7. De volta ao básico! O engajamento é a nova tendência

O engajamento da comunidade é uma parte crucial da estratégia de marketing online de uma marca e esses mecanismos não podem se limitar às plataformas sociais. De acordo com um estudo da Kantar TNS, três quartos dos consumidores pesquisados sentem que pertencem a uma comunidade. Além disso, cerca de metade deles estão dispostos a se envolver em uma comunidade criada por uma marca. Para os consumidores, a necessidade de pertencer a uma comunidade é particularmente forte. Para as marcas, a chave é entender verdadeiramente as percepções significativas na conexão de conjuntos de dados para aprimorar o marketing e a comunicação da marca realmente orientada por dados.


8. Hibridização de formatos. A grande mistura de narrativas criativas

2019 será o ano dos formatos criativos híbridos. A ascensão e democratização do formato Stories no Instagram é uma boa demonstração. Mas o Stories como conhecemos também vai evoluir, com foco no áudio, que também está em ascensão. Podcasts de música, novas opções de música em vídeos, efeitos sonoros de todos os tipos: a experiência de áudio completa o arsenal do Stories. Diversificação, hibridização e criatividade com foco em conteúdo de áudio estão no menu para o ano. 


9. O eixo estratégico do entretenimento. O show precisa continuar!

O entretenimento não é limitado às plataformas sociais. A TechRadar informa que a Netflix e a Telltale Games firmaram um acordo para incorporar jogos em um serviço de streaming de filmes e programas de TV. De acordo com o relatório, a Netflix irá lançar seu programa piloto de videogame com a popular série Minecraft, Story Mode, da Telltale, bem como um projeto baseado em Stranger Things. Meios de comunicação, como o Washington Post estão se livrando das convenções do jornalismo clássico por meio de questionários, poemas e jogos de tabuleiro que supostamente trazem uma nova dimensão à sua escrita. 


10. Os círculos chineses de experiência de marca. A mídia social interconecta estratégias globais de marketing

Após ser um canal de distribuição de conteúdo destinado a aumento de reconhecimento de marca, de ser importante meio de interação e comunicação com consumidores e, depois, um componente essencial do marketing das marcas, o objetivo das marcas com as mídias sociais agora é criar interações exclusivas em diferentes dimensões em torno da experiência da marca, ou seja, atrair consumidores alvo para entrar e desfrutar de uma experiência sensorial abrangente. Um exemplo disso vem da China e serve de inspiração para as marcas ocidentais. A Master Kong (do ramo de alimentos) adicionou interação ao seu anúncio lançado no iQiyi (a Netflix chinesa): os usuários que coletaram 3 emojis ao assistirem ao anúncio receberam um cupom de desconto de 12% para usar na variedade de massas da empresa. Enquanto os usuários estavam validando o cupom, a página da web em exibição era a da Master Kong dedicada ao varejista online JD. Essa interatividade chamou a atenção do público e o incentivou a usar o emoji personalizado da marca em plataformas de mídia social e, assim, orientar o tráfego em direção a lojas online para promover vendas.

É uma boa ideia imitar a abordagem chinesa, que também visa a reunir todos os canais, mas dá ao marketing social o papel principal de conectar as várias experiências, tanto do mundo digital como no "real".






Kantar IBOPE Media
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DNS malicioso é usado para roubar dados dos voluntários na Venezuela


Golpe foi descoberto quando os pesquisadores da Kaspersky Lab perceberam que os dois sites estavam direcionando o usuário para o mesmo endereço IP malicioso




Os pesquisadores da Kaspersky Lab alertam que cibercriminosos estão usando uma técnica que manipula o endereço do servidor DNS para roubar dados de quem se inscreve no movimento "Voluntários para a Venezuela". A iniciativa, que já conta com milhares de pessoas cadastradas de acordo com a imprensa local, é resultado da convocação pública que o senhor Juan Guaidó, atual presidente interino da Assembleia Nacional da Venezuela, fez em 10 de fevereiro, solicitando voluntários para contribuírem na ajuda humanitária ao país.

A campanha é legítima e funciona da seguinte maneira: os voluntários se registram em um site e depois recebem instruções sobre como ajudar. O site original pede que os voluntários forneçam seu nome completo, identificação pessoal, número de telefone celular e se possuem algum certificado médico, um carro ou um smartphone, além de solicitar também a localização de onde eles moram.

              
      
Este site apareceu online em 6 de fevereiro deste ano. Apenas alguns dias depois, em 11 de fevereiro, um dia após o anúncio público da iniciativa, outro site quase idêntico apareceu com um nome de domínio e uma estrutura muito parecidos.

                 
           
 

Na verdade, o site falso é o reflexo do site original, voluntariosxvenezuela.com. Tanto o site original quanto o site falso usam SSL do Let's Encrypt, mas as diferenças são as seguintes:
                

 

A descoberta do golpe aconteceu quando os pesquisadores perceberam que os dois domínios distintos e com proprietários diferentes estão direcionando o tráfego dentro da Venezuela para o mesmo endereço IP, pertencente ao proprietário do domínio falso:

                               

 


Isso significa que não importa se um voluntário abre a página oficial ou a falso, pois de qualquer maneira colocará suas informações pessoais em um site fraudulento e estará correndo risco.

Caso o acesso seja realizado de fora da Venezuela, o site oficial direciona o tráfego para um endereço diferente:

                   
                


Neste cenário, em que os servidores DNS são manipulados, a Kaspersky Lab recomenda enfaticamente o uso de servidores DNS públicos, como os servidores do Google (8.8.8.8 e 8.8.4.4) ou os servidores do CloudFlare e do APNIC (1.1.1.1 e 1.0.0.1). Além disso, recomenda-se utilizar conexões VPN sem um DNS de terceiros. A Kaspersky Lab bloqueia o domínio falso como phishing.

Esta técnica já é utilizada por criminosos brasileiros para roubar dados ao infectar os roteadores domésticos.







Kaspersky Lab


Nanotecnologias e Blockchain: tudo a ver


Você já usou bitcoins para pagar por algo? Criou sua carteira online ou física para receber criptomoedas? Conhece algum protocolo para transação de dados sem precisar de intermediários?

É bom ficar por dentro destes termos, pois o mundo depois da tecnologia Blockchain nunca será como antes…

As Geotecnologias sempre fizeram bom uso das tecnologias computacionais, desde as bases de dados até o armazenamento e análises na nuvem. Além disso, as tecnologias geoespaciais estão a cada dia mais sendo integradas a sistemas de gestão de empresas.

Dessa forma, era apenas uma questão de tempo para que a Geotecnologia pudesse incorporar também a tecnologia Blockchain.

O termo “chain” é a cadeia de transações, como se fossem entradas em uma espécie de livro caixa, mas estes ativos podem ser desde dinheiro até imagens, mapas, documentos… Enfim, qualquer coisa que possa passar de uma pessoa a outra de forma online. Hoje, o que geralmente acontece no mundo online é a transação entre tokens contendo somente os metadados dos ativos. Já o envio físico do ativo ocorre de forma separada, através de um intermediário.

Por sua vez, o termo “block” refere-se ao agrupamento das transações relacionadas entre si. Uma forma de visualizar a Blockchain é imaginar entradas em um livro contábil, onde todas as transações entram na sequência em que ocorrem.

Existem algumas diferenças sensíveis do Blockchain em relação a uma base de dados tradicional. Blockchains são abertas para todos os membros, assim como os registros das transações. Não há uma administração central, por ser uma rede ponto-a-ponto. Cada transação que entra na Blockchain é verificada e aprovada por consenso entre os membros da rede. Por outro lado, há “validadores” – chamados de mineradores – que podem revisar e confirmar transações.


Confiança e Imutabilidade

As duas características chave da tecnologia Blockchain são confiança e imutabilidade.

Toda negociação acontece na Blockchain com base na confiança, enquanto a imutabilidade é a garantia de que um registro ou transação não pode ser modificado ou apagado. Quando um membro faz uma transação, a data e a hora são estampados e uma chave é gerada pelo computador. Cada transação subsequente também terá estampada seus dados (data, hora e chave).

Hoje, em uma transação tradicional, duas partes que não se conhecem precisam de um intermediário em quem confiem (um banco, por exemplo), para que possam trocar ativos entre si. Em uma Blockchain, esse intermediário é substituído por uma rede ponto-a-ponto na qual a autorização e a validação das transações é feita através de um processo de consenso entre seus membros.

Ou seja, saem os intermediários e entra a troca direta!

Já imaginou onde isso pode dar? Desde a compra/venda de dados geoespaciais até mesmo o voto em políticos, já temos tecnologia para eliminar quem está entre as pessoas e tornar o fluxo de informação muito mais transparente.

Porém, em alguns casos ainda é preciso que haja um controle central, garantia de confidencialidade e rápida performance. Num caso como este, ainda faz sentido se pensar em bases de dados. Um exemplo é o Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter), concebido pela Receita Federal (https://bit.ly/2WXm1SO), que está sendo desenvolvido com bases de dados tradicionais.


Público x Privado

Existem dois tipos de Blockchains: pública e privada. A implementação mais conhecida de uma Blockchain pública é a moeda digital bitcoin. Neste caso, um membro tem que configurar uma carteira (online ou física), à qual o sistema atribui uma chave privada. A partir disso, o membro já pode interagir com a rede e usar bitcoins para pagar por bens, serviços, dados, documentos e o que mais você puder imaginar.

Já uma Blockchain privada pode ser implementada por uma instituição, tal como órgãos governamentais ou empresas, com número restrito de usuários e entrada somente através de convite. Numa Blockchain privada, ainda que outros membros possam ver a transação, eles não podem participar dela a não ser que tenham permissão especial para isso. As regras podem ser facilmente alteradas pelos administradores e os mineradores são certificados pela instituição.


E onde entra o Blockchain na Geotecnologia?

Existem várias áreas onde Blockchain pode ser usada, mas destacam-se duas quando estamos falando de Geotecnologias: transações territoriais e repositórios de dados.

Hoje, no caso de negócios envolvendo imóveis, em regra não há confiança estabelecida entre duas partes e existe a necessidade de transparência em relação aos dados. Por isso, existe uma parte que é o registro de imóveis para fazer a intermediação.

Porém, com Blockchain esse intermediário poderia simplesmente ser eliminado. E isso já está sendo testado em alguns países, como Ucrânia, Estônia, Honduras, Georgia, Gana e Suécia.

No Brasil, convivemos com erros e inconsistências em registros de terras, e ainda que as tecnologias geoespaciais tenham tido um grande impacto na digitalização de mapas e implementação de geoprocessamento, as transações de dados relativos a imóveis tende a perder sincronismo, pois constam em várias bases.

Uma implementação que integra Geotecnologia e Blockchain é o FOAM, um protocolo aberto para o mercado de dados geoespaciais na Blockchain Ethereum (www.foam.space). O FOAM associa “coordenadas” espaciais criptografadas a contratos e estes a endereços físicos. É como se sua carteira tivesse um “layer espacial” e seu dinheiro fosse creditado ou debitado em função de sua localização.

Recentemente, a subsidiária de registros de terras baseada em Blockchain da gigante do varejo Overstock.com assinou um Memorando de Entendimento (MOU, na sigla em inglês) no México para desenvolver uma plataforma digital de registros de terras. A notícia foi revelada em um press release divulgado pela Nasdaq (https://bit.ly/2TveA39) em 4 de fevereiro passado.

Nos termos do acordo, será desenvolvida para o município mexicano de Tulum uma plataforma digital para coletar dados de imóveis, emitindo certificados de titularidade de terras. Em um estágio posterior, será criado um método para proteger e armazenar automaticamente transações e atualizações referentes à administração de terras.

Outro exemplo de integração entre Blockchain e Geotecnologias poderia ser o uso de transporte público, no qual um ônibus identificaria a posição geográfica dos pontos de entrada e saída do usuário no veículo e cobraria exatamente pela distância que ele percorreu.

Para ajudar, fizemos um infográfico explicando como seria uma transação entre duas pessoas, que não se conhecem, mas que intercambiariam dados e valores sem necessidade de um intermediário:

Infográfico simplificado sobre uma transação usando Blockchain (em formato png): https://bit.ly/2BvD0lV


Então, quando usar Blockchain?

Uma organização que precise trabalhar sem intermediários, onde os membros não necessariamente se conheçam suficientemente para terem confiança entre eles, numa rede que requeira abertura e transparência sobre as transações, seria uma séria candidata à implementação de Blockchain.

A tecnologia Blockchain já é realidade e veio para ficar. É uma rede imensa, distribuída globalmente, acessível por qualquer aparelho e onde qualquer ativo – informação, dinheiro e até mesmo votos – pode ser movido, guardado e gerenciado de forma segura e transparente..

*Eduardo Freitas, coordenador da programação técnica dos eventos MundoGEO Connect e DroneShow. Engenheiro Cartógrafo, Técnico em Edificações, Especializando em Drones, com mais de 20 anos de experiência no setor de Geotecnologia e Obras Civis






GEOLOCALIZAÇÃO e DRONES

 

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