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quinta-feira, 15 de março de 2018

Dependência de chocolate pode ser caso de procurar ajuda



Também conhecido como chocoholics, pessoas “viciadas em chocolate” podem precisar de tratamento multidisciplinar


Com o mercado bombardeando os consumidores com promoções de Páscoa, fica difícil para muitos resistirem à tentação de comprar uma barrinha de chocolate. O consumo, que pode parecer inocente para algumas pessoas, pode ser um problema que vai além do aumento de peso. A vontade exagerada de comer chocolate pode caracterizar uma compulsão alimentar que deve ser tratada por profissionais.


A psicóloga Tatiane Paula Souza alerta sobre a dependência, que pode ser uma forma prejudicial da pessoa aliviar suas questões emocionais. “Como trata-se de um alimento que pode implicar em uma associação de alívio de situações problemáticas, liberando endorfina e serotonina (neurotransmissores ligados à sensação de bem-estar), estamos falando de um efeito rebote que vem quando a pessoa percebe a falta das substâncias do chocolate, passando a consumir quantidades cada vez maiores para durabilidade imediata e de extremo prazer”.


No caso específico dos chocoholics, o consumo de chocolate é diário, variando a frequência conforme a gravidade do vício. “Dependendo da intensidade, o hábito pode ser comparado a dependências como o álcool, tabaco, jogos, internet entre outras compulsões”, afirma a psicóloga.


Em mulheres, a compulsão alimentar associada ao consumo exagerado do chocolate é mais frequente, pois muitas vezes se desenvolve uma associação do doce com o alívio dos sintomas da TPM. “Quando estamos associando padrão de consumo que eleva a normalidade, falamos de compulsão do comportamento, podendo ser do sexo masculino ou feminino. Porém foi observada incidência maior do consumismo do chocolate em mulheres, principalmente em períodos pré menstruais”, relata Tatiane. “Há muitos relatos de mulheres que encontram no alimento (chocolate) calma e prazer. É muito comum este tipo de demanda no consultório”, complementa.



Características da compulsão

De acordo com Tatiane, na compulsão alimentar é observada nos indivíduos a necessidade exagerada e incontrolável de altas quantidades em períodos de curto tempo.


Para pensarmos no diagnóstico deve ser observado que esse padrão de comportamento disfuncional aconteça no mínimo duas vezes na semana, por um período mínimo de três meses. Abaixo, algumas das características que devem ser observadas na alimentação:


·         Comer muito e rápido;
·         Fazer refeições mesmo com ausência de fome;
·         Comer exageradamente, mesmo que satisfeito;
·         Ultrapassar o limite e comer até estar desconfortável;
·         Sensação de perder o controle da alimentação;
·         Comer escondido, para ocultar a compulsão, gerando sentimentos de culpa e fracasso;
·         Comer para lidar situações problemáticas, pois durante os episódios de compulsão não há clareza dos sentimentos envolvidos.


Caso se identifique com as características, procure um profissional especialista no transtorno, como psicólogos, psiquiatras e nutricionistas, para que possa ser feito um diagnóstico completo e dadas as orientações e tratamentos adequados.



Teste de compulsão alimentar


Nas questões abaixo, quanto mais respostas “sim”, mais provável é que você tenha transtorno de compulsão alimentar.


1.    Penso em comida o tempo todo?


2.            Tenho o hábito de comer escondido?


3.            Sinto-me descontrolado, vulnerável e impotente para parar de comer, mesmo querendo?


4.            Como a ponto de me sentir doente/estufado/cheio?


5.            Como chocolate ou outros alimentos para lidar com as situações difíceis, aliviar o stress, ou para confortar buscar conforto?


6.            Frequentemente sinto culpa após as refeições?







Tatiane Paula Souza - Psicóloga com formação na abordagem Cognitiva-Comportamental pela Unifesp e especialista em Psicopatologia e Dependência Química pelo Instituto de Pesquisa de São Paulo, Tatiane Paula Souza possui ampla experiência clínica em avaliação, encaminhamento, acompanhamento em internação domiciliar e instituições privadas. Atuou em Hospital Psiquiátrico como Psicóloga Clínica a pacientes em regime de internação continuada e, atualmente, atende como Psicóloga Clínico Cognitivo-Comportamental, com ênfase em: Transtornos, Saúde Mental, Dependências e Compulsões. Além disso, Tatiane Paula Souza desenvolve programas para empresas, corporações, palestras, workshop, treinamento e desenvolvimento, na área da dependência química, voltado para prevenção e tratamento.


Vai viajar na Páscoa? Saiba quanto custa levar o pet ou hospedá-lo



Passagem aérea e veterinário pesam no custo do transporte de cachorros e gatos


O pet já faz parte da família e, nos feriados, há sempre aquele dilema: levá-lo junto durante a viagem ou hospedá-lo em algum lugar? A verdade é que tanto viajar com o cachorro ou gato quanto deixar o animal de estimação em um hotel pode sair mais caro do que o esperado – em alguns casos, o valor ultrapassa R$ 2.500. Além disso, destinos que não são pet friendly e o medo de deixar o bichinho em um hotel, distante da própria rotina, são fatores que dificultam ainda mais a vida do tutor. Para resolver o problema, a DogHero, plataforma que conecta mães e pais de cachorro a anfitriões que recebem os pets em casa, fez um levantamento dos custos para quem deseja viajar com o animalzinho e alternativas para os que buscam a melhor opção para hospedá-lo.

Segundo o levantamento, os pais de cachorro podem gastar até R$ 2.586 para levar o pet consigo durante a viagem. O cálculo foi feito considerando as passagens de ida e volta do animal de estimação e os gastos com veterinário. Na DogHero, o valor médio por noite da hospedagem é de R$ 55. Além de mais barato, o tutor tem a certeza de que a rotina de passeios, alimentação e brincadeiras do pet será mantida e de que vai fotos e vídeos enviados pelo anfitrião para acompanhar o dia a dia do animalzinho. Confira todos os custos para hospedar e levar o pet durante a viagem:

Para levar o pet de avião ou ônibus

Latam
Transporte na cabine (são permitidos animais de até 7kg com a caixa):
Voos domésticos: R$ 200
Voos internacionais: R$ 827,50 (250 dólares)
Compartimento de carga (até 45kg com a caixa):
Voos domésticos
0-23kg: R$ 500
24-32kg: R$ 700
33-45kg: R$ 900

Voos internacionais
0-23kg: R$ 496,50 (150 dólares)
24-32kg: R$ 744,75 (225 dólares)
33-45kg: R$ 993 reais (300 dólares)


Gol
Cabine (até 10kg com a caixa):
Voos domésticos: R$ 150
 
Voos internacionais: R$ 450
Compartimento de carga (até 30kg com a caixa):
Voos domésticos: R$ 150
Voos internacionais: R$ 450


Azul
Só transporta animais na cabine (entre 7 e 10kg, aproximadamente): R$ 250


Avianca
Cabine (até 10kg com a caixa):
Voos domésticos: R$ 200
 
Voos internacionais: R$ 413,75 (125 dólares)
*Nas viagens de avião, as companhias exigem um atestado de que o animal está em condições de viajar emitido até 10 dias antes da data da viagem. Por isso, é preciso considerar o valor da consulta veterinária (caso a viagem seja longa, será necessário também emitir outro atestado para usar na volta).


Ônibus
Segundo a legislação, podem viajar animais de até 8kg (em São Paulo, o limite aumenta para 10kg). Muitas companhias exigem que o passageiro compre, além da sua passagem, outra passagem equivalente à poltrona ao lado da sua, para acomodar o animal.

Exigências
Muitas companhias aéreas não transportam animais braquicefálicos e raças consideradas agressivas (por exemplo, American Staffordshire Terrier, Bull Terrier, Dogue Canário, Dobermann, Dogue Argentino, Fila Brasileiro, Mastim Napolitano, Pitbull Terrier, Rottweiler, e Tosa Inu).
Para transportar filhotes, também é necessário confirmar qual a idade mínima aceita pela companhia aérea. Algumas aceitam apenas a partir do quatro meses. Lembre-se de que é preciso manter a carteira de vacinação do pet atualizada e verificar se há alguma exigência específica para o destino da viagem.

Custos para hospedar
O valor para hospedar o pet em hoteizinhos tradicionais pode chegar a cerca de R$ 100 por noite. Na DogHero, o valor varia, em média, entre R$ 30 e R$ 60, cerca de 60% mais barato do que em hotéis de cachorro.

Outros cuidados
Ao considerar levar ou hospedar o pet, leve em consideração:
·         A viagem pode ser estressante para o pet, além de que ele vai precisar ficar em caixas;
·         O cãozinho vai receber atenção no destino ou ele vai ficar em segundo plano? Ele vai poder participar das atividades?

Cuidados na Páscoa: chocolate é tóxico para cães e gatos



Conheça outros alimentos que podem trazer perigo para a saúde e bem-estar dos pets


Festas e comemorações são momentos para se ter ainda mais atenção com os animais de estimação. Com a chegada da Páscoa é importante que os tutores fiquem atentos para evitar que o chocolate se torne um grave problema. Os pets podem apreciar o sabor adocicado do chocolate e, acidentalmente, ingerir o produto que, em grande quantidade, é tóxico aos cães e gatos. 

A teobromina, substância presente no cacau, pode causar intoxicação quando ingerida em alta quantidade, resultando em vômito, diarreia e outras manifestações clínicas. Isso significa que os chocolates mais escuros e amargos, que contém maior percentual de cacau, são os mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o chocolate branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets. É importante lembrar que a quantidade necessária para causar a intoxicação varia de acordo com o tamanho do animal, estado de saúde, sensibilidade individual e o tipo de chocolate ingerido.

Mas, o chocolate não é o único vilão que requer atenção. Outros alimentos também são tóxicos e podem sinalizar perigo para a saúde e bem-estar dos pets. Alho, cebola, noz macadâmia, comida gordurosa, entre outros, podem ser letais para cães e gatos. 

A Mars Petcare, líder global em alimentos para animais de estimação e que tem como compromisso fazer do mundo um lugar melhor para os pets, listou algumas informações sobre alimentos tóxicos e procedimentos que devem ser seguidos em caso de intoxicações alimentares em cães e gatos:

·         Cuidado com os alimentos para humanos. O alho e a cebola são altamente tóxicos, com substâncias que rompem os glóbulos vermelhos e, assim, causam anemia nos animais. A teobromina, presente no chocolate, é tóxica para cães quando consumida em grandes quantidades. Outros alimentos como abacate e uva também trazem perigo. No caso da uva, se ingerida em grandes quantidades, pode causar lesão renal.
·         Os sintomas de intoxicação podem ser diferentes para cada alimento. O chocolate, quando consumido em pequenas quantidades, pode causar vômito, diarreia, agitação e aumento da frequência urinária. Quando consumido em quantidade maior, os cães podem apresentar espasmos musculares, convulsões e taquicardia, podendo levar a morte. Geralmente os sintomas de intoxicação ocorrem cerca de 4 a 5 horas após o cão consumir o chocolate ou algum alimento que contenha chocolate.  Já nos casos de cebola e alho, o animal pode apresentar anemia devido a destruição dos glóbulos vermelhos.

·         Ao apresentar os sintomas de intoxicação, o tutor deve levar o animal imediatamente ao Médico-Veterinário para que o tratamento adequado possa ser realizado.  Mesmo que o pet tenha ingerido pequenas quantidades, é importante comunicar o Médico-Veterinário, que vai avaliar e recomendar o melhor tratamento a ser seguido. 

·         O risco de morte depende do alimento, da quantidade ingerida e da saúde e sensibilidade de cada animal. No caso do chocolate, quando ingerido em alta quantidade, o aparecimento de convulsões significa um prognóstico ruim na maioria dos casos e, muitas vezes, podem resultar em morte. 

·         No caso de vômito, o tutor deve levar o animal ao Médico-Veterinário o quanto antes e nunca administrar medicamentos sem orientação deste profissional.

Se a ideia é oferecer ao pet um agrado diferente para curtir o momento ao lado dele, tem sempre um petisco ideal para cada ocasião. A Mars possui em seu portfólio diversas opções, como os deliciosos petiscos PEDIGREE® BISCROK™, que podem ser oferecidos ao cão entre as refeições, como forma de recompensa. Para contribuir com a saúde oral, o tutor pode oferecer PEDIGREE® Dentastix™, que ajuda a reduzir em até 80% a formação do tártaro em cães. E para os felinos, o petisco DREAMIES™, que os gatos adoram e que possuem menos de 2 calorias por pedacinho. Mas, vale sempre estar atento a tabela nutricional de cada petisco para que o consumo de calorias respeite a necessidade diária do pet evitando, assim, o sobrepeso.





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