Nestlé destaca que
entender que não existe uma única forma de se alimentar bem é o primeiro passo
para mais equilíbrio, energia e qualidade de vida
Em um momento em que as mulheres assumem cada vez
mais o protagonismo de suas jornadas de saúde, cresce também a busca por uma
alimentação que faça sentido na prática. Mais do que seguir dietas prontas ou
padrões rígidos, a tendência agora é olhar para a nutrição de forma
individualizada, respeitando o corpo, a rotina e as diferentes fases da vida.
A discussão ganha ainda mais relevância no Dia
Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, celebrado em 28 de maio. Isso
porque, segundo a Organização Mundial da Saúde, embora vivam mais, as mulheres
passam mais anos convivendo com doenças crônicas, o que reforça a importância
da prevenção e do autocuidado ao longo da vida.
“Cada fase da vida da mulher traz necessidades
específicas, e isso precisa ser considerado quando falamos de alimentação. Não
existe uma fórmula única que funcione para todas, mas alguns pontos devem ser
observados em cada momento”, explica Gisele Pavin, head de Nutrição, Saúde e
Bem-Estar da Nestlé Brasil.
Da puberdade à menopausa, o organismo feminino
passa por transformações constantes que impactam o metabolismo, a composição
corporal e até a forma como o corpo responde aos alimentos. Na prática, isso
significa que as necessidades nutricionais variam ao longo da vida:
- na adolescência, o foco está
no crescimento e desenvolvimento
• na fase reprodutiva, nutrientes como ferro e ácido fólico ganham protagonismo
• durante a gestação, a alimentação passa a apoiar também o desenvolvimento do bebê
• na menopausa, mudanças hormonais exigem atenção à saúde óssea, muscular e metabólica
Outro ponto central dessa conversa é o
comportamento. Em vez de buscar o “plano perfeito”, cada vez mais mulheres
querem entender como adaptar a alimentação à rotina, seja conciliando trabalho,
família, autocuidado ou até momentos de descanso.
E a ciência reforça essa individualidade: estudos
mostram que fatores como genética, microbiota intestinal e estilo de vida
influenciam a forma como cada pessoa responde aos alimentos. Ou seja, o que
funciona para uma mulher pode não funcionar para outra, e está tudo bem.
“Promover saúde não é sobre impor regras, mas sobre ajudar as pessoas a fazerem
escolhas mais conscientes dentro da sua realidade”, reforça Gisele Pavin.
Em meio ao excesso de informações sobre
alimentação, muitas vezes sem base científica, cresce a importância de traduzir
a nutrição de forma acessível e simplificada. Isso permite que mais mulheres
façam escolhas alinhadas aos seus objetivos, seja mais energia no dia a dia,
equilíbrio hormonal ou envelhecimento saudável.
Nenhum comentário:
Postar um comentário