Custo representa 3,2% do orçamento familiar
Dados da Pesquisa
IPC Maps, especializada em potencial de consumo, mostram que,
no ano passado, as famílias brasileiras gastaram 10,7% a mais com remédios do
que em 2024, passando de R$ 216 bilhões para R$ 238,9 bilhões no total de
despesas. Com o reajuste previsto para vigorar a partir do próximo dia 1, a
tendência é que tais valores sejam ainda mais altos ao longo de 2026.
Liderando o ranking nacional, segundo
o levantamento, só o estado de São Paulo respondeu por R$ 67 bilhões desses
desembolsos. Em seguida, apareceu Minas Gerais e seus R$ 26,5 bilhões; Rio de
Janeiro com R$ 21,2 bilhões e, na quarta posição, Rio Grande do Sul
representando R$ 18 bilhões dos gastos.
Em contrapartida, caiu a quantidade
de farmácias instaladas no País. De 2024 para 2025, cerca de 476 (ou 0,4%) unidades
foram fechadas, totalizando 123.089 estabelecimentos no ano passado.
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