![]() |
| Aplicação de Quimioterapia em pet Arquivo Pessoal |
Complexidade hospitalar, ambulatorial e a humanização com tutores são os diferenciais da WeVets pelo Brasil
A cada dia os avanços da medicina surpreendem a
todos através de pesquisas e tecnologias aplicadas aos tratamentos oncológicos,
tanto para os humanos, quanto para os pets. E ao contrário do que muitos
imaginam, os tratamentos aplicados não são tão diferentes do utilizado em
pessoas. É de extrema importância tratar o paciente em uma unidade hospitalar
que tenha infraestrutura e profissionais especializados para cuidar do câncer e
suas complexidades.
A equipe da WeVets compartilha que os pacientes
oncológicos, frequentemente, necessitam de cuidados coadjuvantes com suporte de
demais especialidades, como: cardiologista, nutricionistas, além da internação,
unidade de terapia intensiva e exames de imagem.
Atualmente, o câncer já é considerado a principal
causa de óbito em cães e gatos. A boa notícia é que nos últimos 10 anos, com a
evolução dos exames mais complexos na Medicina Veterinária, foi possível realizar
diagnósticos mais precoces, viabilizando melhores resultados no tratamento,
além de melhora na qualidade de vida desses pacientes.
Considerando a proporção de pets por habitante, o
Brasil também ocupa a terceira colocação – 76% da população tem pelo menos um
animal em casa, contra 82% da Argentina e 81% do México. Os cachorros seguem
como a preferência nacional e estão presentes em 58% dos lares brasileiros, bem
acima da média mundial de 33%. Os gatos residem em 28% das casas, enquanto os
percentuais são de 11% para aves e 7% para peixes, o levantamento é da
consultoria alemã GFK, a partir de entrevistas com 27 mil pessoas em 22 países.
Os tumores mais frequentes nos pets, de forma
geral, são os de mama, pele (cutâneo) e os hematopoiéticos (linfomas e leucemias),
mas há algumas diferenças entre as espécies. Nos felinos, o mais frequente é o
linfoma na sua forma de apresentação gastrointestinal, o tumor de mamas
(principalmente em fêmeas não castradas) e o tumor de células escamosas – que
acomete a pele e, muitas vezes, se assemelha a feridas que “não cicatrizam”, já
nos cães, o mais comum é o de mama (principalmente em cadelas não castradas
precocemente), os linfomas (na sua forma de apresentação multicêntrica) e as
neoplasias cutâneas (como, por exemplo, o mastocitoma).
“O tratamento oncológico que provemos para pets na
WeVets é espelhado nas melhores práticas da saúde humana, onde o paciente
geralmente recebe o encaminhamento de algum outro profissional que identificou
a neoplasia mas precisa de ajuda para tratar, geralmente envolvendo cirurgias
e, nos casos mais graves, uma posterior quimioterapia ou eletroquimioterapia”,
explica a Dra. Gislaine Souza, médica-veterinária especialista em oncologia do
Grupo WeVets, que já realizou centenas de atendimentos a pets com câncer.
O câncer é uma doença multifatorial e diversas causas
externas podem estar relacionadas ao seu aparecimento nos pets, além das causas
genéticas. Por isso, vale algumas orientações: evitar o sobrepeso e a obesidade
nos animais, a castração precoce pode prevenir o desenvolvimento dos tumores de
mama, uma alimentação equilibrada e a prevenção da inflamação sistêmica crônica
por diferentes causas.
O tutor deve observar possíveis indicativos de que
algo pode estar errado e procurar o veterinário quando notar: mudanças de
comportamento; perda de peso (emagrecimento); perda de apetite; dificuldades
para urinar; tosse; vômitos; diarréia; lesões em boca e na pele que não
cicatrizam.
Prevenir é o melhor remédio. A máxima serve também
para os pets, exames de check-up frequentes são os melhores e maiores aliados
para um diagnóstico em fase inicial. Exames clínicos, laboratoriais, ultrassom
abdominal, radiografias torácicas, tomografias são exames que sempre mostram se
há algo errado com o pet.
Cada tipo de tumor terá que ser abordado de forma
individual, alguns são bem responsivos à quimioterapia e outros tumores podem
ser curados com o tratamento cirúrgico e em alguns casos o conjunto das duas
terapias será indicado. No caso do tratamento cirúrgico, existe um planejamento
a ser conduzido sobre a técnica cirúrgica a ser utilizada para a remoção
completa do tumor
Em casos de sessões de quimioterapia, assim como em
humanos, o paciente, na maioria das vezes, faz uso de medicamentos injetáveis
(quimioterápicos) que devem ser manipulados e aplicados em salas especiais de
quimioterapia com total segurança.
Mas e os tutores? É de extrema importância os
médicos acolherem os tutores neste momento delicado de diagnóstico e passar
segurança. O uso correto das palavras, a entonação utilizada, demonstram
empatia, carinho e solidariedade com aquela família frente àquele diagnóstico.
Acompanhamento agendado, envio de fotos e vídeos do pet durante o tratamento,
todo o carinho e empatia com os tutores neste momento de tratamento.
“Além do compromisso total com a qualidade técnica
do procedimento, nós estamos aqui para honrar a relação de amor que há entre
pet e tutor. Quanto mais o tutor estiver confortável com o procedimento, melhor
o seu pet reagirá. Acreditamos nessa conexão. Por isso, temos como mantra a
ampla comunicação e transparência com o tutor em todas as etapas do
tratamento”, reitera a Dra. Gislaine.

Nenhum comentário:
Postar um comentário