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| Divulgação |
As palavras, já
existentes no dicionário brasileiro, ganham novos sentidos e substituem
colocações tradicionais para se adequar ao novo perfil dos jovens
As constantes e mais frequentes evoluções na
sociedade imprimiram um novo jeito de pensar e interagir. Mais dinâmica, a
forma de educar precisou acompanhar as transformações e se adaptar aos alunos
que, já nascidos neste novo cenário, se relacionaram de maneira bem diferente
dos jovens de 30 anos atrás. O modelo educacional focado em formar pessoas
aptas a realizar tarefas já pré-estabelecidas deu vez a diálogos com outras
culturas e acesso a informação, seja estas por meio receptivo ou ativo, com a
própria produção e compartilhamento de conteúdos.
“No cenário em que vivemos, não basta simplesmente
operacionalizar informações, é preciso ser produtor de novas ideias e propostas
rápidas e assertivas, que tenham significado no cotidiano das pessoas, trazendo
soluções práticas e eficazes”, afirma Luizinho Magalhães, diretor geral da
Escola Luminova, rede de escolas inaugurada no final de 2018 em São Paulo e
Sorocaba e voltada para os públicos das classes B e C. “A inteligência humana
que já protagonizou debates e estudos nas décadas de 80 e 90 compartilham
espaço com as inteligências emocionais que colaboram para o desenvolvimento de
uma nova, a artificial”, completa o educador.
Se relacionar-se passou a ser um desafio, ficou a
cargo da escola se reinventar. Não mais vendo o aluno como um agente passivo,
mas sim um cliente ativo do ciclo escolar, a Luminova repensou, já no
lançamento da unidade, uma nova forma de educar. Com uma dinâmica em sala de
aula que favorece a comunicação entre alunos e os incentivam a trocar
experiências e saberes, a sala de aula, aqui chamada de LabSpace,
recebe a Squad, ou no popular, turma de alunos. Cada uma define sua
identidade comum, criando uma bandeira, um hino e agregando objetos de
representatividade do coletivo.
A ideia por trás desta pequena mudança passa longe,
aos desavisados, de uma brincadeira. “O objetivo é mudar todo o sentido que foi
empregado à palavra. Sala de aula é onde o professor detém o conhecimento e
compartilha. Para a Luminova, o conceito é outro, é que este espaço se torne um
laboratório de descobertas”, explica Magalhães. Outras novas palavras surgiram
no vocabulário dos estudantes da rede, como as steps. Traduzido
para o português literalmente como ‘passo’, tem em si a ideia de que para se
percorrer qualquer jornada, é sempre necessário um passo de cada vez. As
disciplinas, assim, são os passos que devem ser percorridos pelos estudantes
para que eles cumpram sua jornada de aprendizado dentro da escola.
E a lista segue com novos termos. Para interagir e
unir os estudantes, a rede propõe ações como a Luminova League, um campeonato
esportivo que acontece duas vezes ao ano entre os estudantes das squads; a
Luminapalooza, uma mostra das produções dos alunos ao longo do trimestre, com
festa das tradições populares e momento em que toda a família pode assistir e;
a Lumi English Lab, um evento em que ocorre vivências e práticas do uso da
Língua Inglesa de forma lúdica e divertida, também aberta à família.
“É importante ter em mente que a escola é voltada
para os alunos e não para o professor, então, o plano tem que ser focado em
quem vai aprender. Respeitamos as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), alinhando nossa metodologia com as habilidades do século 21 e, assim,
formando jovens capazes de criar, interpretar e atuar de forma propositiva na
sociedade”, conclui o diretor da rede. Descontração a parte, o projeto
pedagógico da escola se materializa dia após dia nas práticas e nos ambientes
moldados para os alunos de hoje.

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