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domingo, 7 de dezembro de 2025

Além do projeto verão: 6 estratégias para manter o ritmo na academia em 2026

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Especialista explica práticas reais para manter constância nos treinos e transformar o exercício em estilo de vida

 

Manter uma sequência de atividades físicas não depende apenas de força de vontade ou frases motivacionais. Embora muitas pessoas iniciem o ano comprometidas com o chamado projeto verão, a diferença entre começar e continuar é clara nos dados mais recentes do setor. O Panorama Setorial  4ª edição (Fitness Brasil 2025) mostra que, entre os alunos matriculados em academias, 49% treinam de quatro a cinco vezes por semana, demonstrando regularidade. Já entre os usuários de agregadores, essa frequência cai: 36% praticam apenas duas a três vezes por semana, indicando menor constância.

Para Carlos Tomaiolo, especialista em Fisiologia do Exercício pela USP e diretor de marketing da Academia Gaviões, a continuidade é construída, não improvisada. “Ela nasce de decisões pequenas, repetidas e inteligentes. Quanto menos a prática física depender do humor, mais ela acontece”, explica.


  1. Comece com um método que combina com você

A escolha da abordagem de exercício precisa respeitar o ritmo diário, preferências e limites pessoais, e não seguir modismos. Optar por algo que não dialoga com a identidade do praticante aumenta a chance de interrupção. “A prática que dura é aquela que se encaixa na vida real, quando existe compatibilidade entre o estímulo e o perfil da pessoa, a aderência cresce e a chance de desistência despenca. Não basta escolher algo perfeito no papel se você não consegue repetir na vida prática”, afirma.

Segundo ele, perfis introspectivos tendem a se adaptar melhor a práticas individuais, enquanto pessoas sociáveis costumam render mais em aulas coletivas. “Autoconhecimento é o ponto de partida”, diz.


  1. Use indicadores reais de evolução, não só o espelho

A aparência física demora a responder, mas o rendimento melhora antes, e esse é o combustível para manter a regularidade. Métricas como tempo de recuperação, estabilidade nos gestos motores, redução de dores e melhora da postura são parâmetros concretos para acompanhar a evolução. “Resultado visual é consequência tardia. O corpo apresenta respostas muito antes do espelho. Quando você aprende a observar performance, percebe a transformação acontecendo de verdade, e isso sustenta motivação”, destaca Tomaiolo.


  1. Tenha um “mínimo viável” para dias difíceis

Criar uma versão reduzida de preparo físico, de 20 a 35 minutos, por exemplo, já ajuda a preservar o vínculo com a rotina. Pode ser um circuito simples, mobilidade, caminhada curta ou escada, o objetivo é não romper a dinâmica pessoal. “Muita gente abandona porque espera o cenário ideal. O mínimo viável mantém o hábito vivo e impede que um dia ruim vire um mês parado. É uma estratégia comportamental extremamente eficaz”, explica o especialista.


  1. Trabalhe um objetivo central, não cinco ao mesmo tempo

Tentar perder peso, ganhar massa, melhorar condicionamento, ampliar mobilidade e aumentar força simultaneamente geram dispersão e sensação de fracasso. Direcionar um foco principal por ciclo traz clareza e reduz ruído. “Quando o praticante sabe o que está desenvolvendo, ele rende. Quando tenta fazer tudo ao mesmo tempo, se perde. É por isso que ter direcionamento é decisivo para manter consistência e evitar frustração”, reforça.


  1. Reduza atritos logísticos para aumentar continuidade

As maiores rupturas não nascem de falta de vontade, mas de barreiras práticas: deslocamento longo, horário impraticável, trânsito, roupa inadequada ou cansaço mental. Reduzir esses entraves transforma aderência em permanência. “O maior inimigo da atividade física não é preguiça, é atrito. Quando você diminui obstáculos com academia próxima, roupa pronta, horário definido, o treino deixa de ser uma batalha mental. Quanto menos passos existir entre você e a prática, mais vezes ela acontece”, afirma Tomaiolo.


  1. Trate o descanso como parte do treino

O organismo não evolui no esforço, mas na recuperação. Dormir mal, ultrapassar limites ou insistir em dores compromete força, hipertrofia, imunidade e rendimento geral. “Descanso é construção. É no sono profundo que o músculo se reorganiza, a força aumenta e o corpo adapta os estímulos. Quem ignora isso não evolui, apenas acumula estresse. Por isso, muita gente treina muito e não vê resultado”, conclui.

 

Academia Gaviões


Estresse do fim do ano acende alerta para explosão de problemas de pele: dermatite, acne adulta e queda capilar disparam em dezembro

 

 Especialista observa aumento significativo de inflamações, piora de melasma, descamações e queda de cabelo durante as últimas semanas do ano, impulsionados por cortisol alto, noites mal dormidas e exaustão emocional 

 

Dezembro é reconhecido por médicos e fisioterapeutas dermatofuncionais como o mês mais crítico para a pele. Não por causa do sol ou da praia — mas pelo estresse. A combinação de excesso de demandas, encerramento de ciclos, prazos acumulados, sobrecarga mental, férias das crianças, agenda social intensa e noites mal dormidas dispara uma resposta fisiológica que compromete diretamente a saúde da pele.

Levantamentos de clínicas especializadas indicam que, em dezembro, a busca por tratamentos voltados à acne adulta, dermatite seborreica, rosácea, queda de cabelo e inflamações de barreira aumenta de forma expressiva. (Aqui podemos inserir o dado que a Fabi tiver, como “crescimento de X% nos atendimentos”).

O estresse não é psicológico — ele é biológico. O cortisol alto altera a microcirculação, enfraquece a barreira cutânea, aumenta a inflamação e agrava qualquer condição pré-existente. Em dezembro isso explode”, afirma Fabi Pinelli, fisioterapeuta dermatofuncional especializada em reabilitação facial e corporal.

 

Como o estresse se manifesta na pele — e por que piora no fim do ano

O cortisol elevado, hormônio do estresse, desencadeia uma cascata fisiológica:

  • aumenta a produção de sebo piora acne e causa inflamação;
  • altera o pH da pele favorece descamação e sensibilidade;
  • rompe a barreira cutânea deixando a pele mais reativa;
  • aumenta melanogênese piora manchas e melasma;
  • acelera a queda de cabelo interferindo no ciclo capilar.

Somam-se a isso hábitos típicos de dezembro — festas, álcool, alterações de sono, alimentação desregulada — e cria-se o cenário perfeito para o colapso cutâneo.

Segundo Fabi, esse ciclo é facilmente identificável:
“Eu atendo em dezembro um número muito maior de pacientes com inflamação intensa, coceira, dermatite e acne. A pele chega cansada, desorganizada e hiper-reativa. É reflexo direto do esgotamento emocional.”
 

Um ponto pouco divulgado — e que ganha relevância neste período — é o impacto do estresse no melasma e nas manchas pós-inflamatórias. A literatura científica já relaciona o cortisol alto ao aumento da atividade dos melanócitos, o que significa que mesmo pessoas que não vão à praia podem apresentar piora de manchas apenas pelo estresse crônico.

Durante o fim do ano, a combinação de luz artificial intensa (computador, celular), variações de temperatura, suor ácido e privação de sono cria uma situação em que o melasma se torna mais resistente.

Muita gente acha que melasma piora só com sol, mas eu vejo diariamente que o estresse é um dos maiores gatilhos. Em dezembro, quando as demandas aumentam, as manchas escurecem rapidamente”, explica Fabi. 

A especialista destaca que, antes de qualquer tratamento estético, é preciso acalmar a pele, reforçar a barreira cutânea e controlar o processo inflamatório. Para isso, existem protocolos de reabilitação que podem ser feitos com segurança mesmo no fim do ano, incluindo:

  • Reposição de lipídios e ceramidas para reconstrução da barreira;
  • Hidratação profunda com ativos anti-inflamatórios;
  • Terapias reguladoras para acne adulta;
  • Técnicas avançadas para estabilização do melasma sem risco de rebote;
  • Tratamentos para queda capilar estressogênica;
  • Abordagem integrativa, que considera sono, rotina, alimentação e manejo do estresse.

Não é sobre fazer mil tratamentos em dezembro. É sobre fazer o tratamento certo — aquele que estabiliza a pele e cria um terreno saudável para o ano seguinte”, diz Fabi. 

Além dos protocolos clínicos, pequenos ajustes na rotina podem reduzir danos significativos:

  • priorizar sono de qualidade;
  • incluir antioxidantes tópicos e orais (sob orientação profissional);
  • evitar exageros de ácidos;
  • hidratar a pele de forma consistente;
  • reduzir tempo de tela noturno;
  • manter a barreira cutânea reforçada antes das festas.

Segundo Fabi, a maior mensagem é simples:
“A pele sente tudo o que a mente vive. Se dezembro é o mês mais emocional do ano, a pele reage. E é justamente por isso que esse é o melhor momento para cuidar.”




Fabi Pinelli - fisioterapeuta dermatofuncional, com mais de 25 anos de experiência na área da saúde e sólida trajetória hospitalar. Especialista em reabilitação da pele, ela alia conhecimento clínico, rigor científico e atualização constante para oferecer uma estética segura, responsável e baseada na integralidade entre saúde e beleza. À frente do Spazio Pinelli, Fabi desenvolve protocolos personalizados que incluem hidratação profunda, peelings, microagulhamento, bioestimuladores de colágeno, toxina botulínica, preenchedores, técnicas injetáveis corporais e faciais, além de tratamentos para melasma, lipedema, linfedema, controle de sudorese intensa e regeneração tecidual avançada. Reconhecida pela ética e pelo compromisso em atuar exclusivamente dentro das normativas do Conselho Federal de Fisioterapia, Fabi Pinelli acredita que a pele é o maior órgão do corpo e deve ser tratada com a mesma seriedade que outros sistemas vitais. Seu trabalho é guiado pela visão integral do paciente e pelo propósito de entregar resultados naturais, progressivos e sustentáveis.

 

sábado, 6 de dezembro de 2025

TAROT 2026: CARTA APONTA VIRADAS, RECOMEÇOS E ABERTURA DE NOVOS CAMINHOS; CONFIRA


Segundo Roberto Rosa, especialista do Astrocentro, a Roda da Fortuna será a carta regente


A chegada de 2026 traz uma energia especial: o ano será regido pela Roda da Fortuna, um dos arcanos mais simbólicos do Tarot. Representada como um grande ciclo em constante movimento, essa carta fala sobre destino, mudanças inevitáveis e novas possibilidades que surgem quando a vida resolve girar de novo.

Segundo Roberto Rosa, especialista do Astrocentro, o próximo ano promete ser tudo menos estagnado. “Neste ano, nada fica parado por muito tempo. Situações se destravam, caminhos se abrem e o universo começa a responder com mais rapidez às escolhas feitas até aqui”, explica.


A energia da Roda da Fortuna em 2026

De acordo com Roberto Rosa, a regência da carta indica um ano dinâmico, cheio de mudanças e novos começos. “O que estava parado se move, o que parecia certo pode mudar de direção, e decisões do passado finalmente começam a dar frutos”, afirma.

A seguir, o que esperar em cada área:


No amor: A energia favorece renovações e mudanças de rota. Para solteiros, “o ano abre portas para encontros que realmente mudam rumos”. Já para quem está em uma relação, a Roda pode mexer no equilíbrio da parceria.


No trabalho: Prepare-se para movimento. Podem surgir:

  • Mudanças de cargo,
  • Oportunidades repentinas,
  • Convites inesperados,
  • Encerramentos que abrem espaço para algo melhor,
  • Impulsos fortes para sair da zona de conforto.

“Carreira parada não conversa com a energia da Roda. O ano inteiro pede ação”, destaca o especialista do Astrocentro.


Nas finanças: Aqui, a palavra é instabilidade, mas no melhor e no pior sentido. “Ganhos inesperados podem surgir, assim como desafios que exigem reorganização. A Roda recompensa quem age com responsabilidade e ética”, comenta Roberto Rosa.


Como usar essa energia a seu favor

Para caminhar em sintonia com a Roda da Fortuna ao longo de 2026:

  • Mantenha abertura para mudanças;
  • Abandone o passado quando ele já não serve;
  • Observe padrões que se repetem;
  • Faça escolhas conscientes no presente;
  • Confie nos movimentos do universo.

“A Roda sempre nos lembra que nada dura para sempre, nem os desafios, nem os bons momentos. Tudo se transforma”, reforça Roberto Rosa, especialista do Astrocentro. 



Astrocentro
www.astrocentro.com.br


TERMINEI O RITUAL, E AGORA? GUIA PARA O DESCARTE CORRETO DE VELAS, ERVAS E BANHOS



Espiritualista Kelida explica como encerrar o ritual com leveza, respeito e destino consciente para cada material

 

Com a chegada do fim do ano e aquele clima gostoso de renovação no ar, muita gente intensifica seus rituais de limpeza, proteção e abertura de caminhos. E, no meio desse movimento todo, aparece uma dúvida supercomum: como dar um destino leve, bonito e respeitoso às velas, ervas e oferendas depois que o ritual termina?

Kelida, espiritualista e consultora espiritual, lembra que esse momento final é tão especial quanto o início. “Tudo que usamos no ritual guarda um pouquinho da nossa intenção. Encerrar com carinho é como dizer ‘obrigada’ pela energia que nos acompanhou”, comenta.

A seguir, ela ensina como finalizar cada etapa mantendo tudo fluindo bem.


Velas, cera, pavio e recipientes

Depois que a vela terminar de queimar, ficam a cera, o pavio e o suporte. Kelida orienta:

  • Cera e pavio: deixe esfriar, embrulhe em um papel simples e descarte no lixo comum.
  • Em rituais de limpeza, corte ou proteção: prefira descartar em uma lixeira pública, fora de casa. “Assim você libera o que trabalhou e mantém sua casa mais leve”, explica.
  • Recipientes: podem ser lavados e usados novamente em rituais parecidos; se não forem reutilizados, vão para a reciclagem.


Ervas: devolver para a natureza sempre que der

As ervas são um presente da natureza, então o ideal é que voltem para ela.

  • Banhos: as sobras coadas podem ser devolvidas à terra, num jardim, praça, quintal ou vaso grande.
  • Defumações: as cinzas podem ser assopradas ao vento ou enterradas.
  • Ervas de altar: quando murcharem, também devem voltar para a terra.

Se não tiver onde enterrar, o lixo orgânico funciona bem. Kelida só pede uma coisa: “Nada de jogar erva no ralo?”


Oferendas: carinho com a natureza e com o espaço

Oferendas sempre pedem um cuidado extra.

  • Oferendas feitas em casa: Tudo que é orgânico pode voltar para a terra. O restante, como papel, fitas e embalagens, deve ir para o lixo ou reciclagem.
  • Oferendas deixadas na natureza: Só os elementos biodegradáveis devem ficar no lugar. Velas, vidros, fitas e embalagens precisam ser recolhidos.

Kelida sempre sugere uma pequena frase para fechar o ciclo com leveza: “Eu agradeço e encerro este trabalho em paz”, finaliza.

 


Kelida Marques  Detentora de um dos principais canais do YouTube sobre Espiritualidade, conta com mais de 1,27M de seguidores em suas redes. Também é psicanalista, hipnóloga e terapeuta holística reikiana realiza atendimentos online, promove rituais de cura, benzimentos e vigília, de maneira constante e gratuita. Faz previsões, rituais, responde perguntas através do baralho cigano e fala com propriedade sobre conexões entre almas, cartas psicografadas, numerologia e terapias alternativas. Com toda essa bagagem espiritual (bruxa naturalista na linhagem de São Cipriano por tradição familiar) e profissional (formada em psicologia), a mística espiritualista atua unindo corpo, mente e espírito sempre com um pouco de magia. Também é uma das comentaristas da terceira temporada de Inexplicáveis do History Channel e lançou recentemente o livro psicografado que conta a verdadeira história de Maria Padilha | kelidaoficial

PORTAL 12/12: RITUAL SIMPLES PARA ENCERRAR O ANO E O QUE CADA SIGNO PRECISA LIBERAR

 



Sunna, terapeuta holística do Astrocentro, explica por que o último portal energético de 2026 marca um período de recolhimento e encerramento de ciclos


O ano está chegando ao fim, mas antes da virada existe um fenômeno que pode transformar a forma de encerramento de ciclos: o Portal 12/12. Segundo Sunna, terapeuta holística do Astrocentro, esse momento energético não é sobre fazer mais, mas sobre sentir e recolher a energia que foi espalhada ao longo do ano.

“É a última grande passagem energética de 2025 e ela nos pede para olhar para dentro, honrar o que vivemos e liberar o que já cumpriu sua missão em nossas vidas”, explica Sunna.


A seguir a especialista traz uma mensagem dos astros para cada signo, além de uma frase poderosa de afirmação.


Áries: Não é sobre vencer, mas sobre escolher onde sua energia merece estar. Se algo exige esforço para existir, não é caminho, é insistência. Afirmação: “Eu não gasto minha força onde não há verdade.”

Touro: Um ciclo se encerra com dignidade, abrindo espaço para o renascimento. Afirmação: “Eu libero o que já cumpriu sua missão.”

Gêmeos: O processo é interno e silencioso; não há necessidade de justificar nada. Afirmação: “Eu me escuto antes de me mostrar.”

Câncer: A esperança retorna de forma madura, após o corte necessário. Afirmação: “Eu deixo minha luz voltar.”

Leão: O brilho agora é íntimo, longe das expectativas alheias. Afirmação: “Eu volto para o meu centro.”

Virgem: As coisas se ajustam no tempo certo; nada precisa ser acelerado. Afirmação: “Eu me reorganizo sem me perder.”

Libra: O equilíbrio surge quando aquilo que sente se alinha ao que aceita. Afirmação: “Eu escolho o que também me escolhe.”

Escorpião: Um chamado profundo se apresenta; negar já não é possível. Afirmação: “Eu atendo ao que me chama.”

Sagitário: A criação retorna, mas pede direção e intenção. Afirmação: “Eu crio o que sustento.”

Capricórnio: Pesos silenciosos se revelam; é hora de devolver o que não nasceu em você. Afirmação: “Eu sustento apenas o que é meu.”

Aquário: O novo se mostra caminhando, não planejando. Afirmação: “Eu confio no passo que ainda não sei.”

Peixes: O sagrado pede silêncio para amadurecer a visão. Afirmação: “Eu me recolho para acessar.”


O que torna o 12/12 especial?

O número 12 simboliza a conclusão dos ciclos: 12 meses no ano, 12 casas astrológicas e 12 arquétipos. Na repetição 12/12, ele marca um ponto final simbólico. “Não é apenas virar a página, é encerrar um capítulo com consciência e dignidade”, reforça Sunna.

Segundo a terapeuta holística, ao contrário de outros portais, o 12/12 não impulsiona grandes movimentos ou promessas. Ele convida ao silêncio, à pausa e à clareza do que realmente merece seguir para 2026.


Como aproveitar o Portal 12/12

Organizar espaços, recolher a energia investida em expectativas não atendidas e respeitar o próprio ritmo são ações que favorecem esse encerramento. Em contrapartida, evitar decisões para agradar, resolver tudo de uma vez ou retornar a situações que já doeram mantém a energia do ciclo antigo ativa.

Sunna indica ainda um ritual simples: “Na noite do dia 12, acenda uma vela branca e escreva em um papel o que sente que terminou. Coloque o papel sob um copo com água. No dia seguinte, rasgue o papel e despeje a água na terra. Esse pacto é seu, não precisa contar para ninguém”, finaliza a especialista do Astrocentro. 



Astrocentro
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Natal com crianças: como transformar a data em momentos de conexão

Dicas para aproveitar a data com as crianças


Mais do que presentes, o Natal é feito de afeto e conexão. Saiba como transformar a data em oportunidades especiais com seu filho.

Férias escolares, família reunida, ruas iluminadas, ceia farta e memórias que ficam para sempre. Mesmo com a correria típica do fim de ano, as tradições natalinas se tornam momentos preciosos de afeto e conexão ainda mais quando vividos ao lado das crianças. Mas você já pensou que essas tradições podem ir além da celebração e se transformar em experiências significativas para toda a família? 

Segundo o neurocirurgião e especialista em desenvolvimento infantil, Dr. André Ceballos, essas tradições têm um significado profundo na criação de vínculos familiares e no bem-estar das crianças. “São essas experiências que ajudam os pequenos a crescer de maneira mais equilibrada e conectada. Atividades como montar a árvore de Natal, preparar a comida ou escolher o presente perfeito juntos fazem as crianças se sentirem parte de algo especial. Elas entendem: 'Você é importante para nossa família'. Esses rituais não só fortalecem os laços afetivos, mas também ativam áreas do cérebro relacionadas à memória, promovendo a liberação de ocitocina, o 'hormônio do amor', que reforça a sensação de carinho e segurança emocional", explica. 

Outro aspecto importante destacado pelo Dr. André é a sensação de segurança que o Natal proporciona. “Quando as crianças sabem que, ano após ano, os mesmos rituais familiares se repetem, seja ao abrir os presentes à meia-noite ou ao saborear a sobremesa favorita da avó — elas se sentem mais seguras emocionalmente. Essa rotina é benéfica para o desenvolvimento emocional dos pequenos, criando uma base sólida de confiança e segurança”, afirma. 

E embora a empolgação com os presentes seja grande, o que realmente marca o Natal são os momentos compartilhados em família. “O Natal é uma excelente oportunidade para ensinar valores como generosidade, união e gratidão. As experiências vividas em conjunto têm um impacto muito mais duradouro do que qualquer presente material”, completa Dr. André. 

Veja algumas dicas do especialista para esse Natal ser ainda mais especial:

Fazer o bem sem olhar a quem: O Natal é, sem dúvida, um momento ideal para ensinar valores importantes como generosidade e empatia. Participar de ações solidárias, como a doação de brinquedos ou visitas a asilos. Assim, elas aprendem desde cedo que pequenos gestos podem fazer uma grande diferença na vida dos outros, além de desenvolverem sua inteligência emocional e um forte senso de comunidade.

Música: Reunir a família para cantar músicas natalinas pode ser muito divertido. As crianças adoram música, e essa é uma ótima oportunidade para ensinar canções tradicionais e até inventar novas canções de Natal.

Brincadeiras: Brincadeiras também não podem ficar de fora. Aqueles tradicionais Jogos em família são sempre um sucesso. Além do clássico amigo oculto, a família pode aproveitar para se divertir com jogos de tabuleiro ou atividades ao ar livre. Essas brincadeiras promovem a interação, ensinam a trabalhar em equipe e, claro, criam memórias que serão lembradas com carinho.
 

Decorações natalinas: Outra sugestão é envolver as crianças na criação de enfeites para a árvore de Natal ou na decoração da casa. Essas atividades oferecem momentos de diversão, aprendizado e desenvolvimento. Ao participarem da confecção das decorações, as crianças exercitam sua criatividade, estimulam a coordenação motora e a imaginação. 

Doutor André sugere ainda que, para criar um Natal inesquecível, o mais importante é priorizar o tempo de qualidade com a família. "Não se trata de ter a mesa mais farta ou a árvore mais decorada. O essencial é estar presente, compartilhar risadas, ouvir histórias e criar momentos que realmente conectem a família. Essas são as lembranças que as crianças levarão consigo", conclui.

 

Dr. André Ceballos - Médico neurocirurgião, Ceballos atua como Diretor técnico do Hospital São Francisco, referência no diagnóstico e tratamento de crianças com transtornos do desenvolvimento. O médico tem como missão identificar precocemente condições que possam comprometer o pleno desenvolvimento das crianças, oferecendo intervenções terapêuticas baseadas nas melhores evidências científicas. A atuação do Dr. Ceballos vai além do atendimento clínico e da gestão hospitalar e reconhecendo a importância da informação e da educação para a saúde pública, se dedica a projetos de divulgação e conscientização sobre os marcos do desenvolvimento infantil, com o objetivo de influenciar políticas públicas que beneficiem especialmente as populações mais vulneráveis. Saiba mais em: Link



7 minutos para encerrar ciclos: neurocientista explica

Como aromas podem “desligar” o cérebro emocional no fim do ano
 

Com a chegada de dezembro, a sensação de peso emocional, cansaço mental e balanço interno ganha força. É o momento em que o cérebro tenta processar tudo o que foi vivido — e, muitas vezes, não consegue virar a página sozinho. Para ajudar mulheres que chegam exaustas ao fim do ano, Daiana Petry, aromaterapeuta, naturóloga e especialista em neurociência, apresenta um ritual olfativo de apenas 7 minutos capaz de enviar ao cérebro a sensação concreta de encerramento, reorganizando memórias e abrindo espaço para um novo ciclo.

“O fim de um ciclo não acontece no calendário — acontece no cérebro. E aromas são atalhos neurológicos impressionantemente rápidos para ativar essa sensação interna de conclusão”, explica Daiana.
 

O ritual de 7 minutos para encerrar ciclos

Segundo a especialista, o ritual acessa regiões profundas do sistema límbico, responsável por memória emocional, tomada de decisão e comportamentos automáticos.

1. Escolha um aroma de “liberação”

Lavanda, eucalipto glóbulos ou pimenta-rosa.
Esses aromas atuam na amígdala — centro do medo, da ansiedade e do apego emocional.

2. Inspire por 4 segundos, segure por 2 e solte por 6

A respiração alongada desacelera o sistema nervoso e reduz a hiperatividade da amígdala, facilitando o desapego.

3. Enquanto respira, repita mentalmente:

“Isso não é mais meu.”

Para Daiana, essa frase funciona como um comando cognitivo que, associado ao aroma, ajuda o cérebro a “soltar” experiências presas ou emoções acumuladas.

4. Escolha agora um aroma de “começo”

Bergamota ou alecrim — óleos que ativam áreas relacionadas à motivação, clareza e planejamento.

5. Inspire de olhos fechados e visualize a próxima versão de você

Aqui, o aroma funciona como marcador emocional para o novo ciclo que se inicia.

“Em menos de 7 minutos, é possível desativar uma rede neural e ativa outra. Isso muda a sensação interna de estagnação e cria, literalmente, um novo caminho para o cérebro seguir”, explica a neurocientista.

Por que aromas funcionam tão bem para encerrar ciclos?

Diferente de outros sentidos, Daiana explica que o olfato é o único que acessa diretamente o sistema límbico — área responsável por, emoções, memórias, impulsos, decisões e vínculos afetivos. Por isso, são capazes de modular o cérebro sem esforço consciente já que ajudam a reorganizar memórias, suavizar emoções intensas, desligar estados de alerta, reduzir a sensação de sobrecarga, abrir espaço para novas decisões e fortalecer o autocontrole emocional

“Encerrar algo é um ato neurológico. Você desliga um padrão e liga outro. Quando associamos esse processo a um aroma, ele se torna mais rápido, mais profundo e mais duradouro”, afirma Daiana que completa: “O que muda não é o ano. É o estado interno.
E, às vezes, tudo o que o cérebro precisa para se renovar é um cheiro que abre espaço para a próxima versão de você”, finaliza.


Daiana Petry - Aromaterapeuta, perfumista botânica, naturóloga e especialista em neurociência. Professora dos cursos de formação em aromaterapia, perfumaria botânica e psicoaromaterapia. Autora dos livros: Psicoaromaterapia, Cosméticos sólidos e Maquiagem ecoessencial. Fundadora da Harmonie Aromaterapia.
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@daianagpetry

 

60% dos pais têm dificuldade em acompanhar a vida digital dos filhos, aponta relatório

 

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Desigualdade digital, desconhecimento técnico e desafios na guarda compartilhada agravam lacunas na mediação parental no Brasil

 

Mais da metade dos pais e responsáveis no Brasil enfrenta dificuldade em acompanhar o que crianças e adolescentes fazem na internet. É o que revela o relatório “Redes de Proteção: Desafios e práticas na mediação digital de crianças e adolescentes”, lançado pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio) e pelo Redes Cordiais. O estudo, realizado com 327 responsáveis e três grupos focais em diferentes contextos urbanos, mostra que 60% dos participantes consideram “difícil” ou “muito difícil” acompanhar a vida digital dos filhos. A pesquisa revela um abismo digital nas práticas de mediação parental, com diferenças marcantes de renda, escolaridade e acesso à tecnologia, além de apontar falhas estruturais de conhecimento e suporte às famílias. 

As dificuldades vão desde barreiras técnicas até falta de tempo e de conhecimento sobre as ferramentas disponíveis. A desigualdade social também tem papel central: famílias com maior escolaridade e filhos em escolas privadas tendem a adotar mais recursos tecnológicos de controle, enquanto as de baixa renda enfrentam entraves práticos e menor familiaridade com o uso dessas tecnologias. Entre os responsáveis com renda de até um salário mínimo, mais da metade nunca utilizou aplicativos de controle parental, e apenas 7,7% o fazem regularmente. 

Apesar da crescente oferta de mecanismos de monitoramento nas próprias plataformas, o levantamento mostra que 43% dos pais nunca recorreram a ferramentas digitais para acompanhar seus filhos. A maioria ainda confia em métodos tradicionais: 71% limitam o tempo de uso de celulares, 70% incentivam atividades offline e 64% mantêm conversas sobre segurança e comportamento online. A supervisão direta continua sendo a forma mais comum de acompanhamento, especialmente em lares com menos acesso a recursos tecnológicos, e, ainda, muitos pais relatam que preferem manter os aparelhos em áreas comuns da casa para observar o uso de forma espontânea. 

Outro achado do relatório é o baixo nível de conhecimento sobre o caráter social dos jogos e plataformas digitais. Muitos responsáveis desconhecem que ambientes como Roblox, Free Fire e Discord funcionam como verdadeiras redes sociais, com chats e interações constantes entre usuários. Essa falta de compreensão pode aumentar os riscos de exposição a desconhecidos e de práticas como o cyberbullying, apontado por 41% dos pais como uma de suas maiores preocupações. A exposição a conteúdos inadequados, como violência, pornografia e desafios perigosos, lidera as angústias, sendo citada por 86% dos entrevistados, seguida pela saúde mental (82%) e pelo uso excessivo de telas (66%).

 


O relatório também revela que, em famílias com guarda compartilhada, as diferenças de regras entre lares tornam a mediação digital ainda mais desafiadora. A falta de alinhamento entre os responsáveis gera conflitos e fragiliza a consistência das orientações dadas às crianças e adolescentes. Além disso, 60% dos pais afirmam que os filhos já tentaram ou conseguiram burlar senhas e controles de tempo, o que reforça a necessidade de estratégias baseadas em diálogo e confiança. 

Os dados reforçam que o desafio não está em proibir, mas em construir relações de confiança e preparar os adultos para acompanhar o mundo digital de forma efetiva. “O desafio é construir um espaço de confiança e diálogo na família para um uso equilibrado e que não coloque crianças e adolescentes em risco. Os adultos precisam estar preparados para criar este ambiente saudável, afirma Clara Becker, diretora executiva das Redes Cordiais. Ela explica que o projeto Redes de Proteção nasceu da necessidade de oferecer ferramentas práticas e de acolhimento para pais, mães e responsáveis. 

Já Celina Bottino, diretora do ITS Rio, destaca que o projeto foi pensado como uma ponte entre pesquisa e ação social. “O Redes de Proteção combina ciência, tecnologia e impacto humano. Não basta falar sobre segurança online; é preciso entender as desigualdades que atravessam o acesso à informação e oferecer soluções viáveis, especialmente para famílias em situação de vulnerabilidade. Proteger crianças e adolescentes na internet é uma tarefa coletiva que envolve famílias, escolas, plataformas e o poder público”, afirma. Para Celina, o relatório “é um retrato honesto e necessário do que significa educar na era digital, e um chamado à ação para transformar o cuidado online em uma responsabilidade compartilhada.” 

O relatório aponta, ainda, que 59% dos pais e responsáveis gostariam de ter acesso a tutoriais e orientações práticas sobre ferramentas de controle parental, o que indica uma demanda clara por capacitação. Para os pesquisadores, famílias, escolas, plataformas e governo precisam atuar de forma articulada para fortalecer a educação digital e reduzir as desigualdades que limitam a proteção online.

Realizado em julho de 2025, o estudo integra o projeto Redes de Proteção, que contou também com o curso online “Redes de Proteção: Como Proteger Crianças e Adolescentes na Internet?” em novembro, é uma iniciativa do ITS Rio e das Redes Cordiais voltada à promoção de um ambiente digital mais seguro para crianças e adolescentes. O documento oferece um retrato inédito das práticas e desafios das famílias brasileiras diante da crescente presença das telas na infância e reforça a urgência de uma abordagem coletiva e contínua para garantir que a internet seja um espaço de desenvolvimento saudável, equilibrado e protegido.
 

Sobre o ITS Rio - O Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS) é uma organização independente sem fins lucrativos que analisa as dimensões jurídica, social, econômica e cultural da tecnologia e defende políticas públicas e práticas privadas que protegem a privacidade, a liberdade de expressão e o acesso ao conhecimento. O Instituto também oferece métodos inovadores de educação, treinamento e oportunidades para indivíduos e instituições, permitindo compreender as promessas e os desafios das novas tecnologias. Por fim, o ITS Rio visa fortalecer as vozes do Brasil, da América Latina e do Sul global nos debates internacionais sobre tecnologia, Internet e sua regulamentação.


Redes Cordiais
www.redescordiais.org.br


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