Pesquisar no Blog

quarta-feira, 17 de abril de 2024

Confira 5 dicas para utilizar eletroeletrônicos e eletrodomésticos de forma econômica e sustentável

 

 Produtos eficientes, fontes de energia renovável e descarte correto são algumas das recomendações da ABREE


Ter uma casa econômica e sustentável não significa renunciar ao conforto e dos benefícios oferecidos pelos produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos modernos. Pelo contrário, é possível desfrutar desses itens enquanto se maximiza a eficiência energética, reduz os custos e contribui para a preservação do meio ambiente. Nesse contexto, a ABREE (Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos) destaca algumas mudanças que podem ser aplicadas na rotina para alcançar esses objetivos. 

Para tornar o lar um ambiente mais econômico e sustentável, Helen Brito, Gerente de Relações Institucionais da ABREE, lista uma série de mudanças que podem fazer toda a diferença. Confira: 

  • Escolha produtos eficientes em energia: Ao adquirir novos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, opte por aqueles com alta eficiência energética. A escolha de equipamentos com selos de eficiência energética resulta em menor consumo de energia, refletindo em contas de luz reduzidas e um impacto ambiental mais positivo. 
  • Pratique o consumo consciente: Desligue os aparelhos da tomada quando não estiverem em uso para evitar o consumo de energia em standby. Além disso, maximize a eficiência dos seus equipamentos, como enchendo a máquina de lavar roupa ou a lava-louças antes de ligá-los. 
  • Utilize fontes de energia renovável: Considere adotar fontes de energia renovável, como a instalação de painéis solares ou turbinas eólicas, para suprir parte ou toda a demanda energética de sua casa. Essas alternativas limpas diminuem a dependência de combustíveis fósseis, resultando em uma redução significativa da pegada de carbono. 
  • Recicle e descarte corretamente: Quando for necessário substituir seus produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, certifique-se de reciclá-los de maneira correta. Diversos materiais podem ser reutilizados em novos ciclos produtivos ou reciclados, evitando que terminem em aterros sanitários e reduzindo o impacto ambiental. Para encontrar o ponto de recebimento mais próximo para esses produtos, basta acessar o site da ABREE e informar o CEP e o tipo de produto. 
  • Incentive a conscientização: É fundamental conscientizar sobre a importância da economia de recursos, do descarte adequado de resíduos e do consumo responsável, para motivar todos a fazerem escolhas mais sustentáveis no dia a dia. 

“Quando incorporamos esses hábitos em nosso dia a dia, eles têm o potencial de causar um impacto significativo na conservação do meio ambiente e na saúde pública. Os produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos estão disponíveis para nos auxiliar, simplificar tarefas e proporcionar conforto, sem que isso represente uma ameaça ao nosso planeta. Portanto, é fundamental adotarmos um consumo consciente, que abranja desde a compra até o descarte, como forma de progredir em direção à sustentabilidade”, ressalta Helen Brito, Gerente de Relações Institucionais da ABREE.  



ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos
http://abree.org.br/


Mulheres 40+: empreendedoras relatam falta de equidade em investimentos

 

Se antes, chegar aos 40 anos era sinônimo de pensar em desacelerar o passo, hoje podemos dizer que as mulheres desta faixa etária estão em plena atividade. O mercado de trabalho vem mudando nos últimos anos, as empresas buscam equipes mais diversas. No entanto, é preciso destacar que as mudanças estão ocorrendo em um ritmo lento. Há muitos problemas a enfrentar, como a questão da igualdade salarial. Uma pesquisa recente do IBGE indicou que de forma geral, sem recortes por níveis, as trabalhadoras no Brasil recebem em média 20,5% menos que os homens. Essas e outras barreiras têm levado muitas mulheres a recorrerem ao empreendedorismo como uma alternativa à discriminação de gênero no ambiente corporativo, mas, infelizmente elas ainda são minoria quando o assunto é investimento.

 

Sobra qualificação e faltam investimentos 

A Catho, plataforma online de recrutamento, em pesquisa de 2019 constatou que 30% das mulheres possuíam nível superior e pós-graduação, enquanto apenas 24% dos homens tinham tais qualificações. Entretanto, quando falamos de investimentos, o mercado não é favorável para elas. De acordo com o Perfil do Investidor, realizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), entre 1.244 entrevistados, desse total apenas 9,29% eram mulheres. 

No cenário dos investimentos anjo, de maior risco, os dados não são muito animadores. O estudo Anjos do Brasil, de 2022, que mapeou 7.963 investidores anjo do país detalhou que 10% deles eram mulheres. Para mudar esse panorama é preciso orientar as pessoas quanto às oportunidades que estão atreladas ao investimento e, o mais importante, a acessibilidade. Atualmente, com a nova economia e novos modelos de negócios, qualquer pessoa pode se tornar um investidor anjo. Não é preciso ter vários zeros na conta bancária para investir naquilo em que se acredita. Tendo uma tese de investimento definida, mulheres podem investir onde elas quiserem e fazer parte dessa mudança no mundo. 

Em suma, a desigualdade de gênero no mundo dos investimentos é consequência do que acontece fora desse mercado. Enquanto a renda das mulheres for menor, enquanto elas forem mais comprometidas com as tarefas domésticas e o sustento da família, elas terão menos liberdade para assumirem riscos de investimento. Países desenvolvidos que investem na pauta da igualdade de gênero em todas as esferas, certamente irão colher frutos mais prósperos. O Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer, por isso é fundamental termos iniciativas paralelas que levem conhecimento e informação a todas. 



Carolina Gilberti -CEO da Mubius Womentech Ventures, a primeira WomenTech do Brasil.



Mubius WomenTech Ventures
https://mubius. ventures/


Como o líder brasileiro se destaca no mercado estrangeiro?

 

Na era da globalização, líderes brasileiros se destacam nos mercados estrangeiros, impulsionados pela abertura econômica do país, um movimento que reflete sua adaptabilidade e resiliência. O levantamento feito pela Febracis, uma das maiores escolas de negócios da América Latina, em 2023, procurando identificar o perfil comportamental das lideranças no Brasil, revela que há uma ampla incidência de personalidades carismáticas, persuasivas e destemidas entre os gestores brasileiros. Segundo a pesquisa, 58,6% dos respondentes destacam-se na resolução de problemas, enquanto 58,5% possuem maior facilidade para incentivar as pessoas. Em ambientes internacionais, caracterizados por desafios complexos, a criatividade e a capacidade de improvisação os tornam ativos valiosos.


No contexto das relações comerciais, o carisma e a persuasão são parte da  marca registrada dos líderes brasileiros, facilitando não apenas as interações, mas também fomentando a construção de conexões e a busca por consensos. Sendo assim, a aderência do mercado exterior é um fenômeno contextual, dependendo da cultura da empresa, do setor de atuação e dos desafios específicos enfrentados. Nesse sentido, as diferenças entre brasileiros e estrangeiros vão além das características individuais, abrangendo estilos de comunicação informais, tomadas de decisão intuitivas e gestão flexível do tempo. 


No entanto, alcançar sucesso em outros países apresenta desafios. Embora traços positivos como energia, otimismo e criatividade sejam benéficos, é preciso lidar com a necessidade de assertividade e comunicação direta. Essas características nem sempre estão integradas na cultura brasileira, mas são essenciais para elevar o nível da liderança e assegurar que a influência seja eficaz em diversos contextos.


Assim, para otimizar o desempenho no exterior, é crucial investir no desenvolvimento de liderança assertiva, comunicação clara e gestão de conflitos. A habilidade de adaptação a diferentes formas de liderar e a compreensão das nuances culturais, são passos essenciais para a consolidação no cenário global.


Diante dessa realidade, a liderança brasileira destaca-se não apenas pela sua energia contagiante e criatividade, mas também pela capacidade de se ajustar a ambientes desafiadores. O investimento constante em aprimorar habilidades específicas, alinhadas às demandas do mercado internacional, é a chave para sustentar e expandir essa influência positiva em um mundo cada vez mais interconectado. 



Benito Berretta -Managing Director da Hyper Island Americas, consultoria global especializada em jornadas de aprendizado e transformação



Ultrapassei o limite do MEI e agora? Entenda como funciona a transição para Microempresa

 

Apesar das implicações nos deveres fiscais e tributários, ME mira a expansão dos negócios, podendo faturar até R$ 360 mil ao ano. Confira dicas do professor de Ciências Contábeis do CEUB

 

Alvo de dúvidas, a transição de Microempreendedor Individual (MEI) para Microempresa (ME) no Brasil envolve um processo de migração de categoria ou obtenção de novo CNPJ. A mudança pode ser necessária devido a diversas razões, como o fato de ultrapassar o limite de faturamento anual, envolvendo questões entre ônus e bônus. Max Bianchi Godoy, consultor empresarial e professor de Ciências Contábeis do Centro Universitário de Brasília (CEUB), elenca as providências que um microempreendedor precisa tomar após atingir o limite estabelecido pelo MEI. 

O termo Microempreendedor Individual nasceu para categorizar a Lei Complementar nº 128 em 2009, visando tirar da informalidade autônomos e pequenos empreendedores. Segundo o docente do CEUB, enquanto o MEI tem um limite de faturamento anual de R$ 81 mil e pode empregar um funcionário, a Microempresa pode ter sócios, faturar até R$ 360 mil por ano e contratar até nove funcionários para comércio e serviços ou até 19 para o setor industrial. 

O primeiro passo no processo de transição de MEI para ME, explica Bianchi, é fazer a solicitação por meio do Portal do Simples Nacional, seguida da comunicação à Junta Comercial estadual, atualizando os dados cadastrais da empresa nos órgãos locais, como a Prefeitura e a Secretaria de Estado da Fazenda. “A ME também pode optar por regimes tributários como o Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, dependendo de suas atividades e preferências, com implicações significativas nos impostos e na gestão contábil”. 

Essas alterações acarretam o cumprimento de obrigações financeiras que acompanham a mudança para uma Microempresa, como o pagamento de tributos e impostos mais abrangentes se comparados aos que são realizados pelo Microempreendedor Individual. “É muito importante contratar um contador, pois o MEI é a única categoria que não demanda serviços contábeis, enquanto as demais requerem acompanhamento contábil constante”, explica. 

Sobre as vantagens, Max Bianchi destaca que a mudança para Microempresa permite maior limite de faturamento, possibilidade de contratar mais funcionários, acessar benefícios fiscais e linhas de crédito mais amplas, o que pode facilitar a expansão dos negócios. Esse pode representar um passo significativo para os empresários que buscam expandir suas operações: “A transição de MEI para ME abre diversas portas para o empresário, incluindo a capacidade de acessar novos mercados e clientes e participar de licitações públicas”.

 

Saiba a diferença entre MEI E ME:

 

MEI

* Faturamento máximo de R$ 81 mil por ano;

* Restrito a um único sócio e um funcionário contratado sob regime CLT;

* Proibida a participação como sócio ou titular em outra empresa;

* O imposto mensal é fixo e determinado de acordo com a natureza da atividade;

* As atividades permitidas são específicas e excluem profissões regulamentadas;

* Poucas declarações tributárias necessárias;

* O processo de abertura e fechamento do CNPJ é totalmente online;

* Dispensado da obrigação de emitir notas fiscais na maioria das operações.

 

ME

* Faturamento limitado até R$360 mil;

* Máximo de 9 funcionários, incluindo sócios;

* Autorizada a participação em outras empresas como sócio ou titular;

* Tributação mensal calculada com base no faturamento do período;

* Restrito a atividades de alto risco para saúde, produção e finanças;

* Maior quantidade de declarações tributárias, dependendo das operações da empresa;

* Processo de abertura e fechamento do CNPJ varia conforme a atividade e localização da empresa;

* Necessidade de emitir notas fiscais para todas as operações.


Grupo internacional faz simulações capazes de descrever com precisão inédita o clima na América do Sul

 

Simulação computacional do hidroclima da América do Sul
(
imagem: ChanghaiLiu e Kyoko Ikeda)

Objetivo é criar modelo de visualização computacional que represente com maior acurácia os processos hidroclimáticos que ocorrem na região e subsidiar medidas de adaptação às mudanças climáticas; iniciativa foi apresentada durante a FAPESP Week Illinois

 

Um consórcio composto por pesquisadores de mais de dez países, incluindo Brasil, Estados Unidos e algumas nações europeias, está realizando simulações do clima do passado e do futuro na América do Sul com resolução sem precedentes. O objetivo é criar um modelo de visualização computacional que represente com maior acurácia os processos hidroclimáticos que ocorrem na região para ajudar os tomadores de decisão a implementar medidas mais efetivas de adaptação aos impactos da mudança climática.

O trabalho foi apresentado em um painel de discussão sobre clima durante a FAPESP Week Illinois, na semana passada, em Chicago (Estados Unidos).

“Agora, estamos começando a ser capazes de representar corretamente o hidroclima da América do Sul nas escalas necessárias”, disse Francina Dominguez, pesquisadora do Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign e coordenadora do projeto.

De acordo com Dominguez, a exemplo de todas as regiões do mundo, o clima na América do Sul está mudando. Têm sido registradas secas exacerbadas no sul da Amazônia, na região do Cerrado, no norte do Brasil e no Chile. Esse cenário tem afetado o rendimento agrícola, o abastecimento de água para reservatórios, a geração de energia hidrelétrica e impactado dezenas de milhões de pessoas nas grandes áreas metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Santiago do Chile, por exemplo.

As geleiras andinas, que são uma importante fonte de água, perderam 30% de sua área nos trópicos e até 60% no sul dos Andes, constituindo as mais altas taxas de perda de massa glacial do mundo. Por outro lado, o sudeste da América do Sul enfrenta o aumento das chuvas anuais e a intensificação de fortes precipitações desde o início do século 20.

“A América do Sul enfrenta duas forças gigantescas, que são as mudanças climáticas e no uso da terra, que têm ocorrido não só na floresta amazônica, mas também em outras áreas da região, como o Chaco, na Argentina. E também temos mudanças muito grandes tanto no clima global quanto no regional. Como resultado desses processos temos observado que os extremos climáticos estão mudando em todo o continente e isso põe em risco a segurança hídrica e alimentar de milhões de pessoas”, afirmou Dominguez.

As projeções climáticas futuras são baseadas em modelos climáticos globais, os chamados GCMs, na sigla em inglês. A despeito de terem avançado muito nas últimas décadas, essas representações conceituais do clima global são incapazes de capturar detalhes do hidroclima da América do Sul e apresentam distorções significativas, ponderou a pesquisadora.

Parte desse problema está relacionado com a resolução espacial grosseira desses modelos, cujo espaçamento de grades horizontais, que representam a terra e os oceanos, é da ordem de dezenas de quilômetros (km). Por isso, não conseguem representar corretamente processos que ocorrem em escalas menores e em regiões montanhosas, como chuva de relevo – que surge quando nuvens encontram obstáculos como serras e montanhas –, além de queda de neve acumulada em montanhas e geleiras.

“Por meio dos GCMs atuais não é possível ver topografias complexas e isso representa um problema na América do Sul, onde há os Andes e outras áreas com essa característica”, afirmou Dominguez.

Os GCMs também não conseguem representar realisticamente ciclones, jatos de baixo nível – estreita zona de ventos máximos que ocorre nos primeiros quilômetros da atmosfera – e tempestades de sistemas conectivos organizados.

“Em regiões da bacia do rio da Prata, assim como em São Paulo e outras grandes áreas urbanas e agrícolas na América do Sul, a convecção organizada é um dos mecanismos mais importantes de precipitação e não está corretamente representada nos modelos climáticos globais”, disse Dominguez.

Com base nessa constatação, os pesquisadores realizaram, por meio de um consórcio de pesquisa batizado de South America Affinity Group, duas simulações computacionais de modelo de pesquisa e previsão do tempo (WRF, na sigla em inglês de weather research and forecasting model), com alta resolução sem precedentes de espaçamento de grade de 4 km, representando climas históricos e futuros do continente.

O objetivo é empregar a simulação histórica para validar o modelo e compreender melhor as características hidroclimáticas do continente com maior nível de detalhe e usar a simulação climática futura para avaliar as alterações que devem ocorrer na América do Sul sob um clima mais quente.

“Esse é um grande esforço que envolve mais de cem cientistas, muitos deles do Brasil e, em grande parte, de São Paulo”, disse Dominguez.


Baixo desempenho computacional

De acordo com Kelvin Droegemeier, professor de ciências atmosféricas da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos últimos anos têm sido desenvolvidos modelos do sistema terrestre incrivelmente sofisticados, representando a atmosfera, o gelo, os oceanos e os ciclos biogeoquímicos, entre outros elementos.

Esses modelos requerem computadores muito poderosos para fazer as integrações de longo prazo. O problema, contudo, é que eles só conseguem atingir uma pequena fração da capacidade máxima das máquinas atuais.

“Os modelos atuais só atingem entre 2% e 3% de uma máquina exascale [tipo de computação de alto desempenho com capacidade cerca de mil vezes mais rápida do que a dos mais poderosos supercomputadores em uso]. É como se esses modelos fossem uma Ferrari ou um carro de corrida de Fórmula 1 e só pudessem ser dirigidos a uma velocidade de 25 quilômetros por hora”, comparou o pesquisador.

Além disso, os modelos apresentam problemas de resolução e de física e são incapazes de capturar detalhes, como processos que acontecem em regiões como a América do Sul. “Esses modelos têm muitos problemas, mas a culpa não reside neles e sim nos sistemas onde eles estão sendo executados”, ponderou Droegemeier.

A fim de avançar na capacidade computacional para rodar os modelos do sistema terrestre, a universidade norte-americana realizará um encontro internacional entre o fim de setembro e o início de outubro deste ano voltado a desenvolver um sistema computacional para ciência do sistema terrestre de fronteira em simulação e projeção climática.

“O objetivo será discutir sobre onde estão os sistemas computacionais que nos permitirão executar esses modelos em altíssima resolução global. Temos as partes interessadas, como fabricantes de chips como a NVIDIA e a Intel, em participar da discussão”, contou o pesquisador.

A universidade norte-americana também está desenvolvendo um conceito para criar um centro nacional de previsão de eventos extremos causados por mudanças climáticas e outro sobre ciência da previsibilidade e suas aplicações, anunciou Droegemeier.

O painel dedicado a estudos sobre o clima foi realizado no dia 10 de abril e também contou com a participação do professor da Universidade de São Paulo (USP) Marcos Buckeridge.

Mais informações sobre a FAPESP Week Illinois estão disponíveis em: fapesp.br/week/2024/illinois.

 

Elton Alisson, de Chicago
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/grupo-internacional-faz-simulacoes-capazes-de-descrever-com-precisao-inedita-o-clima-na-america-do-sul/51389


Aplicativos de transporte: projeto de lei vai pesar no bolso dos usuários?

Envato Imagens
 Legislação em debate no Congresso Nacional pode impactar nos valores das viagens por aplicativo, tornando a locação de veículos mais atrativa economicamente


Os Projetos de Lei 1471/22 e complementar 12/24, que visam ampliar os direitos dos motoristas de aplicativos de transporte, estabelecendo jornada de trabalho, piso salarial, criação de sindicato para a categoria, e acesso a direitos trabalhistas, podem levar a um aumento nos custos das corridas para os usuários. Uma das razões para isso é a exigência de que tanto motoristas quanto empresas contribuam para o INSS, além de garantir aos motoristas uma renda mínima de R$ 32,10 por hora trabalhada, com a justificativa de que este valor não cobre os custos com combustível e manutenção do veículo. De acordo com a proposta, essa quantia foi calculada para suportar gastos com uso de internet móvel, seguro, impostos, manutenção e combustível, no qual o excedente constituiria uma remuneração de 25% do valor da hora de trabalho.

Surge, assim, a necessidade de encontrar alternativas de transporte diário mais acessíveis, uma vez que as corridas via aplicativos costumavam ser consideradas as opções mais vantajosas para deslocamentos cotidianos, seja para trabalho, compras ou lazer. As mais atraentes são o aluguel ou assinatura de carro, modalidades que vêm ganhando popularidade pela praticidade e comodidade que oferecem, além de serem mais viáveis do ponto de vista financeiro. 

O mercado de aluguel de carros segue em expansão e desenvolvimento. Segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), o setor registrou um faturamento bruto de R$ 44,9 bilhões no ano passado, marcando um aumento de 22% em relação a 2022. A opção pelo aluguel de veículos tem se mostrado cada vez mais atraente para quem deseja dispor de um carro por um tempo específico. Isso se deve, em parte, à crescente conscientização das pessoas sobre a importância de economizar, proteger o meio ambiente e adotar práticas mais sustentáveis, valorizando a experiência do uso em vez da posse.

Locação proporciona economia e praticidade para o dia a dia

Ao escolher a locação de automóveis, os motoristas podem desfrutar de uma previsibilidade maior nos custos, uma vez que as despesas com o veículo são bem definidas. Tendo à disposição diversos modelos, eles têm mais flexibilidade e autonomia para planejar seus deslocamentos conforme suas necessidades e horários, possibilitando uma economia significativa ao longo do tempo. “Em trajetos curtos, de 2 ou 3 km, os aplicativos chegam a cobrar até R$ 15,00, sem contar com a variação das “tarifas dinâmicas” que flutuam de acordo com o horário do rush ou condições meteorológicas. Caso alguém precise se deslocar três ou quatro vezes ao dia, o custo total pode ser maior do que o de uma locação de meia-diária, que disponibiliza o carro ao cliente por 12 horas”, explica a gerente do V1 Aluguel, Thais Augusta. Portanto, alugar um carro proporciona maior liberdade de movimento, com o motorista tendo controle total sobre seus trajetos e horários, o que resulta em uma experiência de viagem mais flexível e adaptada às suas necessidades.

Essa modalidade - também conhecida como "nanolocação" - é uma solução prática para aqueles que precisam realizar múltiplos deslocamentos ao longo do dia. Em uma simulação feita no aplicativo da V1, é possível alugar um carro tipo hatch (como o Argo ou Gol 1.0) a partir de R$ 73,27 (valor passível de mudança), com a liberdade de uso durante todo o dia, sem restrições. “Considerando, por exemplo, alguém que precise se deslocar cerca de 10 km de casa para o trabalho e tenha um exame médico no meio do dia, tendo que retornar ao trabalho em seguida, o custo com o transporte por aplicativo seria superior ao de alugar um carro por meio dia. Outra facilidade é que o cliente retira e devolve o carro de forma autônoma, pelo celular, sem a necessidade de aguardar em fila ou balcão. Se preferir, ainda é possível contratar o serviço de conveniência, no qual um profissional V1 leva e busca o automóvel. Ainda, oferecemos cobertura nacional e assistência 24h”, explica Thais. 

A tecnologia da startup do Grupo Águia Branca é seu principal diferencial: o processo de locação de carros da V1 é totalmente digital, bastando o usuário realizar o cadastro, escolher o período de locação, a estação de retirada e o modelo do veículo. O lema “tão rápido quanto ler um QR code” evidencia a rapidez com que se pode locar um carro - em não mais que dois minutos para realizar o processo de locação e sair com o veículo. Além disso, é possível fazer reservas, assegurando que o veículo estará disponível no período desejado. A gama de modalidades disponibilizadas é ampla, atendendo a diversas necessidades, permitindo locações por dia, semana, quinzena, mês e até ano. 

 

V1


terça-feira, 16 de abril de 2024

Estação Hospital São Paulo, da Linha 5-Lilás, recebe campanha de conscientização sobre autismo


Atividade é mais uma etapa da parceria da ViaMobilidade com o Instituto PENSI no abril azul
 

 

Neste abril azul, mês que marca a conscientização, inclusão e respeito a pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), a Estação Hospital São Paulo, da Linha 5-Lilás, abriga mais uma ação do programa “Autismo e Realidade”, realizado pelo Instituto PENSI (Pesquisa e Ensino em Saúde Infantil), com uma equipe que distribuirá cartilhas e prestará orientação ao público sobre o autismo, nesta quarta-feira (17), das 10h às 14h.

 

A Estação Hospital São Paulo também abriga uma mostra, do mesmo programa, referente ao autismo, quebrando paradigmas e informações falsas a respeito do transtorno. No verso de cada painel, há uma criança, comprovando o que é verdade sobre o tema. A exposição, também presente na Estação Paulista Pernambucanas da Linha 4-Amarela, fica à disposição dos passageiros até 1º de maio. 


Parceria com IJC  


Além da parceria com o Instituto PENSI, a ViaMobilidade abraçou mais uma causa, desta vez com o IJC (Instituto Jô Clemente), para um projeto piloto na própria Estação Hospital São Paulo, visando a aplicação de uma comunicação mais acessível e de fácil compreensão nas dependências da Linha 5-Lilás. A proposta conta com o apoio e sugestões de integrantes da Autodefensoria da entidade, formada por pessoas com deficiência intelectual e TEA. 


Câmara Municipal de Aracaju debate Protocolo de Diabetes Tipo 1 no dia 25 de abril

A Associação Sergipana de Proteção ao Diabético e a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e Obesidade estão em parceria para a discussão


Dados do último Atlas da Federação Internacional do Diabetes, o Brasil têm 16 milhões de pessoas com a condição e cerca de 50% de pessoas, entre 20 e 79 anos, que não sabem que têm o diagnóstico da condição*.

Um estudo não muito recente, mas que na prática os dados não fogem muito da realidade brasileira é: Prevalência e Correlações do Controle Glicêmico Inadequado: resultados de uma pesquisa nacional em 6.671 adultos com diabetes no Brasil. Os dados mostram que o controle glicêmico inadequado foi de uma média de 76%, sendo que 90% das pessoas com diabetes tipo 1 e 73% em indivíduos com diabetes tipo 2.

A junção da falta de diagnóstico precoce e de adesão ao tratamento traz um resultado alarmante. Segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde realizada entre janeiro e setembro do ano retrasado, foram realizadas 12.639 cirurgias para amputações de membros inferiores, sendo uma média de 46 por dia, decorrentes do diabetes.

Pensando nesta situação, a Associação Sergipana de Proteção ao Diabético e a Coalizão Vozes do Advocacy solicitaram uma audiência pública na Câmara Municipal de Aracaju, no próximo dia 25, às 14h, para discutir melhorias no Protocolo de Atendimento de pessoas com diabetes tipo 1 no município, que inclui a inclusão do sistema de monitorização contínua de glicose para pessoas com diabetes tipo 1 aliada à educação em diabetes. 

Evidências de ensaios clínicos e de estudos de vida real demonstram que a utilização do sensor resultou em redução importante de hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) no nível 1, quando está abaixo de 70 mg/dl, e especialmente com relação à hipoglicemia nível 2, quando a glicemia chega abaixo de 54 mg/dl em pessoas com diabetes tipo 1***.

O uso do sensor também resultou em redução de 56,2% na ocorrência de internação por cetoacidose, complicação do diabetes que deixa o sangue ácido e pode levar à morte ****. Outro benefício acompanhado em estudo foi a redução de hospitalizações por complicações agudas do diabetes em 49% em pessoas com diabetes tipo 1. ***** 

Para o evento, foram convidados: a Secretária de Saúde de Aracaju Waneska de Souza Barboza, o Secretário de Saúde do Estado de Sergipe Walter Pinheiro, o Presidente da Associação Sergipana de Proteção ao Diabético Dr. Raimundo Sotero, a Secretária da Associação Sergipana de Proteção ao Diabético Monica Valle, e a Coordenadora da Coalizão Vozes do Advocacy Vanessa Pirolo. Esta audiência será mediada pelo vereador Isac de Oliveira Silveira.

O evento ocorre na Câmara de Vereadores de Aracaju, localizada na Praça Fausto Cardoso, 74 - Centro, em Aracaju.

 

Sobre a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e em Obesidade

Com a participação de 24 associações e de 2 institutos de diabetes, o projeto promove o diálogo entre os diferentes atores da sociedade, para que compartilhem conhecimento e experiências, com o intuito de sensibilizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces do diabetes da obesidade e das complicações de ambas as doenças, além de promover políticas públicas, que auxiliem o tratamento adequado destas condições no país.

 

 

Referências:

*Federação Internacional de Diabetes: https://diabetesatlas.org/

**Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2020: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/vigitel/relatorio-vigitel-2020-original.pdf

*** Bolinder J, Antuna R, Geelhoed-Duijvestijn P, Kröger J, Weitgasser R. Novel glucose-sensing technology and hypoglycaemia in type 1 diabetes: a multicentre, non-masked, randomised controlled trial. Lancet. 2016;388(10057):2254–63.

**** ROUSSEL R, GUERCI B, VICAUT E, DEPOUVOURVILLE G, DETOURNAY B, EMERY C, et al. 68-OR: Dramatic Drop in Ketoacidosis Rate after FreeStyle Libre System Initiation in Type 1 and Type 2 Diabetes in France, Especially in People with Low Self-Monitoring of Blood Glucose (SMBG): A Nationwide Study. Diabetes. 2020
Jun;69(Supplement 1):68-OR.

***** Roussel R, Riveline J-P, Vicaut E, de Pouvourville G, Detournay B, Emery C, et al. Important Drop in Rate of Acute
Diabetes Complications in People With Type 1 or Type 2 Diabetes After Initiation of Flash Glucose Monitoring in
France: The RELIEF Study. Diabetes Care [Internet]. 2021 Jun 1;44(6):1368–76. Available from:
https://diabetesjournals.org/care/article/44/6/1368/138708/Important-Drop-in-Rate-of-Acute-Diabetes


Negligenciar autocuidado em prol de familiares põe em risco saúde feminina, alerta médica

iStock
Muitas mulheres não priorizam a própria saúde em detrimento dos cuidados com familiares, sejam eles filhos, pais idosos ou outros membros do núcleo familiar. Essa realidade, embora muitas vezes motivada pelo afeto e preocupação, pode apresentar consequências sérias para a saúde feminina em longo prazo.

A ginecologista Jaqueline Neves destaca a importância do autocuidado para as mulheres: “É fundamental que elas entendam que cuidar de si mesmas não é egoísmo, mas, sim, uma necessidade básica para uma vida saudável e equilibrada. Ignorar sua própria saúde pode resultar em complicações que poderiam ser evitadas com medidas simples além de atrair pessoas abusivas e com comportamentos tóxicos, seja no seio familiar ou no âmbito da amizade e trabalho”, ressalta.

Dados revelam que muitas mulheres adiam consultas médicas, exames de rotina e até mesmo tratamentos por conta de responsabilidades familiares. Esse comportamento, apesar de compreensível, pode levar a problemas de saúde sérios, como doenças crônicas não diagnosticadas, deficiências nutricionais e problemas emocionais decorrentes do estresse e da exaustão.

Alguns exames físicos, como o das mamas, da vulva, da região externa da genitália, do canal da vagina e do colo de útero, devem ser considerados de rotina, assim como a coleta do exame preventivo, mais conhecido como Papanicolau, que previne o câncer de colo de útero. A ginecologista recomenda também a realização da ecografia e mamografia, indicados geralmente a partir dos 40 anos, mas podem ser feitos antes por mulheres com histórico de câncer de mama na família. Para mulheres a partir dos 65 anos, o exame de densitometria óssea consegue detectar a osteoporose e a osteopenia.

De acordo com a médica Jaqueline Neves, “é crucial que as mulheres aprendam a estabelecer limites saudáveis e a priorizar sua própria saúde, mesmo que isso signifique delegar algumas responsabilidades familiares ou buscar ajuda externa. O autocuidado não é um luxo, mas, sim, um direito e uma necessidade.”

Além das questões físicas, a saúde mental das mulheres também é afetada quando determinados cuidados são negligenciados. É essencial que se promova uma cultura de autocuidado entre as mulheres, incentivando-as a priorizarem sua saúde física e emocional, defende a médica. Isso envolve não apenas buscar assistência médica regularmente, mas também reservar tempo para praticar exercícios físicos e se alimentar de forma saudável.


ViaMobilidade realiza campanha de prevenção à Dengue nas Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda

Em parceria com prefeituras de Osasco e Barueri, ações acontecem nas estações Osasco, Barueri e Jardim Belval

 

A ViaMobilidade, em parceria com as prefeituras de Osasco e Barueri, promove nos dias 18, 23 e 25 de abril, nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, uma campanha de engajamento aos passageiros com dicas de orientação, prevenção, controle e tratamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, como a Dengue, Chikungynya e Zika, por meio de cartazes, faixas, informativos e adesivos.

 

As ações acontecem nas estações Osasco (dia 18), interligação das linhas 8 e 9, Barueri (dia 23) e Jardim Belval, na Linha 8, das 10h às 16h. Profissionais da área de saúde das prefeituras vão orientar os clientes, reforçando que o projeto oferece um serviço gratuito, prático e acessível que atende milhares de pessoas durante seu trajeto para casa ou trabalho. 

 

Somente neste ano, o Estado de São Paulo registrou 112 mortes por Dengue e mais de 292 mil casos da doença. Destes, 331 são considerados graves, segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde. 

 


Sobre a Dengue


A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda, que pode se apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de alguns fatores como o vírus envolvido, uma infecção anterior e problemas individuais ligados a doenças crônicas (diabetes, asma brônquica, anemia falciforme).

 

O Aedes aegypti é o nome científico de um mosquito ou pernilongo que transmite a Dengue, febre amarela urbana, além da Zika e da Chikungunya, doenças chamadas de arboviroses. Possui uma característica que o diferencia dos demais mosquitos, que é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas.

 

 

Serviço – Campanha de engajamento contra a Dengue

Dia: 18/04

Estação: Osasco (linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda)

Horário: 10h às 16h

 

Dia: 23/04

Estação: Barueri (Linha 8-Diamante)

Horário: 10h às 16h

 

Dia: 25/04 

Estação: Jardim Belval (Linha 8 -Diamante)

Horário: 10h às 16h

 

Vamos comemorar o dia da nossa maior potência pessoal, a nossa voz

Hoje é um dia muito especial, afinal estamos celebrando o Dia Mundial da Voz! Essa data, que começou aqui no Brasil, lá em 1999, ganhou reconhecimento internacional a partir de 2003. E sabe por que ela é tão importante? Porque nos lembra o quão valiosa é nossa voz e como ela exerce influência em nossas vidas.

Nossa voz é muito mais do que simplesmente emitir sons. Ela é uma ferramenta poderosa que permite a nós todos nos expressar, nos conectar e nos relacionar com o mundo ao nosso redor. Às vezes, só percebemos como nossa voz é importante quando enfrentamos problemas relacionados a ela. 


A voz como ponte para relacionamentos significativos

Ela não é apenas uma forma de nos comunicarmos, mas também um indicador essencial da saúde. No nosso dia a dia, ela nos ajuda a expressar nossos pensamentos, sentimentos e desejos. Uma voz confiante e equilibrada reflete nossa segurança e determinação, enquanto uma voz suave e acolhedora transmite empatia e afeto.

E não é só na vida pessoal que nossa voz é importante! Nas relações empresariais, ela também desempenha um grande papel. Um tom de voz claro e assertivo é fundamental para liderar equipes, negociar com clientes e apresentar ideias em reuniões. Transmite autoridade, confiança e profissionalismo, elementos essenciais para o sucesso em ambientes corporativos.

Mas assim como cuidamos do corpo e da mente, também precisamos cuidar da nossa voz. Manter um equilíbrio entre entonação, volume e ritmo é essencial para evitar problemas vocais e garantir uma comunicação perfeita.


Conscientização necessária para o nosso autocuidado diário

Um dos principais focos desta data é conscientizar sobre os sinais e sintomas que podem indicar problemas de saúde, como o câncer de laringe. Conforme a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), vinculada à Organização Mundial de Saúde, em 2020 tivemos 98,4 mil novos casos de câncer orofaríngeo no mundo. E as projeções para o futuro são alarmantes, com a expectativa de 145 mil novos casos até 2040.

Mudanças na qualidade da voz, dificuldade para falar ou engolir e dor persistente na garganta são apenas alguns dos sintomas que merecem atenção.

Neste Dia Mundial da Voz, convido todos a refletirem sobre o valor da nossa voz e a cuidarem dela com carinho, amor e atenção. Façamos desta data uma oportunidade não apenas de celebração, mas também de conscientização e cuidado com nossa saúde vocal. Afinal, uma voz saudável é um tesouro que devemos preservar.

 

Juliana Algodoal, PhD - CEO Linguagem Direta, Fonoaudióloga especializada em Inteligência Comunicacional para alta liderança, Partner do Ecossistema Great People & GPTW, Escritora, Palestrante, Mentora.


Posts mais acessados