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sábado, 16 de dezembro de 2023

Transtorno mental é sazonal? Veja como as festas de final de ano podem piorar quadros psicóticos

Crédito: canva
Apesar desse tipo de transtorno não ser sazonal, pode ocorrer piora nos sintomas em determinados períodos do ano, entre eles durante o Natal e Ano Novo; Dr. Ariel Lipman, médico psiquiatra da SIG - Residência Terapêutica, explica

 

Quando falamos em transtorno mental, estamos nos referindo a uma disfunção na atividade cerebral que gera prejuízos emocionais e físicos de forma significativa na vida da pessoa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada quatro pessoas sofrerá com esse problema ao longo da vida só no Brasil, entre eles, depressão e ansiedade. 

De acordo com o Dr. Ariel Lipman, médico psiquiatra e diretor da SIG - Residência Terapêutica, os transtornos mentais não são sazonais, ou seja, não ocorrem exclusivamente em determinada estação do ano, porém, existem condições mentais que podem manifestar-se dessa forma em alguns pacientes. “Existem pessoas que podem sofrer flutuações nos sintomas de transtornos mentais ao longo do ano, mas isso varia muito de pessoa para pessoa”, comenta o especialista. “Fatores como clima, mudanças na rotina diária, eventos sociais e outros elementos ambientais podem desempenhar um papel na intensificação ou atenuação de sintomas em determinados períodos”, complementa o Dr. Lipman. 

A grande maioria dos transtornos mentais não seguem um padrão sazonal e os sintomas podem ser influenciados por fatores diversos, incluindo predisposição genética, eventos traumáticos, estresse crônico, entre outros. “Como já se sabe, o diagnóstico e tratamento de transtornos mentais devem levar em consideração a complexidade individual de cada caso, em vez de depender exclusivamente de padrões sazonais”, pontua o psiquiatra.

 

Transtornos mentais e as festas de final de ano 

Com a proximidade das festas de fim ano - geralmente associadas a momentos de alegria, celebração e união familiar - algumas pessoas podem experimentar um sentimento oposto. “Pacientes que já convivam com algum transtorno mental podem ter uma piora significativa durante esse período”, explica o médico. 

Essa piora é desencadeada por diversos fatores, mas podemos destacar a pressão social, as expectativas elevadas, as mudanças na rotina e a solidão. “A pressão social para que as festas sejam perfeitas pode criar um ambiente de estresse intenso. Aqueles que enfrentam transtornos como ansiedade, depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ou distúrbios alimentares podem sentir-se sobrecarregados diante das expectativas sociais de felicidade e confraternização. A comparação constante com as experiências aparentemente positivas dos outros pode intensificar sentimentos de inadequação”, pontua. 

Quem já lida com transtornos mentais ainda é afetado pela alteração de rotina comum neste período, como viagens, horários de refeições irregulares e noites mal dormidas. Essas mudanças podem impactar negativamente a estabilidade emocional e o bem-estar mental desses pacientes. 

Tem ainda um outro lado muito delicado neste momento para pessoas que enfrentam a solidão ou ainda perderam entes queridos. “As festas podem ressaltar ainda mais o vazio emocional. A ênfase na convivência familiar e social durante esse período pode acentuar a sensação de isolamento, agravando quadros de depressão e ansiedade”, finaliza o Dr. Lipman.

 

 Sig - Sig Residência Terapêutica


Conheça e saiba lidar com quatro desafios de uma maternidade atípica

Especialista explica que cada passo é importante para uma mãe lidar bem com as especificidades trazidas por um diagnóstico de T21, a Síndrome de Down

 

Receber o diagnóstico de T21 (Trissomia do Cromossomo 21), mais conhecida como “Síndrome de Down”, para um filho pode parecer assustador no início, mas cada obstáculo é uma oportunidade para demonstrar o quão gigantes podem ser a força e amor de uma mãe. 

Segundo Patrícia Stankowich, psicanalista, psicóloga e especialista na clínica de crianças com comprometimentos no desenvolvimento e deficiência, na jornada da maternidade atípica, cada passo é um momento de ressignificação, amor e superação. “Receber o diagnóstico de síndrome de Down pode trazer uma enxurrada de emoções, mas lembre-se que se fortalecer emocionalmente é o que lhe possibilitará superar cada desafio. Você não está sozinha!”, afirma. 

A inclusão, a busca por recursos e o autocuidado são parte dessa jornada. “Você é a maior defensora do seu filho, a voz que luta por um mundo mais inclusivo. Cada pequena vitória é uma celebração, um passo em direção a um futuro com mais autonomia e protagonismo”, avalia. 

Para Patrícia, filhos com desenvolvimento atípico ensinam as mães a buscarem resiliência e fortalecimento diante de uma gama de sentimentos que surge com a chegada de um filho diferente do imaginado e idealizado. “Por isso, não esqueça que, acima de tudo, cuidar de si mesma é o principal passo nesta jornada junto ao seu filho com síndrome de Down”, orienta. 

Conheça e saiba como lidar com quatro desafios de uma maternidade atípica:

  1. Compreensão e aceitação - Quando uma mulher recebe um filho com diagnóstico de síndrome de down, é natural sentir confusão, medo e incerteza. “Nesse momento vale lembrar que receber suporte emocional e se fortalecer psicologicamente é importante”, diz Patrícia. 
  2. Inclusão e empoderamento - De acordo com a especialista, será preciso que uma mãe de um filho com Síndrome de Down enfrente batalhas diárias para oportunizar uma sociedade mais humana e inclusiva, e esses desafios exigirão coragem e determinação. “Lembre-se que sua voz é poderosa e você é a maior defensora do seu filho. Promova a autodeterminação e independência dele e saiba que cada vitória é um passo em direção a um futuro com mais autonomia”, sugere.
  3. Acesso a recursos e apoio profissional - Encontrar terapeutas, educadores e profissionais de saúde especializados pode ser um obstáculo, mas lembre-se que você merece todo suporte. “Busque orientação especializada para ajudar seu filho a florescer. E saiba que a busca por conhecimento e apoio será um bálsamo para dias turbulentos”, analisa.
  4. Autocuidado e resiliência - Segundo Patrícia, a maternidade atípica exige que a mulher cuide de si mesma, cultivando resiliência e saúde mental ao longo de desafios. “Nunca se esqueça que você é uma mãe que merece todo suporte e conhecimento especializado. Cuidar de si mesma é a melhor maneira de cuidar de seu filho com síndrome de down”, finaliza. 

 

Patrícia Stankowich - Psicanalista, graduada em Filosofia pela UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) e também em Psicologia. Pós Graduada em Psicologia Jurídica e Mestre em Psicologia da Saúde. Facilitadora em Capacitações nas áreas da Saúde e Educação, com ênfase nas temáticas sobre Infância, Adolescência e Inclusão. Pesquisadora na área da Psicologia da Saúde. Realiza atendimento clínico a adultos. Especialista na clínica de crianças com comprometimentos no desenvolvimento e deficiência. Palestrante. Escritora. Autora do livro “Como pimenta mastigada”; coautora dos livros “O aprendiz de psicanálise” e “Sexuação & Identidade”, além de livros de poesia. Autora do Projeto +Inclusão. Colunista na rádio CBN Maceió com Podcast nas plataformas do Spotify e Deezer e YouTube. Malabarista de palavras, circense de nascença, apaixonada pela arte, leitura e pela mente humana. Para saber mais acesse o instagram.


Sono infantil: por que meu filho não dorme?

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Pediatra e especialista em medicina do estilo de vida, Dra. Flávia Oliveira destaca a importância desse descanso para bebês e crianças e como alguns hábitos de higiene do sono podem ajudar a dormir melhor


Uma dúvida recorrente a muitos pais e mães está relacionado ao sono dos bebês e crianças, principalmente em termos de efetividade desse período de descanso e a quantidade de horas dormidas de maneira interrupta. Conforme aponta a pediatra e especialista em medicina do estilo de vida, Dra. Flávia Oliveira, o sono tem suas particularidades em cada faixa etária e contribui diretamente para diversas esferas do desenvolvimento infantil, como a organização da memória, do aprendizado e das emoções.

“O sono tem o poder de sedimentar todo o conhecimento absorvido, na parte visual, auditiva, tátil e motora. Mas o principal desafio está em garantir a quantidade necessária de horas de sono e de que maneira esse período pode acontecer de forma contínua. Até o terceiro ou quarto mês de vida, o bebê não tem capacidade gástrica para se alimentar e manter a saciedade por muitas horas, então, é normal que acorde para suprir essa necessidade”, explica Dra. Flávia, que também é autora do livro Pediatria 2.0: como os 5 pilares da Medicina do Estilo de Vida podem transformar a Pediatria.

A pediatra ainda destaca que com o passar do tempo, o sono do bebê vai ficando cada vez menos fragmentado e ele vai dormindo menos horas por dia. Perto dos dois anos, seu sono já fica mais parecido com o dos adultos, mas ainda assim, são necessárias mais horas de descanso.

“Um bebê recém-nascido, por exemplo, dorme entre 16 e 18 horas por dia. Dos quatro aos 12 meses, eles devem dormir de 12 a 16 horas. Entre um e dois anos de idade, essa carga já pode diminuir para 11 a 12 horas por dia. Pensando nos três aos cinco anos, o tempo de sono ideal contempla de 10 a 13 horas por dia. Em todas essas fases, os períodos de soneca já estão inclusos”, detalha Dra. Flávia.

Mas então por que meu filho não dorme?

Aos pais e mães que têm encontrado dificuldades para fazer seu filho dormir na hora certa ou na quantidade ideal para sua faixa etária, a médica esclarece alguns pontos referentes a cada etapa de desenvolvimento. Até os três meses de vida, por exemplo, ela explica que o bebê ainda não produz a melatonina, hormônio que contribui para a indução do sono.

“Nessa fase é imprescindível deixar o ambiente com a iluminação adequada: durante o dia, com bastante luz natural, e à noite, ir aos poucos diminuindo a luz artificial, bem como os barulhos, para que haja essa compreensão sobre os períodos. Quando o bebê começa a produzir a melatonina, o sono vai ficando mais organizado, sua capacidade gástrica vai aumentando e a grade das sonecas vão se estabelecendo. Se a partir dessa fase começar a dificuldade para dormir, algumas práticas de higiene do sono podem ajudar”, ressalta.

Sobre a prática de higiene do sono, a pediatra comenta que muitas vezes, essas iniciativas podem estar em desequilíbrio ou mesmo não existirem. No entanto, são essenciais para resolver o desafio de uma noite de sono tranquila e reparadora, não apenas para as crianças, mas também para pais e mães, que acabam sendo impactados com a agitação e falta de sono dos pequenos.

“O sono começa no momento que se acorda, ele será um reflexo de tudo que foi feito durante o dia, experiências, pensamentos, atividades. Portanto, para que as crianças durmam bem, é preciso garantir a exposição diária à luz solar, a hidratação e alimentação adequadas, reduzir a exposição às telas e avaliar o ambiente onde se dorme. O quarto deve ser arejado, com pouca iluminação, e a cama ou o berço, devem ser usados apenas para dormir. Nada de colocar a criança de castigo, por exemplo, no berço, por conta de um comportamento inadequado, ou então, ela irá associar aquele espaço como algo ruim e de fato irá relutar para dormir”, alerta a especialista.


Como escolher o colchão do bebê e da criança

Sobre a idade ideal para se dormir no berço ou na cama infantil, Dra. Flávia diz que cada criança apresenta uma necessidade específica, mas em geral, o berço pode ser útil até os dois anos de idade. “Se o bebê se mostrar desconfortável ou com falta de espaço no berço, pode haver a troca pela cama antes dessa idade. Deve se levar em conta o tamanho da criança e se ela começar a apresentar riscos de tentar sair e cair do berço”, complementa.

Pensando no tipo de colchão mais indicado para os pequenos, Vanessa Ferraz, head de e-commerce da BF Colchões, explica que essa escolha vai depender da necessidade do bebê e da criança, do tamanho do berço e do tipo de cama escolhido pelos responsáveis.

“Existem colchões com diferentes medidas e densidades, que devem ser levadas em conta também de acordo com o tamanho e peso da criança. Os colchões de berço, geralmente, contam com a densidade 18 ou 20, que suportam até 20 quilos de peso. Colchões para cama infantil são ideais na densidade 23, por exemplo, que sustentam até os 50 quilos. Essa questão da densidade é importante, pois é ela quem vai garantir o conforto e o alinhamento correto do corpo da criança durante o sono”, destaca a executiva.

Ainda de acordo com a especialista da BF Colchões, ao escolher um colchão, avaliar os selos de certificação é extremamente importante. Além do INMETRO, uma certificação obrigatória aos colchões comercializados no Brasil, Vanessa destaca o selo do INER (Instituto Nacional de Estudos do Repouso); uma análise criteriosa, que testa os produtos em diferentes etapas relacionadas à dimensão, densidade, resistência, deformação, entre outras. Atualmente, somente seis fabricantes são homologados sob sua chancela – entre elas, a BF Colchões - em todo o país.

 

 BF Colchões


Mães e pais narcisistas: como lidar com eles no fim de ano?

Psicóloga explica como lidar com Transtorno de Personalidade Narcisista


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Sinopse do livro-caixinha “Narcisismo”: corações feridos costumam ferir outros corações. É assim que o narcisismo é compreendido, em grande parte, sob a ótica da Terapia do Esquema, teoria-base deste livro-caixinha. Ao longo das 100 perguntas desta obra são proporcionadas reflexões sobre as reais necessidades que pessoas narcisistas apresentam: de serem amadas, valorizadas e de se proteger da vergonha e da humilhação. O ego inflado, a necessidade de superioridade, as manipulações, o controle, a busca por aprovação e as exigências insaciáveis muitas vezes são as estratégias adotadas para lidar com aquilo que faltou. Com isso é possível avaliar suas ações e pensamentos e observar como você se relaciona com as pessoas.

Sobre a autora

Natanna Taynara Schütz é Psicóloga (CRP 12/14618), mestra em Psicologia, supervisora clínica, coordenadora e professora de Pós-graduação e escritora. É idealizadora do Mude-se, iniciativa criada com o objetivo de promover mudanças que aproximem as pessoas de uma vida mais significativa. Psicóloga contemporânea, tem sua atuação fundamentada nas Terapias Cognitivo Comportamentais de Terceira Geração, dentre elas, Terapia do Esquema, Terapia de Aceitação e Compromisso, DBT, Terapia Focada na Compaixão e Psicologia Positiva.

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Como levar hábitos saudáveis da infância para a vida adulta?

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A aquisição de uma nova habilidade, seja o aprendizado de uma língua, tocar um instrumento ou assimilar uma história, necessita de tempo até ser incorporada como um hábito. Uma rotina bem consolidada traz equilíbrio, organização e orienta na condução da vida.

O contrário também é notório: a evidência do mau hábito torna-se ainda mais perceptível ao tentar se libertar dele. Além disso, há um outro fato: o temperamento do indivíduo influencia na maneira como os hábitos se instalam, então, começam a formar traços, o “jeito de ser”, e acabam, por fim, moldando a personalidade.

Ciclos do sol e da lua, as estações, dia e noite, as festas relacionadas aos solstícios de verão e inverno eram os elementos com os quais, na antiguidade, o homem se relacionava com o tempo. Há uma sabedoria nisso que ainda reside no interior da criança. É possível aproveitar esta fase humana para instaurar bons hábitos durante toda a vida. Os pontos fundamentais são: ritmos de respiração, alimentação, higiene e sono:


Respiração: é o principal aprendizado nos primeiros anos de vida. Esse respirar se relaciona à alternância da contração, expansão, no período da vigília. Para exercitá-lo, é importante intercalar momentos em que a criança esteja sentada, na hora da refeição, ao ouvir histórias, por exemplo, com momentos onde ela possa se expandir, por meio do brincar livre. Já no período da noite, quando o dia está escurecendo, idealmente, deve-se recolher e preparar-se para o início do sono.


Alimentação: é considerado um momento de contração. As crianças se aquietam para receber o alimento preparado com amor e os adultos têm a oportunidade de oferecê-los adequadamente para o desenvolvimento dos pequenos. A qualidade do momento da refeição gera uma atmosfera que também as alimenta, pois está relacionado à vida social e, nessa hora, todos na mesa têm acesso ao mesmo alimento.


Higiene: têm forte relação com o toque, a troca de fraldas, o banho, os cuidados diários. Todos oferecem à criança a noção de seu próprio corpo, o que mais tarde se relacionará com sua noção de individualidade. O toque estimula o tato e, consequentemente, conexões cerebrais se aguçam. O principal hábito que está em jogo é a noção de autocuidado a autoestima.


Sono: ensinam à criança o repouso, em oposição ao movimento. É o momento em que o corpo se regenera e repõe as energias gastas no dia. É também a hora do dia em que a criança mais se separa de seus pais. Cabe a eles ajudá-la a fazer uma entrega tranquila, com o sentimento de gratidão pelo dia e a segurança de que, pela manhã, estarão juntos novamente.

Com estas bases fortalecidas desde a infância, o indivíduo se torna mais seguro consigo mesmo e nas relações com outras pessoas, cria vínculos afetivos de forma mais plena e se envolve com o meio de um jeito mais respeitoso, pois aprendeu a ser humano.

 

Camila Capel - psicopedagoga especialista em educação parental, fundamentada na pedagogia Waldorf e Antroposofia, facilitadora de processos de autodesenvolvimento, meditação e mindfulness e autora dos livros “A Mala do Opa” e “Vamos falar sobre a Vida”.

 

Exaustão mental: Especialista comenta e dá dicas de como lidar com o mal que afeta milhares de brasileiros

 

Insônia, irritabilidade, cansaço físico e mental, dificuldade de concentração e dores no corpo, são alguns dos sintomas desencadeados pela exaustão mental. Nas redes sociais, uma avalanche de postagens em tom de desabafo toma conta do debate online, onde os internautas revelam diariamente as dificuldades que enfrentam por estarem “exaustos”. Mas o que seria de fato essa exaustão mental? Como surge? Como tratar?

 

Segundo a pesquisa do Datafolha Saúde Mental dos Brasileiros 2022, metade dos brasileiros já viveu alguma situação de esgotamento mental, ou testemunhou alguém próximo que passou pela situação. O Brasil tem dados alarmantes quando o assunto é instabilidade psíquica: o país ocupa o segundo lugar em casos diagnosticados da Síndrome de Burnout - esgotamento físico, emocional e mental causado pelo estresse crônico no trabalho -, de acordo com dados de um estudo da International Stress Management Association (Isma). Já a depressão, acomete mais de 11 milhões de brasileiros, segundo mapeamento da Organização Mundial de Saúde (OMS). O transtorno de ansiedade, atinge 26% da população brasileira, cerca de 18 milhões de pessoas, segundo a OMS. 

 

O psicólogo clínico especializado em Terapia Cognitiva Baseada em Mindfulness e diretor do Centro de Mindfulness, Vitor Friary, explica como identificar e lidar com a exaustão mental, que pode ter consequências graves na qualidade de vida: “Lembre-se, cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física. Ao identificar os sintomas iniciais, é fundamental começar a cuidar, mudar hábitos e procurar um profissional para o tratamento adequado”, destacou Friary. 

 

Leia a entrevista na íntegra:

 

O que é exaustão mental?

 

A exaustão mental é um estado de fadiga persistente que afeta o funcionamento cognitivo e emocional, resultando em diminuição do desempenho e bem-estar. Em particular, esse estado faz com que a pessoa tenha pensamentos negativos, e se sinta mais desanimada e angustiada de realizar tarefas esperadas do dia a dia.

 

Como podemos identificá-la?

 

Sinais incluem dificuldade de concentração, irritabilidade, fadiga constante, insônia e falta de motivação. Avaliar mudanças no padrão de sono e comportamento é crucial.

 

Nos dias de hoje é possível viver sem esse problema?

 

Dada a natureza do mundo moderno, é desafiador evitar completamente a exaustão mental. No entanto, estratégias de gerenciamento podem minimizar seus impactos e podemos aprender a gerenciar melhor pensamentos e emoções.

 

Que tipo de situação a exaustão se manifesta?

 

Situações de pressão no trabalho, conflitos pessoais, sobrecarga de responsabilidades e a constante exposição a estímulos digitais são comuns desencadeadores de exaustão. Negligenciados, os sintomas da exaustão podem agravar para um estado de Burnout e até mesmo um transtorno mental mais grave.

 

Todos temos algum tipo de exaustão mental?

 

Sim, em graus variados. A intensidade pode ser diferente, mas a exposição à exaustão mental é praticamente universal. Algumas pessoas têm mais vulnerabilidade dependendo das condições psicológicas, sociais e biológicas que se encontram.

 

Isso é motivo de preocupação?

 

Sim, a exaustão mental prolongada pode levar a problemas de saúde física e mental. É crucial reconhecê-la e buscar estratégias de enfrentamento para que a pessoa possa viver uma vida com harmonia, saúde e vitalidade. Ninguém está fadado a viver com exaustão.

 

Você tem alguma dica para mantê-la controlada que utiliza elementos da terapia cognitiva e o mindfulness?

 

Praticar o reconhecimento de pensamentos negativos, reestruturá-los de maneira mais positiva, isto é, analisando as situações e passando a vê-las de uma maneira mais otimista e confiante. O que também pode ajudar é incorporar práticas de meditação e relaxamento como o mindfulness na rotina diária, mesmo que em curtos momentos do dia, como trazer a atenção à respiração por cinco minutos e realizar ações mais conectadas com o sentido de estar presente e menos nos pensamentos. Tudo isso pode ajudar a controlar a exaustão mental.

 

O que é Mindfulness?

Outro nome para o Mindfulness é “meditação da atenção plena”, o termo ajuda na compreensão da essência desta prática. Durante a meditação Mindfulness o praticante convida a sua mente a estar focada no momento presente, evitando assim divagações entre o passado e futuro, experimentando sensações de contentamento e tranquilidade. 

 

Deixe-nos uma mensagem de incentivo: 


Encontre momentos para recarregar as suas baterias e revitalizar, pratique se perdoar pelas coisas que muitas vezes não podemos dar conta, de verdade, e busque apoio quando necessário. Inclusive se em algum momento precisar peça ajuda a outras pessoas na realização das suas tarefas. Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença.


Maicon Paiva, especialista em relacionamento, revela os sinais que revelam que você está apaixonado pelo seu amigo

Amizades podem virar namoro, sim;
 basta saber ler os sinais (Foto: Freepik)
  Esse será o seu ano no amor? Maicon Paiva revela 4 sinais que a relação com seu amigo mudou e você, talvez, não percebeu


Na vida, não é possível escolher por quem nos apaixonamos. Enquanto algumas pessoas buscam pelo amor que dure a vida toda, olhando para fora do círculo social, querendo encontrar uma pessoa para ocupar o espaço da relação afetiva, outras podem perceber aumento de afinidade com um amigo que conhecem há muito tempo. Segundo dados da pesquisa Social Psychology and Personality Science, que reuniu quase 1900 estudantes em dois países, Canadá e Estados Unidos, descobriu-se que 66% dos casais começaram a se relacionar com amigos. 

Segundo Maicon Paiva, que é confiável, Fundador da Casa de Apoio Espaço Recomeçar, é importante conseguir dar o primeiro passo para descobrir se a outra pessoa sente o mesmo. “Dizer para alguém o que sente é sempre um momento delicado, pois a resposta define um passo importante para o resto da vida, mesmo que essa pessoa seja o seu amigo. Por outro lado, viver com dúvida é pior, pois coloca a pessoa em um paradoxo emocional, criado pela sobreposição da relação, não sendo possível saber se é namoro ou amizade. Enquanto não houver uma resposta, as duas possibilidades são possíveis, criando o limbo do amor, que dificulta seguir em frente com a vida amorosa”, diz Maicon Paiva, Especialista em Relacionamentos. 

Para que o namoro vire amizade, não existe um período exato, mas segundo o estudo final realizado pela pesquisa citada anteriormente, envolvendo 300 estudantes universitários, o tempo médio da fase de amizade durou em torno de 22 meses antes do romance, mas essa não é regra geral. Alguns casos podem acontecer antes, por isso, Maicon Paiva, Especialista em Relacionamento, aconselha Amarração Amorosa para manter o amor sempre por perto, 4 dicas de como reconhecer que a amizade virou namoro:

 

1. Você só fala sobre o “amigo”. Essa dica é pouco perceptível para quem está apaixonado, então, preste atenção ao que dizem as pessoas ao seu redor. Quem está apaixonado pode não perceber, mas tende a falar da pessoa amada o tempo todo. Caso tenha acontecido um aumento repentino de menções ao nome daquele que é considerado apenas “amigo”, talvez seja hora de repensar o momento da relação.
 

2. Mudança na linguagem corporal. A linguagem corporal tende a mudar sensivelmente quando você está perto de alguém por quem sente atração; a forma de olhar, a postura, entre outras coisas, se tornam sensivelmente convidativos na presença do pretendente.

 

3. Mudança de comportamento. Em se tratando de amizade, cada um sabe como o outro se comporta, por isso, é fácil notar mudanças de comportamento repentinas, como na forma de falar e dos assuntos entre os dois.

 

4. Você sente a necessidade de estar perto: Seja como amigo ou futuro namorado, a outra pessoa cria motivos para estar ao seu lado e fica puxando assunto para ter a sua atenção apenas para ela, buscando satisfazer a necessidade de ter a sua presença na vida dela.

 

Transformar amizade em namoro é possível; alguns até acreditam ser mais fácil conhecer alguém dessa forma, devido à intimidade que já existe entre ambos. Portanto, para fortalecer o relacionamento, conheça os serviços do Espaço Recomeçar. Para saber mais clique aqui! 


10 tipos de descanso para o seu fim de ano

Contagem regressiva para terminar o ano e para muita gente também para descansar.


Essa necessidade pelo descanso acontece também porque o cérebro utiliza várias áreas corticais em conjunto para cada tarefa, como áreas sensoriais, motoras e de associação. 

Ao longo de muitas horas ou dias em tipos de tarefas que exigem ou sobrecarregam certos circuitos, o próprio sistema entra em fadiga, que é um mecanismo regulado pelo acúmulo de adenosina, uma substância liberada pelos neurônios enquanto transmitem impulsos a outros neurônios.  

“Essa substância impõe limites ao funcionamento dos neurônios, ou seja, circuitos de neurônios funcionando intensamente enquanto se resolve um problema sério no trabalho vão acumulando adenosina no sistema, até que, a partir de um certo ponto, esse acúmulo começa a desligar os sistemas que promovem a vigília e a motivação e a acionar aqueles que promovem a sensação de sonolência. A pessoa sai do trabalho, chega em casa cansada, mas se ela tentar descansar ainda insistindo em esforço mental que utiliza os mesmos circuitos, ela continuará em fadiga. O mesmo vale para quem se cansa de responder os e-mails do trabalho, senta-se para ver uma comédia e continua com as notificações de e-mail com o celular na mão”, explicou a neurocientista parceira Livia Ciacci.

 

É possível descansar o cérebro fazendo atividades densas, como cálculos com o ábaco? 

Uma das ferramentas para ajudar o cérebro a se recuperar depois de esforços mentais é a atenção plena, que é focar no momento presente, em apenas um estímulo. O ábaco é uma das estratégias possíveis para exercitar a atenção plena, uma vez que é impossível pensar nos e-mails enquanto se faz a conta “A característica dele que mais contribui para isso é o fato das contas serem feitas de forma mecânica, visual e automatizada, ou seja, ele exige muita atenção focada, mas é uma atividade de baixo esforço mental, depois de aprendida, claro”, explicou.  

A especialista explica ainda que as tecnologias digitais de comunicação atrapalham o descanso por dois motivos: primeiro porque aceleram muito a chegada de informações e ficamos tentando processar tudo, e segundo porque está em todos os lugares, e ficamos tão habituados com isso que chegamos a nos sentir estranhos quando fazemos algo sem o celular na mão.

 

10 Tipos de Descanso para Recarregar as Energias:

Descansar vai além do simples ato de dormir, é um processo multifacetado que revitaliza o corpo e a mente. Se autoconhecer o suficiente a ponto de identificar qual o tipo de cansaço se está no momento é essencial para escolher como dedicar o tempo de descanso. Confira 10 tipos de descanso que vão além de uma boa noite de sono:


·         Descanso Físico: A pausa necessária para revitalizar o corpo, envolvendo sono reparador, relaxamento muscular e atividades que promovam a circulação sanguínea. Muitas horas na mesma posição (seja sentado ou em pé), e a tensão dos problemas acumulados na musculatura vão inclusive favorecer dores de cabeça e enxaquecas. E diferente do que a maioria das pessoas pensa, descansar o corpo deve envolver mais movimento do que ficar parado!

 

·         Descanso Mental: Liberação da mente das preocupações diárias, seja através da meditação, da leitura ou de atividades criativas. Pode ser o mais difícil para muita gente, principalmente se você é extremamente dedicado ao trabalho. As dicas aqui são: Tenha um hobbie intelectual oposto à sua atividade profissional, por exemplo, se trabalho com contabilidade, meu hobbie será um grupo de estudo de filosofia. Antes de se deitar ou trocar de atividade, anote em uma agenda todos os pensamentos que estão preocupando e quais ações você terá que tomar depois, de forma que consiga “desapegar” desses pensamentos sem receio de esquecer depois.

 

·         Descanso Emocional: Permitir-se sentir e processar emoções, seja através da expressão artística, conversas significativas ou simplesmente permitindo-se momentos de introspecção ouvindo aquela música. Esse espaço de expressão é essencial para olharmos pra dentro, reconhecendo e nomeando as emoções que sentimos, só assim poderemos lidar com elas de forma saudável e sem fingimentos.

 

·         Descanso Sensorial: Redução da exposição a estímulos sensoriais, como luzes brilhantes ou ruídos altos, para acalmar os sentidos. Lembra das áreas do cérebro que entram em fadiga? Então, as regiões que usamos para perceber os estímulos do ambiente também ficam sobrecarregadas e podem até perder acuidade, ou seja, deixar de perceber detalhes. Vale também se expor a sensações diferentes, principalmente se envolver proximidade com a natureza, trocando os sons de carro por pássaros, o sapato por grama espetando o pé.

 

·         Descanso Social: Tempo para se conectar com amigos, familiares ou comunidade, fortalecendo laços e promovendo o bem-estar emocional. Afinal de contas, também nos cansamos dos mesmos assuntos com as mesmas pessoas (geralmente aquelas do trabalho ou estudo que passamos mais tempo). Ligar para um amigo antigo e falar da época de escola também é uma forma de descansar.

 

·         Descanso Espiritual: Atividades que nutrem a alma, como práticas religiosas, meditação espiritual ou conexão com a natureza. Aqui vale tudo o que alimentar os sentimentos de gratidão, admiração, resiliência, solidariedade.

 

·         Descanso Criativo: Momentos para liberar a imaginação, seja através da arte, escrita ou outras expressões criativas. Na maior parte do tempo temos que inibir os impulsos criativos e engraçados em prol da seriedade e produtividade, mas até a capacidade de ser sério e produtivo depende da capacidade de “viajar na maionese”. Que tal se sentar com os filhos, sobrinhos ou amigos e montar um lego sem instruções, desenhar monstros ou criar uma paródia da música do momento?

 

·         Descanso Tecnológico: Desconectar-se de dispositivos eletrônicos para evitar a sobrecarga de informações e promover a tranquilidade mental. A ideia aqui é desacelerar, mudar a percepção do tempo. Vale folhear um livro físico se perdendo na história, sair para pescar ou experimentar um jogo de tabuleiro.

 

·         Descanso Nutricional: Escolhas alimentares que apoiam o corpo, fornecendo os nutrientes necessários para a energia e recuperação. Tendemos a nos acostumar sempre com os mesmos alimentos, ou os mesmos jeitos de prepará-los. Experimentar cozinhar algo mais saudável, comprar frutas diferentes também são formas de autocuidado e descanso. Quem nunca se sentiu melhor depois daquela sopa de fubá?

 

·         Descanso Recreativo: Engajar-se em atividades prazerosas e divertidas que proporcionem relaxamento e alegria. Aqui vale tudo o que trouxer diversão e fantasia, desde jogos eletrônicos, jogos de tabuleiro, brincadeiras em grupo, pintar, cuidar de plantas, cuidar de animais… Possibilidades infinitas!


5 dicas para substituir o uso de telas por crianças

 

Hoje mais comuns do que nunca, as telas e aparelhos eletrônicos têm graves efeitos no desenvolvimento infantil; psicóloga comenta os principais pontos sobre o assunto 

 

As férias escolares estão chegando e esse é um ótimo momento para tirar os pequenos das telas. Celulares, computadores e televisões estão sempre presentes em nosso cotidiano, acostumando nossas mentes às informações rápidas e excessivas emitidas por esses dispositivos. Embora já seja parte de nosso cotidiano, não nascemos preparados para lidar com tanta informação durante a infância, podendo afetar o desenvolvimento infantil quando a introdução a telas não é feita com esmero. 

Os riscos de expor crianças às telas é tanto fisiológico quanto psicológico. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a exposição a telas eletrônicas, por qualquer período, não é recomendada para crianças menores de 2 anos. Caso aconteça, pode acarretar problemas no futuro para os olhos, comportamento, aprendizado e sociabilidade dos pequenos. Porém, embora não seja recomendado, o uso de telas tende a ser frequente. Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, mostrou que o uso de aparelhos eletrônicos por crianças aumentou de 15% para 59% nos últimos dois anos. 

O mais importante para o desenvolvimento infantil é manter a criança com estímulos que impulsionam o aprendizado. “Os pais devem se envolver com a rotina dos filhos, é importante ter momentos de qualidade e vivências. Trazer ideias de brincadeiras, jogos e interações é essencial”, mostra a psicóloga Vanessa Gebrim, especialista em Psicologia Clínica pela PUC de SP. 

Para ajudar os pais que têm dificuldades na hora de gerenciar o tempo de tela dos filhos, a especialista lista as principais dicas sobre o assunto. Confira: 

1. Comunicação é essencial: a principal dica para manter o desenvolvimento infantil dos filhos em dia é sempre ter um diálogo com os pequenos. “É necessário dar o exemplo, não adianta tirar o tablet da criança se os pais estão o dia todo com os celulares em mãos. O grande problema é o uso excessivo e não o uso, então o desafio é encontrar um equilíbrio que seja bom para todos. E, para encontrar isso, a melhor forma é sempre manter um diálogo aberto com seus filhos”, aconselha Vanessa.

 

2. Estabeleça regras: ter uma rotina definida, momentos para brincar, conversar e gradualmente apresentar as telas é uma boa alternativa. “Delegar as tarefas aos pequenos, incentivar as descobertas, ensinar a lidar com frustrações, deixar a criança errar e mostrar que isso é natural, ajudar a guardar os brinquedos, jogar as roupas no cesto, também pode ajudar a criar senso de responsabilidade”, complementa. 

 

3. Evite deixar a criança muito independente: é ideal que as crianças tenham autonomia para se tornarem adultos mais autossuficientes, no entanto, deve haver restrições. “Ficar exposta por muito tempo nas telas pode causar problemas emocionais, como depressão, ansiedade, falta de conexão com a família e amigos, euforia exagerada, que vêm do excesso de estímulos dos aparelhos”, alerta a psicóloga.

 

4. Incentive a saída das telas: é importante manter o lúdico na vida das crianças, com o intuito de protegê-las dos efeitos colaterais das telas. “Existem muitos benefícios de deixar as crianças longe das telas, como redução de estresse e ansiedade, por permitir um momento de relaxamento e concentração, fazer coisas diferentes que saiam da rotina é muito saudável. Criar novos hábitos como brincar, viajar, ter algum hobbie especial, esportes e, principalmente, rotina. É preciso ter um horário estabelecido para o uso dos equipamentos. Assim, a criança começa a entender que há uma vida fora das telas”, diz Gebrim.

 

5. Eduque e divirta: a primeira infância é um processo de aprendizagem, mas também é o momento de aproveitar a infância dos pequenos, sem telas e aparelhos no meio. “Os bebês precisam de estímulos aplicados de forma certa. A falta ou o exagero podem ser negativos. Além disso, o uso elevado de telas como “recurso pedagógico” não é recomendado. É preciso evitar o excesso de estímulos com o propósito apenas de passar o tempo e não o de educar”, finaliza Vanessa Gebrim.

 

Vanessa Gebrim - Pós-Graduada e especialista em Psicologia pela PUC-SP. Teve em seu desenvolvimento profissional a experiência na psicologia hospitalar e terapia de apoio na área de oncologia infantil na Casa Hope e é autora de monografias que orientam psicólogos em diversos hospitais de São Paulo, sobre tratamento de pacientes com câncer (mulheres mastectomizadas e oncologia infantil). É precursora em Alphaville dos tratamentos em trauma emocional, EMDR, Brainspotting, Play Of Life, Barras de Access, HQI, que são ferramentas modernas que otimizam o tempo de terapia e provocam mudanças no âmbito cerebral. Tem amplo conhecimento clínico, humanista, positivista e sistêmico e trabalha para provocar mudanças profundas que contribuam para a evolução e o equilíbrio das pessoas. Mais de 20 anos de atendimento a crianças, adolescentes, adultos, casais e idosos, trata transtornos alimentares, depressão, bullying, síndrome do pânico, TOC, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, orientação de pais, distúrbios de aprendizagem, avaliação psicológica, conflitos familiares, luto, entre outros.

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