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quarta-feira, 30 de março de 2022

Quem tem endometriose pode ter filhos?

Créditos: MF Press Global
A possibilidade de engravidar depende das particularidades de cada caso

 

Antes de mais nada, vale ressaltar que quando falamos sobre infertilidade, nos referimos a dificuldade ou impossibilidade de engravidar de um casal e não somente da mulher. Existem fatores masculinos e femininos que contribuem igualmente em importância para a infertilidade do casal e dentre os fatores femininos, a endometriose tem um papel de destaque. 

A endometriose é uma doença ginecológica comum, estrogênio dependente e inflamatória que afeta cerca de 4 a 10% das mulheres em idade reprodutiva do mundo (176 milhões de mulheres). Ela é classicamente definida pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina e pode ser encontrada em basicamente 3 formas: implantes superficiais, cistos ovarianos (endometriomas) e profunda infiltrativa. 

Devido a doença não apresentar sintomas tão específicos e do diagnóstico só ser realmente confirmado após a visibilização das lesões durante procedimento cirúrgico vídeolaparoscópico e da análise dessas lesões removidas por uma médico patologista, o retardo no diagnóstico da doença é muito frequente, levando entre 7 e 10 anos para que se tenha o diagnóstico definitivo, em vários países desenvolvidos do mundo. Não existem métodos diagnósticos laboratoriais não invasivos capazes de diagnosticar a doença. 

O estilo de vida e o meio ambiente podem influenciar alterações de fatores imunológicos e inflamatórios em algumas mulheres, que parecem estar associados à presença e desenvolvimento da endometriose. Alterações da resposta celular aos hormônios esteroides levam a uma desregulação da resposta inflamatória promovendo a progressão da doença através da prevenção da morte celular do tecido endometrial fora do útero e formação de aderências, invasão de tecidos e proliferação celular.

Em pesquisas realizadas no endométrio de pacientes inférteis portadoras de endometriose, foram encontradas alterações das populações de células do sistema imune que poderão compor um novo rumo para o diagnóstico da doença, nesse grupo de pacientes em algum momento futuro.As pacientes portadoras de cistos ovarianos (endometriomas) podem apresentar, mesmo antes do tratamento cirúrgico, diminuição da reserva ovariana apresentando diminuição do número de folículos ovulatórios e consequentemente o número de óvulos viáveis, levando à infertilidade. 

O tratamento cirúrgico desses cistos pode contribuir para a diminuição da reserva ovariana de acordo com as técnicas aplicadas para remoção deles e de suas cápsulas. A remoção mecânica da cápsula dos endometriomas pode por si só causar danos ao tecido ovariano diminuindo o número de folículos, causando sangramento e formação de aderências, levando a necessidade de aplicação de energia no tecido ovariano para conter sangramento que gera um dano térmico do mesmo. 

Além disso, devido a proximidade e íntima relação entre as tubas uterinas e os ovários, no momento da remoção dos cistos e suas cápsulas, as tubas uterinas podem ser afetadas por dano térmico ou mecânico, apresentarem sangramento, envolverem-se em processos aderenciais futuros (pós-operatórios) que podem dificultar a sua livre mobilização e captação de óvulos no momento da ovulação. As tubas uterinas também podem apresentar lesões de endometriose na região das fímbrias, que são estruturas responsáveis pela captação dos óvulos, dificultando e até mesmo impossibilitando esse processo. 

A endometriose profunda infiltrativa também pode levar a infertilidade e as pacientes portadoras dessa forma de doença, apresentam taxas de gravidez espontânea baixas que variam entre 8,7 e 13%. Essa variação da doença é frequentemente encontrada no intestino, bexiga urinária, ureteres, infiltrando diafragma (músculo da respiração), parede abdominal, músculos pélvicos e nervos. 

Pacientes submetidas a tratamento cirúrgico da endometriose intestinal com técnicas variada, como o shaving (remoção das lesões de endometriose da superfície da parede do intestino) ou ressecção de um fragmento da alça intestinal (discóide ou segmentar), resultam em uma mesma incidência de gestação pós tratamento, cerca de 52,1%. Porém, a obtenção de gestação espontânea, sem a necessidade de procedimentos de fertilização, é maior no grupo que realizou ressecção segmentar ou discóide, atingindo cerca de 73,7%. 

Pacientes que apresentam adenomiose e endometriose associadas no exame de  ressonância nuclear magnética de pelve, apresentam piores resultados na obtenção de gravidez do que as pacientes que apresentam diagnóstico de ressonância nuclear magnética de pelve, de adenomiose e endometriose separadamente. Estudos moleculares demonstram que as pacientes que apresentam alta expressão de determinadas moléculas nas células do endométrio, engravidam mais do que as que apresentam baixa expressão das mesmas.

 São muitos os fatores que podem influenciar na fertilidade da mulher que tem endometriose, pois a doença é uma alteração particular de cada uma e quanto mais cedo for realizado o diagnóstico detalhado da doença, melhores serão planejados os seus tratamentos e mais eficazes serão seus resultados. A mulher com endometriose pode sim engravidar e ter filhos, antes ou depois do tratamento a depender do tipo de doença e das particularidades de cada caso.


Práticas esportivas e uso de aparelhos auditivos: há restrições?

Pixaba
Ao contrário do que se pode pensar, próteses auriculares não impedem a prática de atividades físicas; especialista ressalta a importância de desmistificar a ideia de restrições à rotina em razão do aparelho

 

Quem pratica esportes regularmente sabe dos benefícios das atividades físicas para a saúde. E para quem utiliza aparelhos auditivos, a prótese não é desculpa para ficar com o corpo parado – muito pelo contrário, já que usar o equipamento pode até melhorar a performance em alguns casos.

“Aparelhos auditivos e atividades físicas combinam”, comenta Márcia Bonetti, fonoaudióloga e responsável técnica da Audiba, empresa paranaense de aparelhos auditivos. “Muitos usuários têm essa dúvida, mas é importante reforçar que não há contraindicação para a prática de exercícios. Aliás, em esportes em grupo, como futebol ou vôlei, o aparelho facilita a compreensão com os demais integrantes da equipe, além de contribuir para o equilíbrio e consciência espacial”.

É importante, contudo, que cada paciente seja avaliado por um fonoaudiólogo antes de iniciar as atividades. Com uma análise dos hábitos e dos exercícios realizados, o profissional irá verificar quais são as maiores necessidades do usuário, indicando o melhor aparelho para a sua rotina, além de realizar um acompanhamento periódico para adaptação e orientar sobre os cuidados principais com a prótese.

“De modo geral, deve-se cuidar com a exposição à umidade excessiva, uma vez que a água pode causar algum defeito técnico ao aparelho”, explica a fonoaudióloga. “Nesses casos, utilizar uma faixa de transpiração pode ser uma alternativa, já que evita o contato direto com o suor. Caso o usuário transpire em excesso, é preciso rever o uso contínuo”. 

Assim, exercícios que envolvam o contato direto com a água, como natação, também precisam ser feitos sem o aparelho.  Do mesmo modo, atividades de impacto não devem ser realizadas com a prótese, já que práticas como artes marciais podem causar danos ao equipamento e até mesmo lesões na orelha.


Desmistificar as restrições

Praticar atividades físicas é fundamental para a saúde, já que os exercício fortalecem o corpo, melhoram o equilíbrio, a coordenação motora e a agilidade e contribuem para recuperar diversas condições do organismo e estimular sensações de prazer. Assim, mesmo quem faz uso de aparelho auditivos deve manter a prática esportiva em sua rotina. Para tanto, o primeiro passo é desfazer a concepção de que há restrições para o uso da prótese. 

“As pessoas precisam desmistificar a ideia de que o aparelho é usado só em casa ou no trabalho. Ele proporciona uma vida normal e não impede que o paciente cumpra seus afazeres ou precise impor limites à sua rotina”, ressalta Marcia.

Para a especialista, realizar consultas regulares com fonoaudiólogo e se preocupar com a manutenção correta do aparelho de acordo com as recomendações irá garantir uma maior qualidade de vida para o paciente. 

“Hoje em dia, as próteses possuem alta tecnologia. Além de permitirem a audição em quase 100% em muitos casos, são visivelmente menores, o que não atrapalha em nada a estética”, conclui a responsável técnica da Audiba.


Mentiras no currículo podem fechar portas, adverte especialista do CIEE One

Informações falsas geralmente estão relacionadas ao nível de proficiência de um idioma e formação complementar


Com o objetivo de alcançar a tão sonhada vaga de estágio, alguns jovens acabam decidindo ‘turbinar’ o currículo da maneira menos apropriada: acrescentando experiências e competências que na verdade não possuem. De acordo com Renata Honda, supervisora do CIEE One - processos seletivos especiais, os candidatos costumam mentir a respeito da formação acadêmica, conhecimento de idiomas e chegam, até mesmo, a plagiar a redação solicitada no processo seletivo.

“Ao contrário do que os candidatos imaginam, a mentira pode ser facilmente identificada pelos recrutadores durante o processo seletivo. Para os casos de certificação do nível de proficiência de uma língua estrangeira, as empresas têm adotado testes on-lines com mecanismos de segurança para certificar que não existiu fraude durante o processo”, conta Renata.

No caso de cursos de formação complementar, é recomendado que o candidato descreva no currículo a instituição de ensino, além do tempo de duração do curso. Para quem deseja realmente aperfeiçoar o currículo, a instituição filantrópica disponibiliza cursos gratuitos por meio do CIEE Saber Virtual, plataforma que conta com tecnologia AVA.

A especialista ainda alerta que mentiras relacionadas ao interesse do jovem na vaga podem prejudicá-lo também. “Recomendamos que o jovem sinalize quando ele não estiver interessado na oportunidade, pois alguns simplesmente não aparecem na entrevista, ou inventam desculpas para não seguir no processo seletivo, e isso pode prejudicar em ocasiões futuras”, conta.

 

 

CIEE

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www.ciee.org.br

 

O futuro da comunicação

Estudar sobre o futuro da comunicação é um excelente exercício para construção do planejamento estratégico. Tudo e todos evoluem continuamente e a única constante é a mudança, e o jeito com que nos comunicamos se transforma radicalmente a cada geração, tanto na linguagem ou no canal de comunicação. 

A comunicação escrita e falada sempre acompanhou a humanidade e evoluiu no mesmo ritmo, poucas décadas atrás o padrão era o telégrafo e carta, hoje temos infinitas opções e formas de nos comunicarmos. A tecnologia frequentemente é a responsável pela forma como nos comunicamos, atualmente temos exemplos como o Whatsapp e videoconferência revolucionando a forma como as pessoas se comunicam. 

A voz sem dúvida é a mais poderosa de todas, o calor da fala humana contém emoções e características impossíveis de serem replicadas ou sentidas na escrita (ou chat por exemplo), mas o chat acaba sendo mais conveniente quando buscamos a comunicação mais impessoal. 

Os desafios para as empresas acompanharem toda esta evolução é imenso, o consumidor naturalmente segue as tendências de mercado e busca se conectar no formato que entende ser o mais conveniente, por exemplo, o público mais jovem prefere o Whatsapp (escrito) e o público mais velho prefere voz (telefone), e ambos são consumidores ativos que demandam atendimento com excelência. 

No centro desta transformação tem a tecnologia, que a todo momento nos traz novas possibilidades. As empresas precisam se adaptar muito rápido para atender as demandas de cada geração, dependendo principalmente do setor e do perfil do seu cliente. 

Se observarmos o passado até o momento presente podemos identificar inúmeras evoluções, pouco tempo atrás era dominado pelo telefone, depois veio a internet oferecendo cada vez mais opções, desde os formulários nos websites, chats, Skype, videoconferência, Whatsapp, influencers, redes sociais e muitas outras ferramentas inimagináveis 20 ou 30 anos atrás. 

E não para por aqui, temos tecnologias como o 5G, assistentes de voz e robôs de atendimento vindo com muita velocidade e que sem dúvida transformarão as nossas vidas mais ainda, não podemos esquecer que tudo isso somados a inteligência artificial abrirão novas possibilidades, sendo esta a próxima revolução digital. 

O consumidor naturalmente muda o seu comportamento de consumo quando interage com estas inovações, as empresas que percebem e compreendem isso mais rápido costumam ser líderes neste processo competitivo. Por exemplo, atender bem um cliente de forma padrão e integrada em diversos canais de comunicação parece ser óbvio, mas ainda é um imenso desafio para as corporações, que se encontram imersas nesta teia complexa entre pessoas, tecnologias e dados. 

Como dizem alguns futurólogos, no futuro todas as empresas serão de tecnologia oferecendo algum produto ou serviço, a digitalização não é mais uma opção e sim questão de sobrevivência. 

Uma questão crucial nisso tudo é a substituição de humanos por robôs de atendimento, fato que envolve muitas polêmicas, mas é um processo sem volta. Os chatbots são um exemplo claro, e os assistentes de voz já embarcados nos smartphones podem nos levar a novos patamares nesta revolução do atendimento pessoa-máquina. 

Você já imaginou na possibilidade de você pedir para o seu assistente de voz agendar uma reserva no restaurante, ou até mesmo comprar e pedir para entregar na sua casa com apenas um simples comando de voz? Então, isso já é realidade, imagine como será em 10 ou 20 anos. 

Acreditamos que muito em breve qualquer dispositivo poderá estar conectado à web graças ao 5G, outra forte tendência é a respeito das interfaces entre máquina e pessoas, que serão cada vez mais por voz, grande oportunidade para as startups que são protagonistas desta revolução.  

Os desafios desta revolução são imensos, resolver questões como infraestrutura de dados de cada país e até inteligência artificial que aprende cada idioma são determinantes neste momento. Não podemos deixar de citar a falta de mão de obra qualificada como engenheiros de computação, tudo indica que será um dos principais gargalos daqui para frente. 

Muitas empresas de tecnologia estão buscando soluções para os mais diversos problemas de mercado, a tecnologia está avançando rápido e os investidores já enxergaram a oportunidade, agora é uma questão de tempo para que o consumidor adote novos hábitos.

 A PhoneTrack é uma protagonista nesta revolução, ajudando as empresas a construírem melhores experiências para os seus clientes e também conquistarem melhores resultados de vendas, acreditamos que a tecnologia será a força motriz de todas as empresas no futuro. 

 

Marcio Pacheco - CEO e cofundador da startup PhoneTrack. Fundador da empresa DealerSites e atua no conselho de forma ativa. Sua formação acadêmica inclui bacharelado em marketing, MBA em estratégia de negócios pela FGV e formação como CFO pela FGV, além da extensa experiência na gestão de times de alto desempenho.  

 

Detran.SP alerta: quase 185 mil condutores devem renovar a CNH em abril

Processo pode ser feito de forma digital para aqueles que não regularizaram o documento vencido em novembro e dezembro de 2020

 

Fique atento! Para quem teve a CNH vencida durante a pandemia nos meses de novembro e dezembro de 2020 e ainda não renovou o documento, é preciso regularizar a situação no próximo mês de abril (até o dia 30). No Estado de São Paulo, 184.125 condutores estão nesta situação.

 



 

Os prazos para renovação da CNH foram estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que definiu um calendário para os condutores paulistas regularizarem o documento, conforme o mês de vencimento (Veja abaixo). Assim, todas as habilitações vencidas entre novembro e dezembro de 2020, deverão ser renovadas até 31 de abril de 2022.

 

A renovação da CNH pode ser feita de forma online pelo portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), Poupatempo (poupatempo.sp.gov.br) ou pelo app ou do Poupatempo digital. Para realizar o serviço, a pessoa não pode ter nenhum bloqueio no prontuário como suspensão ou cassação do documento.

 

Se a pessoa optar por fazer o processo de forma presencial, deve ser feito agendamento no portal do Poupatempo – www.poupatempo.sp.gov.br no posto que deseja ser atendido.

 

Último dia para habilitações vencidas em setembro e outubro

Os motoristas que ainda não regularizaram a CNH vencida em setembro e outubro de 2020, tem até amanhã (31) para ficar em dia com o documento.

 

Em caso de fiscalização, se o motorista não renovar o documento no prazo correto, dirigir com CNH vencida é uma infração gravíssima, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A multa para esse tipo de penalidade é de R$ 293,47, além de sete pontos na carteira.

 

"De forma segura e sem burocracia, o motorista pode regularizar a sua habilitação tanto digitalmente quanto presencialmente. O Detran.SP reforça que é fundamental que todos os condutores renovem a CNH no prazo correto. Respeitar a legislação de trânsito é uma questão de cidadania", alerta Neto Mascellani, diretor-presidente do Detran.SP.

 

Como regularizar

O processo pode ser feito pelo portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br), Poupatempo (poupatempo.sp.gov.br) ou pelo app ou do Poupatempo digital.

 

- Para o condutor que vai renovar as carteiras de habilitação categorias A e B, selecione a data e hora para exame médico com um profissional credenciado pelo Detran. No caso de profissionais que exercem atividade remunerada é necessário que se faça também o exame psicológico.

 

-Para quem precisa renovar as CNhs das categorias C, D ou E: o primeiro passo é marcar exame toxicológico em uma das clínicas credenciadas (clique aqui).

 

- Pague a taxa de emissão do documento no valor de R$116,50 (que inclui o envio pelos Correios (Banco do Brasil, Bradesco, Santander e casas lotéricas). 


- A CNH no formato digital, que é válido em todo o país, é disponibilizada por meio do aplicativo da CDT (Carteira Digital de Trânsito), da Serpro (Empresa de Tecnologia da Informação do Governo Federal) disponível nos sistemas operacionais Android e iOS.

 

Confira o calendário de renovação definido pelo CONTRAN

 

Alerta de roubo: 4 dicas para proteger as criptomoedas contra os cibercriminosos

 Imagem ilustrativa - Divulgação Check Point Software
Ter duas carteiras digitais distintas para realizar tarefas diferentes, não acessar o Google Ads ou realizar teste de transações são medidas que protegerão os usuários de roubo de dados e de criptomoedas

 

As criptomoedas são um mundo relativamente novo que gerou muito interesse nos últimos dois anos. Muitas pessoas correm para comprá-las, seja por seus baixos custos de transação, confidencialidade ou descentralização, entre outros motivos. Mas, esse “boom” também implica certos riscos que não precisam ser apenas econômicos ou financeiros. Na verdade, o ransomware baseado em criptomoeda esteve envolvido em milhares de incidentes de segurança cibernética globalmente nos últimos meses e esse número está aumentando.

 

Por isso, a Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), uma fornecedora líder de soluções de cibersegurança global, alerta os consumidores sobre os riscos cibernéticos presentes na compra de criptomoedas e enumera quatro dicas fundamentais para que seus usuários se protejam contra os cibercriminosos presentes nas plataformas dedicadas a esse novo mercado:

 

Diversificar as carteiras digitais: Ter uma carteira privada é o primeiro passo para poder comprar e vender criptomoedas. Uma das dicas para mantê-las seguras é ter no mínimo duas carteiras digitais de criptomoedas diferentes. O objetivo é que o usuário possa utilizar uma delas para armazenar e manter suas compras e outras para negociar e trocar criptomoedas; desta forma, os usuários manterão seus ativos mais protegidos, pois apenas uma carteira interagirá com sites externos e troca de criptomoedas. Se um cibercriminoso conseguir acessar a carteira da exchange por meio de qualquer ataque no site externo conectado a ele, a outra permanecerá segura.

 

Ignorar anúncios: os usuários geralmente pesquisam plataformas de carteira bitcoin no Google. E é nesse momento que eles podem cometer um dos maiores erros: clicar em um dos anúncios do Google Ads que aparecem em primeiro lugar. Os cibercriminosos costumam estar por trás desses links, criando sites maliciosos para roubar criptomoedas dessa carteira. Portanto, é mais seguro acessar páginas da web que aparecem mais abaixo no mecanismo de pesquisa e que não são um anúncio do Google Ads.

 

Teste de transações: há momentos em que muitas pessoas têm excesso de confiança e os cibercriminosos se aproveitam disso. Para evitar cair em alguma armadilha, uma das medidas que podem ser colocadas em prática pelo consumidor, antes de enviar grandes quantias em criptomoedas, é primeiramente enviar uma transação “teste” com um valor mínimo. Dessa forma, no caso de a transação ser direcionada para uma carteira falsa, será mais fácil detectar o engano e arcar com o menor dos prejuízos.

 

Atenção redobrada para aumentar a segurança: uma das melhores medidas a serem implementadas para se proteger de qualquer tipo de ataque cibernético é ativar a autenticação de dois fatores nas plataformas em que o usuário possui conta. Dessa forma, quando algum atacante tentar entrar em alguma delas de forma irregular, será recebida uma mensagem para verificar sua autenticidade, evitando que um cibercriminoso tenha acesso. Com a autenticação de dois fatores, em vez de requerer apenas uma senha para autenticação, o login em uma conta exigirá que o usuário envie uma segunda informação, tornando-a mais segura. 

“O mercado de criptomoedas está atraindo cada vez mais consumidores ou investidores. As transações realizadas com essa nova forma de pagamento estão aumentando exponencialmente e, por isso, os cibercriminosos a têm como alvo. É importante que todos os usuários e proprietários de criptomoedas tomem precauções extremas e coloquem todos os seus sentidos em alerta para evitar cair na armadilha dos cibercriminosos. Tomar medidas como ter duas carteiras para atividades diferentes ou não acessar o Google Ads são algumas das quais devemos levar em consideração para manter as criptomoedas adquiridas seguras”, reforça Fernando de Falchi, gerente de Engenharia de Segurança da Check Point Software Brasil.

 

Check Point

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O DESAFIO DE ENCORAJAR E ENGAJAR OS TIMES NO PÓS-PANDEMIA

 

Desde que a pandemia da COVID-19 se instaurou, o mundo tem vivido uma verdadeira corrida de obstáculos, que começou com a batalha para se controlar a disseminação do vírus, se estendeu à forma como costumavam se estabelecer as relações pessoais e comerciais, e levou a uma profunda transformação na forma de trabalhar e de como as empresas conduzem suas operações cotidianamente. No cenário de retração econômica, que ainda prevalece, somaram-se a isso as pressões por resultados, tornando ainda mais desafiadora a gestão dos negócios. 

Muitos colaboradores das empresas foram impactados pela pandemia, direta ou indiretamente. O distanciamento social aprofundou dificuldades. Se antes da COVID-19 alguns já se sentiam inseguros, desestimulados ou não incluídos ou pertencentes à organização, essas dificuldades se acentuaram, gerando a necessidade, da parte das empresas, de desenvolverem iniciativas que ajudassem a dar uma “energizada” nos times, ajudá-los a lidar com as dificuldades e encorajá-los para enfrentarem os desafios, velhos ou novos, com o espírito renovado.

Mas, em um cenário em que muitos paradigmas mudaram, qual é a eficácia de se implementar os programas que, tradicionalmente, sempre tiveram lugar na área de RH das corporações? Se o mundo e a forma de viver e trabalhar mudaram, certamente os modelos usualmente utilizados para falar com as equipes, para estimulá-las e dialogar com elas, também teriam que mudar. Repensar as estratégias e formatos de treinamento tem sido uma consequência dos períodos de crise, levando as lideranças, em todos os níveis, a reavaliarem as iniciativas com base nas transformações ocorridas neste período.

E foi essa direção que algumas empresas seguiram, adotando modelos inovadores, como os treinamentos de alto impacto, que utilizam diversas técnicas para promover transformações nas pessoas, ajudá-las a enfrentar os problemas e adversidades, a melhorar sua autoconfiança, seu desempenho, seu protagonismo e engajamento.

Estas mudanças passam, geralmente, por mudar a forma de pensar, agir e reagir, pelo rompimento de padrões comportamentais e crenças limitantes e sabotadoras. Isto significa provocá-los para ampliar a visão sobre si mesmos, enxergar suas fortalezas e fraquezas, aumentar sua autoestima e, consequentemente, ter mais segurança e protagonismo.

É um trabalho que pode se refletir na maior empatia entre as equipes, no maior protagonismo profissional, na melhor tomada de decisões e das escolhas realizadas; bem como na melhor gestão do tempo e para se alcançar um equilíbrio maior entre a vida pessoal e no trabalho.

Mas em que consiste um treinamento de alto impacto? São atividades que surpreendem, provocam, exigem que a pessoa vá além das situações de conforto. Elas podem incluir, por exemplo, desafios com movimentos corporais, a fim de estimular a confiança, a segurança e as atitudes de coragem, ou ainda caminhar sobre brasas, o que lhes fará se sentirem mais fortes para lidar com qualquer obstáculo.

A ideia principal é a pessoa buscar os recursos interiores que a ajudarão a realizar as mudanças. No treinamento, provocamos muitas reflexões sobre a vida pessoal e sobre o que elas podem fazer para mudar. O fato de realizar e vivenciar na prática determinadas situações potencializa o aprendizado e a mudança.

Vivências práticas, de alto impacto, estimulam o envolvimento individual em todos os aspectos -- físico, mental e emocional, em um treinamento intenso emocionalmente, no qual a pessoa aprende mais rápido e gera também mudanças mais rápidas do que no universo do powerpoint, com resultados surpreendentes, que contribuem para transformar tanto a vida profissional quanto pessoal dos participantes.

Com tantas transformações na vida das pessoas nesse novo normal, uma dinâmica que as veja em todo o seu conjunto certamente traz benefícios para além do mundo do trabalho, ajudando-as a se empoderarem do próprio processo de evolução profissional e pessoal.

 

Jean Patrick - master coach e treinador comportamental, CEO e founder head coach do Instituto Jean Patrick.


Educação e alimentos elevam custo de vida na RMSP

Em fevereiro, preços de produtos e serviços registraram alta de 0,96%

 
A educação e os alimentos foram os principais responsáveis pelo aumento do custo de vida na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) em fevereiro, de acordo com o indicador Custo de Vida por Classe Social (CVCS), elaborado e divulgado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Com variação mensal de 5,28%, a educação contribuiu com praticamente um terço (0,31 ponto porcetual – p.p.) no resultado geral do CVCS (0,96%). Os alimentos e as bebidas, por sua vez, registraram alta mensal de 1,04%, respondendo por 0,23 p.p. de participação.
 
Em 12 meses, o custo de vida acumula altas de 10,70% e, nos dois primeiros meses de 2022, de 1,63%. No ano passado, o CVCS acumulava 1% entre janeiro e fevereiro, e 5,09%, no período entre março de 2020 e o segundo mês de 2021. Para as classes de menor poder aquisitivo, o custo de vida é mais alto no acumulado em 12 meses: 12,13% para a classe E, e 11,98%, para a D. Já para as famílias com melhores condições financeiras, as variações foram de 9,95% e 10% para as classes B e A, respectivamente.
 
O aumento da educação no início do ano já era esperado. O motivo foi o reajuste das matrículas escolares, tradicional para o período. Neste sentido, o crescimento médio de cursos regulares foi de 6,17%, porém, o ensino fundamental apontou elevação de 7,67%. Dentre os cursos diversos, o destaque ficou por conta das aulas de línguas estrangeiras, que subiu, na média, 9,92% no mês. No período compreendido entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022, houve incremento acumulado de 4,27%, e entre dezembro de 2021 e fevereiro de 2022, de 5,44%.
 
O grupo de alimentação e bebidas, porém, segue com a inflação disseminada entre os itens. Impactado pelo excesso de chuva, que prejudicou a colheita e acabou reduzindo a oferta, 70% dos alimentos apontaram aumento em fevereiro.  A maior variação foi observada nas hortaliças e verduras (20,63%), com destaque para a alface (21,24%) – o repolho também obteve alta relevante (26,35%). Contudo, o respectivo peso no índice é menor. Outras altas expressivas foram apontadas em tubérculos, raízes e legumes, dentre eles, a batata-inglesa (28,03%) e a cenoura (39,26%). Nos últimos 12 meses, os acumulados do grupo são de 8,52%, e no ano, de 2,38%.
 
As famílias de renda mais baixa, para as quais o grupo de alimentação e bebidas corresponde a quase 30% do orçamento, seguem sendo as mais afetadas. A variação do grupo para a classe D foi de 1,52%. Já para a classe A, o aumento médio foi de 0,80%.
 
Dos nove grupos analisados na pesquisa, oito apresentaram aumento, e um, estabilidade. A habitação obteve variação mensal de 0,79% (0,13 p.p.), alavancada pelos serviços de aluguel residencial, que subiram 1,5%, e pelo preço da energia elétrica (elevação de 0,66%). Já no varejo, ficaram mais caros os preços dos reparos que agregam tintas, cimento, tijolos, entre outros (2,22%).
 
Por fim, os transportes registraram leva alta de 0,30%, puxados por veículos próprios (2,31%), óleo lubrificante (4,14%), acessórios e peças (2,73%) e automóvel usado (2,37%). Entretanto, houve redução no preço médio do etanol (6,22%), nas passagens aéreas (4,27%) e no transporte interestadual (0,78%). As demais altas foram observadas nos seguintes grupos: saúde (0,68%), artigos do lar (0,84%), vestuário (1,01%) e despesas pessoais (0,47%). A comunicação foi a única a apresentar estabilidade, pois se trata de serviços que sofrem reajustes anualmente, os quais já ocorreram em janeiro.
 



IPV e IPS

O Índice de Preços do Varejo (IPV) aumentou 1,14% em fevereiro, apontando alta acumulada de 2,41% no ano e variando, nos últimos 12 meses, 14,57%. No ano passado, o indicador acumulava 2,11% entre janeiro e fevereiro, e 9,32%, no período compreendido entre março de 2020 e o segundo mês de 2021. Já o Índice de Preços de Serviços (IPS) assinalou avanço de 0,78%, acumulando alta de 0,79% no ano. Nos últimos 12 meses, o indicador variou 6,71%. Há um ano, entre janeiro e fevereiro, o índice acumulava -0,17%. No período compreendido entre março de 2020 e fevereiro de 2021, a variação era de e 0,76%.


 
Reajustes nos combustíveis

As atualizações recentes nos valores dos combustíveis – ainda não identificadas nas variações de preços dos grupos analisados – devem influenciar os resultados do mês de março, além do impacto, no médio prazo, do aumento do óleo diesel e dos seus efeitos na cadeia logística.
 
Neste contexto, ainda há o cenário de baixo crescimento, taxa de juros próxima aos 12% e inflação elevada, que inibem os investimentos das empresas e dificultam a retomada do mercado de trabalho – o que seria essencial para recompor e proteger a renda das famílias.


 
Nota metodológica


CVCS
O Custo de Vida por Classe Social (CVCS), formado pelo Índice de Preços de Serviços (IPS) e pelo Índice de Preços do Varejo (IPV), utiliza informações da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE e contempla as cinco faixas de renda familiar (A, B, C, D e E) para avaliar os pesos e os efeitos da alta de preços na região metropolitana de São Paulo em 247 itens de consumo. A estrutura de ponderação é fixa e baseada na participação dos itens de consumo obtida pela POF de 2008/2009 para cada grupo de renda e para a média geral. O IPS avalia 66 itens de serviços, e o IPV, 181 produtos de consumo.
 


FecomercioSP

Dicas para administrar melhor as finanças

Poupar é essencial para aqueles que querem construir uma independência financeira, mas o mais importante é aprender cuidar corretamente do dinheiro

 

 

Manter as contas em ordem não é uma tarefa fácil. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o nível de endividamento médio das famílias brasileiras em 2021 foi o maior em 11 anos. Ainda, de acordo com o levantamento, o último ano apresentou recorde do total de endividados, registrando uma média de 70,9% das famílias brasileiras.

 

Uma das formas de evitar este cenário é administrar com sabedoria os recebíveis. Mas como, se já é difícil controlar um orçamento com tantas variáveis? A resposta é simples, mas difícil de praticar: basta controlar melhor os gastos e colocar um olhar mais técnico nas finanças. Poupar é um dos caminhos para aqueles que querem construir uma independência financeira, porém o mais importante é saber de que forma economizar.

 

Pensando nisso, o Maxxi Trainning Academy, com apoio do SEBRAE, vai oferecer um curso de finanças pessoais, gratuito, no próximo dia 11, às 19h30. As inscrições gratuitas, limitadas, devem ser feitas no site. O conteúdo programático é composto pelos seguintes temas: planejamento financeiro, separe suas finanças, planos e modelos de negócios, fontes de receitas, estrutura de custos, fixos e variáveis e fazendo seu plano de finanças no Canvas.

 

“Essa é a primeira vez que a nossa plataforma abre espaço para um curso de finanças pessoais. Entendemos que este é um tema que deveria estar presente em casa, entre pais e filhos, na escola e no dia a dia de todos. O que acontece, hoje, é que muito se esconde a situação financeira para agradar aos familiares ou para se mostrar à sociedade que está tudo bem. É importante se debruçar e avaliar. Só assim a qualidade de vida melhora”, finaliza o Gerente do Maxxi Trainning Academy, Leandro Mateus Vanni, ressaltando dez dicas que podem servir de apoio para aqueles que pretendem manter as contas em ordem essenciais:

 

1.        Registre e monitore todos os seus gastos e despesas;

2.        Antes de comprar, veja se você precisa mesmo daquilo; 

3.        Em todas as compras, negocie ou solicite descontos;

4.        Antes de ir ao mercado, faça uma lista e siga-a corretamente;

5.        Nos momentos de lazer, procure atividades gratuitas.

 

 

Maxxi Trainning Academy


Cultura de segurança da informação - como treinar através da gamificação

Para se proteger de vazamentos de dados e falhas de segurança, muitas empresas optam por capacitar os seus colaboradores para que eles tenham consciência sobre a necessidade de ter discrição com dados sensíveis e pessoais. Por isso, é comum que os negócios implementem a cultura de segurança da informação na organização.  

Um estudo realizado pela empresa de segurança Auxur, revelou que o Brasil foi o campeão mundial de vazamentos de dados, em 2021. Foram mais de 2,8 bilhões de dados sensíveis expostos e 43,3 milhões deles são de domínios corporativos. O que evidencia cada vez mais a importância das companhias terem uma cultura de segurança da informação. 

Essa cultura nada mais é do que um conjunto de valores, crenças, conhecimentos e práticas adotados para guiar os colaboradores no exercício dos seus cargos de forma segura. O objetivo principal é conscientizar as equipes sobre os riscos de ações que são consideradas simples e inofensivas no trabalho, mas que podem prejudicar a segurança da empresa. 

Existem muitas maneiras de capacitar as equipes neste tema, uma delas é usando a gamificação. O método que utiliza elementos de games para facilitar o aprendizado, motivar e engajar os usuários, pode ser também usado nos treinamentos de segurança. Conhecido por ter maior retenção de conteúdo, essa pode ser uma ferramenta utilizada pela empresa com o intuito de garantir melhores resultados nas suas capacitações. 

Com o método, os gestores conseguem atingir todos os colaboradores, independente do cargo e nível hierárquico. Além disso, o treinamento se torna simples, eficiente e rápido com os profissionais se divertindo durante o processo, além de estimular o engajamento da equipe nos treinamentos corporativos. 

A capacitação se mostra importante porque segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Ponemon, 32% das violações de segurança da informação acontecem devido à ingenuidade dos colaboradores. O que mostra que as empresas precisam oferecer insumos para que eles saibam se proteger e consequentemente proteger a empresa.  

Com esse treinamento, é possível reduzir as chances de danos, prevenir o vazamento de dados pessoais e garantir a segurança dos dados estratégicos. Assim, se previne, educa e institui novos hábitos aos profissionais para precaver possíveis brechas na proteção de dados.  

Por fim, em tempos que há tantos vazamentos de dados na internet que prejudicam o desempenho das empresas, é importante se conscientizar que toda organização precisa implementar uma cultura de segurança da informação. Isso visa prevenir e alertar os profissionais sobre o tema, de modo, que todos tenham consciência sobre dados sensíveis e, assim, possam se proteger e garantir a segurança ao desempenhar as suas atividades. Por isso, capacitar os colaboradores de uma forma mais leve usando gamificação é uma alternativa para que os negócios se mantenham seguros. 

 

Isadora Brito - Coordenadora de Marketing na Niduu, aplicativo que usa os elementos de games e microlições para desenvolver colaboradores.


Inflação limita poder de compra dos brasileiros, saiba como o cashback pode fazer o dinheiro render

Aplicativos como Beblue ajudam o consumidor na missão de economizar e continuar comprando

 

Com a inflação em alta, chegando a 10,54% em fevereiro, os brasileiros diminuíram o seu poder de compra. Dados da pesquisa realizada pela Consultoria Toluna mostram que 75% dos entrevistados reduziram a sua frequência em compras para evitar os custos elevados. Assim, os brasileiros foram em busca de soluções para fazer o dinheiro render um pouco mais. Entre elas, o uso de aplicativos de recompensas em cashback, como o da fintech Beblue, que oferece a função como alternativa para economizar e ter retorno dos gastos da rotina. 

Segundo o mesmo levantamento, 49% das pessoas relatam que a alta dos preços no Brasil impactam diretamente no seu dia a dia. Neste cenário, as pessoas passaram a buscar alternativas para economizar dinheiro e assim driblar os efeitos da inflação. O cashback - recurso que devolve uma porcentagem do valor ao titular da compra - ganhou espaço e foi considerado por 51% dos consumidores cadastrados no Serasa como uma das principais funções na carteira digital ou em sites de compras. 

A fintech Beblue é uma das pioneiras no país como meio de pagamento que permite ao consumidor ampliar o poder de compra com sistema de recompensas em cashback e já acumula mais de cinco milhões de usuários. De acordo com Sandra Campos, CEO da startup, o uso desta ferramenta pode ser uma forma de poupar no dia a dia, porque “com o cashback, o brasileiro consegue ampliar o poder de compra diante da inflação e isso ajuda a equilibrar as finanças pessoais, visto que a porcentagem de retorno de algum produto ou serviço significa dinheiro extra para usar em outras despesas, por exemplo”, afirma a executiva. 

No aplicativo, o usuário pode encontrar mais de 21 mil parceiros comerciais que oferecem o benefício para as compras realizadas em seus estabelecimentos e, com essa alta abrangência, a garantia de retorno do que foi gasto no dia a dia. O consumidor pode utilizar esta vantagem, por exemplo, quando abastece o seu veículo, na compra de comidas por delivery ou até mesmo ao adquirir um produto, como eletrodomésticos e roupas. 

Além da alternativa de economizar mais dinheiro a partir do cashback, é possível também criar um ecossistema que permite poupar de forma inteligente. Com os momentos de alta da inflação, o valor que fica armazenado nos aplicativos de recompensas pode ser um grande aliado para ‘segurar’ a quantia e ser utilizada em outras situações que poderiam gerar mais gastos ao consumidor.  

 

Beblue

https://www.beblue.com.br/ 


A importância da Liderança Feminina: vantagens e desafios

"A diferença entre uma comunidade destroçada e uma comunidade próspera é a presença de mulheres que são valorizadas" (Michelle Obama) 

 

Apesar das significativas conquistas sociais e políticas, no campo profissional as mulheres ainda precisam lutar por igualdade.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) preconiza o Empoderamento Feminino e a Igualdade de Gênero. Para a  ONU acabar com a discriminação de gênero e empoderar as mulheres é necessário para acelerar o desenvolvimento sustentável e contribuir para o desenvolvimento social e econômico do país. 

Estudos mostram as vantagens das empresas investirem na liderança feminina pois, na maioria das vezes, elas passam a ter um clima organizacional mais leve já que as gestoras tendem a construir equipes mais solidárias, pautadas no respeito, empatia e na participação de todos. 

 

Desafios impostos às lideranças femininas

O primeiro desafio que a mulher precisa vencer é a autossabotagem. Muitas mulheres chegam a negar cargos de chefia por medo de não atender às expectativas da companhia.  Outras, ao se tornarem chefes, cobram de si muito mais do que de seus colaboradores. 

Outro desafio é vencer o preconceito das pessoas que ainda acreditam que mulheres são menos capazes de chefiar  e ajudar suas empresas a crescerem. 

O estilo de liderança mais humanizado também sofre desconfiança de profissionais que preferem lidar com gestores mais controladores. 

O maior e mais injusto desafio é conciliar as demandas familiares, impostas pela sociedade sexista, com as atividades profissionais. 

Segundo a Organização Internacional do  Trabalho (OIT)  ainda há uma grande desigualdade nos países em desenvolvimento pois a força de trabalho feminina no mercado de trabalho é 26,5% menor que a dos homens.

Atualmente no Brasil temos muitas mulheres se destacando como líderes de grandes empresas, dentre elas Luíza Helena Trajano presidente do Magazine Luíza, Katia Vaskys gerente geral da IBM, Marina Silva sócia fundadora do Movimento Black Money e Ana Fontes Presidente do Instituto Rede Mulher Empreendedora. 

Minha missão é fortalecer a liderança feminina, por isso eu ajudo Mulheres a se tornarem Líderes mais respeitadas, com forte  conexão com seus colaboradores e resultados melhores em suas empresas. Pois acredito que  empoderar mulheres é essencial para combater o preconceito, diminuir as desigualdades e promover uma sociedade mais justa e igualitária. 

 

Simone Santos - Mestre em educação (UFF), escritora, palestrante, mentora de mulheres com a missão de fortalecer a liderança feminina e uma das 90 empreendedoras brasileiras selecionadas para participar da Academy for Women Entrepreneurs (AWE). Autora do livro “O pão nosso de cada dia nos dai hoje: alfabetização e trabalho de crianças catadoras de um lixão” e coautora do best-seller “As donas da p**** toda – vol. 1”, pela Literare Books International.

 

64% das pessoas ainda consideram restrições da pandemia ao escolherem destinos de viagem, segundo pesquisa da Latin Exclusive

A pesquisa também mostra que viagens dentro do país e próximas das casas dos viajantes estão em alta 

 

Em 2022, a situação pandêmica tem se normalizado, as taxas de vacinados estão subindo a cada mês e as regras sanitárias também tem se flexibilizado, como com o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre em vários estados brasileiros. Entretanto, a herança dos tempos de Covid-19 está presente na sociedade e ainda pode ser uma realidade por um bom tempo. 

A Latin Exclusive, empresa internacional de aluguel por temporada e venda de imóveis de luxo, conduziu uma pesquisa entre dezembro de 2021 e março de 2022 para entender as preferências e tendências do turismo de luxo para este ano. No Luxury Travel Report 2022, a agência consultou consumidores do mercado de luxo, incluindo CXOs, Diretores, Vice-Presidentes, CEOs, CFOs, CTOs, CMOs, Founders, Partners e Owners de empresas brasileiras com receita mínima entre R$100 milhões e R$1 bilhão, ou superior a isso. Como resultado desse estudo, foi observado que 64% das pessoas entrevistadas ainda consideram as restrições da pandemia na hora de decidirem um novo destino de viagem

A pesquisa também aponta que os consumidores do mercado de viagens de luxo ainda elegem como prioridade opções mais privadas nas estadias, assim como nas atividades de lazer, e onde possam existir um certo distanciamento social. A exemplo disso é possível destacar escolhas como atividades em família (45%), tours privados em lugares específicos de interesse (41%), piscinas privativas (39%), trechos de praia deserta (32%) e locais mais afastados de grandes centros e reclusos (32%). Enquanto isso, apenas 8% dos respondentes planeja realizar tours em grupos grandes, o que mostra ainda um comportamento mais retido entre os consumidores de turismo de luxo. Serviços diários de hospedagem, como limpeza, também são um pedido significativo, com mais de 60% dos entrevistados prezando por essa particularidade. 

Além disso, uma grande tendência nesse setor foi analisada: o turismo doméstico. Mesmo com as aberturas de fronteiras de países no exterior e maior possibilidade de ir para qualquer lugar fora do Brasil, as pessoas estão optando por viagens dentro do país. Aproximadamente 40% das pessoas estão planejando viagens próximas de suas casas e gastando dinheiro com viagens domésticas. 

A proximidade com a natureza nas viagens também se mostrou uma tendência significativa para os próximos meses, com 59% dos entrevistados se mostrando mais interessados nessa busca por tranquilidade e calmaria. Mas, apesar disso, eles também não querem deixar de conhecer a cultura (56%) e experimentar a gastronomia local (70%) dos destinos escolhidos. 

“Vemos as tendências analisadas na no nosso dia-a-dia de reservas. Hoje, os destinos mais procurados por nossos clientes ainda são o Nordeste - em especial a Bahia - e Rio de Janeiro, sendo que as casas mais reclusas e refugiadas de grandes centros são as mais requisitadas. Desde o início da pandemia vemos um movimento forte na procura por locais mais próximos da natureza, com tranquilidade, conforto e luxo. Diante dessa desafiadora situação sanitária pela qual ainda passamos, muitas pessoas perceberam que era possível fazer viagens mais tranquilas e, de certa forma, aproveitar essa reclusão. Essa será uma tendência que veremos ainda presente pelo menos até o primeiro semestre de 2022, conforme vamos nos readaptando à volta do convívio social aos poucos”, complementa Arnaud Bughon, CEO da Latin Exclusive.

 

 

Latin Exclusive

https://latinexclusive.com/

 

 

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