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quinta-feira, 14 de março de 2019

Homens podem beneficiar-se de implante para reposição hormonal em casos de insuficiência de testosterona, em qualquer fase da vida, ou na andropausa


Segundo a ginecologista Mariana Rosário, membro da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), o uso de implantes é seguro e eficiente para os homens, sem risco de câncer ou efeitos colaterais. Paciente relata controle de resistência à insulina com implante


Existem alguns momentos da vida masculina em que pode haver uma baixa na testosterona, principal hormônio sexual masculino, ligado diretamente ao aumento da massa muscular e óssea, do crescimento dos pelos corporais, do bem-estar e da vitalidade. Essa queda hormonal pode ocorrer em diversas fases da vida e sinais como fraqueza muscular, perda de libido, depressão sem causa aparente e desinteresse pela vida podem indicar baixa na testosterona. Outro período em que o hormônio pode faltar é na andropausa. Andropausa significa “Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino” e nada mais é do que a queda dos níveis hormonais nos homens. Algumas pessoas sentem os efeitos deste período com mais intensidade que outras e necessitam de reposição hormonal.

Segundo a Dra. Dra. Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista, membro da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP), titulada em Mastologia pelo IEO – Instituto Europeu de Oncologia, de Milão, Itália, está sendo utilizado, com sucesso, o implante para reposição hormonal de testosterona nos homens. Seguro e sem efeitos colaterais, o implante hormonal é composto por um hormônio bioidêntico, que é manipulado por um laboratório especializado, e traz de volta ao paciente o que foi perdido com a queda dos níveis hormonais. “Com a retomada da testosterona no organismo, volta também a disposição, a libido, a melhora da condição cardiovascular, o apetite sexual e a vitalidade”, enfatiza a médica, que é médica cadastrada para trabalhar com implantes hormonais pela ELMECO, do professor Elcimar Coutinho, um dos maiores especialistas no assunto.

O implante é colocado sob a pele, num procedimento simples, que leva dez minutos e requer apenas uma anestesia local. A durabilidade dele é de um ano.
Tratamento em consultório mostra resultado na resistência à insulina
Dra. Mariana conta que ministrou, em um paciente de 66 anos, um implante hormonal personalizado, à base de testosterona, para controle de pré-diabetes. Em conjunto com atividade física, o paciente conseguiu controlar o problema, eliminando a necessidade de medicamentos. “A deficiência de testosterona é um dos fatores relacionados ao aumento do risco de desenvolvimento do Diabetes tipo 2. Assim, com os níveis controlados do hormônio, esse risco reduziu-se consideravelmente”, diz a médica.

Podem existir outros efeitos positivos da reposição da testosterona, conforme indicam inúmeros estudos científicos: redução da aterosclerose, das doenças degenerativas, preservação da memória, redução do cortisol, o hormônio do estresse, entre outros. “Como cada caso é único, é importante procurar um médico que trabalhe com implantes e avaliar cada situação”, finaliza a médica.





Dra. Mariana Rosario – Ginecologista, Obstetra e Mastologista. CRM- SP: 127087. RQE Masto: 42874. RQE GO: 71979. Formada pela Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), possui os títulos de especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia pela AMB – Associação Médica Brasileira, e estágio em Mastologia pelo IEO – Instituto Europeu de Oncologia, de Milão, Itália, um dos mais renomados do mundo. É membro da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) e especialista em Longevidade pela ABMAE – Associação Brasileira de Medicina Antienvelhecimento. É médica cadastrada para trabalhar com implantes hormonais pela ELMECO, do professor Elcimar Coutinho, um dos maiores especialistas no assunto.


Dia Mundial do Rim: 1,5 milhão de brasileiros têm doença renal crônica


Estimativas mostram que 850 milhões de pessoas no mundo têm doenças renais crônicas que podem ser consequências de Diabetes, hipertensão arterial; Especialista do Hospital 9 de Julho explica o que são as doenças renais e como evitá-las


O número chama atenção: 1,5 milhão de brasileiros sofrem de doença renal crônica (DRC). A boa notícia é que medidas como o hábito de ingerir água regularmente, uma alimentação saudável rica em verduras, legumes e frutas, evitar medicamentos sem orientação médica e fazer um check-up periódico podem ajudar a prevenir ou controlar as doenças renais, segundo a Dra. Zita Britto, nefrologista do Centro de Rim e Diabetes do Hospital 9 de Julho (H9J).

As DRCs são caracterizadas pelo mal funcionamento dos rins e podem ser temporárias (aguda) ou definitivas e progressivas (crônica) “As causas mais frequentes que levam a doença são diabetes, hipertensão arterial, doenças infecciosas ou medicamentos usados de forma errada”, explica a médica. As doenças podem atingir os glomérulos e os túbulos que alteram a filtragem de sangue e a produção de urina. Outra alteração pode ser nas artérias renais, que alteram a chegada e a filtragem do sangue no rim.

Os sintomas como cansaço, mal-estar e diminuição ou aumento exagerado da urina podem apontar DRC, porém alguns só aparecem tardiamente comprometendo o tratamento. Daí a importância do diagnóstico precoce, feito por meio do exame de urina e testes para avaliar a função renal (como a dosagem de creatinina e ureia).

Segundo a Dra. Zita, 21 mil novos casos de doença nos rins são diagnosticados no Brasil por ano. Quando não tratados, podem comprometer em definitivo o funcionamento do órgão. A especialista explica que a DRC é tratada de acordo com o avanço da doença. Em alguns casos, uma dieta balanceada e medicamentos prescritos pelo médico auxiliam na recuperação. Em casos mais avançados, a especialista explica que pode ser necessária a realização de diálise ou transplante renal. “Para evitar problemas renais, é importante uma alimentação equilibrada, a ingestão adequada de água e acompanhamento médico regular” conclui a médica.




Fonte:


Pessimismo exagerado pode causar impactos à saúde


Sentimento está relacionado ao medo e, quando extremado, requer orientação médica

Uma série de tristes eventos ainda no início de 2019 abalou o dia a dia dos brasileiros. Esses momentos de infelicidade coletiva ou individual podem gerar sentimento de pessimismo e causar, inclusive, impacto na saúde das pessoas. Doenças como depressão, ansiedade e síndrome do pânico estão relacionadas à sensação de que algo de ruim pode acontecer a qualquer momento.

Para o psicólogo do Hapvida Saúde, Cezar Melo, o pessimismo é, até certo ponto, um estado natural do ser humano. “Por mais que haja pessoas otimistas, a primeira fração de segundos do nosso pensamento é sempre formada por uma visão pessimista. Aprendemos desde o início que o novo é perigoso e temos que estar, de alguma forma, preparados”, afirma.

Por outro lado, Melo alerta para casos em que o pessimismo atinge níveis prejudiciais à saúde. “Alguns quadros considerados patológicos ocorrem quando se perde totalmente o controle da situação, o estágio de insegurança sobe a um medo fóbico, causando diversas consequências para a saúde”, completa.

O sentimento de medo capaz de causar impactos negativos está ligado a algo ilusório. Embora seja provocado por situações catastróficas reais, o processo mental que faz com que as pessoas pensem no pior pode levá-las a uma lógica irracional que superdimensiona o perigo.

Fazer auto avaliação do quanto esses momentos impactam a vida social é necessário e, nesses casos, é fundamental a busca por orientação médica com psicólogo para um tratamento adequado.


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