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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Dia das Crianças: Essity orienta famílias sobre como preparar meninas para a primeira menstruação

Essity e Libresse ampliam a educação sobre menstruação como
 parte cotidiana da saúde e do desenvolvimento de meninas
 FOTO DIVULGAÇÃO LIBRESSE
Com Libresse e a ginecologista Marcela McGowan, companhia reúne informações sobre menarca, primeiros ciclos e acolhimento.

  

A primeira menstruação pode acontecer enquanto a menina ainda é criança, e o momento exige informação adequada à idade, acolhimento e espaço para dúvidas. Essity, líder global em higiene e saúde, reforça a importância de preparar meninas para a menarca sem associar a mudança física à antecipação da vida adulta. 

No Brasil, a idade média da menarca é de 12,5 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), e a maioria das meninas tem a primeira menstruação entre 11 e 13 anos. O estudo ERICA (Estudo de Riscos Cardiovasculares em Adolescentes), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizado com mais de 37 mil meninas que já haviam menstruado, encontrou média de 11,7 anos. Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, uma pessoa é considerada criança até os 12 anos incompletos. 

Ter acesso a informações adequadas à idade ajuda meninas a compreender as mudanças que acompanham a puberdade, reconhecer o que é esperado nos primeiros ciclos e saber como lidar com a menstruação quando ela acontecer. A orientação de familiares e profissionais de saúde também pode contribuir para uma experiência mais segura e livre de constrangimentos. 

“O Dia das Crianças é um bom lembrete de que uma menina que menstrua continua sendo criança. Informação ajuda a tirar da primeira menstruação o peso do medo, da vergonha e do improviso”, afirma Priscila Ramos, gerente de marketing de Libresse, marca da Essity de produtos para todo o ciclo menstrual. 

Para a ginecologista e obstetra Marcela Mc Gowan, embaixadora de Libresse, a menarca deve ser entendida como um evento fisiológico e não como um rito automático de passagem para a vida adulta. “A primeira menstruação é uma mudança física. Ela não altera, de uma hora para outra, as necessidades emocionais daquela menina nem significa que ela deixou de ser criança”, explica. 

A preparação pode acompanhar as mudanças da puberdade, antes que a primeira menstruação aconteça. Orientações práticas fazem parte desse processo, como explicar o uso e a troca do produto menstrual e deixar absorventes disponíveis para situações em que a menarca aconteça fora de casa, como na escola. 

“Algumas meninas podem demonstrar curiosidade, enquanto outras podem se assustar, chorar, sentir vergonha ou simplesmente reagir com naturalidade. Respeitar essas diferentes reações e preservar a privacidade também faz parte do acolhimento”, explica a médica. “O melhor acolhimento é aquele que respeita a reação e a privacidade da menina. É possível tornar o momento carinhoso sem transformá-lo em um espetáculo ou em uma cobrança para que ela amadureça”, afirma Marcela.

 

PRIMEIROS CICLOS

Nos primeiros anos após a menarca, os ciclos podem ser irregulares enquanto o organismo amadurece. O fluxo também pode variar, assim como a aparência do sangue, que pode ir do vermelho ao marrom. A SBP informa que a regularização pode levar alguns anos. 

Cólicas e desconfortos podem ocorrer, mas sintomas que impedem a menina de estudar, dormir, brincar ou realizar atividades habituais merecem avaliação médica. A dor que interfere na rotina deve ser investigada e não simplesmente normalizada. A Essity orienta que a família procure avaliação médica diante de situações como: 

- Sinais de puberdade antes dos 8 anos;

- Ausência de sinais de puberdade até os 13 anos;

- Ausência de menstruação até por volta dos 15 anos, especialmente quando já houver outros sinais de desenvolvimento puberal;

- Sangramento repetidamente muito intenso ou prolongado;

- Dor forte ou outros sintomas que interfiram nas atividades habituais. 

Para Essity e para Libresse, ampliar a educação menstrual significa também tratar a menstruação como parte cotidiana da saúde e do desenvolvimento. “Quanto mais natural for a conversa antes da primeira menstruação, menor a chance de esse momento ser vivido com medo ou vergonha”, diz e executiva Priscila Ramos.

 

Essity
Para mais informações, acesse o site.

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