Os cuidados são da especialista em ‘biomedicina estética’ Jéssica Magalhães, que já assinou o cuidado de personalidades como Tarsilla Alvarindo, Val Benvindo e Najara (NBlack).
O que você faz quando sente sua pele envelhecendo? Para muitos brasileiros, essa é hora daquele “glow-up” que está engavetado há anos. Cada vez mais conscientes da rotina de cuidados com a pele, oito em cada dez (80%) consumidores afirmam que sempre verificam os ingredientes ao comprar um novo produto de beleza, segundo o relatório inédito “POWER Index” da LYMA e The Future Laboratory.
E não é só isso. O aparecimento de
rugas, linhas de expressão, olheiras e queda gradual do colágeno tem sido
uma motivação para agir e começar a rotina de “skin care”. No entanto, o
consumo agora pede cautela e orientação profissional, desde a escolha
dos ativos até o planejamento dos resultados esperados.
Segundo a especialista em ‘biomedicina estética’ Jéssica Magalhães, com
mais de uma década de experiência no setor e que já assinou o cuidado de
personalidades como Tarsilla Alvarindo, Val Benvindo e Najara
(NBlack), o consumo de skincare atual pede atenção e avaliação
individualizada. Para aqueles que querem esticar as rotinas de cuidado até o
fim do ano, a orientação é entender quais tratamentos focar para uma pele mais
viçosa, sem cair nos mitos da internet.
“Procure sempre se afastar de tratamentos que vão garantir tudo em tempo recorde. A pele não é um guinness book, precisa de tempo, método e avaliação daquilo que o consumidor final deseja. É mais viço? Skinbooster. É flacidez? Bioestimulador de colágeno. São manchas ou textura irregular? Peelings, microagulhamento e lasers. O planejamento tem sido essencial para garantir não só o resultado esperado, como o tempo de resposta hábil da pele. E como estamos observando no consultório, cada vez mais pacientes vêm se informando sobre ativos e seus potenciais para devolver o brilho”, explica.
Quem for começar as rotinas de skincare para aquele “glow” de final de ano, Jéssica orienta um calendário trimestral, que pode variar entre os protocolos de hidratação injetável com skinbooster, cujas marcas somem em até 48 horas, ou até tratamentos com peelings químicos superficiais e lasers não-ablativos leves, que exigem de dois a cinco dias para a regeneração total da pele.
“Devemos lembrar sempre que as orientações não substituem a avaliação individual com o paciente. Quando pensamos em uma preparação para o fim do ano, o ideal é dividir os cuidados por etapas. No primeiro mês, o foco deve ser o fortalecimento da barreira cutânea e a renovação celular suave. Em casa, vale investir em ativos como ácido hialurônico para hidratar, niacinamida para acalmar e uniformizar, e vitamina C pela manhã para potencializar a proteção contra o estresse oxidativo. É o momento de preparar o terreno”, orienta.
No segundo e terceiro meses, Jéssica orienta que o foco passe a ser o estímulo da renovação e a entrega do brilho imediato. Na rotina caseira, entram ativos como retinol ou alfa-hidroxiácidos suaves à noite e antioxidantes pela manhã. Já em consultório, é a fase de combinar intervenções pontuais, como peelings superficiais e lasers não-ablativos para ajustar textura e manchas, finalizando com a hidratação injetável via skinbooster para garantir o viço profundo sem vermelhidão.
“É hora de tirar da gaveta aquela
rotina de cuidados que sempre dissemos que faria, mas não tinha tempo. Avaliar
os produtos ‘beauty’ e seus ativos é uma realidade por parte do consumidor, no
entanto, a orientação profissional é indispensável. Quem já vai começar os
preparativos para as festas do fim de ano, não esqueça de avaliar o período do
resguardo indicado para cada protocolo. Assim, evitamos vermelhidão e
sensibilidade, ou quem sabe, algum efeito rebote”,
conclui.

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