"A Mãe Que Eu Vejo" propõe um olhar mais gentil sobre a maternidade a partir da perspectiva dos filhos
Há mais de sete décadas ao lado das famílias, a Mustela
construiu sua trajetória apoiando mães, pais e cuidadores em uma das jornadas
mais transformadoras da vida. Mais do que desenvolver produtos seguros e
eficazes para a pele de bebês, crianças e toda família, a marca consolidou seu
papel como uma parceira ativa na construção de uma parentalidade mais
consciente, informada e acolhedora. O compromisso com as famílias segue como um
eixo central de sua atuação, incentivando o engajamento parental e promovendo
conversas relevantes sobre temas que atravessam o cotidiano real da jornada da
parentalidade, das escolhas de consumo às pressões emocionais que fazem parte
dessa experiência.
É nesse território de escuta e proximidade que
nasce a campanha de Dia das Mães de 2026, “A Mãe Que Eu Vejo”. A iniciativa parte
de um dos sentimentos mais presentes — e, muitas vezes, silenciados — na
maternidade: a culpa. Um sentimento que não surge apenas das cobranças
externas, mas que, sobretudo, se fortalece a partir de um olhar interno
exigente, que frequentemente leva mães a questionarem sua própria capacidade,
suas escolhas e sua presença.
Inserida em um contexto de expectativas irreais e
padrões inalcançáveis, a campanha propõe uma inversão de perspectiva. Em vez de
reforçar esse olhar crítico, Mustela convida as mães a se enxergarem a partir
de um lugar mais gentil: o olhar de seus filhos. Um olhar que não mede
desempenho, não contabiliza falhas e não se ancora em idealizações, mas que
reconhece afeto, presença e cuidado em sua forma mais essencial.
A campanha ganha vida por meio de um filme
manifesto e de histórias reais que evidenciam esse contraste. De um lado, mães
compartilham suas inseguranças, frustrações e dúvidas, sentimentos que fazem
parte de uma vivência muitas vezes invisibilizada. Do outro, a percepção dos filhos
revela uma leitura mais leve, amorosa e espontânea, ressignificando essas
mesmas situações e evidenciando uma maternidade possível, humana e suficiente.
Ao longo da campanha, essas histórias são
aprofundadas individualmente, trazendo diferentes recortes da maternidade e
refletindo a pluralidade de experiências que
compõem o cenário brasileiro. Cada narrativa
representa uma vivência única, mas ao mesmo tempo universal em seus
sentimentos. Adarsha Ma Prem traduz a jornada de uma mulher que vivenciou a maternidade
mais tarde e hoje atravessa, simultaneamente, o crescimento e a adolescência do
filho enquanto lida com as transformações do próprio corpo na menopausa.
Jaqueline Tayna traz a perspectiva de quem se tornou mãe muito jovem e precisou
construir sua trajetória de forma solo, equilibrando o início da própria vida
adulta com as responsabilidades da maternidade. Mariana Consant representa um
modelo mais tradicional brasileiro, em que a rotina familiar é compartilhada
com o parceiro, evidenciando os desafios e aprendizados dessa dinâmica de
cuidado, que a mesma vivenciou desde muito cedo na responsabilidade de cuidado dos
irmãos. Já Marilla Mesquita apresenta o recorte da mulher executiva, que
concilia as demandas de uma carreira intensa com a vida pessoal e a
maternidade.
A participação de Marilla Mesquita, diretora de
Marketing, Vendas e ESG da Mustela, que também compartilha sua vivência como
mãe, contribui para dar ainda mais verdade à narrativa.
“Participar dessa campanha foi uma realização muito
especial, tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Poder trazer a minha
vivência como mãe para uma iniciativa que busca acolher e transformar o olhar
sobre a maternidade torna tudo ainda mais significativo”, afirma Marilla
Mesquita.
“Existe uma cobrança muito grande sobre o que é ser
uma ‘boa mãe’, e isso acaba gerando um nível de autocrítica que muitas vezes é
desproporcional à realidade. Quando a gente traz o olhar dos filhos, percebemos
que existe uma distância entre como nós, mulheres, nos vemos e como realmente
somos percebidas. Com ‘A Mãe Que Eu Vejo’, queremos justamente aproximar esses
dois olhares e abrir espaço para uma maternidade mais leve, mais possível e
mais gentil”, continua.
Ao lançar “A Mãe Que Eu Vejo”, Mustela amplia seu
papel para além do cuidado físico, reforçando o acolhimento emocional como
parte essencial da jornada parental. A campanha se constrói como um convite à
reflexão e à mudança de perspectiva, reafirmando o compromisso da marca em
estar ao lado das famílias não apenas nos momentos de cuidado diário, mas
também nas conversas que acolhem, legitimam e transformam.
Porque, no fim, toda mãe é muito mais do que
imagina.
Confira o vídeo manifesto da campanha da Mustela
Brasil, A Mãe Que Eu Vejo, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=3l3BPSzPZiY
Ficha Técnica – Campanha “A Mãe Que Eu Vejo”
Agência: Greenz Cliente: Mustela
Título: A mãe que eu vejo Produto: Campanha dia das
mães CEO: Fábio Meneghati CCO: PH Gomes VP de Growth&Canais: Gabriel
Bernardi VP de criação: Daniel Schiavon Criação: Raphael Neves, Gabriel
Rodrigues, Rafael Lara e Felipe Viana Atendimento: Giuliano Scudeler, Wagner
Felipe Megale, Natalia Vidal e Elaine Pereira Planejamento: Yara Rocha e
Murillo Bacchelli Mídia: Daniel Gomes, Danilo Carvalho, Everson Chagas e Breno
Galetti Social: Ana Scarpeta, Beatriz Machado e Beatriz Alves Produtora: Eris
Colors Produtora de Som: Badum Áudio Aprovação Cliente: Marilla Mesquita, Aline
Gentil, Beatriz Capuchi e Guilherme Mascella
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