Avanço da
sobrecarga emocional no trabalho leva companhias a adotar estratégias
estruturadas para equilibrar saúde mental e desempenho
A preocupação com saúde emocional deixou de ser um
tema restrito ao RH e passou a integrar a estratégia de negócios de empresas
brasileiras. O movimento acompanha o aumento dos níveis de ansiedade e
esgotamento profissional no país, que figura entre os com maior prevalência de
transtornos de ansiedade no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Ao mesmo tempo, cresce a adoção de métodos de
reprogramação mental como ferramenta para melhorar foco, reduzir estresse e
sustentar a produtividade no longo prazo.
Elainne Ourives, doutora em psicanálise,
treinadora mental e especialista em reprogramação mental, afirma que o avanço
da ansiedade no ambiente corporativo está diretamente ligado a uma cultura de
desempenho contínuo. “O cérebro sob pressão constante deixa de operar em
criatividade e passa a reagir em modo de sobrevivência. Isso compromete a
qualidade das decisões e reduz a capacidade de inovação”, diz. Para ela, o
bem-estar passou a ser uma variável estratégica para empresas que buscam
consistência nos resultados.
Levantamento do Datafolha em parceria com o Instituto
Cactus aponta que 72% dos brasileiros se sentem emocionalmente sobrecarregados,
enquanto 63% associam sintomas de ansiedade ao trabalho .
Estudos publicados pela Harvard Business Review
também indicam aumento relevante da exaustão emocional entre lideranças,
refletindo impactos diretos na gestão e na tomada de decisão .
Esse cenário tem levado empresas a rever modelos de
gestão e incorporar programas estruturados de bem-estar. “Não se trata de
oferecer ações pontuais, mas de criar um ambiente onde o profissional não
precise operar sob medo ou validação constante. Segurança emocional é o que
sustenta a performance no longo prazo”, afirma.
Na prática, técnicas de reprogramação mental têm
sido utilizadas para reorganizar padrões de pensamento e comportamento diante
de metas e pressão. “Quando a pessoa muda a forma como interpreta desafios, ela
sai do estado de alerta e passa a agir com mais clareza e foco. Isso impacta
não apenas a saúde, mas também os resultados financeiros”, explica.
A adoção desse tipo de estratégia exige critérios
na escolha de fornecedores e metodologias. Avaliar a formação do profissional,
a aplicabilidade no ambiente corporativo e a capacidade de mensuração de
resultados são pontos centrais para evitar iniciativas superficiais. “O erro
mais comum é buscar soluções rápidas para problemas estruturais. Sem
consistência, não há mudança real”, alerta.
A especialista aponta cinco
práticas de como as empresas podem estruturar bem-estar e reprogramação
mental nas empresas
A implementação eficaz depende de integração com a rotina do negócio e acompanhamento contínuo. A especialista destaca cinco caminhos para iniciar esse processo:
- Diagnóstico
emocional da equipe
Mapear sinais de sobrecarga, ansiedade e queda de engajamento permite identificar os principais pontos de desgaste e direcionar ações mais assertivas.
- Treinamento
estruturado de reprogramação mental
Programas contínuos ajudam profissionais a reconhecer padrões de autossabotagem e substituir respostas automáticas por comportamentos mais equilibrados.
- Integração
com metas e indicadores de desempenho
Conectar bem-estar à estratégia do negócio transforma a iniciativa em alavanca de produtividade e não em custo isolado.
- Desenvolvimento
de lideranças
Gestores preparados conseguem estimular resultados com clareza e direcionamento, sem recorrer à pressão excessiva como ferramenta de gestão.
- Monitoramento
de indicadores organizacionais
Acompanhamento de métricas como turnover, absenteísmo e produtividade permite avaliar o impacto das ações e ajustar a estratégia.
Empresas que incorporam o bem-estar de forma estruturada tendem a observar reflexos diretos na experiência do cliente e na eficiência operacional, já que equipes emocionalmente equilibradas operam com maior clareza e consistência. “O resultado externo sempre reflete o estado interno. Negócios sustentáveis são construídos por pessoas que conseguem performar sem abrir mão da própria saúde”, conclui.
Elainne Ourives - Treinadora mental, psicanalista, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 11 livros; mestra de mais de 300 mil alunos, em 50 países, sendo 130 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Objetivos, Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, vibracional e emocional, bem como de cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil.Autora Best Seller dos livros: DNA Milionário® (2019); DNA da Cocriação® (2020); DNA Revelado das Emoções® (2021), Cocriador da Realidade (2022); Algoritmos do Universo (2022), Taqui-Hertz® (2022), O Meu Ano de Gratidão (2023), Gene da Juventude (2023), Visualização Holográfica (2023), DNA do Dinheiro (2024) e Frequência do Milagre (2025).É ainda idealizadora dos Movimentos “A Vida é Incrível” e “Eu Estou Vivo”, lançados para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos. Criadora da Técnica Hertz® - Reprogramação da Frequência Vibracional, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas terapias energéticas e emocionais do mundo, e já foi utilizada por mais de 3 milhões de pessoas no mundo todo.Para mais informações: Acesse elainneourives.com.br ou acompanhe pelo Instagram @elainneourivesoficial.
Fontes de pesquisa
Organização Mundial da Saúde (OMS)
https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/mental-disorders
Instituto Cactus / Datafolha
https://www.institutocactus.org.br/pesquisa-saude-mental
Harvard Business Review
https://hbr.org/2023/10/the-burnout-epidemic
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