Sociedade
Brasileira de Mastologia (SBM) - Regional São Paulo disponibiliza conteúdos na internet
para combater a desinformação sobre doenças mamárias
Imagem gerada por IA
As questões que mais refletem as dúvidas da
população e os principais mitos sobre doenças mamárias são esclarecidas de
forma clara e objetiva em vídeos produzidos pela Sociedade Brasileira de Mastologia
(SBM) – Regional São Paulo. Este mês, os mastologistas da SBM-SP disponibilizam
conteúdos sobre o tema “Mitos em mastologia”. Ao todo, serão oito vídeos
veiculados nos canais oficiais e também no site da entidade até o final de
abril. “Em tempos de desinformação, é muito importante conversar abertamente
sobre o assunto, trazendo o conhecimento técnico e as comprovações científicas
que raramente encontramos nas redes sociais”, afirma João Ricardo Auler
Paloschi, coordenador da Comissão Conexão Mastologia da SBM-SP.
A iniciativa da SBM-SP, que investe na comunicação
como forma de melhorar a prevenção e otimizar o diagnóstico e o tratamento de
doenças mamárias, com destaque para o câncer de mama, é motivada por uma
perspectiva desafiadora tanto para a rede pública quanto na saúde suplementar.
De acordo com o levantamento divulgado pelo INCA (Instituto Nacional de
Câncer), o País deve registrar 78.610 novos casos por ano no triênio 2026-2028.
O maior número de ocorrências concentra-se no Estado de São Paulo. Somente
neste ano, a projeção é de que 20.820 mulheres sejam diagnosticadas com a doença.
Na capital paulista, a estimativa chega a 5.840 novos casos no mesmo período.
Como diferencial, a SBM-SP foca em temas relevantes
sobre o câncer de mama e outras doenças mamárias, que são esclarecidos por
mastologistas. “Em cada vídeo produzido, nosso compromisso é informar e sanar
as dúvidas de uma forma bem descomplicada”, diz Paloschi.
Este mês, o tema escolhido é “Mitos em mastologia”,
que terá vídeos disponíveis nos perfis da SBM-SP no Instagram
(@sbmastologiasp), TikTok (@sbmastologiasp), Facebook e no site da entidade (www.spmastologia.com.br).
Dos oito vídeos programados para abril, o primeiro
é “Mulheres jovens não precisam fazer prevenção?”. Embora um estudo com a
participação da SBM publicado no JCO Global Oncology, jornal da
conceituada Sociedade Americana de Oncologia Clínica, comprove em dados que a
população jovem brasileira é acometida pela doença em um percentual inferior ao
de mulheres acima de 40 anos, Ricardo Paloschi destaca que todas as mulheres,
independentemente da idade, devem estar atentas a alterações nas mamas,
buscando orientação médica especializada.
Em abril, também serão disponibilizados vídeos
sobre questões de grande impacto. “Não preciso me preocupar com câncer de mama
se não tenho história familiar da doença?” é um deles. “Amamentação protege
contra o câncer de mama. Não preciso me preocupar com a doença se amamentei?”,
“Homens não têm câncer de mama?”, “TRH aumenta o risco de câncer de mama e não
deve ser usada?”, “O uso do desodorante antitranspirante causa câncer de
mama?”, “Câncer não dói e se não é câncer, dói?” e “Cisto e nódulo benigno
podem virar câncer com o tempo?” completam a programação do mês.
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