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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Brasil registra 6,4 milhões de acidentes de trabalho em dez anos e reforça necessidade de segurança e amparo aos trabalhadores

 Especialista destaca como mecanismos de proteção oferecidos pelas empresas podem minimizar os impactos de acidentes sobre colaboradores e dependentes 

 

O Brasil registrou mais de 6,4 milhões de acidentes de trabalho entre 2016 e 2025, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). As ocorrências, que resultaram em mais de 27 mil mortes, reforçam a importância de mecanismos capazes de oferecer proteção e segurança financeira às empresas, aos trabalhadores e suas famílias diante de eventos inesperados.

 

No mesmo período, os acidentes provocaram a perda de mais de 106 milhões de dias de trabalho e cerca de 249 milhões de dias debitados, indicador que mede os impactos permanentes das ocorrências na capacidade laboral dos profissionais. Os números evidenciam que seus efeitos extrapolam o ambiente corporativo e podem gerar consequências duradouras. 

 

Diante desse cenário, iniciativas voltadas à proteção dos colaboradores ganham relevância dentro das estratégias de gestão de pessoas. Entre elas, o seguro de vida em grupo se destaca por oferecer suporte financeiro em momentos de maior vulnerabilidade. Dependendo das condições contratadas, as coberturas podem incluir situações como morte e invalidez permanente por acidente, além de indenização aos beneficiários. 

 

Para Marcell Guimarães, diretor de vendas da Omint Saúde, a discussão sobre acidentes de trabalho deve considerar como as empresas podem estar preparadas para enfrentar os impactos gerados por essas ocorrências. "Quando um acidente de trabalho acontece, seus efeitos se estendem para além do ambiente profissional. O colaborador e sua família enfrentam um momento delicado, enquanto a empresa também precisa lidar com os impactos da ausência desse profissional na produtividade. Nesse contexto, o seguro de vida em grupo se torna um importante instrumento de cuidado, oferecendo suporte financeiro quando ele é mais necessário. Ao proteger pessoas e dar sustentação às organizações, esse benefício fortalece uma relação de confiança que gera valor para todos os envolvidos ", explica.

 

Embora algumas categorias profissionais determinem a obrigatoriedade do benefício por meio de convenções coletivas, muitas organizações têm ampliado voluntariamente a oferta de seguros, setor que registrou um crescimento de 8% apenas no último ano, segundo a Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). 

 

Para o especialista, embora a prevenção seja o principal caminho para evitar ocorrências, benefícios bem estruturados cumprem um papel cada vez mais relevante ao oferecer suporte às empresas e aos colaboradores quando situações inesperadas acontecem. 




Omint Seguros

NR-1: quando a adequação do escritório deixa de ser reforma e passa a ser estratégia de negócio


A atualização da NR-1 não criou um novo problema. Ela apenas tornou impossível ignora o que já vinha se acumulando dentro das empresas: ambientes desenhados para uma lógica de trabalho que deixou de existir.  

Durante muito tempo, o escritório foi tratado como infraestrutura. Bastava funcionar. O raciocínio era simples: ocupar espaço, acomodar pessoas e controlar custos. Só que o trabalho mudou mais rápido do que a maioria dos ambientes corporativos. Hoje, as equipes operam com mais intensidade cognitiva, mais colaboração, mais alternância entre foco e interação e muito menos tolerância a ruído, interrupção e desgaste contínuo. 

Esse descompasso tem custo. A Organização Mundial da Saúde estima que depressão e ansiedade geram cerca de 12 bilhões de dias de trabalho perdidos por ano e custam à economia global aproximadamente US$ 1 trilhão em perda de produtividade. A Gallup, por sua vez, segue mostrando níveis estruturalmente baixos de engajamento no mundo, o que reforça uma realidade que qualquer líder percebe na prática: quando o ambiente não ajuda, a performance cai antes mesmo de aparecer no balanço. 

É exatamente por isso que a NR-1 importa. Ao trazer os riscos psicossociais para o centro da gestão, ela deixa claro que o ambiente não é neutro. Ele pode reduzir o risco ou simplificá-lo. Pode sustentar performance ou corroê-la silenciosamente. 

E aqui está o ponto que muitas empresas ainda subestimam: não existe gestão séria de saúde mental em um espaço que aumenta interrupções, dificulta concentração e obriga as pessoas a compensarem, todos os dias, falhas de desenho. Também não existe produtividade sustentável quando o ambiente exige esforço adicional apenas para que o trabalho básico aconteça. 

No Brasil, esse tema deixou de ser abstrato. Os afastamentos por transtornos mentais e comportamentais vêm crescendo de forma consistente, segundo dados públicos do INSS e do Ministério da Previdência. Isso não acontece por acaso. É consequência de um modelo de trabalho que evoluiu na demanda, mas não evoluiu na estrutura que o suporta. 

A NR-1 expõe esse desalinhamento e muda a responsabilidade de lugar. A partir dela, não basta dizer que a empresa tem iniciativas de bem-estar. É preciso demonstrar que o ambiente não está criando risco desnecessário. Isso altera a conversa dentro da organização e reposiciona áreas que antes eram vistas apenas como suporte. 

Facilities, por exemplo, deixa de ser uma função operacional e passa a ter impacto direto sobre produtividade, retenção e eficiência. O desenho do espaço deixa de ser uma decisão estética e passa a ser uma decisão de negócio. Layout, acústica, circulação, áreas de concentração, áreas de colaboração e flexibilidade de uso passam a influenciar o desempenho da operação de forma mensurável. 

Nesse contexto, o retrofit ganha outro significado. Ele deixa de ser modernização e passa a ser correção de rota. Não se trata de reformar por aparência, nem de atualizar por tendência. Trata-se de ajustar um ambiente que foi concebido para uma lógica de trabalho que já não existe mais. 

E isso não se resolve com intervenções pontuais. Trocar mobiliário, abrir uma nova área ou reorganizar estações pode ajudar, mas não resolve o problema se a lógica do espaço continuar a mesma. O que precisa ser revisto é a forma como o ambiente organiza o trabalho — e, em muitos casos, como ele desorganiza. 

Essa revisão exige método. Exige olhar para dados de uso, padrões de ocupação, pontos de ruído, fluxos de circulação, concentração de demandas e percepção real das equipes. Exige sair da intuição e entrar na gestão. Quem está dentro da operação se acostuma com o atrito e passa a normalizar o que, na prática, já virou perda de eficiência.  

No fim, a NR-1 não pede apenas adequação. Ela pede maturidade de gestão. E maturidade, nesse caso, significa reconhecer que o ambiente físico não é cenário. É ativo. E, quando bem desenhado, sustenta a performance. Quando mal desenhado, corrói resultado de forma contínua e silenciosa. 

A pergunta, portanto, não é se sua empresa está adequada no papel. A pergunta é se o ambiente em que ela opera está preparado para sustentar o nível de desempenho que o negócio exige.

Porque a norma não vai criar fragilidade. Ela só vai tornar impossível continuar escondendo o que a operação já vinha mostrando. 

Outras sugestões de título: Quando o ambiente vira risco, a performance paga a conta.; A NR-1 só tornou visível o que o ambiente já vinha custando.; O escritório deixou de ser cenário. Agora é risco de gestão.; O ambiente da sua empresa já virou um custo invisível.; Sua empresa não tem só um problema de conformidade. Tem um problema de ambiente.; A norma não criou a fragilidade. Só tornou visível o que já estava lá.

 


Maria Angela Polo - CEO da We Are Group, empresa especializada na execução de ambientes corporativos e comerciais de alto padrão. Mais informações no site.


Copa do Mundo 2026: como transformar torcida em venda?


A cada quatro anos, a Copa do Mundo transforma não apenas estádios e transmissões esportivas, mas também o comportamento de milhões de consumidores. O entusiasmo, expectativa e pertencimento ao time nacional passam a influenciar as decisões de compra – agora guiadas pela celebração e pelo desejo de participar daquele momento cultural.  Nesse cenário, marcas que conseguem traduzir essa torcida em engajamento com autenticidade tendem a capturar não apenas mais vendas, mas também um maior relacionamento e lembranças positivas da experiência vivida. 

Por mais que o mundial seja um palco extremamente atrativo para que os consumidores estejam mais dispostos a comprar produtos e serviços relacionados ao evento, como itens temáticos (camisetas, pelúcias e objetos colecionáveis, por exemplo) e experiências que ampliem a vivência da torcida (Fan Zone), é importante compreender que vender durante a Copa não depende apenas de oferecer promoções relacionadas ao esporte em si, mas de participar, genuinamente, da conversa e da experiência que mobiliza o país. 

Para o marketing, esse tipo de sazonalidade é uma oportunidade valiosa por reduzir a barreira racional da compra e aumentar a relevância de campanhas criativas, contextuais e oportunas. Como prova disso, na última edição do campeonato, em 2022, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo projetou uma movimentação de cerca de R$ 1,48 bilhão em vendas no comércio e serviços no Brasil, um crescimento de 7,9% em relação à Copa de 2018. 

Dentre as estratégias que mais podem beneficiar as empresas nesse sentido, o marketing conversacional é um dos mais relevantes, capaz de transformar a comunicação entre as partes em um diálogo contínuo, ao invés de mensagens unilaterais – o que ganha ainda mais força no mundial pelo fato de o consumidor estar mais engajado e aberto a interações rápidas, dinâmicas e contextuais. 

Os canais mais eficientes para trazer esses resultados são aqueles que combinam alto nível de abertura com potencial de interação, de forma que as empresas consigam conversar em tempo real com seus clientes, responder dúvidas, recomendar produtos e criar experiências gamificadas relacionadas aos jogos e ao momento da partida. Essa proximidade aumenta a percepção de personalização e fortalece o relacionamento, criando uma jornada mais fluida e menos invasiva. 

O WhatsApp se destaca como um dos principais, justamente por ser amplamente utilizado no Brasil e permitir uma comunicação direta, rápida e altamente personalizada. Outro formato que ganhou espaço nos últimos anos é o RCS (Rich Communication Services), que leva a experiência de mensagens a um novo nível ao permitir conteúdos interativos e ricos, com imagens, botões de ação e jornadas mais dinâmicas, aproximando a comunicação dentro do próprio canal de mensagens nativo do celular.  

Além desses, o SMS continua sendo um canal estratégico para mensagens objetivas e com alta taxa de leitura, especialmente em ações pontuais e urgentes. Por fim, não poderíamos deixar de falar do e-mail marketing, que, quando bem segmentado, contribui para nutrir o relacionamento ao longo do torneio com conteúdos mais completos e ofertas direcionadas.    

O grande diferencial, no entanto, está na integração desses canais em uma estratégia omnichannel. Ao conectá-los de forma inteligente, as empresas conseguem garantir consistência na comunicação e acompanhar o consumidor ao longo de toda a jornada, do primeiro contato ao momento da conversão, com mais fluidez e relevância. 

Para isso, o uso estratégico de dados de CRM é crucial, permitindo que as marcas saiam de campanhas massivas e avancem para comunicações altamente segmentadas. Durante a Copa, isso é ainda mais relevante, pois é possível cruzar informações comportamentais (como histórico de compra, preferências, localização e interações anteriores) com momentos específicos do torneio, como jogos do Brasil, gols ou fases decisivas.    

Quando bem implementado, o marketing conversacional mantém o equilíbrio entre automação e toque humano, um diferencial importante para empresas que buscam escalar sem perder qualidade no atendimento. Nesse contexto, o consumidor busca, antes de tudo, entretenimento e conexão emocional, o que faz com que campanhas muito agressivas ou excessivamente promocionais tendam a gerar rejeição.  

O ideal é apostar em conteúdos que agreguem valor (curiosidades, interações, quizzes, ações temáticas e storytelling). A partir disso, insira, de forma natural, oportunidades comerciais ao contexto, tornando a venda em si uma consequência de uma boa experiência, e não o contrário. Favorecendo essa construção, soluções que combinem dados, automação e múltiplos canais de comunicação serão fundamentais para transformar esse alto nível de expectativa em vivências positivas e, consequentemente, em resultados de negócio. 

O consumidor desta Copa de 2026 será ainda mais exigente, imediatista e acostumado a experiências personalizadas. A expectativa será por comunicações relevantes, em tempo real e adaptadas ao seu contexto, que possam ser conduzidas durante um jogo ou em momentos de alta emoção. No final, as marcas que conseguirem se posicionar como parte da celebração, e não apenas como vendedoras, certamente terão vantagem competitiva e, quem sabe, darão uma bela goleada em seus concorrentes. 

 

Márcia Assis - Gerente de Marketing da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp e RCS.

Pontaltech


Varejo vê perdas avançarem 15,3% e aposta em IA para proteger rentabilidade

Fórum ABRAPPE evidenciou que prejuízos crescem mais que o faturamento do setor; uso de inteligência artificial e análise de dados ganha força nas operações

 

As perdas no varejo brasileiro cresceram mais que o dobro do faturamento do setor em 2025. Segundo dados apresentados no Fórum ABRAPPE 2026, enquanto as vendas avançaram 6,4% e alcançaram R$ 2,55 trilhões em movimentação, o impacto financeiro das perdas aumentou 15,3%, em relação ao ano anterior. No mesmo período, o índice médio de perdas passou de 1,51% para 1,65%. O cenário tem levado redes varejistas a ampliar investimentos em inteligência artificial e análise de dados para proteger margens e aumentar a eficiência operacional. 

Os números reforçam um desafio histórico do setor, mas que vem ganhando relevância diante da pressão sobre margens, do aumento dos custos operacionais e da necessidade de maior eficiência nas operações. Para Rodrigo Tessari, CEO da Deconve, startup especializada em soluções de prevenção de perdas no varejo físico, o tema não é mais restrito às áreas de segurança e hoje ocupa espaço estratégico dentro das empresas. 

“Em um cenário de margens mais pressionadas, preservar resultados se tornou tão importante quanto aumentar vendas. A prevenção de perdas impacta diretamente a rentabilidade porque atua na proteção dos recursos que a empresa já conquistou”, afirma.
 

O real impacto financeiro das novas tecnologias

A adoção de soluções baseadas em inteligência artificial já começa a apresentar resultados mensuráveis no varejo brasileiro. Atualmente, a Deconve monitora cerca de 550 unidades varejistas em diferentes regiões do país e processa mais de 5 mil alertas por mês. Segundo a empresa, a tecnologia permite evitar, em média, 21 tentativas de furto por loja mensalmente. 

Entre os casos acompanhados pela companhia está o de uma grande rede varejista da região Sul, que registrou economia de R$ 25 milhões e redução de 17% nas perdas totais após a adoção da solução. 

O uso da inteligência artificial também avança na prevenção de fraudes financeiras. Soluções de autenticação por reconhecimento facial desenvolvidas pela empresa processam atualmente mais de 20 milhões de biometrias por ano e cerca de 2 milhões de autenticações por mês em operações varejistas. 

Para Tessari, o cenário indica que a prevenção de perdas continuará ganhando protagonismo nas estratégias do varejo nos próximos anos. “O futuro da área passa pela combinação entre inteligência artificial, análise de dados e automação. As empresas que conseguirem transformar informações em ações rápidas e assertivas estarão mais preparadas para reduzir perdas, aumentar eficiência e proteger sua rentabilidade”, conclui.
 

IA não é mais diferencial, é necessidade

Entre os principais pontos discutidos por especialistas, está o crescimento dos investimentos em tecnologias voltadas à prevenção de perdas. Soluções baseadas em reconhecimento facial, inteligência artificial e Business Intelligence (BI) aparecem entre as prioridades das empresas associadas à entidade. 

Segundo Tessari, o mercado vive uma mudança de maturidade em relação à adoção dessas ferramentas. “Percebemos que as empresas já não estão interessadas apenas em conhecer novas tecnologias. As conversas giram em torno de aplicação prática, retorno sobre investimento e ganhos operacionais. Existe uma busca cada vez maior por ferramentas que entreguem inteligência em tempo real e apoiem a tomada de decisão”, explica. 

A tendência acompanha uma realidade comum no varejo de operações mais complexas e equipes mais enxutas. Nesse contexto, cresce a demanda por sistemas capazes de automatizar análises, monitorar indicadores e identificar riscos com maior velocidade.
 

Dados passam a orientar a prevenção de perdas

Outro movimento observado no setor é a consolidação do uso de dados como ferramenta de gestão. Para Tessari, as empresas mais maduras já tratam a prevenção de perdas como uma atividade orientada por indicadores e inteligência operacional, abandonando modelos exclusivamente reativos. 

“A prevenção de perdas moderna precisa atuar de forma preditiva. O uso de dados permite identificar padrões, antecipar riscos e direcionar recursos para onde existe maior probabilidade de ocorrência. Isso gera mais eficiência e melhores resultados para a operação”, destaca.


Deconve

 

Férias de julho viram aliadas de quem mira aprovação no ENEM e em concursos públicos

 Edtech brasiliense oferece banco com mais de 4 milhões de questões e inteligência artificial para transformar o recesso em vantagem competitiva

 

Enquanto muitos estudantes encaram as férias do meio do ano como uma pausa nos estudos, candidatos ao ENEM e a concursos públicos experientes sabem que o recesso pode ser o diferencial entre a aprovação e mais um ano de espera. Para ajudar esse público a aproveitar o período com máxima eficiência, a Tutory, edtech brasiliense especializada em mentorias e preparação de alta performance, oferece um ecossistema completo de estudos com inteligência artificial, cronogramas personalizados e o maior banco de questões do país. 

Com mais de 4 milhões de questões voltadas para concursos públicos, ENEM, OAB e residência médica, a plataforma permite que o estudante monte uma rotina de estudos sob medida durante as férias, sem depender de cursinho presencial ou de materiais dispersos pela internet.

 

Férias produtivas com tecnologia e método 

O período de julho representa uma janela estratégica para quem tem provas marcadas no segundo semestre. Com menos compromissos escolares e mais tempo disponível, o estudante pode intensificar a prática de exercícios, identificar pontos fracos e consolidar conteúdos, e é exatamente para esse momento que a Tutory foi construída. 

A plataforma combina inteligência artificial com gestão pedagógica para personalizar a experiência de cada aluno. O sistema identifica os temas com maior índice de erro, sugere revisões e adapta o cronograma conforme o desempenho ao longo dos dias. 

"A constância é o que separa quem passa de quem fica tentando. Nas férias, o aluno tem a chance de criar uma rotina sólida sem as interrupções do dia a dia escolar. Nossa plataforma ajuda a transformar esse tempo em aprovação", afirma Marlom Andrade, CEO da Tutory.

 

Como aproveitar a plataforma durante as férias 

A Tutory disponibiliza recursos que vão além da simples resolução de questões. Entre as funcionalidades disponíveis estão cronogramas de estudos personalizados por área de conhecimento e nível de dificuldade, simulados no formato do ENEM e de bancas como Cebraspe e FGV, correção de redações com feedback automatizado, acompanhamento de desempenho em tempo real e gestão de revisões baseada em repetição espaçada. 

Tudo isso em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo segurança das informações dos usuários.

 

Professores e mentores também ganham no recesso 

Para educadores e mentores que aproveitam as férias para lançar turmas ou intensivos, a Tutory oferece o modelo white label, que permite criar uma plataforma própria, personalizada com a identidade do professor, sem necessidade de estrutura tecnológica própria. 

"Muitos professores gastam mais tempo buscando soluções em IAs genéricas que não proporcionam segurança de dados do que ensinando. A Tutory surgiu justamente para resolver isso. Criamos um ecossistema completo para mentorias educacionais, com inteligência artificial, automação e personalização dos estudos", explica Marlom Andrade.

 

Frio pressiona produtos in natura e tomate lidera altas no IPC-Fipe

Produto avança 14,07% na terceira quadrissemana de junho; índice geral sobe 0,27%
 

O tomate foi o principal destaque entre as variações de preços captadas pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe) na terceira quadrissemana de junho, com alta de 14,07%. O movimento reflete os efeitos das temperaturas mais baixas sobre a oferta do produto. No mesmo intervalo, o IPC-Fipe registrou avanço de 0,27%. 

Segundo Guilherme Moreira, coordenador do IPC-FIPE, as condições climáticas explicam o comportamento do tomate. “As baixas temperaturas retardam a maturação dos frutos, reduzem a produtividade das lavouras e diminuem a oferta disponível para comercialização, pressionando os preços ao consumidor”, afirma. 

Os efeitos do frio também atingem outros produtos in natura, especialmente verduras e hortaliças. “As temperaturas mais baixas comprometem o desenvolvimento das hortaliças e reduz a oferta. Por outro lado, o consumo desses alimentos costuma diminuir em períodos mais frios, o que contribui para amenizar parte da pressão sobre os preços”, explica Moreira. 

Os dados do IPC-Fipe mostram alta de 1,66% nos produtos in natura na terceira quadrissemana de junho. Entre os principais grupos, os legumes avançam 7,93%, os tubérculos 7,60% e as verduras 2,26%. 

O cenário é consistente com levantamentos do Cepea, que indicam menor oferta de tomate em função do frio, com preços em níveis elevados. No caso da alface, pesquisadores também apontam impacto do clima sobre o desenvolvimento das lavouras, além do aumento dos custos de produção. 

Além das condições climáticas, fatores como sazonalidade e comportamento da demanda seguem influenciando a dinâmica dos preços dos alimentos. Com a chegada do inverno, culturas mais sensíveis às variações de temperatura tendem a apresentar maior volatilidade ao longo das próximas semanas.

 

Fipe - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas

 

Tecnologia reduziu as taxas de extravio de bagagem em 23% em 2025, mas a operação ainda custa ao setor US$ 6,3 bilhões por ano

 

Custo por mala na América do Sul é de US$ 240, abaixo da média global, fazendo a região parte de uma tendência mais ampla de melhoria em todo o setor

 

Visão geral

  • Aumento no número de passageiros: 5 bilhões globalmente em 2025, contra 4,8 bilhões em 2024;
  • Redução nos casos de extravio de bagagem: a taxa caiu 23%, para 4,9 por 1.000 passageiros; o volume total diminuiu 19%, para 24 milhões de malas. Ambos os indicadores estão agora abaixo dos níveis pré-pandêmicos;
  • Custo para o setor: US$ 6,3 bilhões em 2025, que equivale a cerca de 15% do lucro total do setor aéreo;
  • Novo parâmetro de custo: em média, US$ 260 por bagagem extraviada, substituindo o valor de US$ 150, há muito citado e desatualizado.

 

Dados da América do Sul 

• Custo por mala: US$ 240, incluindo indenizações - abaixo da média global de US$ 260 e o terceiro menor entre as regiões em termos de despesas.

Não há dados publicados sobre a taxa de extravio de bagagem na América do Sul isoladamente; a taxa das Américas (AMER) de 5,6 por 1.000 passageiros (A4A) é divulgada em nível de agrupamento.

• Referências globais aplicáveis: custo total do setor de US$ 6,3 bilhões; taxas de extravio reduzidas em 23% e volumes reduzidos em 19% em 2025. 

 

GENEBRA (Suíça) Em 2025, o setor aéreo registrou seu melhor desempenho desde o início da pandemia no que diz respeito ao extravio de bagagens, mesmo com o aumento no número de passageiros. As taxas caíram 23%, um sinal de que os esforços pela transformação digital estão dando resultados, de acordo com o relatório “Baggage IT Insights” de 2026 da SITA, a 20ª edição anual desse importante estudo de referência à indústria.

Porém, a questão mais importante não é apenas a melhoria. É a lacuna que ainda persiste. O extravio de bagagens ainda custa ao setor US$ 6,3 bilhões anualmente. Cada mala extraviada acarreta um custo médio de US$ 260. Com um lucro líquido médio de apenas US$ 8 por passageiro, uma mala extraviada anula o lucro de mais de 30 assentos vendidos, e cinco anulam o lucro de um voo inteiro.

O número de passageiros está crescendo mais rapidamente do que a infraestrutura projetada para atendê-los. Somente em 2025, 5 bilhões de passageiros viajaram em todo o mundo, e 24 milhões de bagagens foram extraviadas. Mas em uma perspectiva de longo prazo, o número de extravio de bagagens caiu quase três quartos desde 2007.

O que aconteceu em 2025 não foi uma única tecnologia, mas uma mudança na forma como os sistemas se conectam: compartilhamento de dados em tempo real, roteamento por IA, despacho biométrico de bagagem e dispositivos conectados dos passageiros.

“A bagagem está deixando de ser um problema logístico para se tornar um serviço digital”, ressalta Nicole Hogg, diretora de portfólio de bagagem da SITA. “Os passageiros querem saber onde está sua mala a todo momento e estão cada vez mais dispostos a nos ajudar a rastreá-la. A próxima fase consiste em levar a tecnologia que já temos para cada transferência, agente de bagagem e aeroporto, oferecendo maior visibilidade e conectando todas as etapas da viagem. É assim que o setor conquista a confiança que os viajantes agora esperam”.

Resultados reais comprovam a eficácia da solução. A integração do Find My, da Apple, com o SITA WorldTracer® reduziu em 90% a perda definitiva de bagagens no primeiro ano e diminuiu em 26% o tempo de recuperação de malas atrasadas. Recentemente, a empresa também integrou a este sistema o recurso de compartilhamento de localização de itens do Find Hub, do Google. A Thai Airways, utilizando o Auto Reflight, da SITA, reduziu uma operação de três minutos para apenas um segundo por mala em nove aeroportos.

David Lavorel, CEO da SITA, afirma: “Os aeroportos operam cada vez mais perto de seus limites físicos a cada ano, e a resposta nem sempre é construir mais. Dados, inteligência artificial e operações preditivas nos permitem tirar maior proveito do aeroporto que já temos, no check-in, na segurança, no portão de embarque, na pista de manobras e nas salas de bagagem. O setor de cargas mostra que a fórmula funciona. Soluções como o Total Airport Management adotam a mesma abordagem em todo o ciclo, para que os aeroportos possam absorver o crescimento sem ampliar sua área ocupada”.

O relatório identifica de onde podem vir os próximos ganhos. As bagagens atrasadas representam cerca de 70% do custo total, sendo a maior parte desse valor operacional – relacionado à recuperação, ao redirecionamento e à entrega. No caso de malas perdidas ou danificadas, até 70% do custo é destinado a indenizações. As conexões continuam sendo o principal fator de erros de operação, representando 39% dos casos em 2025, uma queda em relação aos 41% do ano anterior.

A tendência é clara. Três em cada quatro companhias aéreas planejam investir em IA nos próximos dois anos. Metade delas planeja fornecer aos passageiros atualizações em tempo real sobre a bagagem. O rastreamento de mala em todo o setor, de acordo com a Resolução 753 da IATA, já ultrapassou a marca de 50%, com a meta de conformidade total prevista para 2027. O próximo horizonte já está na pista : etiquetar as bagagens em casa, deixá-las no carro e malas que não precisam voar na mesma aeronave que o passageiro.

Leia o relatório completo "Baggage IT Insights" de 2026 da SITA neste link.

 

SITA
www.sita.aero

 

Uniube abre inscrições para o Bolsa 100% com mais de mil bolsas para cursos à distância e semipresenciais

As vagas são para ingresso no 3º bimestre em cursos de graduação em diferentes áreas do conhecimento

 

Estão abertas as inscrições para o Vestibular Social Bolsa 100% da Uniube, um programa da Universidade que concede bolsas de estudo com desconto integral para graduações. São mais de mil oportunidades oferecidas nas modalidades de Educação à Distância e Semipresencial Polo. Os candidatos devem se inscrever até o dia 8 de julho de 2026 apenas pelo site — clique aqui.

 

As vagas são direcionadas para cursos de graduação em diferentes áreas do conhecimento — exceto Medicina — com ingresso no 3º bimestre deste ano. Entre as modalidades de ensino ofertadas, os interessados podem concorrer a uma bolsa somente em um dos processos seletivos, conforme as regras do edital que pode ser lido antes da conclusão da inscrição.

 

“São mais de mil bolsas para cursos oferecidos nos mais de 200 polos da Uniube. Mesmo que o candidato não consiga a bolsa com desconto integral nesta prova, ele poderá tentar novamente porque são quatro provas por ano. Além desse processo seletivo, também oferecemos até 80% de desconto em graduações, a depender do curso”, diz o diretor comercial da Uniube, Tiago Malheiro.

 

Os critérios, a prova e o resultado

 

Os interessados precisam ter atenção aos critérios antes de se inscrever no Bolsa 100% da Uniube para concorrer a uma vaga nos cursos ofertados pela Universidade. Essa deve ser a primeira graduação e o candidato pode ter estudado em escola pública ou privada.

 

Além disso, a renda familiar não pode ultrapassar um salário mínimo e meio por pessoa. Por exemplo, em uma casa com quatro integrantes, a soma total dos ganhos não pode ser maior que R$ 9.726,00 (considerando o valor do salário mínimo vigente).

 

O diretor comercial da Uniube pontua que a prova terá duas horas de duração e será realizada em formato on-line. “O exame pode ser feito de qualquer lugar dentro do horário previsto para a realização, que é das 9h do dia 9 de julho às 18h do dia 10 de julho”, diz Tiago Malheiro.

 

Para fazer o exame, é necessário que o inscrito acesse a Área do Candidato no período estipulado. Conforme o edital, a data prevista para a divulgação do resultado é 15 de julho, após às 16h.

 

A importância do Bolsa 100%

 

O Pró-Reitor de Educação a Distância da Uniube, Fernando Marra, ressalta a importância do Bolsa 100% como uma oportunidade única de acesso ao ensino superior sem custos para quem deseja ingressar nos cursos de graduação da Universidade.

 

Marra também ressalta que a Uniube oferece aos alunos tanto do EAD quanto do Semipresencial Polo a mesma excelência em ensino da modalidade presencial. Atualmente, a Universidade conta com campi em Minas Gerais nas cidades de Uberaba, Uberlândia, Araxá e Ituiutaba, e também em Goiás, na capital Goiânia.

 

“Os cursos da Uniube, em qualquer um dos formatos, sempre visam a mesma qualidade. A diferença está na flexibilidade, exatamente para atender às necessidades de cada aluno. A qualidade de ensino é a mesma”, conclui o Pró-Reitor.


Entre um jogo e outro da Copa em Atlanta, visite o Delta Flight Museum, uma das atrações mais bacanas da cidade neste verão

A visita ao Delta Flight Museum começa com a experiência Taking Flight,
 que mistura uma série de elementos para contar a história centenária da Delta
(Crédito desta e da outra imagem deste comunicado: Delta Air Lines/Divulgação)



 O museu da Delta oferece uma experiência única e imersiva, em que a história da aviação e as atividades “mão na massa” se unem para entreter visitantes de todas as idades

 

Com a energia da Copa do Mundo ainda tomando conta de Atlanta, que receberá mais três partidas eliminatórias no Mercedes-Benz Stadium, em julho – nos dias 1º (Inglaterra x República Democrática do Congo, válida pela fase 16 avos de final), 07 (oitavas de final) e 15 (semifinal) –, os visitantes têm a oportunidade de ir além do futebol e descobrir outras atrações imperdíveis da cidade neste verão norte-americano. Entre elas está o Delta Flight Museum, uma experiência imersiva que combina história da aviação, inovação e atividades interativas para todas as idades.

O passeio começa com Taking Flight, a premiada experiência pré-exposição do museu que prepara o terreno para tudo o que o visitante está prestes a descobrir. Desenvolvido em parceria com a agência criativa Blue Telescope, Taking Flight combina animações gráficas, imagens de arquivo, música e narração da comissária de bordo da Delta Jeanie Brady para

dar vida à história da companhia aérea de uma forma que parece pessoal e impactante. 

Recentemente agraciada com grandes prêmios globais – incluindo um ouro no Vega Digital Awards (uma das mais importantes competições internacionais que celebra a excelência e a inovação na mídia digital e no design), além do Telly Awards e do Communicator Awards –, essa introdução dinâmica é apenas um vislumbre da experiência envolvente que torna a visita ao museu tão memorável.

A partir daí, o Delta Flight Museum se abre para um mundo de exposições interativas, aeronaves históricas e um panorama dos bastidores da jornada da Delta, que chegou aos 100 anos em 2025. Famílias, entusiastas da aviação e exploradores curiosos podem subir a bordo de aviões, interagir com exposições cativantes e descobrir as pessoas e as inovações que moldaram as viagens modernas.

“É uma honra ver esse trabalho reconhecido, mas é ainda mais gratificante observar os visitantes vivenciando essa experiência todos os dias”, disse a diretora de Exposições e Programas Públicos, Nina Thomas. “Isso realmente define o tom de uma visita que conecta as pessoas à história da Delta de uma forma significativa”. 

Confira o horário de funcionamento atual, incluindo algumas

segundas-feiras com horário prolongado, e planeje a visita em www.deltamuseum.org. E, para ficar a par de todas as novidades

da Delta, clique aqui

 


Delta Air Lines


Lideranças e cultura organizacional são os principais fatores de acolhimento no trabalho, aponta levantamento da Serasa Experian

Sondagem realizada durante o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ mostra que lideranças abertas ao diálogo e cultura inclusiva concentram 68% das respostas sobre os aspectos mais valorizados pelos profissionais no ambiente corporativo 

 

Uma sondagem realizada pela Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, durante o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, mostra que lideranças abertas ao diálogo e cultura inclusiva e diversa são os fatores mais associados à promoção de ambientes acolhedores no trabalho. O levantamento, realizado por meio de enquete em uma rede social da companhia e com caráter perceptivo, contou com a participação de 133 pessoas. Entre os respondentes, 35% apontaram lideranças abertas ao diálogo como o principal fator para promover acolhimento no ambiente de trabalho, enquanto 33% destacaram uma cultura inclusiva e diversa. Também foram mencionadas a liberdade para se expressar (21%) e políticas claras de diversidade e inclusão (9%).

 

Para Fernanda Guglielmi, gerente de Recursos Humanos da Serasa Experian, o levantamento traz um retrato da percepção dos profissionais sobre os fatores que contribuem para a construção de ambientes de trabalho mais acolhedores. “Os resultados mostram que a inclusão é percebida principalmente na experiência diária dos colaboradores. Políticas são fundamentais para orientar a estratégia das organizações, mas são as lideranças e a cultura que transformam esses compromissos em vivências concretas. Quando existe abertura para o diálogo, respeito às diferenças e espaço para a participação, as pessoas se sentem mais acolhidas e seguras para contribuir com autenticidade”, afirma.


 

Inclusão além das políticas


Na Serasa Experian, a promoção de ambientes mais inclusivos faz parte de uma agenda contínua de diversidade, equidade e inclusão. Ao longo do ano, a companhia realiza ações de conscientização voltadas a temas como Orgulho LGBTQIAPN+, equidade racial e inclusão de pessoas com deficiência, além de iniciativas de desenvolvimento e representatividade. Entre elas estão o Elas Lideram, voltado ao desenvolvimento de mulheres em posições de liderança; o #NaRaça, focado na preparação de pessoas negras para cargos de liderança; e o PcDecola, programa direcionado ao desenvolvimento de pessoas com deficiência.

 

Para Fernanda, a construção de ambientes acolhedores acontece principalmente por meio das relações cotidianas. “O levantamento reforça que inclusão não se resume a diretrizes ou programas específicos. Ela ganha significado quando está presente nas decisões, nas conversas e na forma como as pessoas se relacionam diariamente dentro das equipes”, conclui a gerente da datatech. 

 

Metodologia


A sondagem foi realizada por meio de enquete em uma rede social da Serasa Experian durante o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+ e contou com a participação de 133 respondentes. O levantamento tem caráter perceptivo e buscou identificar quais fatores são considerados mais importantes para promover ambientes acolhedores no trabalho. 



Experian
experianplc.com

 

IBAM organiza concurso da Prefeitura de Saquarema com 1.268 vagas efetivas

Seleção contempla cargos de níveis médio e superior; inscrições abertas até 21 de julho

 

O Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) está organizando o concurso público da Prefeitura de Saquarema, no Rio de Janeiro, que oferece 1.268 vagas efetivas. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a rede municipal de ensino e ampliar a oferta de serviços educacionais à população.

As oportunidades são destinadas a candidatos com níveis médio e superior e abrangem cargos da área da Educação. Os salários variam de R$ 1.690,05 a R$ 4.603,34, conforme a função exercida.

Para candidatos com nível superior, há vagas para os cargos de Professor Docente-2 (Ciências e Estudos Turísticos). Já para o nível médio, as oportunidades são para Auxiliar de Educação Infantil, Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) Professor Docente-1, e Profissional de Apoio ao Estudante com Deficiência.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site do IBAM: www.ibam-concursos.org.br, até o dia 21 de julho de 2026. A taxa de inscrição é de R$ 94,00 para os cargos de nível médio e de R$ 123,00 para os cargos de nível superior.

Segundo Marcus Alonso, Superintendente da Área de Organização e Gestão do IBAM, a seleção reforça os investimentos do município na educação. “Este concurso é uma oportunidade para profissionais que desejam ingressar no serviço público e contribuir para o fortalecimento da rede municipal de ensino”, afirma.

O concurso contará com prova objetiva para todos os candidatos. As avaliações para os cargos de Profissional de Apoio ao Estudante com Deficiência, Professor Docente-2 (Ciências e Estudos Turísticos) e Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) serão realizadas no dia 30 de agosto de 2026. Já as provas para Auxiliar de Educação Infantil e Professor Docente-1 estão previstas para o dia 13 de setembro de 2026. Os candidatos devem ficar atentos aos prazos e às orientações previstas no edital.

 

Detalhes do Concurso:

Total de vagas: 1.268

Ampla concorrência: 1.205

Pessoas com Deficiência (PcD): 63

Salários: de R$ 1.690,05 a R$ 4.603,34

 

Inscrições:

Período: até 21/07/2026

Site: www.ibam-concursos.org.br

Valor de inscrição: Nível médio R$94,00 e nível superior R$123,00

 

Prova Objetiva:

As provas serão aplicadas em duas datas, de acordo com o cargo:


30 de agosto de 2026

. Professor Docente-2 (Ciências)

. Professor Docente-2 (Estudos Turísticos)

. Professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE)

. Profissional de Apoio ao Estudante com Deficiência


13 de setembro de 2026

. Auxiliar de Educação Infantil

. Professor Docente-1

 

Requisitos Básicos:

Nacionalidade brasileira ou equivalente

Estar em dia com os direitos políticos, obrigações eleitorais e militares

Ter, no mínimo, 18 anos completos na data da posse

Ter nível de escolaridade, conforme exigido no Anexo I do Edital e capacitação técnica para o exercício do cargo.


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