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terça-feira, 2 de junho de 2026

Teste do pezinho ajuda a identificar doenças antes dos primeiros sintomas

A identificação precoce dessas doenças é fundamental para iniciar o tratamento no momento adequado, reduzir riscos de complicações e ampliar as chances de desenvolvimento saudável do bebê

 

Um exame simples, realizado com poucas gotas de sangue nos primeiros dias de vida, pode ter impacto decisivo no futuro de um recém-nascido. O teste do pezinho é uma das principais ferramentas de triagem neonatal e permite identificar, de forma precoce, condições genéticas, endócrinas, infecciosas e metabólicas que, se não tratadas a tempo, podem comprometer o desenvolvimento infantil. 

Integrado ao Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), o exame é recomendado para todos os recém-nascidos no Brasil. A coleta pode ser realizada com segurança a partir de 48 horas de vida do bebê e, preferencialmente, até o 5º dia após o nascimento, conforme orientação da equipe de saúde. Esse intervalo contribui para a qualidade da análise laboratorial e permite a investigação rápida de eventuais alterações. 

O procedimento consiste na coleta de pequenas gotas de sangue. Apesar de simples e rápido, o teste tem grande relevância na medicina preventiva, pois funciona como triagem para doenças que, em muitos casos, ainda não apresentam sinais clínicos nos primeiros dias de vida. Em caso de resultado alterado, a criança deve ser encaminhada para avaliação médica e realização de exames confirmatórios, uma vez que o teste do pezinho não estabelece diagnóstico definitivo. 

Em 2021, a Lei nº 14.154 determinou a ampliação gradual do escopo do teste do pezinho no SUS, com previsão de rastreamento de até 53 condições, de forma escalonada. Entre as doenças contempladas ou previstas estão fibrose cística, doença falciforme, fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito e atrofia muscular espinhal (AME). Essa ampliação representa um avanço significativo na saúde neonatal, ao ampliar a capacidade de identificar doenças raras e graves ainda nas fases iniciais da vida. 

Segundo a pediatra neonatologista e responsável pelos berçários do Hospital e Maternidade Santa Joana, Dra. Clery Gallacci, a eficácia do exame depende do cumprimento rigoroso dos protocolos de coleta e acompanhamento. “O teste deve ser realizado após o bebê já ter sido alimentado com leite humano, podendo ser coletado com segurança a partir de 48 horas de vida e, preferencialmente, até o 5º dia. Em situações específicas, como prematuridade, baixo peso ao nascer, transfusão sanguínea ou outras condições clínicas, podem ser necessárias coletas adicionais em momentos distintos, conforme avaliação da equipe de saúde. Diante de qualquer alteração, é fundamental o encaminhamento imediato ao pediatra e a realização de exames complementares para confirmação diagnóstica e início precoce do tratamento”, explica. 

A importância do teste do pezinho está na capacidade de identificar doenças graves antes do aparecimento dos sintomas, quando ainda há tempo para intervenções capazes de evitar sequelas irreversíveis. Em casos como a fenilcetonúria, por exemplo, o diagnóstico precoce permite a adoção de dieta específica para prevenir danos neurológicos. No hipotireoidismo congênito, o início rápido do tratamento é essencial para garantir o desenvolvimento adequado. Já na atrofia muscular espinhal (AME), incluída no processo de ampliação previsto em lei, a identificação precoce pode ser determinante para o acesso ao tratamento e para o prognóstico da criança.

No Sistema Único de Saúde (SUS), o teste do pezinho é oferecido gratuitamente em unidades básicas de saúde, maternidades, hospitais e pontos de coleta habilitados. Também pode ser realizado em laboratórios da rede privada ou por meio de convênios médicos. 

Mais do que uma etapa de rotina após o nascimento, o teste do pezinho é uma medida essencial de proteção à saúde infantil. Ao permitir o rastreamento de doenças silenciosas antes do surgimento de sintomas, o exame contribui para decisões médicas mais rápidas, acompanhamento adequado e melhores perspectivas de desenvolvimento.


Hospital e Maternidade Santa Joana
www.santajoana.com.br


Milho, paçoca e pé de moleque: como aproveitar as festas juninas sem colocar dentes em risc

Envato
Especialista alerta para cuidados com alimentos duros e açucarados típicos da temporada e explica como evitar fraturas dentárias, cáries e sensibilidade durante os arraiás 

 

As bandeirinhas já começaram a tomar conta das ruas e, com elas, chegam também os sabores mais tradicionais das festas juninas: milho cozido, paçoca, pé de moleque, maçã do amor, cocada e quentão. Mas, em meio às celebrações, especialistas fazem um alerta importante: o consumo excessivo de alimentos açucarados e muito duros pode trazer riscos à saúde bucal.

Embora irresistíveis, muitos dos itens típicos dessa época do ano exigem atenção redobrada. Doces pegajosos e ricos em açúcar podem favorecer o desenvolvimento de cáries, enquanto itens mais rígidos, como amendoim torrado, pé de moleque e pipoca, além da questão do açúcar, ainda aumentam o risco de trincas, fraturas dentárias e até danos a restaurações e aparelhos ortodônticos.

De acordo com o dentista especialista em Implantodontia da Neodent, Dr. Sérgio Bernardes, é comum que o período de festas juninas venha acompanhado de um aumento nos atendimentos relacionados a dores dentárias, quebra de dentes e sensibilidade. O problema se torna ainda mais frequente quando o consumo desses alimentos ocorre de forma excessiva e aliado à higiene bucal inadequada. “O risco não está apenas na quantidade de açúcar, mas também na consistência desses alimentos. Todo alimento com alto teor de açúcar contribui para desequilíbrios na saúde bucal, e os muito rígidos também podem oferecer riscos mecânicos aos dentes. É preciso atenção redobrada, principalmente por parte de quem tem restaurações ou próteses”, explica. Para quem possui implantes dentários, os cuidados são os mesmos, mas o risco tende a ser menor, uma vez que apresentam maior resistência mecânica em comparação a dentaduras removíveis.

A maçã do amor reúne dois fatores de atenção: a calda açucarada extremamente aderente e a necessidade de morder um alimento rígido. Já a pipoca pode esconder vilões quase invisíveis: os grãos não estourados, capazes de causar fraturas de dentes, restaurações e aparelhos ortodônticos e até machucar a gengiva.

É nesse contexto que pacientes que utilizam aparelho fixo precisam de cuidados extras. Além do risco de descolagem e fratura dos bráquetes, resíduos de alimentos tendem a ficar retidos com mais facilidade, o que dificulta a higienização adequada, favorece o acúmulo de placa bacteriana e aumenta os riscos de cáries e inflamações gengivais. Como alternativa, os alinhadores transparentes surgem como uma opção prática e vantajosa. “Como podem ser removidos durante a higiene bucal e a alimentação, eles facilitam a limpeza dos dentes e ajudam a evitar danos ao aparelho e possíveis atrasos no tratamento”, explica o dentista especialista em Ortodontia da ClearCorrect, Dr. Roberto Shimizu.

Outro ponto de atenção é o consumo frequente de bebidas alcoólicas e quentes, como o quentão, que podem aumentar a sensibilidade dentária, especialmente em pessoas que já apresentam desgaste no esmalte dos dentes ou exposição de raízes. Apesar dos cuidados necessários, não é preciso renunciar às tradições juninas. O segredo está no equilíbrio e na adoção de hábitos simples de prevenção.

Dicas para aproveitar as festas juninas sem prejudicar os dentes:

  • Evite morder alimentos muito duros diretamente com os dentes da frente.
  • Prefira consumir doces em menor quantidade e sem exageros ao longo do dia.
  • Escove os dentes após as refeições e utilize fio dental diariamente.
  • Beba bastante água para ajudar na limpeza natural da boca.
  • Ao perceber dor, sensibilidade ou quebra dentária, procure avaliação odontológica.

Segundo Bernardes, manter consultas regulares ao longo do ano também é essencial para prevenir problemas e identificar desgastes precocemente. “A ideia não é deixar de aproveitar as festas, mas fazer escolhas conscientes sem comprometer o sorriso e a saúde como um todo”, completa.




Neodent+

www.clearcorrect.com.br

 

Dia de Combate à Obesidade Infantil: excesso de peso deve superar desnutrição entre crianças nos próximos anos

Dados globais mostram avanço acelerado da obesidade infantil e especialistas alertam para os impactos metabólicos, cardiovasculares e emocionais ainda na infância


Pela primeira vez, o mundo caminha para ter mais crianças obesas do que desnutridas. O alerta é da World Obesity Federation (Federação Mundial de Obesidade), que aponta que 20,7% das crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos vivem atualmente com sobrepeso ou obesidade. Em 2010, esse percentual era de 14,6%.

A projeção preocupa especialistas: até 2027, o excesso de peso deve ultrapassar a desnutrição infantil no planeta. No Brasil, a situação também chama atenção. A estimativa é que 16,5 milhões de crianças e adolescentes brasileiros convivam com sobrepeso ou obesidade em 2026. Até 2040, mais da metade dessa população poderá estar acima do peso.

No Dia de Combate à Obesidade Infantil, celebrado em 3 de junho, médicos reforçam que o problema vai muito além da estética. A obesidade infantil está relacionada ao aumento de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, colesterol elevado, doenças cardiovasculares, alterações ortopédicas, distúrbios respiratórios e impactos emocionais importantes ainda na infância e adolescência.

“A obesidade infantil já é considerada uma das maiores emergências de saúde pública da atualidade. E o mais preocupante é que ela começa cada vez mais cedo”, alerta Dr. Paulo Telles, Pediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Segundo o especialista, estudos mostram que a prevenção da obesidade pode começar ainda na gestação. “Hoje sabemos que o ambiente intrauterino influencia diretamente o metabolismo do bebê. Ganho excessivo de peso na gestação, diabetes gestacional e hábitos alimentares inadequados da mãe aumentam o risco de obesidade futura na criança”, explica.

O médico destaca ainda que fatores genéticos também têm influência importante. “A nossa composição corporal é determinada de 60% a 80% pela hereditariedade e mais de 300 genes estão envolvidos na regulação do peso. Mas, o ambiente e os hábitos familiares têm enorme impacto sobre como isso vai se manifestar ao longo da vida”, afirma.

Outro ponto importante destacado pelo pediatra é o papel da amamentação como fator de proteção metabólica. “Meta-análises mostram que crianças amamentadas têm cerca de 22% menos risco de desenvolver obesidade quando comparadas àquelas alimentadas predominantemente com fórmulas infantis”, diz Dr. Paulo Telles.

Segundo ele, o excesso de proteínas e calorias nos primeiros anos de vida pode favorecer alterações hormonais relacionadas ao acúmulo de gordura corporal. “Existe um mecanismo conhecido como programming metabólico, em que o excesso nutricional precoce altera o funcionamento do organismo e aumenta o risco de obesidade e doenças metabólicas na vida adulta”, explica.

Além da alimentação, o comportamento familiar também aparece como peça central no combate ao problema. “O bebê aprende a comer observando os pais. Famílias que priorizam alimentos naturais, refeições em conjunto e uma relação equilibrada com a comida ajudam a construir hábitos saudáveis desde cedo”, afirma.

A Prof. Dra. Elisabeth Fernandes, médica pediatra com doutorado pela FMUSP e integrante da Sociedade Brasileira de Pediatria, destaca que a obesidade infantil está diretamente ligada às mudanças do estilo de vida contemporâneo.

“A combinação entre excesso de telas, sedentarismo, ultraprocessados e perda de hábitos familiares saudáveis criou um cenário extremamente preocupante para as novas gerações”, afirma.

Ela lembra que crianças obesas têm grande chance de permanecer obesas na vida adulta. “A obesidade na adolescência aumenta em até 80% a probabilidade de obesidade na fase adulta, perpetuando riscos cardiovasculares e metabólicos”, alerta.

Dr. Paulo Telles também chama atenção para a influência das telas e da alimentação automática no ganho de peso infantil. “Hoje muitas crianças comem diante de celulares, tablets e televisão, sem perceber sinais de fome e saciedade. Isso altera completamente a relação com a comida”, explica.

Os especialistas defendem que a solução não está em dietas restritivas para crianças, mas em mudanças sustentáveis no estilo de vida familiar. “A criança não muda hábitos sozinha. O tratamento precisa envolver toda a família, escola e sociedade”, reforça Dra. Elisabeth Fernandes.

Entre as principais orientações dos especialistas estão:

• Priorizar alimentos naturais e reduzir ultraprocessados

• Estimular atividade física diariamente

• Controlar o tempo de telas

• Fazer refeições em família

• Respeitar os sinais de fome e saciedade da criança

• Não usar comida como recompensa emocional

• Incentivar uma rotina adequada de sono

 



Dra. Elisabeth Canova Fernandes - CRM 94686 - RQE 105.527. Pediatra. Médica formada pela Faculdade de Medicina do ABC. Residência médica em pediatria pela FMUSP. Complementação especializada em reumatologia pediátrica pelo Instituto da Criança – FMUSP. Título de especialista em Pediatria pela SBP. Título de especialista em reumatologia pediátrica pela SBP e SBR. Mestrado e doutorado em pediatria pela FMUSP. Pós-graduação em nutrição infantil pela Boston Umjversity e também pela Ludwig Maximilian University of Munich. Professora de graduação em Medicina na Universidade São Caetano do Sul. Médica proprietária da Clínica Pediátrica Crescer Participação ativa em diversos congressos nacionais e internacionais em pediatria voltados para alimentação infantil, amamentação, cuidados com o bebê e doenças comuns da primeira infância. Palestrante frequente nos temas de amamentação, alimentação infantil e primeiros cuidados com o bebê.



Dr. Paulo Nardy Telles - CRM 109556. Formado pela Faculdade de medicina do ABC. Residência médica em pediatra e neonatologia pela Faculdade de medicina da USP. Preceptoria em Neonatologia pelo hospital Universitário da USP. Título de Especialista em Pediatria pela SBP. Título de Especialista em Neonatologia pela SBP. Atuou como Pediatra e Neonatologista no hospital israelita Albert Einstein 2008-2012. 18 anos atuando em sua clínica particular de pediatria, puericultura.
@paulotelles

 

Inteligência artificial acelera recrutamento em estudo de saúde mental e amplia em 67% identificação de pacientes elegíveis

Tecnologia reduz de um mês para 24 horas uma das etapas mais críticas da pesquisa clínica e revela perfis antes não mapeados

 

A Inteligência Artificial (IA) começa a redesenhar, na prática, uma das etapas mais desafiadoras da pesquisa clínica em saúde mental: a identificação de pacientes elegíveis para estudos. Em um projeto conduzido pela ViV Saúde Mental e Emocional, o uso da plataforma de IA em Saúde da Xtory (Clinical Trial Xpert – CTX) mostrou como a análise avançada de dados pode ampliar o alcance e acelerar significativamente esse processo. 

Em modelos tradicionais, a triagem de pacientes costuma depender de análises manuais e dados estruturados, o que pode levar semanas e ainda limitar o alcance dos estudos. Neste caso, a aplicação de IA permitiu mapear, em menos de 24 horas, potenciais participantes dentro de uma base de aproximadamente 70 mil pacientes. 

O impacto foi direto na capacidade de recrutamento. Com a capacidade de análise sobre os dados estruturados e não estruturados, o número de pacientes que atendiam aos critérios do estudo saltou de 207 para 347, um aumento de cerca de 67%. Além de ampliar o volume, a tecnologia trouxe precisão ao identificar perfis que dificilmente seriam capturados por métodos convencionais, especialmente a partir da leitura de dados não estruturados, como registros clínicos e históricos médicos. 

Esse ganho se refletiu também em situações específicas. Em uma das unidades da rede, em São Paulo, não havia expectativa inicial de encontrar participantes elegíveis. Com o uso da IA, foram identificados 13 pacientes aptos a integrar o estudo, evidenciando lacunas importantes nos processos tradicionais de triagem, viabilidade que se deve à capacidade de análise sobre os dados não estruturados dentro do banco de dados da ViV. 

Além do avanço em escala e precisão, o tempo da etapa de pré-screening foi drasticamente reduzido. O que antes levava cerca de um mês passou a ser realizado em 24 horas, mesmo com a aplicação de critérios rigorosos de inclusão e exclusão. A automação também eliminou a necessidade de ampliação de equipe para essa fase inicial, reduzindo um dos principais gargalos operacionais da pesquisa clínica. 

Para o Dr. Eduardo Lobo, diretor do Instituto de Ensino, Pesquisa e Inovação (IEPI), braço científico da ViV, a incorporação da inteligência artificial representa uma mudança estrutural na forma de produzir conhecimento em saúde mental. 

“A capacidade de analisar grandes volumes de dados, incluindo informações não estruturadas, muda completamente o jogo da pesquisa clínica. Conseguimos ganhar velocidade, ampliar o acesso a base de pacientes e tomar decisões mais qualificadas, resultando em maior eficiência no preparo e na execução dos projetos científicos dentro da nossa rede”, afirma.

A tecnologia empregada no projeto já vem sendo utilizada em iniciativas internacionais, incluindo colaborações com redes hospitalares acadêmicas e instituições de pesquisa, o que reforça o potencial de expansão desse modelo. 

Em áreas como a psiquiatria, historicamente marcadas por desafios no recrutamento e na retenção de pacientes, o uso de inteligência artificial desponta como um vetor relevante para viabilizar estudos e acelerar o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. 

Para Danielle Machado, CEO da ViV Saúde Mental e Emocional, a integração entre ciência de dados e prática clínica tende a redefinir o papel das instituições na produção de conhecimento. “Ao incorporar inteligência artificial à pesquisa, ampliamos não apenas a eficiência dos estudos, mas a capacidade de gerar evidências mais representativas e aplicáveis à prática clínica. Isso abre caminho para uma nova geração de pesquisas em saúde mental, com maior potencial de impacto”, destaca. 

O caso sinaliza um movimento mais amplo de transformação na pesquisa clínica, em que o uso estratégico de dados deixa de ser um diferencial e passa a ser um elemento central para ampliar escala, precisão e relevância científica. 



ViV Saúde Mental e Emocional
Mais informações pelo número 0800 323 5088.


Copa de 2026 acende alerta para vacinação de viajantes

Especialista alerta para aumento do risco de doenças respiratórias em aeroportos, aviões e mudanças bruscas de clima durante viagens 

 

Com a proximidade da Copa do Mundo FIFA 2026 e o aumento do número de brasileiros planejando viagens internacionais para acompanhar o torneio, médicos e especialistas em imunização reforçam um alerta importante: manter a carteira de vacinação atualizada pode evitar uma série de problemas de saúde durante a viagem.

O tema ganhou ainda mais atenção após o Ministério da Saúde emitir, neste ano, um alerta sobre o aumento do risco de reintrodução do sarampo no Brasil, diante do crescimento de casos em diferentes países e da intensificação da circulação internacional de pessoas. A recomendação é que viajantes revisem especialmente a situação da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

Ambientes fechados, longos períodos em aeroportos e aviões, mudanças bruscas de temperatura, contato com pessoas de diferentes países e alterações na rotina favorecem a circulação de vírus e aumentam o risco de infecções respiratórias, especialmente durante deslocamentos internacionais.

Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, a preocupação vai muito além das vacinas obrigatórias para entrada em determinados países. “Muitas pessoas associam a vacinação apenas a exigências sanitárias, mas ela também é uma forma importante de proteção individual durante a viagem. Em ambientes com grande circulação de pessoas, como aeroportos e aviões, o risco de transmissão de doenças respiratórias aumenta bastante”, explica.

Entre as vacinas recomendadas para quem pretende viajar estão a da gripe, pneumocócica, covid-19, além das vacinas de rotina, como tríplice viral e febre amarela, dependendo do destino. A especialista destaca que mudanças climáticas e o desgaste físico da viagem também podem deixar o organismo mais vulnerável.

“O sarampo é uma doença extremamente contagiosa e os surtos internacionais acendem um sinal de atenção para quem vai viajar. Muitas vezes, adultos acreditam que já estão protegidos, mas não têm certeza se completaram o esquema vacinal. Por isso, a revisão da carteira antes da viagem é fundamental”, afirma Elisa.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que doenças respiratórias seguem entre as principais causas de transmissão em viagens internacionais, especialmente em períodos de maior circulação global de pessoas. “Viagens longas provocam alterações no sono, na alimentação e na imunidade. Quando isso se soma a locais fechados, aglomerações e variações de temperatura, o corpo pode ficar mais suscetível a infecções. Por isso, manter a vacinação em dia ajuda a reduzir riscos e evita que uma viagem tão esperada seja interrompida por problemas de saúde”, completa a especialista.

A orientação da Clínica Vacinne é que os viajantes procurem atualização vacinal com antecedência, já que algumas vacinas precisam de um período específico para garantir proteção adequada antes do embarque. “Quanto mais próximo da viagem, menor pode ser a resposta imunológica em alguns casos. O ideal é fazer essa avaliação algumas semanas antes, principalmente para quem vai viajar para o exterior ou participar de grandes eventos internacionais”, orienta a especialista.

Além da vacinação, cuidados básicos durante o deslocamento, como hidratação, alimentação equilibrada e higienização frequente das mãos são medidas importantes para reduzir a exposição a vírus e bactérias durante a viagem.

 

CPTM recebe ações de divulgação do Vestibular das Fatecs em duas estações

Divulgação
CPTM

Iniciativas levam informações sobre cursos gratuitos do Centro Paula Souza aos passageiros, nos dias 2 e 3 de junho

 

Quem passar pelas estações Jardim Romano e Aracaré, da CPTM, nos dias 2 e 3 de junho, poderá participar das ações de divulgação do Vestibular das Fatecs, com informações sobre cursos, processo seletivo e oportunidades de formação gratuita. 

Durante as atividades, representantes da Fatec de Itaquaquecetuba estarão à disposição das pessoas para esclarecer dúvidas sobre o processo seletivo, modalidades de ingresso e cursos oferecidos pela instituição. A iniciativa busca aproximar a população das oportunidades de ensino superior gratuito e de qualidade. 

Os cursos disponíveis na modalidade presencial e EAD: Secretariado (manhã e noite), Gestão Comercial (manhã e noite), Gestão da Tecnologia da Informação (manhã), Gestão de Comércio Eletrônico (tarde) e Gestão Empresarial (modalidade EAD).

 

Serviço

Vestibular Fatec – Ações de divulgação nas estações da CPTM

Estação Jardim Romano (Linha 12-Safira)
Data: terça-feira (02/06)
Horário: das 19h às 22h
 

Estação Aracaré (Linha 12-Safira)
Data: quarta-feira (03/06)
Horário: das 19h às 22h 


Dia da Conscientização contra a Obesidade Infantil: escolas estão preparadas para enfrentar essa epidemia?

 

Um em cada três adolescentes brasileiros já apresenta excesso de peso. Sem mudanças urgentes no ambiente escolar, a obesidade infantil tende a se agravar e comprometer o futuro de milhões de crianças
 

No dia 03 de junho, é o Dia da Conscientização contra a Obesidade Infantil, com o objetivo de dar visibilidade ao problema, estimular práticas alimentares mais saudáveis nas escolas e em casa, além de incentivar a prática de atividades físicas desde cedo.

No Brasil, os números mostram que a urgência é real: 16,5 milhões de crianças e adolescentes (5 a 19 anos) vivem com sobrepeso ou obesidade. Isso significa que uma em cada cinco crianças e adolescentes está acima do peso. Estimativas indicam que, se a tendência atual se mantiver, metade das crianças e adolescentes no Brasil terá sobrepeso ou obesidade até 2040 (Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2026).

As consequências desse aumento vão além da balança: excesso de peso precoce eleva o risco de doenças cardíacas, diabetes e até AVC. Este ano, a gravidade do problema levou o Conselho Federal de Medicina (CFM) a autorizar a cirurgia bariátrica em adolescentes a partir dos 14 anos.

Uma das chaves para virar esse jogo está dentro das escolas. Segundo Mariana Ruske, pedagoga e fundadora da Senses Montessori School, a responsabilidade das instituições de ensino é enorme:

“A infância é a fase mais importante para a consolidação do paladar, permeando escolhas que a criança tende a sustentar por toda a vida. A escola deve ser consciente e consistente ao oferecer alimentos variados, nutritivos e minimamente processados, criando um ambiente que incentive hábitos positivos. Essa responsabilidade não se restringe ao cardápio, mas envolve também o modo como o alimento é apresentado, o ritual das refeições e a relação com a comida.”

Grande parte das crianças passa mais tempo na escola do que em casa. Por isso, o ambiente escolar pode ser tanto um aliado quanto um vilão na luta contra a obesidade. Cantinas que priorizam salgadinhos, biscoitos recheados e refrigerantes contribuem para perpetuar o problema.

“As crianças são extremamente sensíveis ao ambiente. Se normalizam o consumo de ultraprocessados na escola, esse hábito tende a se perpetuar na vida adulta. Já quando participam do preparo e da escolha dos alimentos, há maior adesão a hábitos saudáveis”, explica Mariana.

Entre os maiores desafios enfrentados pelas instituições estão a conscientização da própria equipe escolar, o alinhamento com as famílias e o apelo sensorial dos ultraprocessados. Mas, segundo a pedagoga, existem estratégias práticas que podem transformar essa realidade:

  • Banir ultraprocessados das cantinas e dos lanches enviados de casa.
  • Oferecer lanches nutritivos e variados, com foco em alimentos frescos e sazonais.
  • Educar pelo exemplo, com professores e pais sendo modelos de hábitos equilibrados.
  • Incluir a criança no processo, desde a recepção dos alimentos até o preparo e a organização das refeições.

“A consistência entre escola e família é o que realmente forma hábitos sólidos. Quando os dois ambientes caminham juntos, a criança cresce mais saudável, e a comunidade escolar fortalece sua reputação de cuidado integral”, reforça a pedagoga.

O Dia da Conscientização contra a Obesidade Infantil é um convite à reflexão: combater a obesidade infantil não é apenas uma questão estética, mas uma urgência de saúde pública. Escolas que assumem esse protagonismo não apenas educam, mas salvam vidas.


Mariana Ruske - Pedagoga da Senses Montessori School


Corpus Christi é feriado? Advogado explica quais são os direitos dos trabalhadores na data

Pexels


Especialista esclarece quando a folga é obrigatória, o que muda em cidades onde a data é ponto facultativo e quais regras valem para quem trabalha no dia


Com a aproximação de Corpus Christi, celebrado em 4 de junho de 2026, muitos trabalhadores e empresas voltam a ter dúvidas sobre a natureza da data e os direitos relacionados ao expediente. Afinal, Corpus Christi é feriado nacional? O trabalhador pode ser convocado para trabalhar? Há direito a pagamento em dobro? 

Diferentemente da Sexta-feira Santa, Corpus Christi não é considerado feriado nacional. A data costuma ser definida como feriado municipal ou ponto facultativo, dependendo da legislação local de cada cidade ou estado. Por isso, as regras podem variar conforme o local de atuação da empresa e do trabalhador. 

Segundo o advogado trabalhista Carlos Alexandre Moreira Weiss, da Weiss Advocacia, é importante verificar a legislação municipal e os acordos coletivos da categoria antes de definir o funcionamento das atividades. “Em muitos municípios, Corpus Christi é oficialmente reconhecido como feriado. Nesses casos, o trabalhador possui os mesmos direitos garantidos em outros feriados, incluindo pagamento em dobro ou folga compensatória caso haja expediente”, explica. 

Já nas localidades em que a data é apenas ponto facultativo, o funcionamento das empresas pode ocorrer normalmente. “O ponto facultativo não obriga o empregador a dispensar os funcionários. A empresa pode manter suas atividades normalmente, desde que respeite as regras da jornada de trabalho”, afirma Weiss. 

O especialista destaca ainda que a comunicação clara entre empresas e colaboradores ajuda a evitar conflitos e dúvidas sobre escalas, folgas e compensações. “O ideal é que o empregador informe previamente como será o funcionamento durante o período, especialmente em empresas que atuam em diferentes cidades, onde a legislação pode mudar”, pontua. 

Carlos Alexandre Moreira Weiss também reforça a importância de atenção às convenções coletivas. “Além da legislação local, algumas categorias possuem regras específicas negociadas em acordos sindicais, o que pode alterar a forma de compensação ou funcionamento no dia de Corpus Christi”, conclui. 

 

Perdeu o prazo do Imposto de Renda? Veja o que fazer agora


O prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2026, referente ao ano-base 2025, encerrou às 23h59min59s da sexta-feira, 29 de maio. Segundo a Receita Federal, a expectativa era receber cerca de 44 milhões de declarações neste ano. Quem estava obrigado a declarar e não enviou o documento dentro do prazo agora deve regularizar a situação o quanto antes para evitar o agravamento de pendências fiscais.

De acordo com a Receita Federal, o contribuinte que perdeu o prazo está sujeito à multa por atraso na entrega, calculada em 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74 e limite máximo de 20% do imposto devido. Mesmo quem não tem imposto a pagar pode ser penalizado com a multa mínima.

Para o contador tributarista e mestre em negócios internacionais André Charone, o pior erro neste momento é deixar a situação se arrastar.

“Quem perdeu o prazo não deve esperar uma notificação da Receita para agir. A orientação é transmitir a declaração o quanto antes, mesmo com atraso, porque a multa começa a contar e a ausência de entrega pode gerar reflexos no CPF e em outras situações da vida financeira do contribuinte”, explica Charone.

Após o encerramento do prazo, a Receita suspendeu temporariamente a recepção de declarações originais e retificadoras, retomando o envio a partir das 9h da segunda-feira, 1º de junho de 2026. A declaração em atraso pode ser feita pelo programa do Imposto de Renda, pelo aplicativo da Receita Federal ou pelo serviço Meu Imposto de Renda, disponível no e-CAC.



O que fazer se perdeu o prazo?


O primeiro passo é reunir os documentos necessários, como informes de rendimentos, recibos médicos, comprovantes de despesas com educação, dados bancários, documentos de bens, dívidas, investimentos e eventuais rendimentos de dependentes.

Segundo André Charone, mesmo que o contribuinte ainda não tenha todos os documentos em mãos, é importante avaliar a situação com cuidado.

“A declaração deve ser enviada com o máximo de consistência possível. Em alguns casos, quando falta algum documento pontual, pode ser melhor entregar e depois retificar do que simplesmente permanecer omisso. Mas isso precisa ser feito com cautela, porque informações incompletas ou incompatíveis aumentam o risco de malha fina”, alerta.

A multa é gerada no momento da transmissão da declaração em atraso. Caso o contribuinte tenha imposto a restituir, o valor da multa poderá ser descontado da restituição. Se houver imposto a pagar ou se não houver restituição suficiente, será necessário emitir e pagar o DARF correspondente.



O CPF pode ficar irregular?

A falta de entrega da declaração pode deixar o CPF do contribuinte com pendência de regularização. Essa situação pode gerar dificuldades em operações financeiras, obtenção de crédito, abertura de conta bancária, emissão de passaporte, participação em concursos e outros procedimentos que exigem regularidade cadastral.


Para Charone, esse é um dos pontos mais sensíveis.

“Muita gente acha que o problema se resume à multa, mas a omissão da declaração pode criar uma bola de neve. Além da penalidade financeira, o contribuinte pode enfrentar restrições cadastrais e dificuldades para comprovar renda, obter crédito ou resolver questões patrimoniais”, afirma.



Quem não era obrigado a declarar precisa se preocupar?

Nem todo contribuinte precisa entregar declaração. A obrigação depende das regras de enquadramento do IRPF 2026, como rendimentos tributáveis, rendimentos isentos, bens, atividade rural, operações em bolsa e outras hipóteses previstas pela Receita Federal na regulamentação do ano. As regras foram detalhadas pela Receita na Instrução Normativa nº 2.312/2026.


Por isso, antes de se desesperar, é necessário verificar se realmente havia obrigação de declarar.

“Perder o prazo só gera consequência para quem estava obrigado a entregar. O contribuinte precisa primeiro confirmar se se enquadra nas regras de obrigatoriedade. Se estiver obrigado, deve regularizar imediatamente. Se não estiver, pode até entregar de forma facultativa em alguns casos, mas não sofre multa por não ter enviado”, explica André Charone.


E quem entregou com erro?

Quem enviou a declaração dentro do prazo, mas percebeu erros ou omissões, pode fazer uma declaração retificadora. A retificação serve para corrigir informações como rendimentos esquecidos, despesas lançadas incorretamente, dependentes incluídos de forma indevida, bens não declarados ou dados bancários errados.

A diferença é que quem entregou dentro do prazo não paga multa por atraso apenas por retificar. No entanto, se a correção aumentar o imposto devido, poderá haver cobrança de imposto complementar com acréscimos legais.

“A retificação é uma ferramenta importante, mas não deve ser usada de qualquer forma. O contribuinte precisa corrigir a origem do problema, não apenas tentar ‘ajustar’ números. A Receita cruza informações com fontes pagadoras, bancos, cartórios, operadoras de saúde e diversas outras bases. Inconsistências tendem a aparecer”, destaca Charone.


Orientação final

Para quem perdeu o prazo, a recomendação é clara: não adiar mais. O contribuinte deve reunir os documentos, preencher a declaração, revisar as informações e transmitir o quanto antes. Depois, deve acompanhar o processamento pelo e-CAC para verificar se há pendências ou necessidade de correção.

“O Imposto de Renda não termina no envio da declaração. É fundamental acompanhar o processamento, verificar se caiu em malha e guardar os documentos por pelo menos cinco anos. Regularizar rápido reduz danos, evita transtornos e demonstra boa-fé perante o Fisco”, conclui André Charone.

 



André Charone - contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA). É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e centenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional. Seu mais recente trabalho é o livro "Empresário Sem Fronteiras: Importação e Exportação para pequenas empresas na prática", em que apresenta um guia realista para transformar negócios locais em marcas globais. A obra traz passo a passo estratégias de importação, exportação, precificação para mercados externos, regimes tributários corretos, além de dicas práticas de negociação e prevenção contra armadilhas no comércio internacional. Disponível em versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua111005/
digital: https://play.google.com/store/books/details?id=nAB5EQAAQBAJ&pli=1
Instagram: @andrecharone



9 coisas para fazer em Miami durante a Copa do Mundo da FIFA 2026



Cidade terá festas temáticas, festivais oficiais, experiências culturais e atrações espalhadas por diferentes regiões durante o torneio


Miami promete viver intensamente o clima da Copa do Mundo da FIFA 2026. Além de receber sete partidas no Hard Rock Stadium, incluindo jogos eliminatórios e a disputa pelo terceiro lugar, a cidade prepara uma programação especial para turistas e fãs de futebol, com festivais, ativações culturais, experiências interativas e eventos espalhados por diferentes regiões. 

Com a expectativa de atrair visitantes do mundo inteiro, incluindo muitos brasileiros que devem viajar aos Estados Unidos durante o torneio, Miami aposta em atrações que vão muito além dos jogos, transformando a cidade em um grande centro de entretenimento durante a competição. 

Segundo Daniel Ickowicz, brasileiro que vive na cidade há mais de 20 anos e é CEO da consultoria imobiliária Elite International Realty, a Copa deve ampliar ainda mais a   projeção internacional de Miami e impulsionar diferentes setores da economia local. 

 “A Copa do Mundo movimenta muito mais do que o futebol. Miami já possui uma estrutura internacional consolidada e eventos esportivos desse porte fortalecem ainda     mais setores como turismo, hotelaria, gastronomia, entretenimento e mercado imobiliário. A cidade está preparada para receber visitantes do mundo inteiro”, afirma. 

Confira algumas das principais atrações programadas para acontecer em Miami durante a Copa do Mundo da FIFA 2026: 


 1. Visitar o FIFA Fan Festival Miami



O Bayfront Park receberá o FIFA Fan Festival Miami, espaço gratuito que contará com telões para transmissão dos jogos, apresentações musicais, ativações culturais e experiências voltadas aos torcedores. 


 2. Participar da caça ao tesouro “ArenaofNations” 



Miami Beach terá uma experiência interativa com 48 bolas infláveis gigantes espalhadas pela cidade, representando as seleções classificadas para a Copa do Mundo. A proposta é incentivar moradores e turistas a explorarem diferentes pontos da região. 


 3. Conferir a instalação “THE GOOOOAAAAAL IS LOVE”



O The Betsy Orb, em South Beach, receberá uma projeção digital temática criada pelo artista dNASAb, unindo tecnologia, arte e referências ao universo do futebol. 


 4. Conhecer o pop-up da POP MART inspirado na Copa


Em Brickell, a POP MART abrirá uma loja temporária com produtos licenciados da FIFA, incluindo bonecos colecionáveis, acessórios e itens temáticos voltados aos fãs do torneio.
 


 5. Assistir aos jogos em festas temáticas pela cidade




Bares esportivos, espaços ao ar livre e casas noturnas de Miami devem promover transmissões especiais das partidas ao longo do torneio. Entre os destaques estão eventos em locais tradicionais da cidade e festas voltadas para torcedores de diferentes nacionalidades. 


 6. Comprar produtos oficiais da Copa do Mundo



A loja oficial da Copa do Mundo de 2026 em Miami Beach reunirá camisas das seleções, itens colecionáveis, roupas e experiências interativas para os visitantes. 

 

7. Aproveitar a festa brasileira do Fogo de Chão emWynwood



O bairro de Wynwood receberá uma ativação especial da churrascaria Fogo de Chão, com gastronomia brasileira, experiências temáticas e programação voltada especialmente aos fãs da Seleção Brasileira. 


 8. Visitar a instalação artística “REEFLINE’sBigGoals” 




A ação instalada na orla de Miami Beach vai unir futebol, arte pública e sustentabilidade ambiental por meio de estruturas gigantes inspiradas em traves de futebol. 


 9. Fazer uma viagem até a LEGOLAND Florida Resort

Na Flórida Central, a LEGOLAND terá uma programação temática inspirada na Copa do Mundo, com atrações interativas, versões em LEGO de jogadores famosos e atividades voltadas às famílias. 

 

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