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quarta-feira, 17 de julho de 2019

5 curiosidades sobre coliving estudantil, por quem optou pela moradia


Segundo morador, viver em comunidade ajuda a sair da zona de conforto e respeitar as diferenças, essencial para convivência em diversos ambientes


Os colivings ou moradias compartilhadas são tendências que viraram realidade no Brasil. Afinal, são alternativas práticas, com um bom custo benefício, que oferecem infraestrutura sem burocracias para a locação como, por exemplo, fiador e cheque calção. O formato de moradia consiste no aluguel de um quarto compartilhado ou individual, que pode contemplar serviços como internet, manutenção, participação em eventos, limpeza e outros. Além disso, o morador pode usufruir de espaços comuns como lavanderia, salão de jogos, sala de TV, sala de estudos, cozinha, rooftop e churrasqueira.  

Quarto da Uliving, no centro de São Paulo.
Crédito: Marcos Caldo

Os brasileiros, especialmente os estudantes que estavam acostumados as tradicionais repúblicas, têm se interessado cada vez mais por esse formato, muito comum na Europa e nos Estados Unidos. A proposta vai muito além de imóvel: é uma experiência de vida baseada em colaboração, compartilhamento e liberdade”, explica Juliano Antunes, CEO da Uliving, que trouxe o conceito de residência estudantil compartilhada para o Brasil.

O estudante de medicina Lucas Martins, de 25 anos, aderiu ao modelo de moradia. Nascido em Franca, em São Paulo, o jovem precisava de um lugar para morar em Sorocaba, também no interior do estado, local que escolheu para cursar a faculdade. “Analisei todas as opções possíveis. Quando conheci o coliving exclusivo para estudantes e todas as facilidades que ofereciam, decidi que seria a melhor opção para o meu novo momento de vida”, explica.

O jovem, que já mora há 4 anos na Uliving, destacou 5 vantagens de morar em uma residência compartilhada, que só quem vive em um coliving pode falar:


1.  Praticidade  

O coliving oferece infraestrutura e conforto para o estudante apenas chegar com a mala e se instalar no quarto. “Não precisei pensar e planejar a compra de mobília para a minha nova casa, foi um dos pontos que me fez optar por esse estilo de moraria.”


2.  Despesas

Lucas explica que todas as contas – locação, água, luz e internet – são cobradas em uma mensalidade única, então o morador sabe exatamente o que vai pagar por mês, o que pode facilitar na organização financeira. 


3.  Despreocupação

O serviço de internet está com baixo sinal? A lâmpada queimou? Essas e outras não são preocupações dos moradores, pois há uma equipe de funcionários disposta a resolver esses problemas comuns do dia a dia de uma casa. “Com isso não perdemos tempo e conseguimos focar no que realmente importa nesse momento: os estudos”, conta Lucas.


4.  Ambiente tranquilo e silencioso

Lucas explica que, pelo fato de morar com outros estudantes, todos acabam tendo necessidades em comum. Segundo ele, uma das maiores preocupações é ter um ambiente tranquilo e silencioso para estudar. “Todo mundo respeita os horários na sala de estudos, o que torna o convívio fácil e favorável para a nossa realidade.”


5.  Diferentes culturas

A experiência universitária fica ainda mais rica na convivência com pessoas que têm ‘bagagens’ diferentes. “Debater assuntos do dia a dia e respeitar as diferenças, sejam elas qual forem, me faz crescer como pessoa. Se eu morasse em um apartamento sozinho, seria o meu espaço, na minha zona de conforto. Assim, eu não teria que ser melhor a cada dia para viver em comunidade, o que é essencial para a vida, especialmente em um ambiente profissional, por exemplo” finaliza o estudante. 


Intercâmbio: a melhor alternativa para fugir do desemprego no Brasil

Mais seis meses se passaram, e o desemprego continua a ser um problema para o brasileiro. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que o número de pessoas desocupadas chegou a 13,2 milhões de pessoas. Mesmo com todas as expectativas de melhora, as coisas parecem estáveis, e isso não é bom. Ainda há milhares de pessoas sem trabalho, sem renda movimentando a economia e profissionais que, mesmo empregados, não tem segurança de investir.

Em vista disso, uma oportunidade de fazer diferente, e que historicamente é muito usada, é buscar melhores oportunidades fora do país. Não falo apenas de trabalho, mas também de novos estágios de profissionalização. O intercâmbio tem se mostrado uma importante ferramenta de complemento e diferencial competitivo.

Países como a Alemanha, que possui a maior economia da Europa, e é a quarta maior potencial mundial, são excelentes opções. O país tem universidades com cursos que vão das artes aos esportes, até a tecnologia e administração. A maior vantagem está, inclusive, em esse ser um país que dita tendências de qualidade e tecnologia, o que garante uma formação ou especialização muito superiores do que a de diversos outros países que são normalmente mais procurados, como os EUA ou Canadá.

Além disso, a Alemanha tem a taxa de desemprego mais baixa em 30 anos, e nunca necessitou tanto de mão de obra qualificada quanto agora. Há um incentivo à formação de profissionais e, por isso, o intercâmbio para lá é tão facilitado. 

Quem busca uma universidade alemã, seja para graduação ou pós, tem 18 meses de visto de trabalho garantido, e após três anos trabalhando, tem como renovar seu visto para permanente. Quem nunca estudou no país precisa trabalhar cinco anos para ter essa chance. A taxa de empregabilidade em universidades de ponta chega a 80% durante o período letivo.

Um intercâmbio é um investimento que vale muito a pena. Enquanto há pessoas investindo suas economias em negócios próprios, outras preferem usá-las para estudar e trabalhar fora do país, podendo se mudar permanentemente ou apenas se programando para passar uma temporada fora, até que as coisas melhorem por aqui. No caso dos estudantes que estão buscando sua primeira graduação, essa é a chance de investir menos, ter melhores garantias, e ainda uma experiência muito importante no currículo. 

Para os que se questionam sobre a língua alemã, a maioria das opções são de cursos em inglês, e por ser um país globalizado, o trabalho também está pronto a receber falantes da língua. Para os interessados, aprender alemão nem é tão difícil quanto parece. A língua pode ser aprendida no mesmo período de tempo em que se aprende o inglês. As vantagens são muito grandes, e em um cenário incerto como o que estamos vivendo, é bom ter uma alternativa onde apostar fichas que garantam um futuro melhor.




Bruno Galli - mentor e coach de educação internacional, gestor LATAM da UE - University of Applied Sciences. É especialista em marketing pela FECAP e em negócios internacionais pela Australian Center od Further Education.


FaceApp: a importância da segurança no reconhecimento facial


Recentemente, as redes sociais foram tomadas por diferentes fotos dos usuários empolgados em verem como ficarão mais velhos. O motivo? O FaceApp. O aplicativo tem versão para smartphone Android e iPhone, sendo que o filtro de idoso pode ser usado gratuitamente. Mas até que ponto a empolgação com o app pode prejudicar a privacidade dos usuários? E o quão seguros são os app que utilizam reconhecimento facial? Pensando nisso, a Kaspersky analisou o app e, quanto ao app em si, não identificou nada malicioso. “A foto é enviada para os servidores do app que fazem a modificação e enviam de volta para o usuário”, analisa Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky.Tudo muito normal”.

Já quanto à privacidade, para o especialista essa é a única e a mais importante envolvendo apps desse tipo. “Cerca de 64% dos brasileiros não leem as condições de um app antes de baixá-lo e esquecem de pensar sobre como seus dados podem ser utilizados, ignorando as configurações de privacidade”. Cada vez mais, a tecnologia tem se reinventado e o reconhecimento facial está em amplo crescimento e ganhado força não só no setor privado como também no público. “No caso do FaceApp, por utilizar Inteligência Artificial para fazer as modificações a partir do reconhecimento facial, a empresa dona do app pode vender essas fotos para empresas desse tipo, além desses dados facilmente caírem nas mãos dos cibercriminosos e serem utilizados para falsificar nossas identidades”, afirma.

O reconhecimento facial, assim como a biometria, tem sido constantemente utilizados como formas de autenticação, porém é preciso ter cautela ao optar por compartilhá-los sem pensar. “Temos que entender essas novas maneiras de autenticação como senhas, já que qualquer sistema de reconhecimento facial disponível a todos pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal”, finaliza. 

Ao baixar apps, a Kaspersky recomenda que os usuários:

• Tenham certeza que o aplicativo é de confiança e está nas lojas oficiais;

• Leiam os termos de privacidade dos apps, com o objetivo de entender quais informações são solicitadas;

• Entendam o reconhecimento facial como uma senha – não saia utilizando em todos os lugares;

• Sempre verifiquem quais permissões são solicitadas, como login associado à uma conta existente em determinada rede social.



Kaspersky


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