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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Dia Mundial do Coração

  

Aprender a ouvir as batidas do coração pode colaborar para identificação de arritmia

 

Fibrilação Atrial, tipo mais comum de arritmia, afeta um em cada quatro adultos com mais de 40 anos

 

Em 29 de setembro é comemorado o Dia Mundial do Coração e a data é propícia para falarmos da saúde do órgão muscular que garante o bombeamento correto do sangue para o corpo. O coração possui duas bombas, uma do lado direito e outra do lado esquerdo, que fazem parte de um sistema elétrico responsável pelo ritmo e sincronização dos batimentos cardíacos. Quando esse processo falha, chamamos de arritmia cardíaca. 

20 milhões de brasileiros sofrem de arritmias cardíacas, levando mais de 320 mil pessoas a óbito anualmente¹, e a mais comum delas é a fibrilação atrial (FA). A condição reduz a eficiência e o desempenho do coração, levando a uma deficiência na entrega de oxigênio de modo adequado para o corpo. “Como consequência, o paciente pode ter mal-estar geral e outros sintomas como palpitações, fadiga, falta de ar, tontura, dor torácica e por fim quadros mais graves, como acidente vascular cerebral. Por outro lado, algumas arritmias são assintomáticas. Independente da presença de sintomas, toda arritmia tem impacto na saúde do coração, tornando fundamental o acompanhamento médico”, pontua o Dr. Ricardo Alkmim Teixeira, presidente da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac). 

Para reforçar a importância de ouvir os sinais do coração, a campanha Conta, Coração, da Johnson & Johnson Medical Devices, provoca as pessoas a lembrarem das histórias de sua vida que fizeram o coração bater mais forte. Desta maneira, a campanha levanta o alerta: as batidas do seu coração estão de acordo com as emoções do momento que você está vivendo? Caso haja alguma alteração, pode ser a hora de procurar um médico. 

“A fibrilação atrial é a única arritmia que é progressiva, ou seja, vai agravando com o passar do tempo”, afirma Dr. Ricardo. A boa notícia é que há soluções para curar a condição, e o paciente pode voltar a uma vida normal. Quanto mais cedo se procura tratamento para FA, melhor será o resultado. 

O tratamento pode ser feito com um método não medicamentoso, a ablação por cateter, que previne o agravamento dos sintomas. O procedimento minimamente invasivo identifica as áreas do coração que geram os impulsos elétricos defeituosos que causam FA e elimina esses focos com uma fonte de energia, como radiofrequência ou a crioenergia. É um tratamento seguro, eficaz, comprovado e duradouro. 

O especialista que realiza o procedimento é o eletrofisiologista. “Procurar um tratamento com o profissional correto garante que o paciente tenha acesso a todas as opções disponíveis e alcance o melhor desfecho”, finaliza o médico.

 

Para mais informações sobre arritmia, acesse http://www.tenhoarritmia.com/.

 

 

 

Johnson & Johnson Medical Devices Companies

 

Referência

  1. Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas. BRASIL EM AÇÃO PELA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DAS ARRITMIAS CARDÍACAS E MORTE SÚBIA. Disponível em https://sobrac.org/home/wp-content/uploads/2015/08/Release_geral_-_Campanha_Coracao_na_Batida_Certa_-_2018_-_SOBRAC_revisado_doutora-converted.pdf. Acessado em agosto de 2021.

 

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