Conheça o método
que ativa consciência sobre capacidade cerebral através de exercícios e
desenvolve agilidade de raciocínio para trabalhar na era da inovação
tecnológica
Depois do choque de realidade do VTexDay esta
semana, com as gloriosas presenças de Barack Obama e Ricardo Amorim falando sobre transformação digital, não há quem não tenha se
dado conta da necessidade de ter um cérebro altamente desenvolvido para lidar com inovações tecnológicas.
No maior evento de tecnologia da América Latina,
que teve a participação de mais de 15 mil pessoas em SP, os palestrantes e convidados ao palco deixaram claro que devemos estar
preparados para o novo mundo, independentemente de nossa área de atuação. Lema do evento: o futuro é agora...
Não são apenas os profissionais e empresas de
tecnologia que precisam saber lidar com inovações digitais e, sim, as pessoas e empresas de todos os ramos que querem ser protagonistas de
suas vidas e mercados.
Para acompanhar a transformação digital, é
importante ter um cérebro ágil, que esteja ativo e preparado para absorver novidades de todas as áreas do conhecimento. A ginástica
cerebral, que começou a ser aplicada e disseminada no Brasil em 2003 pela empresa SUPERA, é uma forma de
ativar neurônios e desenvolver todas as inteligências para esta realidade.
“Ter um cérebro preparado para a transformação
digital quer dizer ter um cérebro que consegue ser rápido para novos aprendizados, mas também um cérebro que tem capacidade de abstrair o
que não é importante, um cérebro capaz de focar, de selecionar”, afirma o diretor do Supera Rudge
Ramos, em São Bernardo do Campo (SP).
O método pode ser aplicado a crianças, jovens,
adultos e idosos, e integra quatro ferramentas poderosas para exercitar o cérebro: ábaco japonês, jogos, exercícios desafiadores e
dinâmicas que estimulam atenção, concentração, raciocínio, capacidade estratégica e até habilidades de
relacionamento interpessoal, algo que em tempos digitais se tornou um diferencial.
“Em um único dia, eu realizo muitas atividades.
Cuido do marketing da loja, e do financeiro também. Ao mesmo tempo, estou de olho na agenda escolar dos filhos. Com a ginástica
cerebral, eu consigo me organizar melhor em meio a tudo isso e, principalmente, fazer cada tarefa com atenção de
qualidade”, afirma Claudia Ferreira Lima, 39 anos, empresária, casada e mãe de dois filhos.
A aluna do SUPERA Rudge Ramos explica como ganhou
mais consciência de sua capacidade cerebral e desenvolveu suas habilidades cognitivas para dar conta da rotina e de toda
atualização do mundo digital.
“De uns anos para cá, eu notei que precisava ter o
raciocínio mais ágil. O mundo está mudando rápido demais com a tecnologia. Ao fazer exercícios para o cérebro, principalmente com o
ábaco, eu ganhei mais consciência sobre minha capacidade cerebral. Hoje tenho mais foco e atenção nas coisas
importantes e consigo ter mais disciplina”, diz Claudia, que exercita o cérebro há oito meses.
Um cérebro preparado, treinado a pensar, criativo e
ágil consegue processar com mais facilidade o grande volume de dados e informações que recebemos todos os dias.
“O SUPERA sempre ajudou crianças, adultos e idosos,
e hoje vemos que a preocupação das pessoas que nos procuram é ter capacidade de atenção e raciocínio, para entender, memorizar e
processar informações de forma eficiente. A transformação digital exige que tenhamos um cérebro
verdadeiramente preparado”,
afirma Leonardo Kawashita.
afirma Leonardo Kawashita.
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