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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Após estrear no Festival Mix Brasil 2025, thriller queer Fumaça, do inglês Alexis Gregory, ganha nova temporada no espaço ºAndar

 

Fotos de Brendo Trolesi

Com direção de Fernando Vilela e atuação de Filipe Augusto, o suspense cheio de humor ácido propõe uma reflexão sobre a paranóia, a depressão e a ansiedade da população gay na era das redes sociais 

 

Quase metade das pessoas LGBTQIA+ no Brasil sofre de ansiedade, enquanto 24% enfrentam depressão, de acordo com dados da Pesquisa “Tensões Culturais 2023”, conduzida pela Quiddity. Em resposta a questões preocupantes como essa, o solo thriller queer Fumaça, do inglês Alexis Gregory, ganhou uma montagem brasileira, dirigida por Fernando Vilela e traduzida e estrelada por Filipe Augusto, que estreou no Festival Mix Brasil 2025. Agora, o espetáculo volta em cartaz em São Paulo, desta vez no espaço ºAndar, de 6 a 27 de julho, com sessões às segundas-feiras, às 20h.  

A obra também está em cartaz simultaneamente no Reino Unido, com sucesso de crítica. "Mesmo antes de ser contatado por Fernando e Filipe, eu já tinha conhecimento sobre algumas das questões relacionadas ao abuso de substâncias que afetam a comunidade LGBTQ+ no Brasil. Estou muito feliz que Fumaça esteja ganhando uma nova temporada no país, e que a equipe local esteja utilizando a produção como plataforma para aprofundar esses debates”, diz o autor Alexis Gregory.

“Quando vi as primeiras referências do trabalho de Fernando Vilela e Filipe Augusto, aceitei imediatamente o convite para que eles apresentassem Fumaça em São Paulo. Acompanhei de perto o desenvolvimento da produção e o resultado visual foi realmente belo, potente e preciso”, acrescenta.

Na trama, quando Alex recebe uma mensagem privada do seu falecido namorado, ele parte numa jornada seguindo pistas e enfrentando perigos numa tentativa de descobrir a verdade. Esse suspense cheio de humor ácido convida a plateia a refletir sobre autoexposição, uso de drogas, paranoia, vida e morte na era do Instagram e outras redes sociais, quando já não há mais privacidade.

O autor Alexis Gregory conta que a peça surgiu das próprias observações do comportamento da população gay nas redes sociais. “Eu acompanhava frequentemente homens gays publicando suas psicoses, desesperados para compartilhar suas descobertas. Também via casos de gays que morriam repentinamente, sem explicação. Atualmente, a paranoia move o mundo. Com as pessoas empurradas até seus limites, o uso de drogas, teorias da conspiração e golpes online, facilmente conseguimos identificar a trama de um thriller”, diz.

E sobre o uso do humor ácido para tratar desse tema delicado e essencial, ele revela: “Eu uso humor em todos os meus trabalhos e a maioria deles aborda temas desafiadores. Humor é uma ótima ferramenta para atrair o público e mantê-lo envolvido, mesmo quando acompanhamos a jornada interna maluca de Alex. Nós ‘queerizamos’ o thriller”.

Filipe Augusto, que dá vida ao protagonista e também é um homem gay com quase 40 anos, diz que vê algumas semelhanças com seu personagem. “Eu me vejo nas marcas deixadas pelo trauma de ter crescido em uma sociedade que fez com que a gente vivesse em um estado de alerta constante. O medo da rejeição, a homofobia dos outros (e aquela que nós mesmos internalizamos), a dificuldade de olhar para uma dor que nos habita e que, se não é encarada de frente, fere nós mesmos e as outras pessoas”, comenta o ator. 

“Alex tem uma vontade tão grande, quase um desespero, por ser entendido e acolhido, por se encaixar, ao mesmo tempo que luta por se autoafirmar em um mundo que lhe parece muito hostil. Eu também já senti e continuo sentindo todas essas coisas em alguns momentos da minha vida. Trabalhar em Fumaça está me fazendo olhar para a minha infância gay no armário muito mais do que eu esperava, para refletir sobre o homem que me tornei. E por que eu desejo tanto me expor ao mesmo tempo em que tenho medo da exposição”, acrescenta. 

Para contar essa história, a encenação de Fernando Vilela está centrada na tentativa de responder ao pensamento: “Compreender que temos vivido conectados 24 horas por dia, com o celular na mão o tempo todo, e que tudo é passível de compartilhamento e engajamento nas redes — do assunto mais banal ao mais severo — nos levou ao seguinte pensamento: Como dar corpo estrutural a esse fenômeno? Como traduzir essa sensação em linguagem cênica e visual?”.

Ele ainda conta que a cenografia reproduz uma espécie de jaula, um espaço de confinamento para os tormentos de Alex, e ainda pode ser vista como um grande ring light, dispositivo essencial de exposição no mundo conectado. Assim, a montagem pretende explorar todas as contradições existentes no próprio mundo das redes sociais. 


Ficha Técnica

Texto: Alexis Gregory

Direção: Fernando Vilela

Com Filipe Augusto

Assistência de direção: Gabriela Moraes

Preparação vocal: Malú Lomando

Luz: Gabryel Matos

Foto: Brendo Trolesi

Comunicação digital: Nova.ag

Produção executiva: Dani Aoki

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Realização: Verve

 

Sinopse

Depois que Alex recebe uma mensagem privada do seu namorado que morreu, ele parte numa jornada seguindo pistas e enfrentando perigos numa tentativa de descobrir a verdade. Um thriller queer cheio de humor ácido que convida a plateia a refletir sobre autoexposição, drogas, paranoia, vida e morte na era do Instagram. Quando a privacidade já não existe mais, onde vamos parar?

 

Serviço

Fumaça

Temporada: 6 a 27 de julho de 2026

Às segundas-feiras, às 20h

ºAndar - Rua Dr. Gabriel dos Santos, 88 – Santa Cecília, São Paulo

Ingressos: R$80 (inteira), R$40 (meia-entrada), R$50 (moradores da Santa Cecília) e R$100 (para quem quiser apoiar o espetáculo)

Vendas online em https://linktr.ee/vervecia ou na bilheteria

Duração: 70 minutos

Classificação: 14 anos

 

Histórias Lindas de Morrer, adaptação do livro de Ana Claudia Quintana Arantes, estreia no Teatro Vivo no dia 2 de julho



Idealizado por Letícia Cannavale e Fernando Nitsch, que também assina a direção, espetáculo é inspirado nos relatos reais sobre pacientes da autora, que revelam conexões humanas profundas no fim da vida 

"Quando se está próximo da morte, a percepção do que realmente importa viver se intensifica de maneira profunda"

Ana Claudia Quintana Arantes

 

A renomada médica geriatra e especialista em cuidados paliativos Ana Claudia Quintana Arantes tem seu livro Histórias Lindas de Morrer (editora Sextante), adaptada para o teatro em uma montagem assinada por Fernando Nitsch. O espetáculo, que conta com dramaturgia de Claudia Barral e Marcos Barbosa e produção da Brancalyone, tem sua temporada de estreia no Teatro Vivo SP, de 2 de julho a 1º de outubro, com sessões às quartas e quintas às 20h. 

Estrelada por Letícia Cannavale e Tita Couto, a peça convida o público para participar de um encontro transformador com o amor, a finitude, o luto e a celebração da vida a partir dos relatos reais coletados em consultório pela autora de pacientes no fim da vida. 

A adaptação inédita representa muito mais que uma transposição de linguagem; é uma inovação que amplia o alcance de um tema de profundo impacto social. Com mais de um milhão de leitores, a autora consolidou-se como voz essencial na desconstrução do tabu ocidental sobre a morte, oferecendo ao público um novo olhar sobre o propósito individual e a valorização autêntica da vida. 

A peça estrutura-se como um espetáculo teatral íntimo e poético, no qual Letícia Cannavale interpreta a médica durante uma palestra sobre cuidados paliativos. À medida que a palestra avança, Ana Claudia se depara com as lembranças das histórias que acompanharam a sua trajetória. 

O diferencial estético reside em um ambiente que flutua entre o intimista e o tecnológico, um espaço que muda conforme as histórias se desdobram, refletindo a profundidade emocional e a leveza reflexiva que caracterizam a obra. 

A montagem conta com o copatrocínio da Libbs Farmacêutica e reforça o compromisso da companhia com iniciativas que vão além do tratamento médico, ampliam o acesso à cultura e promovem o bem-estar. "Queremos estar próximos de iniciativas que estimulem reflexões e diálogos importantes sobre a vida, o cuidado e as relações humanas. Acreditamos que a cultura tem um papel fundamental nesse processo e pode contribuir para uma sociedade mais saudável e consciente", afirma Samanta Greghi, diretora de Comunicação e Experiência de Marca da Libbs.

 

A potência da narrativa em cena

Ana Claudia Quintana Arantes construiu sua carreira ouvindo e vivenciando histórias de pessoas em seus últimos capítulos de vida. Como médica responsável pelo HOSPICE (unidade de cuidados paliativos) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, ela testemunhou a coragem de pacientes que, diante da finitude, descobriram o sentido essencial de suas existências. 

Histórias Lindas de Morrer coleciona esses momentos de beleza, histórias reais que revelam segredos da vida de pessoas que chegaram ao fim com grandeza e lucidez. Antes de tudo, a peça celebra a vida, equilibrando profundidade reflexiva com momentos de leveza e humor. 

Cada história funciona como um espelho, permitindo ao público ressignificar seus próprios lutos, dores e perdas, enquanto descobre ferramentas poderosas para melhor utilizar seu tempo e manter afetos verdadeiros durante sua própria jornada. 

O espetáculo não é apenas uma celebração da carreira de Arantes, mas um convite ao público para encarar a morte de um jeito novo. A montagem, sustentada por uma ficha técnica de excelência e artistas premiados, propõe uma conexão profunda capaz de inspirar memórias, recriando a empatia e a compaixão que tão poderosamente essa médica encarna em sua vida e obra. 

Quando se está próximo da morte, a percepção do que realmente importa viver se intensifica. A visão de mundo proposta por Ana Claudia Quintana Arantes sugere exatamente isso: uma nova experiência sobre a finitude que ressignifica nossa relação com o tempo, com o amor e com o sentido de estar vivo.

 

Ficha Técnica

Idealização: Fernando Nitsch e Letícia Cannavale

Direção: Fernando Nitsch

Assistência de direção: Gisele Valeri

Dramaturgia: Claudia Barral e Marcos Barbosa

Elenco: Letícia Cannavale e Tita Couto

Direção de movimento: Marina Caron

Cenografia: Marcio Macena

Figurinos: Marcela Donato

Iluminação: Wagner Pinto

Trilha sonora: Dan Maia

Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)

Direção de produção: Edinho Rodrigues

Produção executiva: Fabricio Sindice e Jarbas Galhardo

Realização: Brancalyone Produções e Cabana 34

Baseado na obra de: Ana Claudia Quintana Arantes

 

Sinopse:

Histórias Lindas de Morrer é um espetáculo sensível e bem-humorado inspirado na obra da aclamada médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes, que mistura relatos reais colhidos durante sua carreira na medicina, revelando conexões humanas profundas de pacientes que no fim da vida viveram histórias poderosas capazes de ressignificar experiências de luto, amor e finitude.

 

Serviço

Histórias Lindas de Morrer, a partir da obra de Ana Claudia Quintana Arantes

Temporada: 2 de julho a 1º de outubro de 2026

Quartas e quintas às 20h

Teatro Vivo - Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 - Vila Cordeiro, São Paulo

Ingressos: R$ 90,00 (inteira) e R$ 45,00 (meia-entrada) / Ingressos social R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)


Vendas online em https://site.bileto.sympla.com.br/teatrovivo

Bilheteria: funciona apenas nos dias de peça e abre 2h antes da apresentação

Estacionamento: Self Park - com entrada pela Roque Petroni Jr., 1464, Vila Cordeiro, R$30 (preço único), abre duas horas antes da sessão, com tolerância de até 30 minutos após o fim do espetáculo

Capacidade:  274 lugares

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

 

 

Com direção de Clara Carvalho, Édipo, tragédia grega, vira thriller político no auditório do MASP



Com uma nova adaptação do dramaturgo inglês Robert Icke, o espetáculo é um thriller político contemporâneo ambientado no escritório de campanha de Édipo, um candidato prestes a vencer uma eleição majoritária. Sergio Mastropasqua dá vida ao personagem homônimo, enquanto Clarisse Abujamra interpreta Jocasta, que nesta versão ganha maior protagonismo em relação à tragédia original de Sófocles. O clássico foi considerado por Aristóteles a mais perfeita das tragédias.
 

 

A tragédia Édipo Rei, de Sófocles, escrita em 427 a. C. é um clássico há 2500 anos e ganha ares contemporâneos com a escrita do dramaturgo inglês Robert Icke (1986-) em Édipo, que estreia no dia 4 de julho, sábado, às 20h, no auditório do MASP A montagem conta com direção de Clara Carvalho, idealização da pesquisadora Rosalie Rahal Haddad, realização do Círculo de Atores e produção da SM Arte Cultura 


A temporada tem sessões sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 18h, até 6 de setembro. O elenco é formado por Sergio Mastropasqua, Clarisse Abujamra, Oswaldo Mendes, Chris Couto, João Bourbonnais, Thalles Cabral, Thaina Muniz, Márcia Teodoro, Marisa Mainarte, Rodrigo Scarpelli, Thomas Huszar e Roberto Borenstein.

 

A trama é um thriller político contemporâneo ambientado no escritório de campanha de Édipo, um candidato prestes a vencer uma eleição majoritária. Conservando as unidades clássicas de tempo, espaço e ação, a peça traz, além do suspense e de um painel intrincado de relações familiares, uma profunda sondagem existencial e um mergulho no inconsciente. Assistimos à crise vertiginosa de um político que, sem saber, transgrediu leis civilizatórias e que, por excesso de autoconfiança e orgulho, engendra a própria ruína.

 

"Não é que Édipo Rei precise ser atualizado. É uma tragédia tão perfeita e tão interessante que, 2.500 anos depois, continua impecável em sua dimensão universal. O que Robert Icke faz é um exercício muito interessante de releitura, usando todas as linhas mestras da peça. Na montagem, Édipo é o candidato que vai ganhar a eleição. Todas as pesquisas mostram que ele está praticamente eleito. Todavia, um personagem chega para dizer que tudo aquilo que ele acredita sobre si mesmo pode não ser verdade. Existe essa relação entre poder, sucessão e a construção de narrativas", enfatiza Clara Carvalho.

 

A encenação aposta em uma estética contemporânea em todos os recursos cênicos: a trilha sonora de Gregory Slivar, o figurino de Marichilene Artisevskis e o cenário de Chris Aizner, que criam um ambiente híbrido entre o universo eleitoral e a dimensão trágica da obra. A inspiração vem do brutalismo de Lina Bo Bardi e do espaço simbólico do vão livre do Masp, ponto tradicional de manifestações políticas na capital paulista.

 

ÉDIPO E JOCASTA

Para Sergio Mastropasqua, o que mais impressiona em Robert Icke é sua capacidade de não ser reverente nem de tentar comentar Sófocles. É como se ambos caminhassem juntos em um jogo no qual os atores enfrentam a potência do autor grego pelas mãos do dramaturgo contemporâneo.

 

"Édipo é um personagem que estará pelo mundo enquanto existir alguém que saiba ler ou encenar. A atualidade é apenas mais um momento desse percurso. Por coincidência, a peça começa com o final de uma campanha política, que estará ocorrendo no Brasil enquanto estivermos em cartaz no Masp. Violência contra a mulher, discriminação por origem, novos movimentos políticos e autoritarismo percorrem a trama", comenta o ator.

Uma das inovações do texto em relação ao original grego é trazer, pela primeira vez, o ponto de vista da personagem Jocasta. O autor a transforma em uma mulher dos dias atuais, consciente de seu papel e profundamente envolvida nos acontecimentos que a cercam.

 

“É um acerto enorme da adaptação colocar Jocasta nesse lugar de protagonismo. Ela deixa de ser apenas uma figura da tragédia para se tornar uma personagem complexa e viva. A sensação é de acompanhar uma investigação em que, a cada cena, uma nova informação muda completamente o rumo da história. Esse lado thriller que o autor imprime à tragédia é um dos seus principais ingredientes”, conta Clarisse Abujamra.

 

 

FICHA TÉCNICA:


Idealização e Produção Geral: Rosalie Rahal Haddad. Texto: Robert Icke. Direção e Tradução: Clara Carvalho. Diretor Assistente: Thiago Ledier. Elenco Sergio Mastropasqua, Clarisse Abujamra, Oswaldo Mendes, Chris Couto, João Bourbonnais, Thalles Cabral, Thaina Muniz, Márcia Teodoro, Marisa Mainarte, Rodrigo Scarpelli, Thomas Huszar e Roberto Borenstein Música Original: Gregory Slivar. Cenografia e arquitetura cênica: Chris Aizner. Cenotécnico: Alício Silva / Casa Malagueta. Produção de Objetos: Jorge Luiz Alves e Luiza Meira Alves. Figurino: Marichilene Artisevskis. Assistente de Figurino: Lilian Pessoa. Costura: Judite Gerônimo de Lima. Iluminação: Gabriele Souza. Direção de Imagem: Ícarus Filmes. Operação De Som: Valdilho Oliveira. Operação de Luz: Nicolas Marchi. Direção de Palco: André Di Peroli e Henrique Pina. Camareira: Elisa Galdino. Visagismo para Fotos: Loeni Mazzei. Fotos: Ronaldo Gutierrez. Vídeo para Redes Sociais: Paula Davanço. Registro em Vídeo: Ícarus Filmes. Designer para elementos cênicos: Dalua Criações. Identidade Visual: Sergio Mastropasqua. Redes Sociais e Gestão de Tráfego: Lead Performance. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Produção: SM Arte Cultura. Direção de Produção: Selene Marinho. Coordenação de Produção: Sergio Mastropasqua. Produção Executiva: André Roman /Teatro de Jardim. Realização: Círculo De Atores.



SERVIÇO:


Local: Auditório do Masp

Temporada: 04 de julho a 06 de setembro. Sextas e sábados às 20h, domingos às 18h.

Classificação: 16 anos.

Duração: 110 minutos.

Capacidade: 344 lugares.

Ingressos: Sextas: R$100 (inteira) - R$50 (meia) / Sábados e domingos: R$120 (inteira) - R$60 (meia).

https://bileto.sympla.com.br/event/121617/

 

Fenômeno 'Mamma Mia!' reestreia temporada no BTG Pactual Hall após imenso sucesso e 100 mil espectadores

Sucesso em dezenas de países e um dos mais conhecidos musicais da Broadway, espetáculo reestreia 18 de junho. Liderado por Claudia Netto, Totia Meireles e Gottsha, elenco dá voz a hits como 'Dancing Queen', 'Mamma Mia!', 'Volez-Vous' e 'The Winner Takes it all'


A nova versão brasileira de ‘MAMMA MIA!’ estreou em 2023 e comprovou o fenômeno popular deste musical que foi lançado em 1999, em Londres, e se transformou em um dos espetáculos mais bem-sucedidos de todos os tempos, traduzido em 14 idiomas e alcançando 42 milhões de espectadores ao redor do mundo. Criado a partir do cancioneiro repleto de hits do grupo ABBA, o musical teve mais de 100 mil espectadores por aqui e estreia no dia 18 de junho para uma temporada no BTG Pactual Hall, em São Paulo. O musical fica em cartaz até o dia 12 de julho.

A montagem é assinada por Charles Möeller & Claudio Botelho, em um projeto que selou o reencontro da dupla com a produtora Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho. ‘’Mamma Mia!’ é um espetáculo icônico e atemporal. Um musical que emociona e convida a plateia a cantar e dançar conosco", vibra Aniela Jordan.


Mamma Mia! se passa em uma ilha grega e conta a história de Sophie, uma jovem que está prestes a casar e convida três ex-pretendentes de sua mãe para o evento, na tentativa de desvendar o mistério que ronda a sua paternidade. É neste clima de romance e comédia em que aparecem as conhecidíssimas cançoes do ABBA, como ‘Dancing Queen’, ‘Mamma Mia’, ‘The Winner Takes it All’, ‘Money, Money, Money’, entre muitas outras.

Formado por mais de 20 artistas, o elenco traz de volta o trio das ‘dínamos’ formado por Claudia Netto (a protagonista Donna, mãe de Sophie), Totia Meireles e Gottsha, que interpretam Tanya e Rose, amigas de uma vida inteira.

 

SERVIÇO

Mamma Mia!
Estreia dia 18 de junho até 12 de julho de 2026
Horário: Quinta-feira (18/06) às 20h, Sextas-feiras às 20h, Sábados às 16h e às 20h, Domingos às 15h
Local:
BTG Pactual Hall
Endereço: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro – São Paulo (SP)
Ingressos: a partir de R$ 25,00


Shoppings da Multiplan em São Paulo e no ABC promovem espaços gratuitos para troca de figurinhas



Empreendimentos recebem fãs de futebol de todas as idades para completar álbuns, trocar figurinhas repetidas e compartilhar a paixão pelo esporte

 

A temporada do tradicional álbum de figurinhas que acompanha uma das maiores competições do futebol mundial já começou. Para ajudar os colecionadores a completarem suas coleções, o MorumbiShopping, o Shopping Vila Olímpia, o Shopping Anália Franco e o ParkShopping São Caetano disponibilizam espaços exclusivos e gratuitos para troca de figurinhas.  

Os espaços foram criados para incentivar a convivência entre os apaixonados por futebol, reunindo pessoas de todas as idades para trocar figurinhas, completar álbuns e compartilhar momentos de diversão.  A participação é livre, sem necessidade de inscrição ou agendamento prévio. 

No MorumbiShopping, o ponto de troca está localizado no Piso Superior, ao lado da praça de alimentação, com funcionamento de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 20h. Já a Arena SVO, no Shopping Vila Olímpia, recebe os colecionadores no 2º Piso, de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 12h às 20h.  

O Shopping Anália Franco promove a Arena Anália no Piso Acácia, próximo ao Outback. O espaço funciona de segunda a sábado, das 12h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 20h. Na região do ABC, o ParkShopping São Caetano também entra em campo para receber os colecionadores, oferecendo um espaço de troca de figurinhas no Piso L2, ao lado da Cacau Show, de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. 

 

Horário de funcionamento dos shoppings nos jogos do Brasil 

Durante os jogos da Seleção Brasileira na primeira fase do principal torneio internacional de futebol de 2026, o MorumbiShopping, o Shopping Vila Olímpia, o Shopping Anália Franco e o ParkShopping São Caetano realizam horários especiais de funcionamento. 

No dia 19 de junho (sexta-feira), quando o jogo acontece às 21h30, as operações podem, de forma opcional, encerrar suas atividades 30 minutos antes do início da partida. 

Já no dia 24 de junho (quarta-feira), quando a partidas acontece às 19h, lojas, operações de alimentação, restaurantes e drogarias poderão optar pelo fechamento 30 minutos antes do jogo e também pelo retorno após o encerramento da partida, sendo ambas as decisões facultativas. 

Os cinemas e teatros funcionam de acordo com a programação de cada empreendimento. 

Ressaltamos que toda a estrutura dos Shoppings (acessos, estacionamento, segurança e áreas comuns) estarão abertas e em funcionamento normal.

 

Serviço - Troca de Figurinhas 

 

(Zona Sul)  

·         MorumbiShopping

 

Período: Até 19 de julho de 2026

Local: Piso Superior, ao lado da praça de alimentação

Endereço: Av. Roque Petroni Júnior, 1089, Jardim das Acácias, São Paulo-SP | 04707-900 

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h

Participação gratuita e sem necessidade de inscrição prévia ou agendamento

 

·         Shopping Vila Olímpia  

Período: Até 19 de julho de 2026

Local: Arena SVO - 2º Piso

Endereço: Rua Olimpíadas, 360, Vila Olímpia, São Paulo-SP | 04551-000   

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos e feriados, das 12h às 20h 

Participação gratuita e sem necessidade de inscrição prévia ou agendamento

 

(Zona Leste)  


·         Shopping Anália Franco 

Período: Até 19 de julho de 2026

Local: Arena Anália - Piso Acácia, próximo ao Outback

Endereço: Av. Regente Feijó, 1739, Tatuapé, São Paulo-SP| 03342-900 

Horário: Segunda a sábado, das 12h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h

Participação gratuita e sem necessidade de inscrição prévia ou agendamento

 

(São Caetano do Sul)  

·         ParkShopping São Caetano

 

Período: Até 19 de julho de 2026

Local: Piso L2, ao lado da Cacau Show

Endereço: Alameda Terracota, 545, Cerâmica, São Caetano do Sul-SP | 09531-190

Horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 14h às 20h

Participação gratuita e sem necessidade de inscrição prévia ou agendamento



Você come rápido demais? Veja como isso pode afetar a digestão e o peso

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Hábito comum pode prejudicar a saciedade e causar desconfortos digestivos

Na correria do dia a dia, muitas pessoas acabam fazendo as refeições com pressa, mas esse hábito pode trazer impactos para a saúde. Comer rápido demais dificulta a percepção de saciedade e pode levar ao consumo excessivo de alimentos. 

“O cérebro leva alguns minutos para entender que o corpo já está satisfeito. Quando a pessoa come muito rápido, tende a ingerir mais do que o necessário”, explica Paula Louro, professor de nutrição da Faculdade Anhanguera. 

Além do impacto no controle do peso, a forma como se come também interfere diretamente na digestão. “A mastigação inadequada sobrecarrega o sistema digestivo e pode causar sintomas como estufamento, azia e sensação de desconforto após as refeições”, completa a professora. 

Outro ponto de atenção é que comer rápido pode estar associado a hábitos automáticos, como se alimentar em frente a telas ou sem prestar atenção no que está sendo consumido.

 

Como desacelerar na hora de comer? Confira dicas:

  • Mastigue bem os alimentos: isso facilita a digestão e ajuda na saciedade
  • Evite distrações: desligue telas e preste atenção na refeição
  • Faça pausas durante a refeição: apoie os talheres entre as garfadas
  • Respeite os sinais do corpo: pare de comer ao se sentir satisfeito
  • Reserve um tempo para comer: evite fazer refeições com pressa

Adotar uma alimentação mais consciente pode trazer benefícios não só para o controle do peso, mas também para a digestão e a relação com a comida.

  

Anhanguera
Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site.



A cirurgia mais desejada das redes sociais não é indicada para todo mund

Popularizada por celebridades e influenciadores, a Lipo LAD se tornou sinônimo de corpo definido, mas especialistas alertam que o procedimento exige características físicas específicas e pode gerar expectativas irreais quando escolhido apenas pela estética.


Poucos procedimentos estéticos ganharam tanta visibilidade quanto a Lipo LAD. Popularizada por celebridades, atletas e influenciadores digitais, a técnica se tornou sinônimo de abdômen definido e contornos corporais mais evidentes. O resultado chamou a atenção de milhares de brasileiros, mas também trouxe uma dúvida frequente aos consultórios: afinal, a Lipo LAD é realmente a melhor opção para todo mundo? 

O interesse crescente pelo procedimento acompanha o avanço do mercado estético brasileiro. Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que o Brasil segue entre os países que mais realizam procedimentos estéticos no mundo, com destaque para cirurgias corporais. Ao mesmo tempo, as redes sociais passaram a exercer influência direta na forma como pacientes escolhem tratamentos e definem expectativas sobre seus resultados. 

Apesar da popularidade, especialista da PinkMed explica que a principal diferença entre a Lipo LAD e a lipoaspiração tradicional está no objetivo do procedimento. Enquanto a técnica convencional busca remover gordura localizada e melhorar o contorno corporal de forma mais homogênea, a Lipo LAD utiliza uma abordagem mais detalhada para evidenciar a anatomia muscular já existente. 

“A Lipo LAD não cria músculos. Ela destaca estruturas que o paciente já possui. Por isso, a qualidade da musculatura, o percentual de gordura e os hábitos de vida são fatores fundamentais para determinar se a técnica faz sentido ou não”, explica Dr. Ricardo Votto - cirurgião plástico tesoureiro da Regional de Santa Catarina da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Chefe do Serviço de Cirurgia Plástica e Queimados do Hospital Universitário da UFSC e parceiro PinkMed. 

Esse é justamente um dos maiores equívocos observados pelos especialistas. Muitos pacientes chegam ao consultório acreditando que o procedimento será capaz de entregar resultados semelhantes aos vistos em fotos de celebridades ou influenciadores, sem considerar que boa parte dessas pessoas já possui rotina intensa de exercícios físicos, alimentação controlada e características corporais específicas. 

Além disso, a Lipo LAD costuma ser mais indicada para pacientes que apresentam baixo percentual de gordura corporal e boa definição muscular prévia. Em pessoas que ainda estão em processo de emagrecimento ou que possuem flacidez significativa, a lipoaspiração tradicional ou até mesmo outros tratamentos podem trazer resultados mais naturais e satisfatórios. 

Outro aspecto importante envolve a segurança. Como qualquer procedimento cirúrgico, tanto a Lipo LAD quanto a lipoaspiração convencional exigem avaliação individualizada, exames pré-operatórios e acompanhamento especializado. A escolha baseada exclusivamente em tendências das redes sociais pode levar a expectativas irreais e aumentar o risco de frustração com o resultado final. 

Para o médico, o foco da decisão deveria estar menos no nome da técnica e mais no objetivo do paciente. “Muitas vezes a pessoa chega pedindo uma Lipo LAD, mas o que ela realmente busca é reduzir gordura localizada ou melhorar o contorno corporal. O papel do cirurgião é entender essa expectativa e indicar o procedimento mais adequado para aquele caso.”

A influência digital também tem ampliado a circulação de informações incompletas sobre o tema. Vídeos curtos e conteúdos altamente editados costumam mostrar apenas o resultado final, sem abordar fatores como recuperação, necessidade de manutenção dos hábitos saudáveis, possibilidade de retoques e limitações individuais. Isso contribui para a construção de uma percepção muitas vezes distante da realidade clínica. 

Assim, cresce a importância de pesquisar cuidadosamente o profissional responsável pelo procedimento. Além de verificar o registro médico e a especialização adequada, especialistas recomendam buscar informações em plataformas confiáveis que permitam analisar a trajetória do profissional e entender melhor os procedimentos realizados. A PinkMed atua justamente nesse processo ao conectar pacientes a cirurgiões plásticos e dermatologistas qualificados, oferecendo mais transparência e segurança durante a tomada de decisão.

“A discussão entre Lipo LAD e lipo tradicional não deveria ser encarada como uma competição entre técnicas. Ambas possuem indicações específicas e podem gerar excelentes resultados quando utilizadas no perfil correto de paciente. A melhor escolha continua sendo aquela construída a partir de avaliação médica individualizada, objetivos realistas e uma compreensão clara sobre o que cada procedimento pode efetivamente entregar”, conclui.
 

Sobre a PinkMed

A PinkMed é uma healthtech brasileira que conecta pacientes a médicos e especialistas da área estética por meio de uma plataforma focada em transparência, segurança e informação verificada. A startup reúne profissionais com registro ativo, conteúdos educativos, avaliações, resultados reais de procedimentos e ferramentas de busca que ajudam pacientes a tomarem decisões mais conscientes antes de realizar cirurgias plásticas ou tratamentos estéticos.

A plataforma oferece soluções de tecnologia e inteligência artificial para gestão de atendimento, anonimização de imagens e monitoramento de presença digital de profissionais da saúde.

Lançada oficialmente em 2026, a startup já ultrapassa 100 mil acessos mensais e foi selecionada pela WOW Aceleradora entre mais de 328 startups inscritas, integrando o grupo das seis empresas aceleradas pela organização. A empresa tem sede em Florianópolis (SC) e nasceu a partir da percepção dos fundadores sobre a necessidade de mais confiabilidade, rastreabilidade e segurança no mercado de estética e cirurgia plástica no Brasil.


HEF reforça importância do Teste do Pezinho para diagnóstico precoce de doenças em recém-nascido

Durante o mês de conscientização da Triagem Neonatal, hospital orienta famílias sobre a importância do acompanhamento infantil

 

Durante o mês de junho, período em que é celebrado o Dia Nacional do Teste do Pezinho, lembrado em 6 de junho, o Hospital Estadual de Formosa (HEF), unidade do Governo de Goiás administrada pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED), reforça a importância da Triagem Neonatal para a promoção da saúde infantil. Simples, rápido e gratuito, o exame é fundamental para a identificação precoce de doenças que podem comprometer o desenvolvimento da criança caso não sejam diagnosticadas e tratadas nos primeiros dias de vida.  

Realizado por meio da coleta de gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido, o Teste do Pezinho deve ser feito preferencialmente entre o 3º e o 5º dia após o nascimento. A triagem permite detectar uma série de condições genéticas, metabólicas e hormonais que, quando identificadas precocemente, podem receber acompanhamento e tratamento adequados, reduzindo significativamente os riscos de complicações e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.  

No HEF, o exame faz parte da assistência neonatal prestada aos bebês nascidos na unidade. Além da realização da coleta, as equipes multiprofissionais orientam pais e responsáveis sobre a importância do acompanhamento pediátrico e da continuidade dos cuidados após a alta hospitalar.  

A coordenadora de enfermagem da maternidade do HEF, Stéfany Caixeta, destaca que a realização do exame dentro do período recomendado é essencial para garantir a efetividade da triagem. “O Teste do Pezinho representa uma das principais estratégias de prevenção em saúde infantil. Quanto mais cedo uma condição é identificada, maiores são as chances de iniciar o tratamento adequado e proporcionar um desenvolvimento saudável para a criança”, afirma. 

 

Cuidado que começa nos primeiros dias de vida  

Referência em assistência materno-infantil na região do Entorno do Distrito Federal, o HEF mantém uma atuação voltada para a segurança e o bem-estar de mães e bebês desde o pré-parto até o acompanhamento neonatal. A maternidade da unidade oferece atendimento humanizado e qualificado, alinhado às diretrizes do Ministério da Saúde e às boas práticas de assistência obstétrica e neonatal.  

Além da realização de exames essenciais para os recém-nascidos, o hospital desenvolve ações permanentes de incentivo ao aleitamento materno, fortalecimento do vínculo entre mãe e bebê e orientação às famílias sobre os cuidados necessários nos primeiros meses de vida. O trabalho integrado das equipes assistenciais, aliado à capacitação contínua dos profissionais, fortalece o compromisso da unidade com uma assistência cada vez mais segura, acolhedora e resolutiva. 

 

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