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segunda-feira, 16 de junho de 2025

Corpus Christi: Feriado Municipal, SMDET comunica o funcionamento de serviços a partir de 19 de junho.

Durante o feriado, os serviços da Prefeitura relacionados ao empreendedorismo e à empregabilidade podem ser acessados virtualmente.

O atendimento presencial será retomado em 23 de junho. 

 

Em razão do feriado municipal de Corpus Christi, celebrado em 19 de junho, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET) informa a suspensão temporária de suas atividades a partir da quinta-feira, conforme determina o Decreto nº 50.023/2008.

A rede Cate - Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo estará fechada, retomando o serviço ao público a partir de segunda-feira (23), das 8h às 17h. Durante o período de fechamento., o trabalhador pode utilizar o suporte do Portal Cate para busca por vagas de emprego, cursos on-line e mais informações.

Os serviços ofertados pela Ade Sampa, como atendimento ao empreendedor e a rede de coworking Teia, também estarão suspensos no período.

Pela plataforma também é possível se inscrever para o mutirão de emprego, Contrata SP – LGBTQIA+, que será realizado no Cate Central, em 18 junho de junho. As inscrições vão até o dia 17 de junho pelo Portal Cate. São mais de 200 vagas de emprego disponíveis em diversas áreas.

 

Programa Operação Trabalho

Os beneficiários do Programa Operação Trabalho não terão atividades formativas nos Centros POT durante o feriado prolongado, assim como atuação nas frentes de trabalho.

 

Serviço

Agendamento

Central 156

https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal

• Habilitação do Seguro-Desemprego

• Formalização para o MEI — Microempreendedor Individual

Unidades do Cate, das 8h às 17h (sem atendimento nos dias 19 e 20 de abril)

 

Zona Central

· Cate Central - Av. Rio Branco, 252 – Campos Elíseos

· Cate Central - Rua Quinze de Novembro, 268 (Descomplica SP)

 

Zona Norte

· Cate Freguesia/Brasilândia - Av. João Marcelino Branco, 95 – Vila dos Andrades (Descomplica SP)

· Cate Jaçanã/Tremembé  - Rua Luis Stamatis, 300 - Jaçanã (Descomplica SP)

· Cate Jaraguá - Estrada de Taipas, 990 – Pq. Nações Unidas (Descomplica SP)

· Cate Perus - Rua Ylídio Figueiredo, 285 – Perus (Descomplica SP)

· Cate Pirituba - Rua Paula Ferreira, 1708 – Vila Pirituba (Descomplica SP)

· Cate Santana - Av. Tucuruvi, 808 – Tucuruvi (Descomplica SP)

· Cate Casa Verde - Avenida Ordem e Progresso, 1001 (Descomplica SP)

· Cate Vila Maria/Vila Guilherme - Rua General Mendes, 111 – Vila Maria Alta (Descomplica SP)

· Cate CIC Norte - Rua Ari da Rocha Miranda, 36 - Conjunto Habitacional Jova Rural

 

Zona Sul

· Cate Campo Limpo - Av. Giovanni Gronchi, 7143 - 4º andar - Vila Andrade (Descomplica SP)

· Cate Cidade Ademar - Av. Yervant Kissajikian, 416 – Vila Constância (Descomplica SP)

· Cate Interlagos - Av. Interlagos, 6122 - Interlagos

· Cate Ipiranga - Rua Breno Ferraz do Amaral, 425 – Ipiranga (Descomplica SP)

· Cate Jabaquara - Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2314 - Jabaquara (Descomplica SP)

· Cate M’Boi Mirim – Av. Guarapiranga, 1695 – Vila Socorro (Descomplica SP)

· Cate Parelheiros - Estrada Ecoturística de Parelheiros, 5252 – Jd. Dos Alamos (Descomplica SP)

· Cate Santo Amaro - Praça Floriano Peixoto, 54 – Santo Amaro (Descomplica SP)

· Cate Vila Mariana - Rua José de Magalhães, 500 - Vila Clementino (Descomplica SP)

. Cate Capela do Socorro - Rua Cassiano dos Santos, 499 – Jd. Clipper (Descomplica SP)

. Cate CIC Sul - Rua José Manoel Camisa Nova, 100

 

Zona Leste

· Cate Aricanduva – Av. Aricanduva, 5777 – Aricanduva (Descomplica SP)

· Cate Cidade Tiradentes - Av. Ragueb Chohfi, 7001 – Guaianases (Descomplica SP)

· Cate Cidade Tiradentes 2 - Rua Inacio Monteiro, 6900 - Andar Térreo do Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes  (Descomplica SP)

· Cate Guaianases - Rua Copenhague, 92 – Guaianases (Descomplica SP)

· Cate Itaim Paulista - Av. Marechal Tito, 3012 – São Miguel Paulista (Descomplica SP)

· Cate Itaquera - Rua Augusto Carlos Bauman, 851 - Itaquera

· Cate Itaquera 2 - Av Itaquera 6735 (Descomplica SP)

· Cate Penha - Rua Candapuí, 492 – Vila Marieta (Descomplica SP)

· Cate São Mateus - Av. Ragueb Chohfi, 1400 – Jd. Três Marias (Descomplica SP)

· Cate São Miguel Paulista - Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 – Vila Jacuí (Descomplica SP)

· Cate Sapopemba - Av. Sapopemba, 9064 – Jd. Aurora (Descomplica SP)

· Cate Vila Prudente - Av. do Oratório, 172 – Jd. Independência (Descomplica SP)

· Cate Ermelino Matarazzo - Rua Boturussu, 1180 – Parque Boturussu (Descomplica SP)

· Cate Mooca – Rua Hipódromo, 1552 – Mooca (Descomplica SP)

 

Zona Oeste

· Cate Butantã - Rua Doutor Ulpiano da Costa Manso, 201 – Jd. Peri (Descomplica SP)

· Cate Pinheiros - Avenida Dra. Ruth Cardoso, 7123 (Descomplica SP)

· Cate Lapa - Rua Guaicurus, 1000 – Água Branca (Descomplica SP)

· Cate Pinheirinho D'agua - Rua Camillo Zanotti (CEU)

 

Inscrições para vagas de emprego e qualificação profissional no Portal Cate

www.cate.prefeitura.sp.gov.br

 

Ade Sampa

Atendimento ao Empreendedor

E-mail: atendimento@adesampa.com.br

 

Mãos e Mentes Paulistanas (artesanato)

Confira a programação no site do Mãos e Mentes aqui

 

Atendimentos POT – Programa Operação Trabalho

•          Centro POT (Regiões central e sul)

Rua Líbero Badaró, 461 – Centro

Rua Izabel Schmidt, 187 – Santo Amaro

Telefone: 11- 95876-1887

•          Centro POT (Regiões norte e leste)

Rua Leão XIII, 202 – Jardim São Bento

Rua Fontoura Xavier 298 – Itaquera

Telefones: 11-3225-9189 / 11-97559-7077

•          Centro POT Redenção (região sul)

Rua José dos Santos Junior 563 - Campo Belo (região sul)

Telefone: 11 912742294

 

Rede Teia (coworking)

Confira aqui como utilizar a rede Teia

Acesse aqui para ir ao site

 

Casa de Agricultura Ecológica (CAE)

Confira a programação através do site

 

Cate Móvel inicia programação da segunda quinzena de junho por bairros como Campo Belo e Jardim Santa Fé

 

Imagem: WatsApp 

Os serviços da Prefeitura de São Paulo oferecem atendimento de empregabilidade e apoio ao empreendedorismo, entre os dias 16 e 28 de junho. 

  

A partir da hoje, segunda-feira, 16 de junho, a equipe do Cate Móvel, da Prefeitura de São Paulo, está presente em diversos pontos da cidade para oferecer apoio na busca por vagas de emprego. Os atendimentos são gratuitos e ocorrem nas regiões norte, sul e oeste da cidade de São Paulo.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho oferece diversos serviços, como a elaboração de currículos, o agendamento de entrevistas e a orientação para o uso do Portal Cate, que disponibiliza mais de 300 cursos gratuitos. Os atendentes também prestam suporte na emissão da carteira de trabalho digital.

 

Cronograma de atividades

Na zona norte, as vans estarão disponíveis de 16 a 18 de junho, das 9h às 15h, no Amigos da Parada de Taipas, localizado na Av. Cantídio Sampaio, 6530.

Na zona sul, as ações começam na E.E. Christiano Altenfelder, no Jardim Santa Fé, em 18 de junho; com parada também nessa região no dia 28,  na Associação Parque da Cocaia – R. Adélia da S. Mendes, 706. 

Já na zona oeste, o atendimento ocorrerá, na sede da Liga Solidária, na Av. Heitor A. E. Garcia, 5985.

Para os atendimentos, é necessário levar RG, CPF e carteira de trabalho, seja no formato físico ou digital.

 

Serviço

Zona Norte

Data: 16 a 18/06 

Local: Amigos da Parada de Taipas – Av. Cantídio Sampaio, 6530 

Hora: 09h às 15h

 

Zona Oeste

Data: 16, 17 e 18/06 

Local: Liga Solidária – Av. Heitor A. E. Garcia, 5985 

Hora: 09h às 15h

 

Zona Sul

 

Data: 18/06 

Local: E.E. Christiano Altenfelder – R. Júlia Maméia, 45 – Jd. Santa Fé  

Hora: 08h às 12h

 

Data: 28/06 

Local: Assoc. Parque da Cocaia – R. Adélia da S. Mendes, 706 

Hora: 10h às 15h30

 

domingo, 15 de junho de 2025

Frente fria, riscos em alta: como o clima impacta a saúde dos pets

Clima frio favorece doenças respiratórias, dores articulares e queda de imunidade em cães e gatos

 

Com a chegada do outono e a proximidade do inverno, os termômetros caem, os dias ficam mais curtos e os hábitos mudam – inclusive os dos animais de estimação. Menos dispostos a sair da cama e mais sensíveis a dores e infecções, cães e gatos precisam de cuidados especiais nos meses mais frios do ano, pois a queda de temperatura afeta diretamente a imunidade, o comportamento e o sistema osteoarticular dos pets.

“Assim como os humanos, os animais também sentem os efeitos do frio, especialmente os filhotes, os idosos e aqueles que já possuem predisposição genética ou doenças crônicas. O frio provoca rigidez muscular e vasoconstrição (redução do calibre dos vasos sanguíneos) no organismo dos animais, aumentando a densidade e o acúmulo de líquido nas articulações e reduzindo a circulação de oxigênio pelos tecidos, aumentando as dores. O sistema imunológico fica mais vulnerável e o risco de infecções respiratórias aumenta. Por isso, o outono é o momento ideal para adotar medidas preventivas e garantir uma transição segura para o inverno”, explica a médica-veterinária e consultora técnica da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.


Dores articulares aumentam com o frio

Um dos efeitos mais frequentes do clima frio é o agravamento de dores articulares em cães e gatos. Animais com displasia coxofemoral, artrose, luxação de patela ou outras alterações ortopédicas sofrem com o enrijecimento muscular e a piora da mobilidade em temperaturas mais baixas. “Muitos tutores observam que o animal demora mais para levantar, evita subir escadas ou demonstra relutância para caminhar. Esses são sinais clássicos de dor articular, que podem ser intensificados com o frio”, alerta a veterinária.

Nessas situações, o controle da dor deve ser orientado pelo médico-veterinário. Anti-inflamatórios, analgésicos, condroprotetores e relaxantes musculares podem ser formulados em apresentações adaptadas a cada animal — desde cápsulas palatáveis e biscoitos até xaropes, caldas e molhos — favorecendo a adesão ao tratamento e a resposta clínica.

Fitoterápicos e nutracêuticos também podem ser prescritos: “Na DrogaVET, manipulamos ativos como a cúrcuma, o colágeno tipo II e o ômega-3 de alta concentração, que são aliados naturais no combate à inflamação e na manutenção da saúde das articulações”, explica Farah. Esses compostos, associados a uma rotina de exercícios moderados, ambiente aquecido e conforto térmico, ajudam a manter a qualidade de vida de cães e gatos durante os meses frios.


Imunidade em baixa: hora de reforçar a defesa natural do organismo

As temperaturas mais baixas também afetam a imunidade dos pets e, com o organismo mais suscetível, doenças respiratórias tornam-se comuns, especialmente em locais fechados, com baixa ventilação ou grande concentração de animais. Entre as doenças mais recorrentes estão a traqueobronquite infecciosa canina – popularmente conhecida como gripe canina – e a rinotraqueíte felina, que provoca espirros, secreção nasal, conjuntivite e falta de apetite nos gatos.

“Essas enfermidades são altamente contagiosas e podem evoluir com complicações sérias, principalmente em animais não vacinados ou imunossuprimidos. Por isso, além de manter a vacinação em dia, é fundamental fortalecer a resposta imunológica com nutracêuticos manipulados sob medida para cada paciente, como própolis, beta-glucana, glutamina, zinco, vitamina C e vitamina E, que atuam diretamente na imunidade”, destaca Farah.


Menos disposição para brincar e se exercitar

Com o frio, a rotina de exercícios e estímulos também costuma ser reduzida. Muitos cães evitam sair para passear e ficam mais sedentários, o que pode resultar em ganho de peso, aumento da ansiedade e piora de quadros articulares. Os gatos, por sua vez, tendem a dormir mais e se movimentar menos, o que exige atenção redobrada do tutor para evitar a obesidade e o tédio.

A recomendação é adaptar as brincadeiras para dentro de casa, estimulando o pet com brinquedos interativos, túneis, bolinhas recheadas com petiscos e circuitos improvisados. Além disso, manter o ambiente aquecido com caminhas elevadas, cobertores e roupas apropriadas para cães de pelagem curta pode ajudar a manter o conforto térmico e a disposição para o movimento.


Prevenção é o melhor cuidado: como se antecipar aos riscos da estação

A queda de temperatura também pode afetar a pele e os pelos dos animais, causando ressecamento, descamação e aumento da oleosidade. Os banhos devem ser menos frequentes no inverno, sempre com água morna, ambiente fechado e secagem completa para evitar quedas na temperatura corporal. O ideal é optar por xampus dermatológicos, que mantenham o equilíbrio da pele e evitem o surgimento de dermatites.

Farah orienta que os tutores façam uma avaliação veterinária preventiva ainda no outono, especialmente para animais idosos, com histórico de doenças respiratórias, articulares ou imunológicas. “Com um bom planejamento, é possível minimizar os impactos do frio e garantir que o pet passe pelos meses frios com saúde e bem-estar.”


Soluções personalizadas e seguras

Referência em manipulação veterinária no Brasil, a DrogaVET oferece soluções individualizadas para os diferentes desafios de saúde enfrentados por cães e gatos no outono e no inverno. “Nosso trabalho é transformar o tratamento veterinário em algo seguro e eficaz, respeitando sempre a individualidade de cada paciente. Por isso, contamos com um portfólio amplo de nutracêuticos, fitoterápicos e medicamentos que podem ser manipulados em formas palatáveis e atraentes para os pets, facilitando a rotina dos tutores e promovendo qualidade de vida aos animais”, finaliza Farah. 



DrogaVET
www.drogavet.com.br


O pet é nosso: como casais podem lidar com o comportamento animal e evitar disputas

Pexels
Especialista orienta sobre limites, rotina e afeto saudável na criação conjunta de cães e gatos 



Ter um pet compartilhado pelo casal pode ser uma das experiências mais amorosas da vida a dois, mas também pode trazer desafios quando o assunto é comportamento, educação e favoritismos. Com a chegada de datas comemorativas, como o Dia dos Namorados, a convivência entre tutores e animais de estimação ganha ainda mais destaque, especialmente em lares onde cães ou gatos já fazem parte da família.
 

Segundo o professor Brener Amadeu, do curso de Medicina Veterinária da Una Catalão, os animais são extremamente sensíveis à dinâmica emocional da casa e às diferenças de conduta entre os tutores. “O pet não entende a hierarquia humana como nós, mas reconhece quem alimenta, brinca, impõe limites e oferece segurança. A partir disso, ele constrói vínculos e estabelece quem lidera em determinadas situações”, explica.

 

Regras claras evitam confusão 

Uma das principais armadilhas para casais que compartilham a guarda de um pet é a incoerência nas regras. Enquanto um tutor permite que o animal suba na cama, o outro pode proibir, por exemplo. “Essa inconsistência confunde o animal, que pode desenvolver ansiedade, testar limites e até assumir uma posição de controle. Em alguns casos, isso pode gerar desobediência ou comportamentos agressivos e possessivos”, alerta o professor. 

Amadeu orienta que o casal trate a criação do pet como um projeto em comum, com regras alinhadas, divisão de tarefas e rotinas bem definidas. Isso inclui alimentação, passeios, higiene, comandos e idas ao veterinário. “É importante agir com coerência, mas também com empatia. O animal não deve ser usado como desculpa para disputas ou desentendimentos entre o casal”, reforça.

 

Preferência por um dos tutores 

Muitos tutores se perguntam por que o pet parece “preferir” um dos parceiros. Para o professor, isso geralmente tem relação com o tipo de interação. “O animal tende a se apegar mais a quem oferece estímulos positivos. Mas isso não significa rejeição ao outro tutor”, diz. 

Entretanto, quando o animal ignora, evita ou demonstra agressividade com um dos tutores, é sinal de que há algo desajustado na convivência. “Nesses casos, é importante observar a relação como um todo e, se necessário, procurar ajuda profissional”, recomenda.

 

Comportamentos que sinalizam estresse ou conflito 

Segundo o especialista, mudanças comportamentais podem indicar que o animal está sendo afetado por disputas internas no relacionamento. Entre os sinais estão: agressividade ou possessividade com um dos tutores, marcação de território dentro de casa, ansiedade, vocalizações constantes, mudanças de apetite e comportamentos compulsivos, como lamber as patas ou destruir objetos. 

“Nesse cenário, o ideal é que ambos os tutores participem do manejo comportamental, mantendo uma postura firme, calma e evitando reforçar atitudes indesejadas. Sessões de adestramento conjunto e uso de reforço positivo são estratégias eficazes para restabelecer o equilíbrio”, afirma.

 

Rotina, disciplina e afeto na medida certa 

Equilibrar amor e disciplina é fundamental. “Ter uma rotina estruturada, com horários para alimentação, descanso e brincadeiras, é essencial para a saúde física e emocional do animal. Isso oferece segurança e evita a confusão de papéis que a humanização excessiva pode causar”, pontua. 

O professor destaca que tratar o pet como um bebê pode parecer fofo, mas prejudica o desenvolvimento emocional do animal, gerando ansiedade, dependência, dificuldade de socialização e até distúrbios comportamentais. “A melhor forma de amar um animal é respeitar sua natureza”, finaliza.


Una 


Como identificar sinais de estresse em cães?

 

Latidos excessivos, alterações na postura corporal e até mudanças no apetite são alguns dos sinais que podem indicar que o pet está sofrendo de estresse

 

Conhecidos por seu temperamento alegre e energético, os cães costumam transmitir a impressão de que estão sempre bem, prontos para brincar e socializar. No entanto, o estresse também pode acometê-los. Este fenômeno, mais comum do que se imagina, pode ser desencadeado por uma variedade de fatores, como mudanças no ambiente, ausência prolongada do tutor, barulhos altos ou mesmo interações sociais indesejadas. Embora os cães não possam verbalizar o que sentem, eles demonstram o estresse por meio de comportamentos e sinais físicos, que, quando reconhecidos, podem ajudar a buscar o suporte necessário.

“O estresse em cães pode ser difícil de perceber, especialmente porque muitos pets demonstram disposição e alegria no dia a dia. Muitas vezes, a impressão é de que eles estão sempre bem, mas essa fachada pode mascarar sinais de estresse que, quando ignorados, afetam negativamente a saúde do animal”, destaca Marina Tiba, médica-veterinária e gerente de produto da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal.

Os principais sinais de estresse incluem comportamentos agitados, como andar de um lado para o outro; alterações na postura, como tremores, orelhas para trás, corpo encolhido ou cauda entre as patas; problemas comportamentais, como urinar ou defecar dentro de casa, agressividade ou hiperatividade repentina; e perda de pelo, especialmente quando combinada com outros sinais.

Outros sintomas incluem bocejos frequentes, que não estão necessariamente relacionados ao sono, lambedura excessiva, especialmente nas patas, tremores e o ato de se coçar de forma repetitiva, mesmo na ausência de parasitas ou alergias. O estresse também pode se manifestar por comportamentos destrutivos, como roer móveis ou cavar incessantemente, bem como em vocalizações excessivas, como latidos ou choros. Mudanças na alimentação e no apetite também são comuns.

O mais importante para ajudar os cães a lidarem com o estresse é procurar a orientação de um profissional comportamental. Esses especialistas podem avaliar a situação de forma detalhada e sugerir as melhores práticas para reduzir o estresse, como mais caminhadas, brincadeiras ou ajustes na rotina. Caso necessário, também podem recomendar intervenções adicionais, como terapias comportamentais ou, em situações específicas, o uso de fármacos.

Além disso, os tutores devem adotar uma abordagem compreensiva e preventiva. Uma das primeiras ações recomendadas é identificar e, sempre que possível, eliminar ou minimizar os fatores estressantes. Por exemplo, se barulhos altos, como fogos de artifício ou tempestades, estiverem causando o estresse, deve-se criar um ambiente seguro e confortável para que o cão se sinta protegido. Proporcionar uma rotina consistente, com horários regulares para alimentação, passeios e brincadeiras, também é fundamental, pois a previsibilidade contribui para o bem-estar emocional do animal, como explica Marina.

Outra estratégia eficaz é o uso de enriquecimento ambiental. Brinquedos interativos, como aqueles que liberam petiscos, e atividades que estimulam os instintos naturais do cão, como busca e caça, ajudam a manter a mente ocupada e reduzem o impacto de fatores estressantes. Caminhadas e exercícios físicos regulares são igualmente importantes, pois não só melhoram a saúde do cão, como também ajudam a liberar energia acumulada, diminuindo o nível de estresse.

Além dessas medidas, o uso de produtos à base de feromônios sintéticos tem se mostrado uma alternativa eficaz no controle do estresse canino. “Feromônios sintéticos imitam os sinais químicos naturais produzidos por fêmeas lactantes, transmitindo uma sensação de segurança, familiaridade e conforto ao cão. Disponíveis em formatos como difusor, spray e coleira, essas soluções podem ser usadas tanto em casa quanto em situações externas, como viagens, visitas ao médico-veterinário ou passeios, ajudando a manter o bem-estar do pet”, explica a profissional.

Com a devida atenção aos sinais e a adoção de práticas que promovam o bem-estar, é possível reduzir significativamente os níveis de estresse nos cães, garantindo-lhes uma vida mais tranquila e saudável. “Oferecer um ambiente seguro e enriquecedor é essencial para que o animal se sinta amado e protegido, independente das adversidades que possa enfrentar”, finaliza Marina.



Ceva Saúde Animal
www.ceva.com.br


O amor da sua vida pode ter 4 patas: projeto Pet Chef Chico Adote transforma histórias de abandono em recomeços

Fundadoras do Projeto, Maria e Gisela Mattos
Iniciativa une resgate, alimentação natural e adoção responsável para oferecer uma nova chance a cães e gatos em situação de vulnerabilidade

 

Em um mês em que se fala tanto sobre o amor, o projeto Pet Chef Chico Adote lembra que ele pode estar onde menos se espera: no olhar assustado de um cão resgatado, em um ronronar tímido, em um gesto de cuidado. Criada com o propósito de resgatar, acolher e alimentar cães e gatos abandonados, a iniciativa acredita que todo animal merece mais do que um lar — merece dignidade, saúde, afeto e a chance de ser, enfim, amado. 

Os animais resgatados são encaminhados para um abrigo parceiro, com estrutura e cuidados pagos pelo projeto, onde recebem atenção especializada e alimentação natural preparada especialmente para fortalecer sua saúde e aumentar suas chances de adoção. Cada etapa do processo é acompanhada de perto, respeitando o tempo e a personalidade de cada pet. Mais do que resgatar, o Pet Chef Chico Adote busca reconstruir.

A adoção, quando acontece, não é um fim, mas um recomeço. Com um processo responsável, que inclui entrevistas e acompanhamento posterior, o projeto garante que os animais sejam acolhidos em famílias preparadas para recebê-los — e também está presente quando as adoções não dão certo, oferecendo suporte e acolhimento, sem jamais abandonar novamente quem já foi deixado para trás. 

Foi assim com a Renata, que adotou o Dengo após conhecer sua história de abandono. “No caminho de volta pra casa ele tremia, assustado, e eu o abracei o tempo todo. Hoje, ele é meu companheiro, carinhoso e tranquilo. A adoção requer paciência, mas o amor que se recebe de volta é imenso. Vale muito a pena.” 

Já a Amanda viu a foto da Mabel nas redes sociais do projeto e teve certeza de que era ela. “Minha filha diz que nós três somos como a Ohana do filme Lilo & Stitch — e a Mabel é o nosso Stitch. A chegada dela preencheu a casa com amor. Mas é importante dizer: adotar exige consciência. Não é só postar foto, é cuidar, acolher, entender que um pet é um membro da família.” 

Ao longo dos meses, o projeto já mudou o destino de dezenas de animais, muitos deles deixados nas ruas ainda filhotes, doentes ou vítimas de maus-tratos. Cada um carrega marcas — físicas ou emocionais — que são tratadas com carinho, paciência e o alimento certo. 

“O Chico Adote nasceu de uma dor, mas também de uma esperança. Acreditamos que cada resgate é uma possibilidade de transformar não só a vida do animal, mas também a de quem adota”, afirma Maria Silvia Mattos, sócia-fundadora. Com um trabalho contínuo, o Pet Chef Chico Adote mostra que o verdadeiro amor, muitas vezes, não é aquele que se busca, mas aquele que nos encontra — com patas, pelos, e uma imensa vontade de recomeçar.
 

Sobre o Pet Chef Chico 

O Pet Chef Chico nasceu para oferecer alimentação saudável e saborosa para pets, com marmitas naturais feitas por especialistas, garantindo nutrição equilibrada e sem conservantes artificiais. Práticas e congeladas, facilitam o dia a dia dos tutores, promovendo mais saúde e bem-estar. 

Além da alimentação, o Pet Chef Chico - Adote um Amigo auxilia no resgate e reabilitação de cães e gatos retirados das ruas. Em parceria com lares temporários, como a Hospedagem da Tia Ca, os animais recebem cuidados até a adoção, com alimentação especial para que fiquem saudáveis. 

A marca também criou o Pet Chef Chico Petiscos, uma linha de snacks naturais que complementa a dieta dos pets com sabor e qualidade. O Pet Chef Chico segue inovando para transformar a alimentação e a vida dos animais, promovendo mais saúde e carinho.


Arraial pet: o que eles podem ou não beliscar?

Veterinária da Nouvet orienta como incluir seu pet na festa junina de forma segura
 

Com o início da temporada de festas juninas, é comum que os pets fiquem curiosos e até pidões ao redor das barraquinhas e mesas de comida. Apesar de parecer inofensivo dividir um pedacinho das guloseimas, é preciso ter cuidado com o que os animais consomem. 

“Com planejamento e cautela, é possível sim incluir os amigos de quatro patas no arraial de forma segura e saudável, tornando a festa agradável para todos”, afirma Marina Meireles, veterinária do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. “Vale reforçar que qualquer decisão sobre o que oferecer aos pets deve ser alinhada com o veterinário de confiança”, complementa. 

A seguir, Marina lista os principais alimentos que podem ou não ser compartilhados com os pets, para garantir que eles participem da celebração sem comprometer sua saúde.



Alimentos proibidos para pets:
 

Chocolate: Principalmente doces como brigadeiro, são extremamente tóxicos para cães e gatos devido à presença de teobromina, uma substância que eles não conseguem metabolizar adequadamente. Quanto mais escuro o chocolate, maior a concentração de teobromina, sendo especialmente perigoso para animais de pequeno porte. Sua ingestão pode causar tremores, desregulações intestinais, aceleração cardíaca e, em casos mais graves, convulsões.
 

Cebola, alho e temperos fortes: Comuns principalmente em caldos ou na amada farofa, tanto a cebola quanto o alho têm compostos sulfurosos, como o tiossulfato, que causam danos às células vermelhas do sangue, levando à anemia hemolítica. Seu consumo pode gerar fraqueza, gengivas esbranquiçadas e dificuldade respiratória.
 

Massas cruas ou fermentadas: O fermento nas massas pode expandir no estômago dos animais, causando inchaço, dor intensa e obstrução gástrica. Além disso, durante o processo de fermentação, há a produção de álcool, que pode levar à intoxicação alcoólica.
 

Carnes gordurosas ou com ossos pequenos: Os famosos espetinhos ou a carne de linguiça são proibidos. O excesso de gordura pode desencadear pancreatite, uma inflamação grave no pâncreas, com sintomas como vômitos persistentes, dor abdominal e fraqueza. Já os ossos pequenos, ao serem mastigados, podem se fragmentar, provocando engasgos ou perfurações.
 

Doces e sobremesas: Principalmente aqueles que contêm xilitol, um adoçante extremamente tóxico para cães, visto que liberam uma alta dosagem de insulina no sangue. A liberação de insulina implica na diminuição de glicose, podendo gerar convulsões.



O que pode ser oferecido (com moderação):
 

Se quiser incluir seu pet na festa, opte por alimentos naturais e em pequenas quantidades, sem temperos ou condimentos.
 

Frango ou carne cozida sem temperos: Essas carnes são uma excelente fonte de proteína magra, ideal para a manutenção da saúde muscular e geral dos pets. Quando preparados sem sal, temperos, alho ou cebola, são de fácil digestão e baixas em gordura, o que reduz o risco de problemas gastrointestinais.
 

Cenoura, abobrinha e batata cozidas (sem sal ou manteiga): Esses vegetais são opções naturais e ricas em nutrientes, sendo facilmente digeríveis e boas fontes de vitaminas e fibras. A cenoura, em especial, é uma ótima opção por contribuir para a higiene bucal do pet pela sua crocância. 

Frutas, como maçã (sem sementes) e banana: Essas frutas contêm pouca gordura e têm um sabor naturalmente doce, além de serem ricas em vitaminas e fibras, sendo uma boa alternativa saudável de petisco.
 

Milho cozido ou pipoca sem temperos: O milho cozido, quando servido sem sal, manteiga ou outros condimentos, é uma opção segura e digestível para pets, fornecendo fibras e nutrientes. Já a pipoca pode ser oferecida com moderação, desde que seja estourada sem aditivos e totalmente livre de grãos duros ou não estourados que possam causar engasgos. Ambos são alternativas simples que podem ser incluídas nas comemorações, mas sempre em pequenas quantidades para evitar desconforto gastrointestinal. 

“Sempre ofereça os alimentos de forma simples, sem molhos, temperos ou aditivos que podem ser prejudiciais à saúde dos pets e fique atento às sobras, descartando alimentos que podem ser perigosos”, orienta a veterinária.
 

 Nouvet


Cinco dicas para cuidar dos pets durante as festas juninas

Médica veterinária do Grupo Petz explica quais medidas adotar para que cães e gatos passem pelo período com tranquilidade

 

As festas juninas são marcadas por comidas típicas, fogueiras, música animada e fogos de artifício, criando um clima festivo e acolhedor para as pessoas. No entanto, esse mesmo ambiente pode representar riscos e causar desconforto para cães e gatos. Para ajudar os responsáveis a protegerem seus pets durante esse período, Camila Canno Garcia, médica veterinária e coordenadora de qualidade e processos técnicos do Grupo Petz, destaca orientações importantes sobre como manter os animais seguros e tranquilos em meio às comemorações.


Adote medidas para proteger os pets 

Cães e gatos têm audição e olfato muito mais apurados que os humanos, tornando-se mais suscetíveis aos sons altos dos fogos e aos cheiros de fumaça. Para minimizar o impacto, é possível utilizar protetores auriculares próprios para pets (com orientação veterinária), além de feromônios sintéticos que ajudam a promover sensação de bem-estar. Fogueiras e fogos de artifício devem ser mantidos longe dos animais, não apenas pelo estresse, mas também pelo risco de queimaduras.


Mantenha os pets em locais seguros e tranquilos  

O barulho dos fogos e a movimentação intensa podem causar estresse. “É fundamental manter os pets em um ambiente tranquilo da casa, com acesso à caminha, brinquedos e água fresca”, orienta Garcia. Sons ambientes, como música suave ou a TV ligada, ajudam a abafar ruídos externos.

Evite que os animais tenham acesso à rua ou áreas externas: portões, janelas e portas devem estar bem fechados. Em festas com convidados, não force interações – o pet deve poder se afastar se quiser e sempre sob supervisão.


Cuide  da alimentação

As comidas típicas das festas juninas são perigosas para os pets. Alimentos como paçoca, chocolate, milho com manteiga, pamonha, bolos e bebidas alcoólicas ou com cafeína podem causar intoxicações graves. “Se o animal ingerir algum desses itens, nunca provoque o vômito sem orientação. Leve-o imediatamente ao veterinário, levando, se possível, a embalagem do alimento”, alerta o especialista.

Para quem quer incluir os pets na comemoração, é possível oferecer petiscos naturais e seguros, como milho, abóbora ou batata-doce cozidos (sem temperos), ou frutas como maçã e banana. Garcia reforça que é importante consultar o médico veterinário para avaliar a recomendação de forma individual, de acordo com o estilo de vida e saúde do animal. 


Invista em looks confortáveis 

Para muitos, vestir o pet com roupas juninas faz parte da festa. Nesse caso, o ideal é escolher fantasias leves, que permitam movimentos livres e não interfiram nas necessidades básicas do animal, como se alimentar ou beber água. Também é importante observar se o pet está confortável com a roupa – se houver sinais de incômodo, a fantasia deve ser retirada.


Garanta a segurança do seu pet durante os passeios

Nos passeios, o uso de coleira é indispensável, assim como manter vacinas, vermífugos e controle de pulgas e carrapatos em dia. “A identificação do animal com plaquinha ou microchip também é essencial para facilitar sua devolução em caso de fuga”, finaliza o especialista.

 

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O que os casais do Animália Park revelam sobre vínculo e convivência

Enquanto humanos trocaram flores e jantares para celebrar o Dia dos Namorados, no Animália Park, casais de diferentes espécies vivem relações marcadas por vínculos afetivos, parceria na rotina e até fidelidade a longo prazo. A data foi uma oportunidade para observar como o comportamento animal também expressa formas de cuidado, conexão e escolha de parceiros, muitas vezes com rituais complexos e surpreendentes.

Entre as aves, a monogamia é comum em diversas espécies. Cisnes, gansos e patos, por exemplo, formam pares por temporada ou por toda a vida. “No Animália, é possível observar casais de cisne-preto e coscoroba nadando lado a lado e exibindo comportamentos sincronizados, como levantar e abaixar o pescoço juntos, ou encostar os bicos em interações que reforçam o vínculo. Já os atobás mantêm relações cooperativas e duradouras, com rituais de cortejo marcados por vocalizações suaves e movimentos coordenados”, conta Diego Cecilio, coordenador de Condicionamento Animal do Animalia Park.  A fidelidade também se manifesta entre os grous, que, mesmo fora da época reprodutiva, seguem interagindo com gestos de afeto e danças sincronizadas, reforçando laços que podem durar por toda a vida.

Outras espécies surpreendem pelo colorido e comportamento durante o namoro. É o caso dos guarás, que exibem plumagem mais vibrante na temporada reprodutiva, oferecem gravetos como presente para o ninho e permanecem próximos em movimentos harmonizados. Entre os flamingos, a dança em grupo é o primeiro passo para a formação dos pares sazonais, com coreografias coletivas e trocas de gestos entre os casais. Já entre os tucanos, araçaris e psitacídeos como araras e papagaios, o vínculo é reforçado por comportamentos de cuidado mútuo, como a troca de alimento pelo bico e o alisamento das penas do parceiro.

Entre os mamíferos, embora a monogamia seja mais rara, algumas histórias de convivência também merecem destaque. As onças-pintadas Rudá e Clô compartilham o mesmo recinto, comportamento pouco comum entre indivíduos dessa espécie, que costumam ser solitários. “Fruto dessa interação, nasceu a filhote Maya, ano passado, marco importante para o programa de conservação do parque”, destaca Diego Cecilio, coordenador de Condicionamento Animal do Animalia Park. Outro exemplo vem das ariranhas, que vivem em grupos familiares estáveis. Casais dessa espécie dividem tarefas como caça, patrulha do território e cuidado com os filhotes, demonstrando laços duradouros e cooperação intensa.

A convivência entre pares também pode ser vista entre os sauins-de-coleira, que mantêm contato físico constante, trocas de vocalizações e grooming — comportamento em que limpam e organizam a pelagem um do outro. No caso das lontras, os vínculos são temporários, mas envolvem grande interação durante o período reprodutivo, com brincadeiras na água e movimentos sincronizados. Já entre os lêmures, há casais que demonstram ciúmes e afeto em relações curiosas e bastante expressivas.

O bem-estar desses casais é acompanhado de perto pelas equipes do Animália, que monitoram não apenas os aspectos físicos dos animais, mas também seu comportamento social e emocional. Os recintos são adaptados para permitir tanto a convivência quanto o afastamento, respeitando a dinâmica natural de cada espécie. Estímulos como construção de ninhos, exploração de objetos e brincadeiras simuladas ajudam a reforçar os vínculos e promover interações saudáveis.

Além de encantar o público, as histórias dos casais do parque refletem o compromisso da instituição com a conservação da biodiversidade e o respeito aos laços naturais entre os animais. Para quem visita o Animália nesta época do ano, a experiência ganha um tom ainda mais especial: observar como o amor se manifesta nas mais diversas formas e espécies.


Sobre o Animália Park

O parque é dividido em três áreas: Animália Diversão, Animália Reserva e Animália Forest.

O Animália Diversão tem 11.793 m². São 24 atrações para toda a família divididas em duas áreas, uma indoor com 7.4713 m² e 17 atrações que garantem a diversão mesmo em dias de chuva, e outra área ao ar livre com 4.380 m² e 7 atrações. A área ao ar livre ainda não está em funcionamento, e deverá ser inaugurada ainda este ano.

São brinquedos que agradam todas as idades, como montanha-russa, tirolesa, carrossel, barco viking, teleférico, entre muitas outras opções.

Já o Animália Reserva é um espaço com 300 mil m² dedicados à conservação e proteção animal e ambiental, integrando programas nacionais e internacionais. Sua concepção levou em consideração aspectos naturais da região onde o parque está instalado.

O passeio no Reserva é dividido em áreas que representam os continentes Africano, Americano, Asiático, Oceania, além de um aviário (Animália Forest) e Fazendinha Animália.

Com 1.300 animais de 170 espécies, o Animália Reserva é o que há de mais moderno em termos de conservação de animais no mundo.

O Animália Forest é um dos maiores aviários do mundo com 10 mil m², 576 espécies diferentes e o visitante tem contato direto com os animais que ficam totalmente soltos.

Em 2023, o aviário do parque foi escolhido pelo site de arquitetura ArchDaily, como um dos 100 melhores projetos do ano. O local que abriga mutuns, atobás, papagaios, araras, tucanos, entre muitos outros, possui um programa de reabilitação para esses animais em risco de extinção, muitos deles vindos de resgates, não tendo como voltarem para a natureza. Além de fornecer uma estrutura que permite a reprodução das espécies em seus habitats naturais, trazendo a conservação e preservação da fauna e flora em nosso país.


CINCO SINAIS DE QUE SEU PET PRECISA MUDAR A ALIMENTAÇÃO

Queda de pelo, falta de apetite, sobrepeso e muitos outros. Veja alguns sinais de que você precisa mudar a alimentação do seu bichinho de acordo com o veterinário da Pet Delícia.

 

Em algum momento o seu cão ou gato já enjoou da alimentação? Você já pensou em trocar por uma opção mais saudável, nutritiva? A alimentação natural veio para ficar, possui diversos sabores e podem ser oferecidos junto a ração comum ou sozinha. Ela é destinada para todos os pets, mas principalmente aqueles casos notáveis em que o bichinho necessita de mais opções. 

O médico veterinário e diretor de produção Robson Vivas, da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural, explica que o “não querer comer” é apenas um dos sinais de que algo não vai bem com a alimentação do pet. “Assim como nós, os animais também podem perder o interesse pela comida. Imagine comer o mesmo prato: arroz, feijão e carne todos os dias, em todas as refeições. Uma hora enjoa, certo? Com os pets, é a mesma coisa. E quando isso acontece, outros sinais podem começam a surgir, indicando que pode haver um problema mais sério. Nesse momento, é fundamental procurar um veterinário para buscar alternativas saudáveis para mudar a alimentação” alerta. 

Sendo assim, veja os principais sinais de que seu pet precisa mudar a alimentação segundo o veterinário da Pet Delícia.

 

1. Queda excessiva de pelos e pelagem sem brilho
A qualidade da pelagem é um reflexo direto da nutrição do pet. “Se o animal está com queda intensa de pelos, coceiras frequentes e pelo opaco, isso pode indicar falta de nutrientes essenciais, como ácidos graxos e vitaminas”, explica o doutor.
 

2. Fezes muito volumosas ou com odor forte
Fezes em grande quantidade, moles ou com cheiro muito forte são sinais de que o alimento não está sendo bem absorvido. “Na alimentação natural, os ingredientes são de alta digestibilidade, o que resulta em fezes menores, com menos odor e mais firmes”, diz o veterinário.
 

3. Falta de apetite ou recusa da ração
Alguns pets simplesmente não gostam do sabor da ração industrializada ou acabam enjoando com o tempo. “Alimentos naturais oferecem uma grande variedade de texturas e sabores, o que pode estimular o apetite de forma saudável”, destaca Robson.
 

4. Sobrepeso ou dificuldade em manter o peso ideal
A obesidade é um problema comum entre os pets, muitas vezes causada por alimentos com excesso de carboidratos e aditivos. “Com uma dieta natural e balanceada, é possível controlar melhor a quantidade de calorias, ajudando o pet a manter um peso saudável”, afirma o especialista.
 

5. Problemas gastrointestinais recorrentes
Gases, vômitos e diarreias frequentes podem estar relacionados à sensibilidade alimentar. “Muitos tutores relatam uma melhora significativa dos sintomas após a introdução da alimentação natural, feita com ingredientes frescos e sem conservantes artificiais, ela ajuda na estabilidade da flora intestinal do bichinho”, completa Vivas.
 

Escolher alimentar o pet de forma saudável é olhar para além da saúde dele, também é um ato de amor e proteção. Quando buscamos alternativas que proporcionam um bem-estar físico e mais longevidade ao pet estamos dizendo a ele o quanto são importantes e merecem ser bem cuidados.


Pet Delícia
www.petdelicia.com.br


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