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sábado, 14 de junho de 2025

Descubra os melhores truques para o perfume durar o dia todo

 

Créditos: Angelika-Angelika/iStock

Escolher um perfume é como escolher o look do dia de acordo com seu humor: ele traduz quem somos, mas precisa durar por horas para deixar sua marca


Imagine borrifar um perfume ao amanhecer e sentir suas notas na pele até o fim do dia, como uma assinatura que te acompanha a cada passo. Fazer o perfume durar mais e projetar melhor é um desejo comum, mas exige cuidados que vão além de um simples borrifo. 

A textura da pele, o calor do ambiente e até o jeito de guardar o frasco mudam o jogo. Esse texto traz dicas práticas para aumentar a fixação e a projeção do perfume, mantendo a fragrância viva e marcante.


Tipos de fragrâncias e sua potência

A duração e a projeção de um perfume dependem de sua composição. As fragrâncias variam por concentração: eau de cologne (dura até 3 horas), eau de toilette (até 5 horas) e eau de parfum (até 8 horas).

Notas de fundo, como oud, âmbar e patchouli, fixam por mais tempo e projetam com força, enquanto cítricas e florais leves somem rápido. No clima quente do Brasil, que pode reduzir a fixação em até 30%, escolher um eau de parfum com tons intensos é uma aposta certeira para impactar o dia todo.


A pele e o clima fazem diferença

A química da pele é protagonista na performance do perfume. Peles oleosas seguram a fragrância por mais tempo e amplificam a projeção, enquanto peles secas deixam o cheiro escapar mais rápido. 

Uma solução simples é aplicar um creme hidratante sem fragrância antes do perfume, criando uma base que “gruda” a essência. O calor úmido, típico do Brasil, pode apagar o alcance do perfume, então borrifá-lo em ambientes frescos, como após sair do banho, ajuda a fixar. Manter a pele hidratada com loções diárias também faz o aroma viajar mais longe.


Técnicas de aplicação

Aplicar o perfume é a parte principal. Borrifar em pontos pulsáteis, pulsos, pescoço e atrás das orelhas, usando o calor do corpo para espalhar o aroma. Uma leve névoa nos cabelos ou em tecidos naturais, como um lenço de algodão, prolonga a duração, mas com cuidado, para evitar manchas. 

Nada de esfregar os pulsos: isso quebra as notas iniciais, enfraquecendo o cheiro. Para obter mais projeção, borrife a 10 cm de distância. Um toque de vaselina nos pulsos antes da aplicação forma uma barreira que segura o perfume.


Hábitos que reforçam o aroma

Pequenos rituais diários fazem o cheiro se manter. Usar um creme corporal da mesma linha do perfume ou um neutro cria camadas que intensificam a fragrância. Banhos mornos, em vez de quentes, preservam os óleos naturais da pele, que ancoram o aroma. 

Guardar o frasco em um canto fresco e escuro evita que o calor e a luz alterem sua fórmula. Levar uma versão miniatura para reaplicar ao longo do dia, especialmente após atividades intensas, mantém o cheiro vivo sem exageros.


O cheiro que fica

Fazer o perfume durar e se destacar está entre as escolhas mais espertas, e só necessita de cuidados simples. Da fragrância certa às técnicas de aplicação, cada detalhe ajuda o aroma a contar sua história. 

O clima e o tipo de pele não são barreiras, pois, com os truques certos, o perfume vira um companheiro sutil, trazendo autenticidade a cada instante do dia e em qualquer lugar que você vá.

 

Pele descascando no frio? Entenda as causas e como tratar

Especialista esclarece que reforçar a hidratação cutânea durante as baixas temperaturas é essencial


Com a chegada do frio, é comum perceber a pele mais ressecada, sensível e até descamando. Isso acontece porque as baixas temperaturas, associadas ao ar seco, reduzem drasticamente a umidade do ambiente — e, por consequência, da pele. A exposição ao vento, os banhos quentes e prolongados e o uso de aquecedores, que diminuem ainda mais a umidade do ar, comprometem a barreira de proteção natural da pele, facilitando a perda de água e deixando-a mais vulnerável a irritações, fissuras e desconforto.

“A pele sofre um choque térmico constante durante o inverno, e isso compromete sua barreira de proteção natural. Quando a hidratação não é reforçada, o ressecamento se intensifica e leva à descamação, coceira e até microfissuras, que podem evoluir para irritações”, explica Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, rede referência no desenvolvimento de cosméticos hipoalergênicos. “É essencial ajustar a rotina de cuidados conforme o clima. Produtos suaves, com ativos que restauram e protegem, fazem toda a diferença nessa época do ano.”

A boa notícia é que é possível prevenir e tratar a pele descascando com hábitos simples e eficazes. Veja a seguir cinco cuidados indispensáveis para manter a pele saudável e confortável durante os meses mais frios.

 

Reforce a hidratação com ativos específicos

No inverno, a pele perde água com mais facilidade, o que exige atenção redobrada à hidratação. É importante investir em fórmulas que atuem tanto na superfície quanto nas camadas mais profundas, ajudando a reter a umidade e restaurar a barreira cutânea.

Ingredientes como pantenol, alantoína e antioxidantes naturais são especialmente eficazes nesse processo. Quando usados de forma constante, esses ativos ajudam a suavizar áreas ásperas, prevenir rachaduras e reduzir a sensibilidade típica dos dias frios.

 

Atenção redobrada à região dos olhos

A área dos olhos é uma das mais sensíveis do rosto — é a que mais denuncia os efeitos do clima seco. A pele fina dessa região perde hidratação rapidamente, o que favorece o aparecimento de linhas de expressão, inchaço e até manchas.

“Além de hidratar profundamente, é fundamental utilizar fórmulas que ajam de forma intensiva nas camadas da pele, promovendo firmeza, elasticidade e uniformidade no tom”, reforça Julinha.

 

Cuide das mãos e dos pés com fórmulas protetoras

As extremidades são constantemente expostas ao frio, produtos de limpeza, tecidos sintéticos e fricção, o que torna as mãos e os pés especialmente propensos a rachaduras, descamação e irritações.

Para protegê-los, é importante usar cremes que criem um filme protetor sobre a pele, evitando o contato direto com agentes agressivos do ambiente. Texturas que absorvem rapidamente e não deixam resíduos são ideais para manter o cuidado mesmo durante o dia, sem atrapalhar outras atividades. Em casos de maior sensibilização, o uso noturno, com luvas ou meias de algodão, potencializa o efeito reparador.

 

Evite banhos longos e muito quentes

Embora tentadores nos dias frios, os banhos quentes retiram a camada lipídica da pele — uma proteção natural que impede a perda de água. Essa remoção intensifica o ressecamento e a sensibilidade, especialmente em peles já fragilizadas pelo clima. O ideal é manter o banho em temperatura morna e limitar seu tempo.

Logo após, com a pele ainda levemente úmida, aplicar um hidratante ajuda a selar a umidade e maximizar os efeitos do cuidado.

 

Não esqueça dos lábios

Os lábios merecem atenção especial durante o inverno, já que não possuem glândulas sebáceas e, por isso, ressecam mais facilmente. O vento frio, o ar seco e o hábito de umedecer a boca com saliva contribuem para o surgimento de rachaduras, descamação e até fissuras doloridas. Usar um balm nutritivo ao longo do dia cria uma barreira protetora que impede a perda de umidade e ameniza os efeitos do clima.

Além disso, é fundamental escolher batons que, além de colorir, tratem os lábios com suavidade e segurança. Fórmulas hipoalergênicas e dermatologicamente testadas oferecem uma sensação de emoliência, proteção e conforto ao longo do dia. Com textura cremosa e cobertura duradoura, esses produtos realçam o formato natural da boca sem causar ressecamento, descamação ou reações indesejadas, mesmo em peles mais sensíveis.

 

Alergoshop
https://alergoshop.com.br/




Vontade x Tempo: a realidade da prática de exercícios entre as mulheres

Dados da Tembici mostram que mulheres estão insatisfeitas com a própria saúde e 97% querem se exercitar mais

 

As diferenças nas rotinas que homens e mulheres têm fazem com que o tempo das mulheres seja mais escasso. Tal desproporcionalidade de tempo livre impacta a qualidade de vida feminina como um todo, mas em especial, afeta a prática de exercícios físicos. De acordo com informações da base de usuários da Tembici, empresa líder em micromobilidade na América Latina, 59% das mulheres não estão satisfeitas com a quantidade de exercícios físicos praticados atualmente, mas tal insatisfação é 10% menor entre os homens. Quando se trata da análise sobre a própria saúde, a diferença continua. 49% das mulheres dizem que estão insatisfeitas com a saúde e apenas 38% dos homens concordam. 

Entretanto, apesar do cotidiano atarefado, o levantamento mostra que as mulheres continuam focadas em evitar o sedentarismo. 97% declararam que querem se exercitar mais no decorrer de 2025. O segredo para que isso aconteça está na promoção de práticas esportivas e exercícios físicos que se adequem à rotina. 

“Quando 45% das mulheres apontam que se exercitariam mais se tivessem atividades fáceis de implementar na rotina, a mensagem é clara: precisamos pensar em soluções que não exijam grandes mudanças no dia a dia. O ciclismo surge como uma alternativa poderosa exatamente por isso, é uma forma de se exercitar sem interromper a rotina, aproveitando os deslocamentos que já fazem parte dela”, afirma Nicole Barbieri, diretora de comunicação da Tembici. 

De acordo com Nicole, o ciclismo urbano desponta como uma opção, tanto na promoção de saúde quanto em deslocamentos mais fluídos. Nesse aspecto, informações da Tembici mostram que mais de 72% das usuárias entrevistadas declaram ter percebido melhora em seu cotidiano quando passaram a pedalar e 80% afirmam que se sentem mais livres e independentes.
 


Tembici
imprensa@tembici.com

 

O DNA pode ser a chave para emagrecer com saúde

Freepik
Especialista de nutrição da Clínica Seven esclarece como testes genéticos, que revelam intolerâncias e fatores metabólicos que dificultam a perda de peso, auxiliam na personalização do tratamento

 

O avanço da medicina personalizada vem impulsionando a utilização dos testes genéticos como aliados no emagrecimento saudável. De acordo com o relatório Genetic Testing Market Size, Share & Industry Analysis da Fortune Business, o mercado global de testes genéticos foi avaliado em US$ 33,82 bilhões em 2024 e deve atingir US$ 76,09 bilhões até 2032, com uma taxa de crescimento anual de 10,7%. A expansão reflete a crescente demanda por soluções que utilizam o DNA para orientar decisões mais precisas sobre alimentação, atividade física e estilo de vida.

A Clínica Seven, especializada em nutrição e emagrecimento saudável, já faz uso do recurso em seu método de tratamento. “Cada pessoa é única, e o teste genético nos permite elaborar estratégias mais assertivas, respeitando as necessidades individuais e otimizando os resultados”, afirma Ana Carolina Faiad, coordenadora de nutrição da Clínica Seven.

A tecnologia, antes restrita a centros de pesquisa, hoje está acessível e vem transformando a forma de lidar com a perda de peso. Predisposições genéticas e padrões metabólicos que influenciam diretamente nos resultados, assim como na saúde, qualidade de vida e longevidade. Segundo a especialista, o método é especialmente eficaz para pessoas que já tentaram emagrecer de diversas formas, mas não obtiveram sucesso duradouro. “Ao identificar as variações genéticas que afetam o metabolismo, o plano de emagrecimento se torna mais preciso, com menos frustrações e mais saúde”, explica Ana.

Os resultados do teste permitem identificar as necessidades individuais para a recomendação de suplementos e ajustes nos hábitos diários, visando o pleno funcionamento do organismo. “O sucesso do tratamento depende de cerca de 20% da genética e 80% dos hábitos. Quando ambos estão alinhados, as chances de alcançar bons resultados, melhorar a saúde e a qualidade de vida aumentam significativamente”, avalia a especialista. 

Além de auxiliar na perda de gordura e no ganho de massa magra, a análise genética contribui para a prevenção de doenças, melhora da disposição e equilíbrio do metabolismo. Com o suporte da ciência, estratégias de emagrecimento ganham precisão e propósito. A Clínica Seven mostra que, ao olhar para dentro, literalmente, é possível transformar a relação com o corpo, com a saúde e com os próprios objetivos. O DNA deixa de ser apenas uma sequência de letras e passa a ser um mapa valioso para quem busca um emagrecimento eficaz, saudável e, acima de tudo, sustentável.

 

Clínica Seven


Silicone aos 15? Influenciadoras teen encaram o bisturi e acendem alerta sobre vaidade precoce


Dos dois lados da polêmica que furou a bolha das redes, Antonela Braga e Duda Guerra já aumentaram os seios. Dr. Luiz Haroldo Pereira, ex-presidente da SBCP, explica quando a cirurgia pode ser realmente necessária e defende cuidado com pressão estética: “Tem que ter maturidade e indicação”

 

Duda Guerra e Antonela Braga/Reprodução Instagram

 

A decisão de colocar prótese de silicone nos seios ainda na adolescência tem movimentado as redes sociais e dividido opiniões. Aos 15 anos, influenciadoras como Antonela Braga e Duda Guerra, que quebraram a bolha teen recentemente após a polêmica envolvendo Benício, filho de Luciano Huck e Angélica, já passaram pela cirurgia e compartilharam tudo com seus milhões de seguidores, gerando uma onda de repercussões, entre aplausos e críticas. Mas, afinal, até que ponto uma adolescente pode decidir sobre uma intervenção estética permanente? Quando é seguro ou exagerado? 

Para o Dr. Luiz Haroldo Pereira, cirurgião plástico com mais de 40 anos de experiência e ex-presidente da SBCP, essa não é a melhor idade para uma intervenção estética.  

“Já atendi muitas jovens de 15, 16 anos, mas, de modo geral, essa não é a idade ideal para colocar silicone. Só em situações muito específicas”, afirma o cirurgião. “O mais seguro é esperar até os 17 ou 18 anos, quando o corpo está mais formado e a paciente tem mais maturidade para tomar essa decisão.” 

No entanto, segundo o médico, o assunto precisa ser tratado com seriedade, e não apenas com julgamentos ou idealizações estéticas e outros fatores como saúde mental e emocional também devem ser considerados. 

“Muitas meninas jovens sofrem por ter seios muito pequenos ou assimétricos. Isso pode causar baixa autoestima, vergonha, até isolamento social. A cirurgia pode, sim, ser uma solução — mas só quando há indicação médica real e acompanhamento psicológico. Não é só sobre vaidade: é saúde emocional também.” 

O ponto é que, segundo o médico, existem fatores além da estética que podem justificar a cirurgia precoce, condições clínicas que justificam a intervenção antes dos 18 anos, como:

·         Mama tuberosa: alteração no formato das mamas, que se desenvolvem de forma anormal e muitas vezes causam constrangimento.

·         Assimetria mamária acentuada: quando há diferença visível entre os dois seios, afetando autoestima e bem-estar.

·         Hipoplasia mamária: mamas que não se desenvolvem durante a puberdade.

 

“Nesses casos, a cirurgia pode ter um impacto positivo na autoestima e na qualidade de vida da paciente. Mas mesmo assim, o procedimento deve ser acompanhado de orientação médica, psicológica e consentimento dos pais ou responsáveis”, reforça o cirurgião.

 

Segundo dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), o Brasil é um dos líderes mundiais em cirurgias plásticas realizadas em adolescentes, ao lado de países como os Estados Unidos e o México. Em 2022, o país registrou cerca de 97 mil procedimentos em pacientes com menos de 18 anos. Entre os mais populares estão rinoplastia (nariz), lipoaspiração e mamoplastia (aumento ou redução dos seios).

 

O impacto das redes sociais na construção da autoestima de adolescentes é um fator central nessa discussão. Influenciadoras jovens vivem sob os holofotes digitais, muitas vezes submetidas a comparações e pressões estéticas intensas.

 

“A menina vê as amigas com mais seio, começa a se sentir inadequada. A falta de mama pode ser tão desconfortável quanto o excesso. O problema é quando a decisão vem só pela pressão estética, sem amadurecimento ou respaldo médico”, alerta o médico.

 

O cirurgião ressalta que o procedimento precisa ser personalizado e proporcional ao corpo da paciente. “Colocar uma prótese muito grande em uma menina muito jovem é um erro. Fica artificial, desarmônico e pode causar problemas futuros. Cada corpo tem um limite.”

 

E mesmo quando tudo é feito corretamente, a decisão exige responsabilidade. “A prótese vai acompanhar essa pessoa por muitos anos. É preciso saber exatamente o que se está fazendo.”

 

 



Dr. Luiz Haroldo Pereira - atende em Copacabana, no Rio de Janeiro, é referência em cirurgia corporal e facial no Brasil. O médico já foi presidente regional da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) do Rio Janeiro, participou da banca de exames para título de especialista em cirurgia plástica durante 12 anos e, desde 2006, é membro da comissão de avaliação para médicos que desejam se torna titulares da SBCP, capacitados para realizar as cirurgias de abdominoplastia, lipoaspiração, implantes de silicone e outros procedimentos.
www.drluizharoldo.com.br/
www.instagram.com/luizharoldopereira



Conheça os procedimentos estéticos mais procurados pelas mulheres 40+


Chegar aos 40+ é quase sempre um desafio. A segurança e independência adquiridas muitas vezes vêm acompanhadas de mudanças hormonais que afetam a textura da pele. 

Buscando atender às necessidades dessas mulheres, o cirurgião plástico Dr. Fernando Amato, preparou um guia com os principais procedimentos que podem associar naturalidade nos resultados, bem-estar e ganho na autoestima. 

Mamoplastia sem prótese – Essa cirurgia remodela a mama sem o uso de implantes de silicone. Isso pode envolver a remoção de excesso de pele, reposicionamento do tecido mamário e, em alguns casos, a redução do tamanho da aréola. 

“Venho analisando as tendências em cirurgia plástica de mamas e posso afirmar que é cada vez maior o desejo da mulher em ter uma aparência das mamas harmoniosa, porém, buscando cirurgias com menos manutenção, ou seja, fazer uma quantidade menor de procedimentos, mas com resultados duradouros, e isso inclui a mamoplastia sem prótese”, comenta Dr. Amato, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

 

Explante mamário – Esse é outro procedimento que ganhou força no consultório do Dr. Fernando Amato.Além da autoafirmação feminina e da busca por uma aparência mais natural, há dois motivos relacionados à saúde que podem levar a retirada da prótese de silicone: a Síndrome ASIA, já que o implante de silicone pode servir de gatilho para desenvolver sintomas semelhantes aos das doenças reumatológicas e autoimunes como dor nas articulações do corpo, cansaço, distúrbios do sono, perda de cabelo, olho e boca secos; e a Doença do Silicone, termo genérico que pode englobar todas as complicações relacionadas ao implante. Porém, muitos a associam apenas com toxicidade causada pela presença do silicone, que pode incluir o extravasamento do implante sem ele estar rompido.

 

Blefaroplastia - Cirurgia estética em alta na faixa etária dos 40+. É indicada para remoção de excesso de pele, bolsas de gordura e rugas nas pálpebras superiores e inferiores. Diferente da técnica tradicional, que usa bisturi, o laser proporciona cortes mais precisos e recuperação mais rápida. 

“Durante a blefaroplastia a laser é utilizado o CO2 para fazer incisões nas pálpebras, remover o excesso de pele, músculo e, se necessário, ajustar a gordura ao redor dos olhos. O laser cauteriza os vasos sanguíneos durante o corte, o que reduz o sangramento e o inchaço”, explica Dr. Amato. 

Dependendo da quantidade de pele na pálpebra, a blefaroplastia pode ser realizada usando o laser apenas para retrair os tecidos, sem a necessidade de corte.

 

Ninfoplastia - A ninfoplastia a laser CO2 é uma técnica minimamente invasiva que utiliza um laser para realizar cortes precisos e menos traumáticos nos pequenos lábios vaginais. Este procedimento é indicado para as mulheres que sentem desconforto físico ou emocional devido ao tamanho ou formato dos pequenos lábios. Contudo, a tecnologia a laser permite uma recuperação mais rápida e com menos dor em comparação às técnicas tradicionais. 

“Precisão, menos sangramento, redução da dor e menor tempo de recuperação são alguns dos benefícios da ninfoplastia a laser CO2”, conta o cirurgião plástico Dr. Amato.

 

Abdominoplastia - A abdominoplastia é indicada para a retirar o excesso de pele, remodelar e firmar a região abdominal. A cirurgia pode ser realizada concomitantemente com correções de hérnias da parede abdominal e o tratamento da musculatura reto abdominal (diástase).

 

“Geralmente, indicamos a abdominoplastia de forma reconstrutora quando o excesso de pele e gordura forma um avental, podendo cobrir a genitália. Isso pode ser comum em pós-operatório de cirurgia bariátrica ou em pacientes com grande perda de peso, sendo uma alternativa para reconstruir a qualidade de vida e autoestima do paciente”, explica Dr. Fernando Amato.


Ritidoplastia -Também conhecida como lifting facial, visa melhorar as rugas faciais e profundas, aperfeiçoar o contorno facial e mandibular, diminuir o volume facial, melhorar a flacidez da pele que pode ser prejudicada na fase da menopausa e retirar a “papada” ou bandas platismais. 

Dr. Amato conta que é possível realizar lifting facial sem cortes, utilizando métodos combinados como Morpheus (tratamento que combina microagulhamento com radiofrequência, penetrando profundamente na pele para estimular a produção de colágeno. “Temos também o Facetite, que utiliza a radiofrequência para aquecer a pele e o tecido subcutâneo, promovendo a contração da pele e a produção de colágeno; o Accutite, projetado para áreas delicadas e de difícil acesso, como ao redor dos olhos e boca; e o Laser de CO2, que remove camadas danificadas da pele, estimulando a regeneração celular. Este procedimento é altamente eficaz para tratar rugas, manchas solares e cicatrizes”, detalha Dr. Fernando Amato.

 

Minilifting – Essa cirurgia trata o excesso de rugas e pele, diminuindo os efeitos do envelhecimento precoce. Ela corrige, principalmente, a flacidez no terço médio inferior do rosto, que é a parte de baixo. Isso inclui a linha da mandíbula, a área ao redor da boca e a região do pescoço, além do bigode chinês. 

O minilifting é uma variação da ritidoplastia ou lifting total. O lifting é uma cirurgia mais extensa, indicado para casos mais avançados de flacidez e quando há perda do tônus muscular. 

“Antes de fazer uma ritidoplastia ou mesmo um minilifting, as pacientes procuram algum estímulo de colágeno, que pode ser realizado com o laser de CO2 ou com radiofrequência micro-angulhada, que já estimula o colágeno. Também tem os biostimuladores de colágeno, como a hidroxiapatita de cálcio, o ácido polilático, que são bem-vindos para melhorar a qualidade da pele”, conta Dr. Fernando Amato.   

O cirurgião plástico comenta ainda que a toxina botulínica (Botox®), velha conhecida das mulheres, ainda é bastante utilizada no início do aparecimento daquelas rugas visíveis quando a paciente está com a expressão facial em repouso. “Não podemos esquecer dos preenchedores, que têm a função de melhorar a estrutura facial e preencher linhas de expressão mais profundas. "Porém, o mais importante é que a paciente obtenha um resultado natural, que atenda às suas expectativas e, claro, seguindo os critérios de segurança, sempre buscando um especialista titulado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica", alerta Dr. Amato.

 



Dr. Fernando C. M. Amato – Graduação, Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica e Mestrado pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP). Membro Titular pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS).
https://plastico.pro/
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Instagram: https://www.instagram.com/meu.plastico.pro/

 

O poder do visual: 6 dicas para homens elevarem a autoestima

 

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Especialista da clínica Homenz, indica quais passos podem fortalecer a valorização pessoal do público masculino


Quando falamos de aparência, é comum imaginar que o público masculino é mais seguro de si do que as mulheres. Mas será que isso corresponde à realidade? Uma pesquisa realizada em 2022 pelo Instituto Ideia mostrou que 47% dos homens brasileiros se consideram bonitos, 44% se veem como “na média” e apenas 3% se acham feios. Se você faz parte dessa minoria ou sente que sua apresentação já não acompanha sua autoestima, talvez seja a hora de rever alguns hábitos.

Com a proximidade do Dia Nacional do Homem, comemorado anualmente em 15 de julho, esta é uma boa oportunidade para refletir sobre autocuidado e bem-estar, e uma das formas mais acessíveis de fazer isso é investindo na sua própria figura. Mudanças simples na maneira de se mostrar ao mundo podem melhorar a autopercepção e até influenciar como os outros o enxergam.

Pensando nisso, a esteticista Arlise Sousa Carvalho, responsável técnica da Homenz, referência em saúde e estética masculina, compartilha cinco orientações práticas para renovar o amor-próprio com autenticidade:

  1. Valorize o cuidado com o rosto
    “A pele é a primeira coisa que as pessoas percebem. Quando está bem cuidada, transmite saúde, atenção e até profissionalismo. Uma face hidratada vai além da estética: é um reflexo de autocuidado”, observa. Ela recomenda iniciar com uma rotina de limpeza e hidratação adequada ao tipo de cútis, mas também sugere investir em tratamentos especializados. “A limpeza de pele profissional remove impurezas profundas, o peeling de diamante renova a textura e o ácido hialurônico é excelente para quem busca harmonia facial”, orienta a especialista.
  1. Escolha o corte de cabelo ideal
    “Os fios moldam o rosto, definem o estilo e influenciam diretamente na segurança com que o homem se posiciona no mundo”, comenta a porta-voz. Para quem enfrenta queda capilar, ela reforça que há alternativas eficazes: “Tratamentos como MMP, LED terapêutico e, em casos mais avançados, o transplante são excelentes aliados. É um investimento que impacta não só o visual, mas também a autoconfiança.”
  1. Cuide da barba e do bigode
    “Considerada a maquiagem do homem, a barba transmite identidade. O visual mais desejado ainda é aquele com fios preenchidos e alinhados. No entanto, por questões genéticas, hormonais ou hábitos diários, nem todos conseguem alcançar esse resultado naturalmente”, explica. A boa notícia é que isso pode ser tratado: “Hoje utilizamos LED para estimular o crescimento e protocolos com ativos que fortalecem os fios e preenchem falhas. Isso transforma não só a aparência, mas também a percepção de masculinidade.”
  1. Invista no seu corpo
    “O corpo fala. Ele revela escolhas, valores e como lidamos com o nosso bem-estar”, ressalta Arlise. Ela destaca que os cuidados corporais também envolvem estratégias estéticas: “Combinações como radiofrequência para flacidez, enzimas para gordura localizada e protocolos personalizados de emagrecimento, somadas à prática regular de exercícios, podem ser o impulso necessário para se sentir bem consigo mesmo”.
  1. Alimente-se bem e hidrate-se
    “A saúde começa de dentro para fora. Não adianta usar os melhores produtos se o organismo não está nutrido e bem hidratado. Alimentação equilibrada impacta diretamente na pele, nos cabelos e até no humor”, completa a especialista. Segundo ela, adotar uma rotina consistente é essencial para manter os resultados.
  1. Busque um espaço especializado
    “Mais do que estética, nosso trabalho envolve escuta, acolhimento e transformação. Homens também enfrentam inseguranças e questões que precisam ser tratadas com respeito. Ter um ambiente acolhedor para isso é libertador”, finaliza a esteticista.

 

Homenz


Baixa incidência do sol faz inverno ser período ideal para cuidar da pele

De acordo com especialista, tratamentos com lasers ablativos, que atingem a camada mais profunda da pele, devem ser feito em períodos mais frios; período necessita de bastante hidratação


Com a chegada do inverno, a pele precisa de cuidados específicos, especialmente referentes à hidratação. Por conta disso, especialistas destacam que os dias mais frios, quando há baixa incidência de sol, podem ser boas oportunidades para começar alguns tratamentos.

É o caso da médica do trabalho Maria Flávia de Andrade Saraiva, de 33 anos, que tem melasma e aproveita épocas mais frias para realizar procedimentos para amenizar a doença. “Aproveito o inverno para fazer tratamentos para as manchas e que envolvem não se expor muito ao sol, como aplicação de certos tópicos específicos, como ácido, lasers e até peelings”, conta.

De acordo com a dermatologista da Clínica Impact Transformation Center, Fernanda Simoneti, apesar de existirem novas tecnologias que podem ser realizadas em qualquer época do ano, ainda há tratamentos que, preferencialmente, devem ser feitos no outono e inverno.

“Para procedimentos que utilizam lasers ablativos, que atingem uma camada mais profunda da pele, damos preferência para realizarmos no período do inverno, para evitar manchas e outras complicações decorrentes da exposição direta aos raios solares”, explica.

A especialista conta que, entre os tratamentos mais procurados pelas pacientes nesse período, estão lasers, peelings e microagulhamento, que auxiliam na melhora de manchas, cicatrizes e na qualidade da pele. “É interessante também aproveitar o inverno para iniciar tratamentos corporais, como bioestimuladores de colágeno, para atingir bons resultados até o verão”, completa.

 

Cuidados no inverno

Fatores comuns no inverno, como queda brusca na temperatura, banhos mais quentes, ventos mais fortes, baixa umidade, entre outros, fazem com que seja necessário ter alguns cuidados específicos com a pele. “É importante evitar banho com água muito quente e dar preferência aos sabonetes de pH compatível com a pele”, alerta a dermatologista.

Segundo a especialista, a água quente remove a oleosidade natural da pele, gerando ressecamento e enfraquecimento da barreira cutânea. “Isso pode provocar ou agravar uma série de doenças dermatológicas. Uma dica que pode ajudar nesse período é o uso de óleo de banho para ajudar na restauração da pele, além de usar e abusar do hidratante facial e corporal, de preferência logo após o banho, ainda com a pele úmida”, aconselha.

Ela relata que, entre os princípios ativos que mais auxiliam na hidratação da pele estão as ceramidas, pantenol, manteiga de karité e vaselina. Outro cuidado durante o inverno, de acordo com a especialista, é não se esquecer do protetor solar. 

“O uso do protetor solar deve ser feito diariamente, independente da época do ano, porque mesmo nos dias mais frios e chuvosos, os raios ultravioletas continuam presentes, podendo contribuir futuramente para o câncer de pele. É importante entender que o dano causado pela radiação ultravioleta é cumulativo, então, mesmo em períodos mais curtos de exposição, ainda são prejudiciais a longo prazo”, finaliza.

 

Beleza com equilíbrio: como a harmonização facial está resgatando a naturalidade nos procedimentos estéticos

Foto: José Neto Gomes

 Nos últimos anos, o universo da estética passou por uma verdadeira revolução. Depois de uma fase marcada por exageros e rostos transformados quase irreconhecíveis, pacientes e profissionais passaram a buscar uma nova abordagem: a beleza natural, realçada com sutileza e equilíbrio. Quem explica essa mudança é a dentista e especialista em Estética e Harmonização Orofacial, Eliza Ganzaroli, que vê de perto esse movimento em seu consultório. 

“Realçar a beleza sem exageros é justamente valorizar o que a pessoa já tem de bonito, corrigindo pontos que a incomodam, mas sem apagar suas características naturais”, resume Eliza. O foco, segundo ela, está na harmonia entre as partes do rosto. “Se o terço inferior está bem e o terço médio precisa de um ajuste, o objetivo é equilibrar tudo para que o resultado final seja mais simétrico e bonito — sem transformar, apenas melhorando o que já existe.”

 

Os procedimentos queridinhos de quem busca naturalidade

Entre os tratamentos mais procurados por quem quer rejuvenescer sem abrir mão de sua identidade, estão a toxina botulínica e os bioestimuladores de colágeno. “A toxina suaviza rugas e linhas de expressão sem alterar o formato do rosto, enquanto os bioestimuladores promovem um efeito de dentro para fora, melhorando a firmeza e qualidade da pele com o próprio colágeno do corpo”, explica. 

Os preenchimentos faciais, quando feitos com moderação, também têm espaço. “São aplicados com delicadeza e em pequenas quantidades, respeitando a individualidade de cada paciente.”

 

A nova geração de pacientes: mais conscientes e exigentes

Segundo Eliza, a demanda por naturalidade não é mais uma exceção — é a regra. “Depois do auge das harmonizações exageradas, os pacientes se tornaram mais conscientes. Hoje, mais de 90% já chegam pedindo exatamente isso: um resultado sutil, elegante e que não mude sua essência.” 

Esse novo perfil também se reflete na diversidade de públicos. “Homens, mulheres, jovens e idosos... todos querem um visual mais leve e natural. Os homens, inclusive, costumam ser ainda mais discretos e cuidadosos.”

 

Tecnologia a favor do equilíbrio

A tecnologia também tem sido uma grande aliada nesse processo. Equipamentos como ultrassom microfocado, lasers e peelings têm sido combinados aos injetáveis para potencializar os efeitos com menos produto e maior segurança. “Eles não alteram o formato do rosto, mas melhoram a textura da pele e ajudam na produção de colágeno, proporcionando resultados mais duradouros e naturais.”

 

Quando o bom senso é essencial

Apesar da tendência à sutileza, nem todos os pacientes chegam com expectativas realistas. Nesses casos, o papel do profissional é fundamental. “O alinhamento de expectativas é metade do sucesso do tratamento. Precisamos explicar os limites do organismo, da pele, da técnica e, principalmente, respeitar o senso estético. Um bom planejamento evita frustrações e riscos à saúde.” 

E os riscos, quando os exageros acontecem, não são apenas estéticos. “Se aplicarmos volume demais em uma região, podemos comprimir artérias, causar necroses e outras complicações graves”, alerta.

 

A harmonização do futuro

Para Eliza, a harmonização facial está, enfim, voltando às suas origens. “Hoje, ela cumpre o papel que deveria ter tido desde o início: harmonizar e não transformar. A palavra-chave é naturalidade. E, por mais desafiador que seja, esse é o caminho mais bonito e seguro a seguir.”

 

Dermocosméticos para peles sensíveis exigem cuidado técnico na escolha de ativos e fórmulas

 Produtos mal formulados podem agravar reações como vermelhidão, ardência e coceira; especialista alerta para os riscos da automedicação estética

 

Peles sensíveis representam uma parcela significativa da população brasileira e exigem cuidados que vão além do senso comum. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), três em cada dez pessoas apresentam algum grau de sensibilidade cutânea, o que inclui sintomas como vermelhidão, ardência, repuxamento e, em alguns casos, descamações ou lesões visíveis. O problema se intensifica com a popularização de cosméticos potentes, nem sempre compatíveis com esse perfil de pele.

Para a farmacêutica bioquímica e especialista em cosmetologia Dra. Fernanda Sanches, CEO da Cosmobeauty, o erro mais comum está no uso indiscriminado de produtos rotulados como “para todos os tipos de pele”. “Essas fórmulas muitas vezes contêm fragrâncias, conservantes agressivos e até álcool, que comprometem a função de barreira da pele sensível. A pele reativa exige fórmulas pensadas especificamente para reduzir inflamações, não apenas para hidratar ou uniformizar”, explica.

O desafio está em diferenciar sensibilidade ocasional de um quadro clínico persistente, como rosácea ou dermatite de contato. Segundo Fernanda, a diferença está na frequência das crises e na resposta da pele ao ambiente. “Se a vermelhidão é recorrente e aparece com variações de temperatura, exposição solar ou mudança de cosméticos, é sinal de que a pele está fragilizada. E isso precisa ser tratado com critério”, afirma.


O que evitar e o que buscar nas formulações

Fórmulas com perfume, corante ou ácido em concentrações altas devem ser evitadas. Loções adstringentes com álcool, sabonetes bactericidas e maquiagens com alta cobertura também podem causar irritações e reações adversas. Fernanda orienta que a leitura do rótulo é o primeiro filtro, mas não o único. “O consumidor precisa saber identificar nomes como fragrance, parfum, alcohol denat e methylisothiazolinone. Esses componentes costumam estar por trás das reações alérgicas mais comuns.”

Do outro lado, ativos como niacinamida, alantoína, pantenol, centella asiática, madecassoside e bisabolol são bem tolerados por peles sensíveis e ajudam a restaurar a função de defesa da epiderme. “São substâncias que não apenas acalmam a pele, mas favorecem a regeneração celular. Quando associados a um veículo hidratante e livre de irritantes, promovem melhora gradual na textura e na resposta inflamatória da pele”, aponta a especialista.


Rotina minimalista e uso consciente

Menos é mais no cuidado diário. Fernanda recomenda uma rotina simplificada, com três etapas principais: limpeza suave, hidratação com ativos calmantes e fotoproteção com FPS 50 ou superior. A reaplicação do protetor ao longo do dia deve ser feita com produtos específicos para peles reativas, de preferência com cor, que oferecem proteção adicional contra luz visível — uma das responsáveis por manchas em peles sensibilizadas.

Segundo a especialista, a tendência de aplicar vários produtos em sequência pode ser um fator de sobrecarga. “Há um excesso de etapas, muitas vezes sem nenhuma função técnica clara. O resultado é uma pele irritada, que responde negativamente a qualquer estímulo. A orientação profissional ajuda a filtrar o que é realmente necessário”, explica.


Diagnóstico e personalização

Nem toda vermelhidão é rosácea e nem toda ardência é alergia. Para a Dra. Fernanda, o primeiro passo é diferenciar o que é sensibilidade pontual de uma condição crônica. O histórico do paciente, a frequência das reações e os hábitos de vida são elementos que devem ser considerados antes de qualquer indicação de produto.

“A pele fala sobre o organismo, sobre o ambiente e sobre os hábitos. Um cosmético errado pode ser o gatilho para inflamações que duram semanas. Não se trata apenas de estética, mas de saúde e bem-estar”, diz. Ela acrescenta que a resposta da pele é mais eficaz quando o cuidado é feito de forma preventiva e orientada. “Esperar a pele entrar em crise para buscar ajuda é um erro recorrente. A sensibilidade não some sozinha, e a automedicação estética só atrasa o tratamento adequado.”

 



Dra. Fernanda Sanches - É farmacêutica bioquímica e especialista em cosmetologia. Possui pós-graduação em homeopatia, diversos cursos de extensão em manipulação de cosméticos e MBA em marketing e vendas. No ano 2000, Fernanda começou a empreender no mundo da beleza e lançou duas marcas, a Cosmobeauty — focada em produtos para profissionais da estética e cujo nome provém da junção de Cosmo (universo) e Beauty (beleza) — e a Biomarine, voltada para o público geral. Acesse o instagram.com/dra.fernandasanches



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