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quinta-feira, 18 de abril de 2024

6 livros nacionais para o amadurecimento emocional e intelectual das crianças

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As histórias infantis são fundamentais não apenas para estimular a criatividade, senso crítico e dar autonomia aos pequenos, mas também, ajudam crianças a compreenderem a sociedade em que estão inseridas. Por exemplo, as obras que apresentam o poder da amizade ensinam a importância da empatia, lealdade e gentileza.

Já narrativas que exploram tristeza e melancolia, auxiliam no desenvolvimento social e emocional. Há também tramas que estimulam o imaginário dos pequenos leitores, principalmente aquelas que celebram a liberdade de expressão e autonomia na infância.

Pensando nisso, para celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado em 18 de abril, separamos seis obras escritas e ilustradas por brasileiros, repletas de aprendizados e aventuras divertidas. Cada narrativa escolhida abaixo, ajudará a criançada nesta jornada pessoal de amadurecimento afetivo e intelectual. Confira:

 

Solução do peixe-boi

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VR Editora








Uma história de superação e amizade! Nesta obra as escritoras Mari Bigio e Joana Lira, apresentam um peixe-boi que enfrenta um soluço que parece não ter fim. Sem perder a esperança, o animal conta com a ajuda dos amigos da floresta: garça, cobra-d'água, paca, jacaré, tainha, sapo e até um ratinho, que tentam encontrar um jeito de salvá-lo. Além disso, a obra ajuda a enriquecer o vocabulário com glossário de 21 novas palavras, que aparecem destacadas no texto.

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As estações dentro de mim

Divulgação | VR Editora

Um presente comovente e afetuoso sobre o poder transformador da amizade! Em As estações dentro de mim, a autora Bianca Pozzi ensina os pequenos leitores a lidarem com a tristeza e a melancolia. Na trama, uma garota começa o seu dia se sentindo triste e sozinha até que encontra um cãozinho precisando de ajuda: de repente, sua vida ganha novos significados. Este livro infantil, a proporciona momentos de desenvolvimento social e emocional das crianças.

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A lua caiu

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Escrito e ilustrado por Irena Freitas, uma das autoras de destaque da literatura infantil contemporânea, A lua caiu é uma história sobre amizades improváveis, confiança, emoções e como lidar com a frustração de forma divertida. Nesta obra, as crianças acompanham a saga de uma menina tão pequena quanto a perna da Dona Aranha. Todas as noites ela trabalha em sua horta, mas, certo dia, a lua cai e destrói tudo que a garota havia cultivado. Agora ela terá que lidar com contratempos e aprender o significado das amizades inesperadas.

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Feira feroz

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Em uma parceria brilhante, os autores Adriana Fernandes e Daniel Kondo convidam os pequenos leitores a estimularem a criatividade por meio de uma brincadeira divertida em que precisam inventar palavras misturando bichos e vegetais. O que será vem em seguida? A partir disso, é só deixar a imaginação fluir. Os autores mostram como criar vocábulos diferentes e estimular a criança fazer suas próprias combinações pode ser enriquecedor para o crescimento pessoal.

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Ana e a semana

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Nesta obra ambientada na Semana de Arte Moderna de 1922, a autora premiada Katia Canton conta a história da Ana, uma garota do passado, e João, um menino do presente, que se encontram por meio de uma foto e juntos exploram o legado do evento. Com ilustrações de Mariana Zanetti, a narrativa revisita os principais nomes e obras do movimento modernista brasileiro, estimulando o senso crítico dos pequenos.

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Gabi de bigode

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Uma verdadeira celebração da liberdade de expressão na infância! Escrito por Tino Freitas e ilustrado por Bruno Nunes, este livro infantil acompanha Gabi, uma garota orgulhosa de seu bigode e que desafia estereótipos de gênero. Nesta trama, o autor incentiva as crianças a serem autênticas, respeitando suas próprias identidades e o espaço dos outros, por meio de uma narrativa divertida. Além disso, reforça a importância da autonomia desde cedo.

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Pesquisa revela os 20 piores comportamentos dos passageiros brasileiros em aviõe

 

Chutar o assento da frente e comportamentos agressivos são os mais mencionados pelos entrevistados. Seguem-se as pessoas agressivas e as que invadem o espaço pessoal do outro.


Voar pode ser uma experiência emocionante e agradável, mas também pode se tornar um pesadelo se nos depararmos com passageiros que não respeitam as normas básicas de convivência. A seguir, analisaremos os 20 piores comportamentos que podemos encontrar em um avião, ordenados de acordo com os resultados de uma pesquisa com mais de 2.000 cidadãos brasileiros realizada pela Gambling.com, líder em serviços de marketing digital para a indústria de jogos online.

 

Os 20 piores comportamentos:

 

  1. Chutar o assento da frente (15,03%): Essa ação irrespeitosa com o passageiro da frente é, infelizmente, uma das mais frequentes e votada por mais de 15% dos entrevistados. Embora a maioria das pessoas esteja ciente disso, há quem não hesite em chutar o assento à sua frente, incomodando e desconfortando quem está sentado ali.
  2. Comportamento grosseiro ou agressivo (14,48%): Foi o segundo comportamento mais mencionado. Este tipo de comportamento inclui desde levantar a voz e insultar até ameaças ou até mesmo atos de violência física. Infelizmente, em algumas ocasiões, o estresse de uma viagem ou situações pessoais podem levar alguns passageiros a perder o controle e agir de forma agressiva.
  3. Invasão do espaço pessoal (10,30%): Deitar-se no assento da frente, tocar em outros passageiros sem o consentimento deles ou colocar objetos no espaço deles são exemplos dessa falta de respeito. É importante estar ciente dos limites do espaço pessoal dos outros e evitar qualquer ação que possa incomodá-los.
  4. Odor corporal desagradável (9,83%): Embora nem todos possam controlá-lo, um forte odor corporal pode tornar o voo muito desconfortável para os outros passageiros. É recomendável levar desodorante e, se necessário, perfumes ou colônias com fragrâncias suaves.
  5. Abuso de álcool (7,30%): Beber em excesso pode levar a um comportamento desinibido, barulhento e incômodo para os outros. É importante ser responsável com o consumo de álcool e evitar excessos, especialmente em um ambiente fechado como um avião.
     
  6. Crianças malcriadas (6,53%): Choro, birras ou correr pelo corredor podem ser muito difíceis de suportar, especialmente em voos longos. Se você viaja com crianças pequenas, é importante planejar atividades para entretê-las e mantê-las controladas durante o voo.
  7. Conversas barulhentas (5,40%): Falar alto ao telefone ou com outros passageiros pode incomodar os outros que estão procurando descansar ou se concentrar. É importante ser respeitoso com o silêncio dos outros e usar um tom de voz baixo se precisar conversar.
  8. Cheiro forte de comida (4,27%): Alguns alimentos com odores pungentes podem ser desagradáveis para outros passageiros. É recomendável evitar levar comida com cheiro forte a bordo do avião e, se o fizer, consumi-la em local onde não incomode os outros.
  9. Uso excessivo de telas brilhantes (3,14%): A luz brilhante de tablets ou smartphones pode incomodar os passageiros que estão tentando dormir ou descansar. É recomendável usar o modo noturno ou reduzir o brilho da tela ao mínimo quando estiver no escuro.

  10. Não respeitar as filas de embarque (3,01%): Furar a fila ou não respeitar a ordem de embarque gera transtornos e atrasos para os demais passageiros. É importante seguir as instruções da tripulação e esperar sua vez para embarcar no avião.

Conheça aqui a lista completa com os 20 piores comportamentos dos brasileiros nos aviões.


Dicas para evitar maus comportamentos em aviões:


Ser respeitoso: A base de uma boa convivência em qualquer ambiente é o respeito pelos outros. Seja atencioso com o espaço pessoal, o barulho e as necessidades dos demais passageiros.

Ser consciente: Antes de realizar qualquer ação, pense em como ela pode afetar os outros passageiros. Evite comportamentos que possam incomodar ou desconfortar aqueles que o cercam.

Planeje com antecedência: Se você viaja com crianças pequenas, planeje atividades para entretê-las e mantê-las controladas durante o voo. Se você precisa usar o banheiro com frequência, escolha um assento perto do corredor. Esse planejamento é análogo à gestão de banca em sites de apostas, preparando-se para qualquer eventualidade.

Seja paciente: As viagens de avião podem ser estressantes, especialmente se houver atrasos ou turbulências. Mantenha a calma e a paciência, e tente ser compreensivo com as situações que podem surgir.

Comunique suas necessidades: Se você tiver alguma necessidade ou problema durante o voo, não hesite em comunicá-lo à tripulação. Eles estão lá para ajudá-lo e tornar sua viagem o mais agradável possível. A comunicação é fundamental, assim como em sites de caça-níqueis online, onde o suporte ao cliente pode resolver qualquer questão que surja. 

Metodologia: estudo realizado na semana de 20 a 31 de março de 2024. Uma amostra representativa de 2.358 cidadãos de todos os estados brasileiros foi pesquisada por meio de um questionário online.


Fonte: https://www.gambling.com/br/news/pesquisa-da-gambling-com-os-20-piores-comportamentos-dos-passageiros-brasileiros-em-avioes?refresh-gdc-elements&refresh-cache-related-articles&refresh-cache-header-footer

Combater o etarismo é uma tarefa de todos

      É um prazer ver a atriz Arlete Salles em cena. No papel das gêmeas Frida e Catarina, duas mulheres com personalidades completamente distintas, a protagonista da novela da Globo não esbanja apenas talento e carisma na televisão. Aos 85 anos e em plena forma, ela também vem conseguindo demolir estereótipos e preconceitos que costumam ser associados à velhice. 

      Cunhado no final dos anos 1960 nos Estados Unidos, o termo etarismo (ou idadismo) só recentemente se tornou mais conhecido no Brasil. Não é de hoje, porém, que idosos e idosas sofrem as duras consequências da discriminação. 

      De acordo com a segunda edição da Pesquisa Idosos no Brasil, realizada em 2020 pelo Sesc São Paulo e pela Fundação Perseu Abramo, nada menos que 81% das pessoas com mais de 60 anos concordam que existe preconceito contra o idoso no Brasil –um percentual praticamente idêntico ao registrado na primeira edição do levantamento (80%), de 2006. Mais grave: 18% afirmaram terem sido discriminados ou maltratados em um serviço de saúde; e 19% declararam terem sofrido algum tipo de violência física ou verbal. 

      Chama atenção ainda que a percepção dos idosos sobre como os mais jovens os enxergam seja majoritariamente negativa (75%). Entre as principais citações espontâneas estão referências à "incapacidade", como “não servem para nada” ou são “um incômodo”; em seguida aparecem menções a "desprezo" e "desrespeito". 

      Na visão do professor Egídio Dórea, coordenador do programa USP 60+ e especialista no tema, o etarismo constitui o mais universal e frequente dos preconceitos, porque não depende de cor, nacionalidade, renda, orientação sexual ou religião. De tão arraigado na sociedade, ele se reproduz até no nível das leis. 

      Foi só no início deste ano que o Supremo Tribunal Federal, de forma unânime, tornou possível aos maiores de 70 anos escolher o regime de bens a ser aplicado no casamento ou na união estável. Até então, pelo Código Civil, eles só tinham direito de se casar no regime de separação de bens –uma forma nada sutil de, sob o pretexto de proteger os eventuais herdeiros, determinar que essas pessoas são incapazes de fazer as próprias escolhas. Não à toa a ministra Cármen Lúcia afirmou, durante o julgamento, que o dispositivo apresentava “presunção de etarismo”. 

      Muitas vezes tratado como simples brincadeira –o que definitivamente não é–, essa discriminação por idade pode acarretar consequências graves para a saúde e o bem-estar dos idosos. Está associada, por exemplo, à redução da expectativa de vida e ao desenvolvimento de depressão, doenças cardiovasculares e problemas cognitivos. Ele também aumenta o isolamento social e o sentimento de desamparo dos mais velhos – condições que tendem a desencadear problemas de saúde–, restringe sua capacidade de expressar a própria sexualidade e aumenta o risco de violência e abusos. 

      Por fim, ele também contribui para a pobreza e a insegurança financeira dos idosos, uma vez que muitos terminam excluídos do mercado de trabalho. 

      Uma pesquisa realizada em 2022 pela consultoria Ernst & Young e pela agência Maturi com quase 200 empresas de 13 setores fez uma radiografia do mercado de trabalho brasileiro para pessoas com mais de 50 anos –e os resultados são pouco alentadores. 

      Dois terços das companhias entrevistadas possuem menos de 10% de funcionários nessa faixa de idade, e quase um terço delas contam com menos de 5%. 

      Além disso, 78% das organizações ouvidas afirmam que o mercado em geral é etarista, criando barreiras para a contratação de trabalhadores maiores de 50 anos. Apesar dessa percepção, conclui o estudo, o discurso sobre a importância do tema se choca com a ausência de ações concretas: 80% das empresas respondentes não possuem políticas específicas e intencionais de combate à discriminação etária em seus processos seletivos. 

      Mais preocupante ainda: falta uma visão clara por parte delas sobre como deixarem de ser discriminatórias. As ideias para enfrentar o problema costumam ser genéricas e pouco inovadoras, tocando apenas a sua superfície. Dado o rápido envelhecimento da força de trabalho nacional, mudar essa realidade se afigura urgente. O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) estima que, em 2040, quase 60% dos trabalhadores terão mais de 45 anos. 

      A mudança de mentalidade, claro, não cabe apenas ao mercado de trabalho. Respeitar e valorizar a velhice é uma tarefa de todos. A transição demográfica em curso no país fará com que, em poucas décadas, nos tornemos um país de adultos e idosos. Segundo o IBGE, cerca de um terço da população terá mais de 60 anos em 2060. 

      Como a presença da octogenária Arlete Salles nos ensina, a velhice é uma conquista, e um idoso saudável e ativo é um bônus –e não um ônus– para a sociedade.

 

Dimas Ramalho - Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.


Aumento histórico da força de trabalho e queda da inflação nos EUA são atribuídos à chegada de imigrantes

Com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5%, uma taxa de desemprego abaixo de 4% e os mercados de ações atingindo níveis históricos, juntamente com uma diminuição da inflação, o país alcançou marcos econômicos impressionantes.

 

Durante o último ano, os Estados Unidos testemunharam uma recuperação econômica notável que desafiou as previsões sombrias de recessão.

Os líderes políticos têm cada vez mais reconhecido o papel crucial da imigração na expansão da força de trabalho dos EUA, destacando-a como um dos principais motores do desempenho econômico de 2023. Enquanto os estímulos fiscais desempenharam seu papel, a imigração emergiu como um contribuinte significativo para evitar a recessão e estimular o crescimento econômico.

Discrepâncias nos dados sobre imigração entre agências governamentais podem explicar por que o mercado de trabalho superou as expectativas, com a criação de empregos em março ultrapassando as previsões. Estimativas do Census Bureau (agência governamental responsável por realizar pesquisas populacionais e econômicas no país), indicam um aumento na população residente, com cerca de 70% desse aumento proveniente da imigração.

Apesar dos debates em torno da política de imigração, os dados do Escritório de Orçamento do Congresso (CBO) revelam que a imigração líquida em 2023 foi significativamente maior do que o previsto, totalizando 3,3 milhões de pessoas, impulsionando consideravelmente o crescimento da força de trabalho.

Essa expansão da força de trabalho, atualmente em torno de 168 milhões de trabalhadores, ajudou a conter a inflação. Os imigrantes estão preenchendo empregos essenciais, enquanto o aumento da imigração impulsionou o crescimento econômico e gerou empregos sem superaquecer a economia.

Vinícius Bicalho, fundador e CEO da Bicalho Consultoria Legal, comenta: "É uma oportunidade corajosa em busca de uma vida melhor." Ele destaca que, embora a migração envolva desafios, também abre portas para novas experiências, impulsionadas pela busca por qualidade de vida, segurança e oportunidades profissionais.

Essa chegada inesperada de imigrantes, tanto com autorização legal quanto sem autorização, teve um impacto substancial na força de trabalho dos EUA, que agora conta com cerca de 168 milhões de trabalhadores, em comparação com cerca de 165 milhões antes da pandemia. Também pode estar desempenhando um papel na queda vertiginosa da inflação, que caiu de 9% em 2022 para um aumento anual de 3,1%.

A ampliação da força de trabalho não apenas impulsionou o crescimento do emprego em setores-chave, mas também desempenhou um papel na queda vertiginosa da inflação. Embora teoricamente mais trabalhadores possam aumentar os custos laborais e, por conseguinte, os preços, a disponibilidade de uma mão de obra expandida ajudou a conter as pressões inflacionárias, permitindo que as empresas atendessem à demanda crescente sem aumentar drasticamente os salários.

Além disso, os imigrantes têm sido fundamentais para a economia de diversas maneiras, ocupando empregos essenciais muitas vezes negligenciados pelos americanos nativos e impulsionando a inovação e a produtividade. Estudos revelam que os imigrantes têm uma maior propensão para lançar seus próprios empreendimentos e obter patentes, o que, por sua vez, contribui para o crescimento econômico a longo prazo.

À medida que o país avança, é essencial reconhecer o impacto positivo que a imigração exerce sobre a prosperidade econômica e a força de trabalho dos Estados Unidos.

Enquanto os imigrantes desempenham um papel vital na economia, é crucial assegurar que o processo migratório seja conduzido de forma adequada e legal. Cada etapa requer cuidados específicos, planejamento estratégico e experiência jurídica.

Nesse contexto, que a Bicalho Consultoria Legal se destaca como uma escolha confiável, oferecendo soluções abrangentes para empresas e profissionais liberais.

Sob a liderança do advogado Vinícius Bicalho, licenciado nos EUA, Brasil e Portugal, a equipe possui uma sólida expertise em processos migratórios e um profundo conhecimento sobre os mais de 187 tipos de vistos disponíveis. A consultoria ressalta a importância de contar com apoio profissional qualificado para superar os desafios burocráticos e garantir um processo legal e sem complicações.

"Oferecemos suporte abrangente em todas as áreas, desde a análise do perfil do cliente até a preparação meticulosa da documentação e o acompanhamento do procedimento," afirma Dr. Vinicius.

A consultoria também proporciona uma pré-avaliação migratória gratuita, um serviço detalhado para identificar o visto mais adequado às circunstâncias individuais de cada cliente.

 

Vinícius Bicalho - Advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal; Sócio fundador da Bicalho Legal Consulting P.A.; Mestre em direito nos EUA pela University of Southern California; Mestre em direito no Brasil pela Faculdade de Direito Milton Campos (MG); Membro da AILA - American Immigration Lawyers Association; Responsável pelo Guia de Imigração da AMCHAM; Professor de Pós-graduação em direito migratório; O único advogado brasileiro citado recentemente na lista dos “confiáveis’ do New York Times.

 

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Ao final do curso, você receberá um certificado de participação e terá a oportunidade de compartilhar seu currículo com o Programa de Aprendizagem da LBV.

 

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As inscrições para o curso são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Escola Aberta do Terceiro Setor: https://www.escolaaberta3setor.org.br/sebrades-cursos/construindo-o-futuro/

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LBV: Investindo no futuro dos jovens

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SESI AE Carvalho e Vila Leopoldina estão com vagas gratuitas na Educação de Jovens e Adultos, com a opção profissionalizante, em parceria com o Senai-SP

 


O programa oferece cursos 80% a distância e 20% presenciais. As inscrições vão até 26 de abril, no site do SESI-SP, e as aulas começam em maio

 

Para seguir oferecendo uma jornada educacional adaptada e enriquecedora aos que buscam concluir a Educação Básica e não tiveram a oportunidade de finalizá-la, o SESI está com vagas gratuitas, tendo em AE Carvalho 487 vagas e no Sesi Vila Leopoldina 302 vagas disponíveis para a Nova Educação de Jovens e Adultos (Nova EJA) e EJA Profissionalizante. Os interessados podem se matricular exclusivamente no site do SESI-SP www.sesisp.org.br, até o dia 26 de abril, para ingresso na turma que se iniciará em maio.

 

A Nova EJA abrange o Ensino Fundamental anos finais (do 6° ao 9° ano) e o Ensino Médio (do 1° ao 3º ano), enquanto a EJA Profissionalizante, em parceria com o SENAI-SP, oferece certificação profissional em um dos cursos disponíveis no programa: Almoxarife, Assistente de RH, Assistente de controle de qualidade, Controlador e programador de produção, Costureiro sob medida, Desenhista de moda, Inspetor de Qualidade e Operador de computador.

 

Um dos diferenciais da Nova EJA e da EJA Profissionalizante é o Reconhecimento de Saberes, que identifica e aproveita os conhecimentos formais e informais dos estudantes, permitindo a redução do tempo necessário para a conclusão do curso. Na EJA Profissionalizante o aluno realiza os dois cursos (educação básica e profissionalizante) ao mesmo tempo.

 

Nos dois programas, o tempo para conclusão dura até 12 meses, variando de acordo com o estágio de cada aluno. Em ambos, 80% do curso será a distância, proporcionando flexibilidade aos alunos, enquanto os restantes 20% ocorrerão em encontros presenciais. A idade mínima para ingresso no Ensino Fundamental Anos Finais é de 15 anos; já o Ensino Médio, a partir dos 18 anos de idade. Dando prioridade aos trabalhadores da indústria, o SESI-SP busca atender ao maior número possível de indivíduos ligados a esse setor.

 

“A Nova EJA é para todas as pessoas que buscam na educação novos conhecimentos e mudanças em suas vidas. E para atender estes propósitos, nós oferecemos um grupo de profissionais sérios e dedicados, em uma instituição reconhecida”, comenta Silvia Simoni Orlando, diretora do Centro de Atividades do SESI AE Carvalho e Vila Leopoldina.

 

Serviço

Nova EJA e EJA Profissionalizante

Inscrições até 26 de abril no site do SESI-SP (www.sesisp.org.br)

Contatos: 0800 876 8894 | WhatsApp: (11) 98125-6775

Horário de atendimento: das 8h às 17h - de segunda a sexta-feira


Criar redes integradas por território é a solução para o SUS

Opinião

 

O Sistema Único de Saúde (SUS), uma conquista histórica do povo brasileiro, enfrenta uma crise sem precedentes, refletida em longas filas de espera, hospitais superlotados e tempos de espera inaceitáveis para atendimento e cirurgias. 80% da população brasileira depende exclusivamente do SUS. 

Com relatos de pacientes aguardando mais de 11 horas por um atendimento básico, e filas de espera de mais de 6 meses para a realização de cirurgias essenciais, é evidente que o atual modelo do SUS não está atendendo às necessidades da população de forma eficaz. 

A descentralização por meio das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), embora tenha sido uma tentativa de aliviar a demanda nos hospitais centrais, revelou-se insuficiente para resolver os problemas fundamentais de acesso e qualidade nos serviços de saúde. 

O atual cenário do SUS é alarmante e exige uma ação imediata. Não podemos mais aceitar que os brasileiros enfrentem condições tão precárias de atendimento médico, colocando em risco sua saúde e bem-estar. 

Diante desse contexto crítico, é necessário um esforço conjunto do governo, profissionais de saúde, instituições acadêmicas e a sociedade civil para remodelar o SUS e garantir um sistema de saúde acessível, eficiente e de qualidade para todos os brasileiros. 

Na minha visão, estudos e experiência de mais de 30 anos no setor de saúde, está mais do que na hora de agir, de remodelar este atendimento e de criar uma Política Nacional de Qualidade para dar uma sustentabilidade ao setor. Caso nada seja feito vamos viver um colapso na saúde pública. 

E a saída está na própria história do SUS: criar redes integradas por território, ou seja, cuidar das pessoas por região e de forma unificada e multidisciplinar. Desta forma, evitamos as longas filas e as idas e vindas da população nos postos de saúde por diversos bairros. 

A remodelação do SUS não é apenas uma questão de política de saúde, mas sim uma questão de justiça social e direitos humanos. Todos os brasileiros têm o direito constitucional a um sistema de saúde público, gratuito e de qualidade, e é nosso dever garantir que esse direito seja respeitado e cumprido.

 

Mara Machado - CEO do Instituto Qualisa de Gestão (IQG), que há 30 anos capacita pessoas e contribui com as instituições de saúde para reestruturar o sistema de gestão vigente, impulsionar a estratégia de inovação e formar um quadro de coordenação entre todos os atores decisórios.


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