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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Veja como fazer escova de cabelo em casa




Saiba o passo a passo para deixar as madeixas bem escovadas, como se tivesse acabado de sair de um salão de beleza! Consultor da Netfarma conta como conseguir a proeza.


Cabelos domados com um efeito liso ou ondulado perfeito são características de uma escova bem-feita, dessas que fazemos quando vamos a um bom salão de beleza. Porém, esse resultado não precisa ficar restrito aos locais especializados. Com um pouco de técnica, produtos certos e paciência, é possível fazer uma bela escova em casa.

O hairstylist visagista consultor da Netfarma, Sylvio Rezende, explica que cabelos bem lavados, o uso de uma escova de tamanho e tipo apropriado para o seu cabelo, um leave-in, a adoção das técnicas corretas (essa é a parte mais difícil) e a finalização com uma chapinha ou baby liss vão ajudar a tornar sua escova caseira mais próxima da de salão (que, vamos combinar, não tem igual, né?). Mas se não dá para fazer no salão, é melhor se esmerar para sair de casa com uma escova digna, certo?  Isso quer dizer: sem aqueles fios arrepiados e um aspecto de cabelo seco. Para alcançar esse objetivo, o consultor da farmácia megastore digital ensina o passo a passo para a escova feita em casa:

1 - Lavagem com os produtos certos - O primeiro passo é lavar os cabelos com um shampoo e um condicionador adequados para o seu tipo de cabelo (oleoso, seco, quimicamente tratado, etc). O ideal é passar um shampoo antirresíduos, para limpar ao máximo. Um cabelo bem limpo pelo shampoo e sem restos de condicionador segura por mais tempo a modelagem da escova, ensina Rezende. Para não deixar o cabelo pesado, não exagere na quantidade de condicionador, passe apenas no comprimento e o remova bem do cabelo.

2 - Duo Proteção + Secagem - Após a lavagem, passe leave-in ou protetor térmico novamente, cuidado na dosagem. Passar demais, em vez de deixar o cabelo mais macio, o deixará com aspecto pesado. Depois desse processo, pegue o secador e tire ao máximo a umidade do cabelo. Nessa etapa não é preciso usar a escova, use apenas as mãos, sugere. Mas atenção: se o seu cabelo for crespo, use por bem menos tempo a técnica da secagem, comece a escovação com os fios ainda úmidos, pois ficará mais fácil de modelar.

3 Escovação - Essa é a parte da paciência, força no braço e técnica. Comece dividindo os cabelos em três partes (caso o cabelo seja pouco e fino) ou em quatro ou mais partes (caso tenha bastante cabelo). Para facilitar, enrole as mechas que não forem trabalhadas no momento em pequenos coques. Na mecha restante, seque de cima para baixo - lembre-se de trabalhar bem a raiz, a parte mais importante para um bom resultado. Ao seguir a mecha, rode a escova e alise com o secador. Faça primeiro a parte de trás. Depois, passe para as laterais superiores. Use um espelho para visualizar a parte de trás também. Caso tenha franja, a deixe por último. Na hora de modelar, lembre-se: ao virar as pontas para dentro, a escova fica mais lisa e mais encorpada. Ao virar as pontas para fora, o cabelo fica com mais volume, ensina. Fique atenta às especificações de cada tipo de cabelo:
 
  • Lisos - Prefira escovas grandes, que vão levantar a raiz e aumentar a durabilidade do penteado. Deixe o secador a uma distância de pelo menos dois dedos dos fios. Basta passar o secador uma vez em cada mecha.
  • Ondulados -Para alisar e manter o movimento, escolha as escovas médias. Estique cada mecha várias vezes para ter os fios lisos.
  • Crespos - As escovas de cerdas naturais são as ideais para esse tipo de cabelo, de preferência as redondas de cerdas firmes. Enrole a mecha na escova, estique e coloque o secador mais próximo ao fio. Repita na mesma mecha até perceber que o cabelo está bem seco e liso (pode levar tempo).

4  Fios
à la Gisele Bündchen - Caso queira dar um ar sexy ao cabelo escovado e evitar o aspecto de liso escorrido, enrole algumas mechas em bobes médios e largos no alto da cabeça. Aguarde uns 20 minutos e depois solte sem pentear.

5
Finalizador - Para finalizar a escova perfeita, borrife um spray fixador nos fios, para que a escova dure mais tempo.

6  Chapinha (para alisar) ou baby liss (para ondular) -  Sempre usar com protetor t
érmico. Nunca os deixar ligados no banheiro ou perto de crianças, que podem tocá-los. Esses equipamentos podem dar aquele toque final ao seu penteado. Passar apenas uma vez em cada mecha, e rápido, para não queimar ou quebrar os fios. Se você tem cabelos finos, procure usar apenas em ocasiões especiais.


Flacidez tem tipo e também tem solução. Descubra como prevenir e tratar



Segundo a Dr. Bruna Camarão, especialista em medicina estética, as pessoas têm se queixado cada vez mais jovens sobre esse incômodo

Não é preciso ter pesadelos ou se imaginar como um pudim de biquíni, ou de sunga! A flacidez, que é a falta ou perda de tônus da pele ou muscular, ou ainda ambos, pode ser prevenida e tratada. 

O incômodo começa a aparecer a partir dos 30 anos: "A incidência depende da genética e dos hábitos de cada um. O consumo de bebidas alcoólicas e o tabagismo são dois fatores que influenciam diretamente nisso", alerta a Dra. Bruna Camarão, que além de ser especialista em estética alia os conhecimentos de nutróloga e da medicina ortomolecular no tratamento. Ela completa: "É um pesadelo muito comum nos pacientes do consultório e também surge devido ao avanço da idade, predisposição genética, perda de peso, falta de exercício físico, alimentação deficiente e exposição demais ao sol, além dos dois fatores citados anteriormente". 

Há basicamente dois tipos de flacidez: a muscular e da pele. A flacidez dos músculos geralmente surge por falta de tonicidade em pessoas sedentárias e é muito comum em mulheres jovens e homens de meia idade. "Quando o músculo está flácido, a pele fica com aspecto também de flacidez, isso resulta na estética desagradável", explica a Dra."A de pele é por falta de colágeno e elastina - geralmente em mulheres idosas, mas começa aparecer em mulheres geralmente a partir de 30 anos, por isso é muito importante evitar". O mais comum é que as pessoas apresentem os dois tipos associados.  


Tratamento e prevenção:

As mulheres buscam tratamento para combater esse incômodo mais que os homens, de acordo com a médica: " Acho que ainda há uma certa resistência por parte deles assumirem que isso incomoda. Hoje em dia temos muitos tratamentos eficazes e acessíveis para combater. O paciente gosta do resultado e já mostra para alguém que procura para tentar resolver seu problema também".

Se na consulta o paciente já apresenta algum grau, o tratamento pode ser iniciado imediatamente junto com a prevenção, mas é sempre melhor prevenir.

A hidratação é muito importante. O ideal é consumir pelo menos 2 litros de água por dia, além de fazer atividade física - principalmente a musculação- , dieta equilibrada e balanceada, evitar excesso de sol e álcool e cigarro. 

Antes de apresentar os primeiros sinais de flacidez, já é indicado começar cremes para combater. O médico pode indicar o melhor para seu tipo de pele.

Depois que a flacidez está estabelecida, é necessário avaliar o grau de flacidez e indicar o melhor tratamento. "Hoje temos diversos tratamentos eficientes. Eu uso alguns protocolos associando ao tratamento, entre eles: aparelho de radiofrequência - estimula produção de colágeno;  injeção subdérmica de DMAE - produto aliado no combate à flacidez- e cremes para aplicação em casa, além de prescrever dieta e manipulados. Também oriento ingestão de água e explico sobre sol, tabagismo e bebida alcoólica, além de indicar exercício físico supervisionado".

Queda de cabelo aumenta no inverno





A alopecia (queda capilar) intensifica durante o inverno, já que neste período aumenta-se a temperatura da água do banho, diminui-se o número lavagens dos fios e usa-se com mais frequência secadores, boinas, chapéus, e como consequência disso, aumenta a probabilidade de caspa, fios opacos e sem brilho, ressecamento e queda. Para compensar estes fatos, ocorre um abuso no uso de secadores de cabelos, cremes e leave in que podem provocar irritações no couro cabeludo.

Acordar e perceber vários fios no travesseiro, a quantidade de cabelo que cai durante o banho ou ao pentear o cabelo assusta as pessoas. É normal perder de 100 a 150 fios durante o dia, porém essa quantidade podem aumentar até a 600 fios por dia durante o inverno.

A queda dos fios é parte natural do ciclo de vida dos cabelos. Este ciclo consiste em três fases de: a denominada fase anágena que tem duração de 2 a 4 anos, podendo durar até 8 anos; repouso, também chamada de fase catágena, tem duração média de 3 semanas; e queda, que constitui a fase telógena e tem duração de 3 a 4 meses.

Este tipo de queda, chamado de eflúvio telógeno, pode durar de 1 a 3 meses. O termo telógeno refere-se a fase de queda do cabelo, que ocorre quando os fios que já estavam prontos para cair, caem de forma excessiva em vez de caírem aos poucos.

Mas afinal, quantos fios temos?
São os folículos que determinam os mais variados tipos de pelos do corpo, desde a penugem até os do couro cabeludo. Essa quantidade varia de acordo com a idade da pessoa. Entre 20 e 30 anos, a cabeça humana tem, em média, 615 fios por centímetro quadrado – o que equivale a cerca de 150 mil fios. Dos 30 aos 50 anos, o número cai para 485 fios e vai diminuindo lentamente. Por exemplo, uma pessoa com 80 anos, saudável, possui 435 raízes por centímetro quadrado.

Os fios se formam muito cedo, quando o bebê ainda está na barriga da mãe. O recém-nascido tem de 100 mil a 150 mil folículos no couro cabeludo. Cada um produz um fio. Eles não desaparecem com a idade, apenas param de produzir cabelos. Esses números valem para os dois sexos e para todas as etnias. O que varia é a consistência do fio, que pode ser mais grosso ou mais crespo.

Alopecia androgenética - Há também outro tipo de queda de cabelos, onde não se nota tanto a queda, mas sim os cabelos mais “ralos”. Na alopecia androgenética os fios ficam extremamente finos e o couro cabeludo fica mais visível. Para não ficar na dúvida, é importante procurar um especialista e checar a saúde capilar. As receitas caseiras podem piorar o quadro de queda, por isso, é aconselhável sempre procurar um especialista.

O dermatologista avaliará toda a história clínica e o exame físico, que pode ser complementado com a tricodermatoscopia (exame relativamente simples, não invasivo, realizado com um aparelho chamado dermatoscópio). Em alguns casos o médico poderá solicitar exames laboratoriais: avaliação hormonal, hemograma completo, dosagem de vitaminas e minerais e, em alguns casos, biópsia da pele do couro cabeludo para definir o diagnóstico e o tratamento adequado. O tratamento é composto, basicamente, por medicações via oral e tópicas, shampoos e mesoterapia capilar (injeções intradérmicas aplicadas no couro cabeludo).



Dr. Alexandre Haddad - médico dermatologista do Hospital VITA




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