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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Uso de filtro solar e tratamentos estéticos são aliados contra o envelhecimento da pele





Dermatologista explica quais os cuidados que devem ser tomados em cada idade

Toxina botulínica, fios de sustentação, preenchimentos, laser, ácidos e antioxidantes... São diversos tratamentos e que podem ser utilizados dependendo da idade e da pele. O dermatologista Gustavo Braz Thá, da Clínica Thá Dermatologia, esclarece que é preciso avaliar cada tipo de pele, estudar as alternativas, de acordo com a faixa etária do paciente e evitar a utilização de produtos definitivos.
Embora o filtro solar seja recomendado em qualquer idade, o médico faz uma ressalva: “Fatores de proteção igual ou maior que 30 proporcionam uma ação perfeita para o controle da radiação ultravioleta. Para os que trabalham em ambientes fechados, o fator 30 é suficiente. Além disso, deve-se procurar o produto específico para o seu tipo de pele, como, por exemplo, um gel para pele oleosa ou mais cremoso para peles secas”, destaca. A seguir, os conselhos e orientações do especialista para cada fase da vida:

Crianças e adolescentes: “A mãe deve passar o filtro solar nos filhos e, assim, esse hábito acabará sendo transferido a eles”, considera o dermatologista, Dr. Gustavo Thá. De acordo com ele, esses cuidados devem continuar quando as crianças chegam à puberdade. “O adolescente precisa passar o filtro solar, que deve ser mais específico para o seu tipo de pele, geralmente, um produto com ação de controle da oleosidade, de cravos e de espinhas”, explica.

A partir dos 18 anos: Nessa fase, as meninas começam a perceber as primeiras manchas. “Os jovens costumam chegar ao consultório com uma pele impecável e sempre aconselho: o filtro solar é o melhor antirrugas.” Mas, diz ele, entre os 18 e 25 anos, é possível receitar antioxidantes noturnos à base de vitamina C para controlar o início da pigmentação precoce da pele. Entre os 26 e 28 anos, quando as linhas finas começam a aparecer, são recomendados outros procedimentos: “A intervenção pode ser feita com os antioxidantes, mas também podemos utilizar o ácido retinóico no inverno, que colaborará para a diminuição da oleosidade da pele, comum na pele jovem”, diz. Para quem tem cicatrizes de acne, oriundas da adolescência, podem ser
feitas aplicações seriadas de laseres fracionados.

Aos 30 anos: Aos 30 anos, manchas do excesso de sol começam a surgir. “Podemos começar a intervir mais em peles de 30 anos, com peelings clareadores mais fortes ou até utilizar lasers mais suaves para tratar as manchas ou cicatrizes acneicas da adolescência que ainda persistem”, orienta o dermatologista. Em geral, a partir dos 30 anos já é possível tratar as linhas finas com toxina botulínica, o popular botóx. “Pequenas linhas que se formam ao redor dos olhos ou até mesmo entre as sobrancelhas podem ser amenizadas com a toxina.”

Aos 40 anos: Dr. Gustavo Thá explica que aos 40 anos é muito comum as pessoas se queixarem de linhas de expressão ao redor dos olhos, entre as sobrancelhas, até mesmo na testa e, eventualmente, na perda de contorno do pescoço para a mandíbula. Eles explica que essas queixas, geralmente, podem ser tratadas com a toxina botulínica.
Outra queixa frequente entre os homens e mulheres é a perda significativa de volume no rosto. “Recebemos muitas reclamações por conta do ‘rosto magro’. Esse fenômeno ocorre com o tempo e nada mais é que o rosto perdendo volume em regiões localizadas, como na região malar, ou maçã do rosto. Isso ocasiona uma olheira escura, um aprofundamento nos sulcos, o ângulo da mandíbula e do pescoço vai se apagando ou a bochecha pode perder conteúdo”, explica. De acordo com o médico, o rosto vai emagrecendo, formando sombras e a pessoa vai adquirindo uma feição mais envelhecida, sem ter perdido peso corporal. “Por conta dessa perda de volume, o que fazemos é repor o conteúdo perdido com preenchimento”, afirma.
O dermatologista comenta que antigamente era retirada gordura corporal para fazer o preenchimento e, hoje, além da gordura, pode-se utilizar o ácido hialurônico. “Essa é uma substância biocompatível e que, aplicada por mãos treinadas, proporciona efeito natural quando injetada na pele”, afirma. Ele esclarece que ao repor o volume facial, o paciente pode ganhar um olhar mais descansado, uma face mais jovial e melhorar o seu contorno, obtendo um aspecto mais harmônico do rosto.  “Com os sulcos se aprofundando, formando linhas finas no buço ou até mesmo nos lábios, conseguimos um rejuvenescimento facial muito bom, sem deixar um volume exagerado”, observa.

Aos 50 anos: Quando o paciente chega aos 50 anos, é indicado fazer a manutenção para a pele. “Quando começamos a tratar uma mulher de 50, que se cuidou a vida inteira, não será preciso fazer muita coisa. Porém, se estiver com uma pele desvitalizada, com linhas mais profundas, podemos partir para o laser, que é a grande arma para o tratamento”, declara. O laser de CO² ou o erbium, fracionado ou não, também podem ser recomendados e servem para melhorar as linhas, desde as finas até sulcos mais profundos. “Dependendo do que se quer atingir, podemos variar a aplicação de uma forma mais branda, com uma recuperação entre três a quatro dias ou de uma forma mais forte, com reabilitação entre sete e 12 dias”, detalha.

Aos 60 e 70 anos: Nessa faixa etária há uma combinação de tratamentos. “Os pacientes podem ser submetidos a um laser para tratar as linhas de superfície, uma radiofrequência ou infravermelho para a flacidez que pode estar incomodando ou opções não cirúrgicas, como os fios de sustentação, que passam por dentro da pele para garantir um melhor contorno do rosto ou a própria toxina butolínica para relaxar um olhar mais pesado ou uma testa mais carregada”, comenta.

Clínica Thá Dermatologia - www.thadermatologia.com.br .

Existe prevenção para o câncer ocular?




Especialista diz que uso de óculos escuros até mesmo em dias nublados e atenção às mínimas alterações visuais contribuem para a prevenção e o diagnóstico precoce da doença

O retinoblastoma é o câncer ocular mais comum em crianças pequenas. Ele atinge a retina e muitas vezes é diagnosticado ao acaso, porque a criança apresentou um brilho branco nos olhos ao tirar uma foto. Já entre os adultos, há dois tipos de câncer que merecem muita atenção: o melanoma e o linfoma.  De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, ainda existe o câncer que tem origem em outro órgão, como mamas ou pulmão, por exemplo, e depois acaba atingindo os olhos. Mais do que prevenção, neste caso a palavra de ordem é diagnóstico precoce.
“O tumor ocular, quando diagnosticado e tratado logo no início em crianças pequenas, tem grandes chances de cura. Ao invés daquele reflexo vermelho provocado pelo flash da máquina fotográfica, quando se nota um reflexo branco nos olhos de um bebê é sinal de que algo está errado e de que é preciso levá-lo a um oftalmologista sem demora. O retinoblastoma é um tipo comum de câncer infantil, causado pelo crescimento de um tumor na camada celular da retina. Hereditariedade é fator de risco que corresponde a apenas 10% dos casos. Os outros 90% ainda têm causas desconhecidas. Portanto, é importante prestar muita atenção aos olhos do bebê desde que nasce – conferindo sempre os reflexos nas fotos”, diz Neves.
O melanoma ocular, ou câncer de pele, pode atingir tanto a parte interna do globo ocular (úvea), quanto a membrana que reveste e protege a córnea (conjuntiva). De acordo com o especialista, apesar de o câncer de pele ser muito comum entre homens e mulheres, o uso de óculos de sol contribui muito para proteger os olhos da doença. “O melanoma ocular costuma ser assintomático, daí a importância da prevenção. Quando alguns sinais começam a ser percebidos pelo paciente – com queixa de alterações visuais constantes, moscas volantes, flashes luminosos, e até mesmo descolamento da retina – é porque a doença se encontra num estágio com prognóstico pouco favorável. Normalmente, esse tipo de câncer ocular acomete pessoas entre 40 e 60 anos de idade, sendo necessário fazer um mapeamento da retina, bem como uma ultrassonografia, além dos exames oftalmológicos comuns”.
Já o linfoma ocular, embora raro, é mais facilmente percebido, já que implica no crescimento anormal de uma massa de tonalidade rósea sobre a conjuntiva – atrapalhando a visão até mesmo quando se esconde nos cantos das pálpebras. Somente a biópsia poderá dizer quando é um tumor benigno ou maligno. De todo modo, o tratamento com radioterapia logo no início da doença tem se mostrado promissor. “Pessoas com o sistema imunitário mais vulnerável, como pacientes em tratamento de Aids, são mais suscetíveis ao câncer ocular do tipo linfoma. Já os fatores de risco para o melanoma ocular incluem pessoas brancas, olhos claros (verdes ou azuis), idade superior a 45 anos, doenças hereditárias, excesso de exposição ao sol e determinadas ocupações (pessoas que trabalham no campo, em alto-mar, ou nas praias). Em todo caso, além de proteger sempre bem os olhos, vale a pena visitar um oftalmologista a cada dois anos a partir dos 40 anos, ou sempre que sentir alterações na visão, incluindo reflexos fotográficos diferentes dos normais”, alerta Neves.


Prof. Dr. Renato Augusto Neves - cirurgião-oftalmologista, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo – www.eyecare.com.br –, e autor do livro “Seus Olhos” (2004).

Universidade Anhembi Morumbi realiza campanha de doação de sangue





A ação, em parceria com o Hospital Sírio Libanês, acontece no dia 24 de setembro, no Câmpus Centro da instituição. Toda a comunidade
pode participar
   Os brasileiros são menos solidários com seus semelhantes no que diz respeito a doar sangue. Segundo a ONU, no Brasil, apesar de coletar o maior volume na América Latina, a quantidade é proporcionalmente menor que outros países da região, como Argentina, Uruguai ou Cuba. O estudo também revela outra particularidade da doação de sangue no Brasil: seis em cada dez doadores (59,52%) são voluntários, o restante (40,48%) é formado por doadores de reposição, ou seja, aqueles que doam por razões pessoais (quando um amigo ou parente precisa de sangue).

Alerta a esse cenário e ciente do seu papel na formação de cidadãos, a Anhembi Morumbi, integrante da rede internacional de universidades Laureate, em parceria com o Hospital Sírio Libanês, realiza no dia 24 de setembro (quinta-feira), no câmpus Centro, uma Campanha de Doação de Sangue.

A ação faz parte do Trote Solidário 2015. “O intuito é conscientizar os jovens sobre a importância da doação de sangue por meio de campanhas periódicas de doação ao longo do ano e estimulá-los a serem doadores de sangue constantemente”, afirma Elaine Peixoto, coordenadora do Centro Integrado de Saúde – CIS, da Universidade da Anhembi Morumbi.

A doação de sangue retira entre 400 e 450 milímetros de sangue de acordo com o peso e sexo do doador. Esse volume é rapidamente reposto com ingestão de líquidos. A hemoglobina retorna aos valores de antes da doação em um prazo de um a dois meses. Cada doação poderá gerar de três a quatro hemocomponentes:

- concentrado de glóbulos vermelhos, utilizado em hemorragia grave, pacientes de grandes cirurgias, acidentes graves, entre outras situações;

- concentrado de plaquetas, para pacientes com câncer submetidos a radio ou quimioterapia e outros cenários relacionados com plaquetas baixas como infecções e hepatopatias graves;

- concentrado de plasma, usado na produção de hemoderivados em pacientes com deficiência de fatores da coagulação;

- concentrado de crioprecipitado, para casos de hemofilia.

Saiba mais o que é necessário para realizar a doação de sangue:
ü  Estar em boas condições de saúde;
ü  Ter idade entre 16 e 67 anos;
ü  Peso superior a 50 Kg;
ü  Não deve estar em jejum. Após o almoço, aguardar 3 horas para a doação;
ü  Não estar grávida ou amamentando com intervalo menor que 12 meses,
ü  Não ter se submetido à manipulação dentária nas últimas 72 horas,
ü  Não ter comportamento de risco para AIDS, ou seja, múltiplos parceiros sexuais, hábitos promíscuos, ser usuário ou parceiros dependentes de drogas, etc,
ü  Não estar gripado, com mal estar ou herpes,
ü  Não ter recebido imunização (vacina) recentemente,
ü  Não ter contraído Hepatite após os 11 anos de idade,
ü  Não ter contraído Doença de Chagas, Malária ou Sífilis,
ü  Não ter diabetes em uso de insulina ou epilepsia em tratamento,
ü  Não ter feito procedimentos endoscópicos há menos de 6 meses,
ü  Não ter feito tatuagem ou maquiagem definitiva há menos de 12 meses,
ü  Piercing em cavidade oral ou genital somente 12 meses após a sua retirada,
ü  Informar viagens recentes nacionais ou internacionais;
ü  Outras situações serão avaliadas na triagem clínica.


Campanha de Doação de Sangue
Universidade Anhembi Morumbo
Data: 24 de setembro (quinta-feira)
Horário: das 9h às 16h
Local: Câmpus Centro
Endereço: Rua Frei Gaspar, 131 – Mooca
Agendamento prévio de horário: (11) 2790-4561 / 2790-4531 ou pessoalmente no endereço acima

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