Especialista da Homenz orienta sobre o que considerar para personalizar os procedimentos e alcançar resultados mais naturais
A estética passou a ocupar mais
espaço na rotina dos homens, mas nem todo procedimento deve seguir a mesma
lógica para diferentes tipos de pele. Maior concentração de melanina,
predisposição ao surgimento de áreas escurecidas após inflamações e curvatura
dos pelos são algumas particularidades que podem interferir na escolha e
aplicação de determinados cuidados em pessoas negras. O tema ganha relevância
diante do avanço desse mercado: dados da Sociedade Internacional de Cirurgia
Plástica Estética (ISAPS), divulgados em 2025, mostram que os procedimentos
realizados no público masculino cresceram 6,3% em 2024 em relação ao ano anterior.
A remoção de pelos, por exemplo, aparece entre os não cirúrgicos mais
procurados, com mais de 262 mil casos registrados no mundo.
Na Homenz, maior rede especializada
em saúde e estética masculina do Brasil, esses fatores são considerados na
definição de cada abordagem. Segundo a Dra. Angela Helena Perretto, médica
responsável técnica nacional da rede, compreender como o organismo reage aos
estímulos é importante para individualizar os tratamentos. “A melanina é
responsável pela pigmentação e pode interferir na resposta a procedimentos que
utilizam luz, calor ou promovem renovação cutânea. Já o formato dos pelos
também influencia algumas queixas, especialmente na barba. Entender essas
diferenças ajuda a definir quais recursos utilizar e como conduzir cada caso”,
afirma.
A seguir, a especialista indica três
opções de tratamentos para melhorar aspectos da pele que causam incômodo,
confira:
1. Depilação a
LED permite adaptar a aplicação ao fototipo
Para quem deseja reduzir o
crescimento dos pelos, a depilação a LED é uma das alternativas disponíveis.
Embora tenha finalidade semelhante à depilação a laser, as tecnologias não são
iguais. “A principal diferença está na emissão da luz: enquanto o laser trabalha
com um feixe mais concentrado e específico, o LED utiliza diodos emissores de
luz, com configurações definidas conforme o equipamento, o fototipo e as
características dos fios”, explica.
Essa adaptação é relevante em peles
mais pigmentadas, já que a melanina está presente tanto no tecido cutâneo quanto
nos pelos. Por isso, tonalidade, cor, espessura dos fios e área escolhida são
observadas antes das sessões. “Precisamos considerar a quantidade de pigmento
presente no local para definir a aplicação. O objetivo é direcionar a energia
ao pelo respeitando as particularidades identificadas inicialmente”, relata a
médica.
2. Barba:
protocolo pode ajudar a reduzir pelos encravados
Pelos crespos ou mais curvados podem
voltar em direção à pele após o corte rente e favorecer o encravamento, uma
queixa comum na região da barba. Na Homenz, o protocolo combina Infusão Atômica
Folicular e Pulso Eletro-Renovador (alta frequência), com foco no estímulo ao
crescimento, preenchimento de falhas e cuidado da área. “Analisamos como os
fios crescem, a presença de falhas e a recorrência de encravamentos. A partir
disso, conseguimos trabalhar a saúde local e favorecer o desenvolvimento mais
uniforme da barba”, destaca a profissional.
3. Peeling pode
ser adaptado à tendência de hiperpigmentação
Manchas, marcas de acne, oleosidade e
textura irregular estão entre as queixas que podem ser tratadas com peelings,
responsáveis por promover uma renovação controlada das camadas superficiais. Em
peles com maior tendência à hiperpigmentação pós-inflamatória, a intensidade do
estímulo merece atenção para não favorecer novas áreas escurecidas. “Avaliamos
o histórico de manchas e ajustamos a substância, a concentração e o tempo de
contato. Existem diferentes tipos de peeling, e essa escolha permite trabalhar
o tom, suavizar marcas e melhorar a textura de acordo com a necessidade de cada
pessoa”, conclui a Dra. Angela.

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