Aumentaram as buscas por cirurgias íntimas reparadoras, mas
procedimentos estéticos também ajudam a solucionar problemas como ressecamento
vaginal, perda de tônus e incontinência
Cada dia mais, as mulheres têm buscado cirurgias para reparação da região íntima, que também sofre mudanças à medida em que envelhecemos. O Brasil já ultrapassou os Estados Unidos e é líder em cirurgia plástica íntima com mais de 20 mil procedimentos por ano, de acordo com os últimos dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Mas, segundo a dermatologista da Fêmina Clínica de Estética, Paula Azevedo, os procedimentos estéticos são opções procuradas por quem não quer passar por uma cirurgia, mas busca melhorar o aspecto da região íntima.
“Principalmente depois da menopausa, diversas alterações fisiológicas acontecem e começam a incomodar, como ressecamento vaginal, redução da elasticidade, irritações, incontinência urinária, relaxamento da musculatura (perda de tônus muscular) e algumas tecnologias podem ajudar a solucionar esses problemas, como é o caso do laser Fotona e da radiofrequência, que tem excelentes resultados, tanto estéticos quanto funcionais”, pontua a dermatologista.
Fotona – o laser queridinho do momento
Além de toda sua potência para tratamentos estéticos faciais e corporais, o laser Fotona ainda tem uma ponteira ginecológica que pode ajudar no rejuvenescimento da região vaginal, além de contribuir para a lubrificação e melhora da incontinência urinária. O tratamento consiste na aplicação do laser no consultório, de maneira pouco invasiva e sem dor, em sessões de cerca de 40 minutos que podem ser feitas uma vez a cada 30 dias.
As
aplicações são feitas na parede interna da vagina, introito uretral e região
dos pequenos e grandes lábios. Com a liberação de calor, o laser ajuda a
melhorar a oxigenação e estimula o corpo a produzir mais colágeno, a proteína
que dá sustentação à pele.
Enygma
X-Orbital
A tecnologia consiste em uma ponteira que produz um aquecimento interno, homogêneo e controlado, para estimular a síntese de novas fibras de colágeno. A terapia segura e não-invasiva estimula uma resposta regenerativa em tecidos da região íntima feminina. “Ela induz outros efeitos biológicos, que restauram a elasticidade vaginal, melhoram a incontinência urinária de esforço, reduzem a disfunção sexual e melhoram a aparência da vulva. O equipamento possui um dispositivo inteligente que desliga a ponteira ao atingir 43ºC ”, explica Paula Azevedo.
A
radiofrequência íntima pode ser aplicada para:
· Flacidez
da região íntima;
· Irritações
vulvo-vaginais;
· Atrofia
vaginal
· Vaginite
e cistite recorrentes;
· Incontinência
urinária de esforço leve;
· Pouca
sensibilidade e lubrificação;
· Envelhecimento vulvar e
disfunção sexual
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