Pesquisar no Blog

domingo, 22 de fevereiro de 2026

A casa é o espelho da mente: limpar é a “terapia doméstica” no Brasil

Pesquisa inédita da marca Scotch-Brite™ revela a limpeza como regulador da saúde mental e qualidade do sono para os brasileiros
 

 

Uma pesquisa inédita, realizada pela Quiddity, a pedido da marca Scotch-Brite, lança luz sobre um novo olhar para a rotina doméstica: a limpeza como uma poderosa ferramenta de saúde mental e controle emocional. O estudo, conduzido com 303 brasileiros, comprova que a organização do lar é vital para o bem-estar e mente. 

Os resultados posicionam a limpeza doméstica não apenas como uma obrigação funcional, mas como uma forma de cuidado mental e emocional. Para 63% dos entrevistados, limpar a casa funciona como uma verdadeira terapia doméstica. Este sentimento é reforçado pela percepção de que a atividade ajuda a organizar o pensamento e a retomar o controle sobre a própria vida. 

A pesquisa revela uma forte correlação entre a ordem do ambiente e o bem-estar psicológico. Para 78% dos brasileiros, o ato de limpar ajuda a organizar a mente. Além disso, 71% dos entrevistados sentem que, ao colocar a casa em ordem, conseguem retomar o controle sobre a própria vida. 

Em contrapartida, a desordem e a sujeira atuam como gatilhos de estresse. A casa suja gera agitação e inquietude em 63% dos entrevistados e provoca irritação em 61%.
 

IMPACTO EMOCIONAL DA LIMPEZA

PERCENTUAL DE BRASILEIROS

Limpar a casa funciona como terapia

63%

Limpar ajuda a organizar a mente

78%

Sentem que retomam o controle sobre a vida com a casa em ordem

71%

Casa suja gera agitação e inquietude

63%

Casa suja gera irritação

61%

Tabela ilustra impacto da limpeza na mente do brasileiro. Fonte: Quiddity/Scotch-Brite, 2025. 

O estudo também aponta um impacto significativo da desordem na qualidade do descanso. Metade dos entrevistados (50%) sente que a qualidade do sono é prejudicada quando a casa está suja. Este número é ainda mais acentuado entre as mulheres, subindo para 56%. Os cômodos que mais afetam o nosso emocional são a cozinha (73%) e o banheiro (72%), provando que o bem-estar começa nos ambientes mais críticos do lar. 

"Os dados mostram que a limpeza transcende o funcional, tornando-se uma forma de autocuidado. Não se trata apenas de remover a sujeira visível, mas de criar um santuário mental. Quando o ambiente externo está em harmonia, o interno também se beneficia, reduzindo a ansiedade e melhorando a qualidade de vida. É a prova de que o lar é, de fato, o espelho da mente,” afirma Fernanda Frizzi, gerente de Marketing de Produto da marca Scotch-Brite na 3M. 

A pesquisa identificou que a sensação de bem-estar está intimamente ligada à limpeza de ambientes específicos. A cozinha e o banheiro são os locais que mais afetam o emocional dos brasileiros: 73% têm o emocional impactado pela limpeza da cozinha e 72% pelo banheiro. 

O estudo foi realizado pela Quiddity, a pedido da marca Scotch-Brite, em novembro de 2025, com 303 brasileiros de diversas regiões e classes sociais. O objetivo foi mapear a relação emocional dos brasileiros com a limpeza doméstica.



3M
news.3m.com.br/news-center



Praticidade na cozinha: sete passos para organizar o armário e otimizar espaço e tempo

 

Freepik

Nutricionista do Divino Fogão repassa orientações para facilitar a rotina durante o preparo das refeições 

 

Um dos cômodos mais frequentados da casa, a cozinha pede organização e praticidade. No entanto, muitas vezes a bagunça fica escondida nos armários, o que acaba prejudicando a rotina e o acesso aos utensílios no momento de preparar as refeições. Pensando em quem está montando a própria cozinha ou aqueles que têm planos de repaginar o espaço, Jéssica Benazzi, nutricionista do Divino Fogão, dá dicas de como organizar o armário de cozinha de maneira funcional e eficiente.


Separe os utensílios e os alimentos

Comece esvaziando o armário e separando os utensílios e os alimentos por categorias. Dessa forma, fica mais claro quais itens devem permanecer e quais podem ser descartados ou realocados. Também é uma boa oportunidade para verificar a validade dos alimentos, evitando a permanência de ingredientes vencidos e garantindo uma visão mais clara do que precisa ser reposto.

Coloque todos os objetos em uma mesa ou bancada para conseguir visualizá-los com clareza. Aproveite esse momento e desapegue do que não é mais necessário, inclusive itens quebrados ou velhos. Quanto menos itens acumulados, maior a organização no dia a dia. Em seguida, separe os potes, as travessas e outros recipientes por categorias, facilitando o acesso durante o preparo das refeições.


Deixe os itens mais utilizados à vista

Itens como pratos, talheres, panelas e copos que são usados com maior frequência, devem ficar na parte da frente da prateleira, sempre no alcance das pessoas da casa. Essa organização garante o fácil acesso para todos no dia a dia e evita a necessidade de movimentar os outros objetos sempre que for preparar ou servir as refeições.


Invista em organizadores

Para otimizar o espaço nos armários e manter tudo em ordem por mais tempo, os organizadores verticais são ótimos aliados para separar os utensílios. Eles ajudam a acomodar objetos, como panelas e frigideiras, de forma mais acessível e liberar espaço nos armários. As divisórias para talheres também proporcionam mais praticidade na hora das refeições, enquanto potes transparentes com etiquetas facilitam a identificação de temperos e outros alimentos, tornando a rotina na cozinha mais funcional.


Guarde os potes com tampas

Para evitar desencontros na hora de usar, armazene os potes já com suas respectivas tampas ou organize-as no mesmo espaço. Outra opção é guardar os recipientes um dentro do outro, com as tampas posicionadas de forma organizada, otimizando espaço. Assim, o uso do pote não fica comprometido, e o tempo gasto para procurar as tampas é reduzido.


Aposte em ganchos

Para armários pequenos, os ganchos são ótimos aliados, já que não comprometerão o espaço interno do armário. Dessa forma, é possível pendurar xícaras e talheres sem comprometer a área útil da prateleira, além de manter a organização e ganhar funcionalidade para a rotina.


Invista em potes herméticos

Além do toque decorativo, os potes herméticos ajudam na conservação, na textura e no sabor dos alimentos, por isso, devem ser sempre fechados para preservar as características de cada ingrediente. Outra dica é colocar etiquetas nos potes com temperos e demais insumos para facilitar a visualização e não gerar confusão na hora de cozinhar.


Crie uma rotina de organização que seja fácil de manter

Com uma rotina, o trabalho de organizar o armário deixa de ser algo cansativo e torna-se um hábito. Estabelecer uma organização semanal ou quinzenal, mas que seja simples e eficiente, evita que o espaço volte ao estado inicial e garante que tudo esteja adequado às necessidades do dia a dia da casa.

 


Divino Fogão


Saúde nos detalhes: o papel dos estofados limpos no dia a dia

pexels


Superfícies como sofás, poltronas, cadeiras, painéis e peças revestidas com tecido acumulam sujeira, microrganismos, ácaros, suor e partículas invisíveis que podem comprometer tanto a saúde das pessoas.


A limpeza, higienização e impermeabilização de estofados tem ganhado cada vez mais destaque dentro do setor de limpeza profissional, especialmente diante da necessidade crescente de ambientes mais seguros, saudáveis e com maior durabilidade dos materiais. Superfícies como sofás, poltronas, cadeiras, painéis e peças revestidas com tecido acumulam sujeira, microrganismos, ácaros, suor e partículas invisíveis que podem comprometer tanto a saúde das pessoas quanto a conservação dos espaços.
 

A Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp) destaca que esse segmento tem impacto direto não apenas no conforto e na estética dos ambientes, mas também na saúde e na segurança dos usuários. A higienização correta elimina agentes que podem desencadear alergias e problemas respiratórios, enquanto a impermeabilização profissional cria uma camada protetora que reduz a absorção de líquidos e evita a proliferação de bactérias e fungos. 

Para a associação, a profissionalização dessa atividade tem se tornado indispensável, tanto em residências quanto em empresas, hospitais, escolas, hotéis e demais ambientes de grande circulação. A padronização de processos, o uso responsável de produtos químicos e o conhecimento sobre os diferentes tipos de tecido são fatores que elevam o padrão do serviço e reforçam a segurança de todos os envolvidos. 

Segundo Sacha Haim, presidente da Abralimp, a atenção ao cuidado com estofados faz parte de uma visão mais ampla de responsabilidade sanitária e eficiência operacional. 

“A limpeza profissional evoluiu muito nos últimos anos, e a higienização de estofados é um exemplo claro de como o conhecimento técnico transforma ambientes. Quando aplicada corretamente, essa prática contribui para espaços mais saudáveis, preserva materiais e fortalece a percepção de qualidade. A Abralimp valoriza e incentiva profissionais que elevam o nível do setor com técnicas seguras, padronizadas e sustentáveis.” 

A associação reforça que a disseminação de conhecimento, a capacitação e a troca de boas práticas continuam sendo pilares para fortalecer o mercado e garantir ambientes com mais higiene e proteção.

 

Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional - Abralimp.
Para saber mais, acesse:Link

 

Nova espécie de planta da família da taioba é identificada nas montanhas do Espírito Santo, com apoio da Reserva Ambiental Águia Branca

 Descoberta de um novo filodendro chama atenção para áreas raras e ameaçadas da Mata Atlântica capixaba 

Philodendron quartziticola é um novo filodendro
localizado com o apoio da Reserva Águia Branca.
Crédito: Vagner Faller

Uma nova espécie de planta da Mata Atlântica foi recentemente descrita pela ciência a partir de pesquisas realizadas nas montanhas do Espírito Santo. A espécie, batizada de Philodendron quartziticola, pertence à família Araceae, o mesmo grupo da taioba, do inhame e de plantas ornamentais populares, como antúrio, jibóia e comigo-ninguém-pode, e parte dos registros ocorreu em áreas da Reserva Ambiental Águia Branca, que ofereceu apoio logístico ao trabalho de campo, incluindo hospedagem, alimentação e orientação técnica aos pesquisadores.

 

O estudo, publicado na revista científica da Nova Zelândia Phytotaxa, é resultado de um programa de investigação botânica conduzido por pesquisadores de instituições como o Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA) e Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). E embora a espécie não seja exclusiva da Reserva Águia Branca, tendo sido identificada também em outros municípios da região serrana do Espírito Santo e na Reserva Kaetés, a descoberta reforça a importância ecológica das montanhas capixabas como um importante centro de biodiversidade e endemismo da Mata Atlântica. 

“Do ponto de vista científico, o Philodendron quartziticola apresenta características que permitem diferenciá-lo de outras espécies semelhantes já conhecidas. A planta possui folhas longas e estreitas e estruturas reprodutivas com detalhes únicos no gineceu (órgão feminino da flor), que foram determinantes para sua identificação como nova espécie”, explica a bióloga Patrícia Bellon. O estudo também descreve seu modo de crescimento, que pode ocorrer tanto diretamente no solo quanto como uma trepadeira, adaptada a ambientes com solo pobre, arenoso e com rápida drenagem de água. 

Nova espécie está associada a ambientes raros e
ameaçados da região serrana capixaba.

Crédito: Vagner Faller

O novo filodendro foi registrado em ambientes muito específicos da região serrana capixaba, associados a solos quartzíticos, formados principalmente por areia branca rica em quartzo. Esses ambientes são conhecidos localmente como “Morros de Sal”, devido à aparência clara e granulosa do solo, que lembra sal à distância e impõe condições específicas para o desenvolvimento das plantas. 

E além da descrição taxonômica, a pesquisa trouxe informações relevantes sobre ecologia e conservação. Os pesquisadores observaram que a espécie ocorre em ambientes considerados raros do ponto de vista geológico e altamente vulneráveis à degradação ambiental, frequentemente ameaçados por atividades como mineração, abertura de estradas e plantação de eucalipto. O estudo também identificou interações ecológicas importantes, como a polinização realizada por besouros do gênero Cyclocephala, evidenciando a complexidade desses ecossistemas. 

Em função da distribuição restrita e das ameaças ambientais identificadas, o Philodendron quartziticola foi classificado como espécie “Em Perigo” de extinção, reforçando a relevância do trabalho como subsídio técnico para ações e políticas de conservação da Mata Atlântica no Espírito Santo. 

Para a Reserva Águia Branca, o apoio ao estudo faz parte de uma política institucional voltada à promoção da ciência, da conservação e da produção de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira. A RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) mantém suas áreas abertas a pesquisadores e instituições que atuam em temas alinhados à conservação da natureza, ecologia, botânica e sustentabilidade, contribuindo ativamente para a geração de dados científicos fundamentais para a proteção desses ambientes. 

“A ciência é uma aliada estratégica da conservação. Ao apoiar pesquisas como essa, ampliamos o conhecimento sobre a biodiversidade local e fortalecemos as bases técnicas necessárias para a proteção de áreas naturais sensíveis”, destaca Patrícia. 

A descoberta do Philodendron quartziticola evidencia que mesmo em regiões consideradas bem estudadas, a Mata Atlântica ainda guarda espécies desconhecidas da ciência. O achado reforça a importância de iniciativas que aproximem áreas protegidas, pesquisadores e instituições científicas em prol da conservação do patrimônio natural brasileiro.

  

Grupo Águia Branca
www.gab.com.br


Pós Carnaval: Confira dicas de alimentos que contribuem para foco e energia

Head de Nutrição, Saúde e Bem-Estar da Nestlé Brasil, Gisele Pavin, explica como escolhas alimentares equilibradas, hidratação adequada e porcionamento consciente facilitam a reeducação alimentar pós-festas e ao longo do ano, em vez de dietas restritivas 

 

Após o Carnaval, muitas pessoas buscam retomar a rotina com foco na saúde após um período marcado por excessos. A busca por dietas variadas é comum, e a alimentação volta a ocupar um papel central na construção de hábitos saudáveis do dia a dia. Mais que promessas rápidas, o começo do ano é um momento estratégico para reorganizar a alimentação de forma consciente. A head de Nutrição, Saúde e Bem-Estar da Nestlé Brasil, Gisele Pavin, pondera algumas dicas em contraposição a dietas restritivas, devido a alguns riscos para a saúde.

“É comum as pessoas quererem compensar exageros com dietas muito restritivas, mas esse caminho pode gerar deficiências nutricionais, queda de energia e até efeito rebote- quando o corpo, após um período de restrição, tende a recuperar rapidamente o peso perdido ou até ganhar mais. O ideal é focar no equilíbrio, na qualidade dos alimentos e no respeito às necessidades individuais de cada organismo”, reforça. A especialista aposta na variedade de alimentos e acompanhamento profissional. 

Uma alimentação adequada deve priorizar alimentos como frutas, legumes, verduras, grãos integrais, leguminosas, proteínas magras e fontes de gorduras boas. Esses grupos fornecem nutrientes essenciais para o funcionamento do corpo, contribuindo para a manutenção da energia ao longo do dia, a melhora da concentração e fortalecimento do sistema imunológico.

Outro ponto fundamental é a hidratação. A ingestão adequada de água ao longo do dia auxilia na digestão, no transporte de nutrientes e no bom funcionamento cognitivo. “Muitas vezes, a sensação de cansaço ou falta de foco está relacionada à desidratação. Manter uma rotina de consumo de água é simples, mas faz muita diferença na disposição física e mental”, reforça Gisele.

Além da escolha dos alimentos, o porcionamento consciente é um aliado importante da saúde. Comer com atenção, respeitando sinais de fome e saciedade, ajuda a evitar excessos e contribui para uma relação mais equilibrada com a comida. Planejar as refeições, fazer lanches intermediários e manter horários regulares também favorecem a estabilidade de energia ao longo do dia.

A nutricionista alerta ainda para os riscos das chamadas “dietas milagrosas”, comuns no início do ano. Protocolos muito restritivos ou sem embasamento científico podem comprometer a saúde e não promovem mudanças duradouras. “Não existe fórmula mágica. A alimentação saudável deve ser personalizada e acompanhada por médicos e nutricionistas, que avaliam histórico, rotina e necessidades específicas”, destaca a porta-voz. Mais que uma meta de curto prazo, adotar uma alimentação equilibrada é um investimento contínuo em saúde, bem-estar e qualidade de vida. Pequenas escolhas diárias, feitas com informação e consciência, são o verdadeiro combustível para manter o ano com mais energia e foco.

 

O molho certo para cada tipo de massa

Freepik
Um guia italiano para acertar no prato com dicas de harmonização entre formatos de massas e tipos de molhos 

 

Existem mais de 300 formatos de massa na Itália e cada um carrega um propósito culinário: a forma e a textura dizem muito sobre o tipo de molho que melhor abraça aquele prato. Escolher a combinação certa faz um simples almoço virar um momento de sabor memorável e revela como a tradição italiana pode guiar nossas escolhas na cozinha do dia a dia.

Débora Alberti, chef a frente da Itália no Box, compartilha sua visão sobre harmonização de massas e molhos. O objetivo é trazer mais confiança à mesa e transformar pratos rotineiros em experiências sensoriais que contam histórias. 

 

Espaguete pede leveza 

Massas longas e finas como o espaguete combinam melhor com molhos leves à base de azeite, tomates frescos ou sabores do mar. A razão é simples: superfícies finas permitem que o molho envolva cada fio sem sobrecarregar a massa. Molhos mais robustos tendem a escorrer e não se fixar bem nas tiras longas. 

 

Linguine para receitas delicadas e frescas 

Um pouco mais largo que o espaguete, o linguine oferece um contato maior com o molho, sendo excelente com preparos que usam frutos do mar, pestos ou molhos leves à base de limão e ervas. Essa combinação equilibra sabores sem peso excessivo. 

 

Penne e rigatoni para molhos encorpados 

Massas curtas com formato tubular, como penne ou rigatoni, são ideais para molhos densos e rústicos, como ragù à bolonhesa ou arrabbiata. As ranhuras e o interior oco permitem que o molho entre na massa, garantindo que cada garfada tenha sabor e textura. 

 

Fusilli e espirais que capturam sabor 

As massas em espiral abraçam o molho em cada curva, tornando-as perfeitas para molhos com pedaços de legumes, carnes ou molhos rosé (tomate com creme). Essa forma cria uma experiência de textura interessante e sabor distribuído. 

 

Fitas largas para molhos ricos 

Massas como fettuccine, tagliatelle ou pappardelle oferecem uma grande superfície que “agarra” molhos mais pesados, especialmente aqueles à base de creme e carnes cozidas lentamente. Essa parceria resulta em pratos mais robustos e aconchegantes.

“Ao entender por que certas massas e molhos funcionam melhor juntos, você não só melhora o resultado no prato como também valoriza cada ingrediente. É um convite a olhar para a culinária italiana com mais atenção à técnica e ao carinho que ela exige, e não apenas como uma receita automática. Cada combinação carrega lógica e história, e saber disso faz toda a diferença na mesa” Conclui Débora.


Hortaliças fáceis de plantar em casa ajudam a manter a energia durante o Carnaval; veja receitas de sucos práticos


Beterraba, couve, hortelã e outras verduras ricas em nutrientes podem ser aliadas na rotina intensa da folia

 

Com dias intensos de festa, calor e longas horas de atividade física, o Carnaval exige preparo e atenção à alimentação. Para manter a disposição durante a folia, hortaliças frescas podem ser grandes aliadas, especialmente quando cultivadas em casa e consumidas próximas à colheita, preservando melhor seus nutrientes. 

Opções como couve, hortelã, rúcula, espinafre e beterraba se adaptam bem a vasos e pequenos espaços, exigem cuidados simples e oferecem alto valor nutricional, com vitaminas, minerais e compostos antioxidantes. Além de versáteis no preparo de refeições, essas hortaliças também podem ser consumidas em bebidas naturais, facilitando a ingestão antes ou depois da folia. 

Confira três receitas de sucos energizantes à base de hortaliças, ideais práticas em que os preparos consistem apenas em misturar todos os ingredientes no liquidificador:
 

1. Suco verde de couve com hortelã

Ingredientes:

2 folhas de couve
6 folhas de hortelã
200 ml de água gelada

 

2. Suco de beterraba com espinafre

Ingredientes:

1 beterraba pequena cozida
1 punhado de folhas de espinafre
150 ml de água
 

3. Suco de rúcula com couve

Ingredientes:

1 folha de couve
1 punhado de rúcula
200 ml de água
 

Colha diretamente da sua horta:

Fáceis de plantar, as hortaliças se tornam aliadas naturais para quem quer aproveitar o Carnaval com mais disposição. O cultivo em casa também estimula hábitos mais conscientes e aproxima o consumidor da origem dos alimentos. Veja como cultivá-las: 

  • Couve-manteiga
    Uma das hortaliças mais populares nas hortas domésticas, a couve-manteiga é de fácil cultivo e tolerante a variações climáticas. Produz folhas grandes, tenras e macias, com nervuras salientes, sendo rica em fibras, vitaminas e minerais. Pode ser cultivada em vasos ou canteiros, com colheita contínua das folhas mais externas.
     
  • Hortelã-menta
    Planta perene, rasteira e muito ramificada, a hortelã-menta se adapta bem ao cultivo em vasos. É amplamente utilizada como condimento, aromatizante, em chás e no preparo de bebidas, além de ser matéria-prima para a extração de óleos essenciais, especialmente o mentol. Cresce rapidamente e exige regas frequentes.
     
  • Beterraba
    A Isla oferece sementes da tradicional beterraba, que produzem raízes cilíndricas de coloração vermelho intenso, com ótima uniformidade e produtividade, indicadas tanto para consumo in natura quanto para uso de receitas. Para quem busca praticidade, também há a opção de microverdes de beterraba, que têm ciclo mais rápido, alto valor nutricional e são ideais para o preparo de sucos.
     
  • Rúcula
    A variedade Michaella, disponível na Isla, é altamente produtiva e apresenta fácil rebrote. Trata-se de uma planta vigorosa, com folhagem ereta e folhas largas, de sabor levemente mais amargo e alto valor nutricional. Pode ser colhida diversas vezes ao longo do ciclo.
     
  • Espinafre
    Variedade com alta sanidade e ótimo rendimento, o espinafre produz folhas de coloração verde-escura e pode ser plantado durante todo o ano. É uma hortaliça rica em vitaminas, ferro e cálcio, indicada tanto para o consumo cru quanto em preparações líquidas, como sucos e vitaminas.

 

Isla Sementes


Segurança dos alimentos: fiscalização intensifica monitoramento de resíduos em feijão, soja e outras leguminosas

Controle de agrotóxicos e contaminantes é estratégico para proteger a saúde do consumidor e a imagem do agro brasileiro

 

A segurança dos alimentos que chegam à mesa do brasileiro passa por um processo rigoroso de fiscalização que começa ainda no campo. Produtos amplamente consumidos no país, como feijão, soja, lentilha, ervilha e amendoim, estão entre os itens monitorados para controle de resíduos de agrotóxicos e outros contaminantes.

No Brasil, o acompanhamento ocorre por meio do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes — PNCRC Vegetal — coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. O programa realiza coleta sistemática de amostras em diferentes regiões do país, análises laboratoriais e ações de fiscalização e orientação ao produtor para garantir a conformidade sanitária dos alimentos. 

Nesse processo, os Auditores Fiscais Federais Agropecuários atuam desde a fiscalização de insumos até o acompanhamento da produção e da colheita, com o objetivo de evitar que irregularidades cheguem ao consumidor. 

Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários — Anffa Sindical —, Janus Pablo Macedo, a fiscalização técnica é um pilar da segurança alimentar. “O controle de resíduos não é apenas uma exigência regulatória. Ele reduz riscos sanitários, ambientais e econômicos associados ao uso inadequado de defensivos agrícolas”, afirma. 

O auditor fiscal federal agropecuário Oscar Rosa destaca que o desafio é proporcional à dimensão do setor agrícola brasileiro. “O Brasil é um país continental, com grande produção agrícola e uso significativo de agrotóxicos. Por isso, os planos nacionais de monitoramento são fundamentais para garantir a segurança e a qualidade dos alimentos”, explica. Ele ressalta que os riscos não se restringem ao excesso de defensivos. “Há situações como o desrespeito ao período de carência antes da colheita, uso inadequado de produtos e até contaminantes decorrentes de armazenamento incorreto, como micotoxinas, que podem trazer impactos importantes à saúde.” 

Além da proteção ao consumidor, o monitoramento influencia diretamente a competitividade do agronegócio brasileiro. Irregularidades podem gerar barreiras comerciais e questionamentos sanitários em mercados internacionais cada vez mais exigentes. 

Para os especialistas, alimento saudável não é apenas nutritivo. Precisa ser seguro — e essa segurança depende de fiscalização técnica contínua ao longo de toda a cadeia produtiva.


Do prato principal à sobremesa: conheça os tipos de banana e como usar cada um na cozinha

Nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil explica as variações da fruta e as melhores formas de incluí-las em preparações doces e salgadas 

 

Presente na mesa dos brasileiros durante todo o ano, a banana é uma das frutas mais consumidas no País, destacando-se pela versatilidade, valor nutricional e ampla aplicação culinária. Do café da manhã às sobremesas, passando por pratos salgados e receitas regionais, a fruta pode assumir diferentes papéis conforme a variedade escolhida, já que cada tipo possui características próprias de sabor, textura e composição.

Pensando nisso, Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, explica os principais tipos de banana encontrados no mercado e como utilizá-los de forma estratégica na culinária, valorizando tanto preparações tradicionais quanto releituras contemporâneas.

Banana Prata: Uma das mais consumidas no Brasil, apresenta sabor suave, polpa firme e menor teor de açúcar em comparação a outras variedades. É ideal para consumo in natura e para receitas que passam por cocção, como bolos, tortas e bananas grelhadas, já que mantém bem sua estrutura mesmo quando aquecida.

Banana Nanica: Com textura mais macia e sabor naturalmente adocicado, é amplamente utilizada em sobremesas, vitaminas, panquecas e doces típicos. Por amadurecer rapidamente, é uma excelente opção para preparações que exigem cremosidade, como bolos úmidos e purês.

Banana Maçã: De tamanho menor e aroma marcante, possui sabor levemente ácido que lembra o da maçã, o que garante frescor às receitas. É indicada para consumo in natura, saladas de frutas e sobremesas mais leves, além de combinações com especiarias como canela e cravo.

Banana da Terra: Bastante utilizada na culinária brasileira, especialmente em pratos salgados, apresenta polpa firme, além de ser menos doce quando ainda está verde. Pode ser frita, assada ou grelhada, sendo ingrediente de receitas tradicionais como a banana à milanesa, escondidinhos e acompanhamentos para carnes. São utilizadas para a produção der chips de bananas, que ficam mais firmes, crocantes e levemente salgados.

Banana Ouro: Menor em tamanho e com sabor intenso e adocicado, é uma variedade bastante aromática. É indicada para consumo in natura, além de compotas, caramelizações e sobremesas que pedem um toque mais marcante de doçura.

“A banana é um ingrediente extremamente democrático, com ampla aplicação na gastronomia, justamente por apresentar variedades com perfis distintos de sabor, textura e teor de açúcar. Ao compreender essas diferenças, é possível direcionar melhor o uso da fruta em receitas doces ou salgadas, respeitando suas características naturais e alcançando preparações mais equilibradas, com melhor desempenho culinário e maior valorização dos ingredientes”, finaliza Cláudia Mulero.

 

Água Doce

 

Entenda como os enlatados ajudam a garantir comida segura e acessível

Alimentos enlatados unem segurança, praticidade e acesso em um cenário de desafios sociais



A segurança alimentar é um dos grandes desafios sociais da atualidade. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o conceito vai além de simplesmente ter o que comer: envolve o acesso regular e permanente a alimentos em quantidade suficiente, com qualidade, segurança sanitária e valor nutricional adequado para uma vida saudável. Nesse cenário, as embalagens têm papel estratégico e a lata de aço se destaca como uma importante aliada da causa.

Para a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), a lata é um elemento essencial para garantir a segurança dos alimentos ao longo de toda a cadeia, do envase ao consumo. Sua resistência, hermeticidade e capacidade de proteger o conteúdo contra a luz, oxigênio e microrganismos tornam a embalagem uma solução segura e eficiente para a conservação de alimentos.

O processamento térmico utilizado nos alimentos enlatados elimina bactérias e outros agentes nocivos, permitindo que o alimento seja conservado por longos períodos sem a adição de conservantes artificiais, mantendo sabor e valor nutricional. Essa característica é fundamental para assegurar alimentos próprios para consumo, especialmente em contextos em que o acesso à refrigeração ou a condições ideais de armazenamento é limitado.

Além da segurança sanitária, os alimentos enlatados cumprem um papel relevante no acesso à alimentação de qualidade. Com maior durabilidade, eles ajudam a reduzir perdas e desperdícios, facilitam o armazenamento doméstico e possibilitam o abastecimento regular de comunidades mais vulneráveis, inclusive em regiões distantes dos grandes centros urbanos.

Outro fator importante é a acessibilidade. Alimentos enlatados costumam apresentar preços mais estáveis, o que favorece o planejamento alimentar de famílias com menor poder aquisitivo. Itens como legumes, grãos, peixes e outras proteínas enlatadas ampliam as opções nutricionais disponíveis e contribuem para refeições mais completas e equilibradas.

Ao reunir proteção, durabilidade e eficiência logística, a lata de aço reafirma seu papel como uma aliada estratégica no combate à insegurança alimentar. Para a Abeaço, investir na valorização dessa embalagem é também fortalecer uma agenda social que busca levar alimentação segura, acessível e de qualidade a diferentes camadas da população brasileira.

 

Associação Brasileira de Embalagem de Aço -Abeaço
www.abeaco.org.br


Lancheira organizada, rotina equilibrada: como o planejamento beneficia crianças e famílias com restrições alimentares

Com receitas práticas à base de arroz, farinha de arroz e proteína vegetal, a Josapar reúne sugestões com Tio João e SupraSoy para facilitar o dia a dia escolar 

 

A volta às aulas marca o retorno da rotina em casa. Horários apertados, tarefas, compromissos e uma preocupação constante com a alimentação das crianças são comuns no período, especialmente entre famílias que convivem com algum tipo de restrição alimentar, como intolerância à lactose, dietas veganas ou doença celíaca.

Esse cenário não é pontual. Segundo uma meta-análise publicada na revista científica The Lancet Gastroenterology & Hepatology, cerca de 68% da população mundial apresenta má absorção de lactose, o que ajuda a explicar por que cada vez mais famílias buscam alternativas alimentares no dia a dia, inclusive na montagem das lancheiras escolares.

Além das restrições médicas e demais quadros de intolerância, há também escolhas conscientes ligadas ao bem-estar, à sustentabilidade e à diversidade alimentar, por isso, o planejamento da lancheira surge como um aliado importante. Preparar opções simples, com ingredientes versáteis e acessíveis, reduz o estresse diário e amplia o repertório alimentar infantil.

Atenta a esse movimento, a Josapar, dona das marcas Tio João e SupraSoy reuniu uma seleção de receitas pensadas para o período de volta às aulas, utilizando ingredientes como arroz, farinha de arroz e proteína vegetal, que permitem combinações variadas, atendendo diferentes necessidades nutricionais e restrições, sem perder sabor ou funcionalidade.

As sugestões a seguir foram desenvolvidas para facilitar o preparo antecipado, incentivar uma alimentação equilibrada e apoiar famílias que buscam soluções práticas para o cotidiano escolar. Confira.

 

 

 Muffin salgado

 

 


Ingredientes

- 1 colher (sopa) de Azeite Nova Oliva
- 1 cebola picada

- 2 talos de alho-poró cortados em rodelas

- Sal a gosto

- 4 ovos

- ½ xícara (chá) de leite

- 4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

- 1 colher (café) de noz-moscada ralada

- 1 colher (sobremesa) de fermento em pó sem glúten

- 2 xícaras (chá) de Farinha de Arroz Tio João Sem Glúten

- 100 g de tomate sweet grape cortados ao meio

  

Modo de preparo

Em uma panela, aqueça o Azeite Nova Oliva e refogue a cebola. Junte o alho-poró, tempere com sal e reserve. Em um recipiente, bata os ovos e posteriormente misture o leite, metade do parmesão, noz-moscada, fermento e sal. Aos poucos, vá acrescentando a Farinha de Arroz Tio João Sem Glúten e mexa até formar uma massa homogênea. Junte o refogado à massa e distribua em forminhas próprias para muffins untadas com azeite. Por cima, acomode os tomates virados para baixo, polvilhe o restante do parmesão e leve ao forno preaquecido a 180° C até dourar.

 

 

Bolo de laranja com coco

 


Ingredientes 

- 1 ½ xícara (chá) de suco de laranja (300 ml)
- 100 g de coco ralado
- 2 xícaras (chá) de Mistura para Bolo Tio João – Laranja (320 g)
- 4 ovos
- ½ xícara (chá) de óleo vegetal (110 ml)
- 1 xícara (chá) de leite de coco (200 ml)
- 2 xícaras (chá) de açúcar refinado (360 g)
- 1 colher (chá) de essência de baunilha (5 ml)
- 1 colher (chá) de gengibre em pó (4 g)
- 1 colher (chá) de cravo em pó (4,3 g) - opcional
- 1 colher (sopa) de canela em pó (11 g) - opcional
- 1 colher (sopa) de fermento químico em pó (10 g)

- Óleo e Farinha de Arroz Tio João para untar a fôrma

  

Modo de preparo 

Pré-aqueça o forno a 200° C por 10 minutos. Coloque todos os ingredientes em um liquidificador, com exceção do fermento químico em pó, e bata por 1 minuto.
Adicione o fermento e bata rapidamente para incorporá-lo à massa.
Despeje a massa em uma fôrma untada (21 cm de diâmetro e 9 cm de altura, com orifício central) e asse por 55 minutos a uma temperatura de 200° C. Deixe esfriar por 10 minutos e desenforme.

Para obter um bolo de laranja com coco sem glúten, os ingredientes e os utensílios do preparo devem ser isentos deste.

Dicas: substitua o suco de laranja por 400 g de abóbora (já cozida e em purê), ou por maçãs raladas, ou ainda por bananas. Utilize açúcar mascavo para substituir o açúcar refinado. Polvilhe com açúcar e canela, ou com açúcar e coco.

O tempo para assar pode variar conforme a chama do fogão ou potência do forno elétrico.


Posts mais acessados