Pesquisar no Blog

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Energisa abre inscrições para formação de eletricistas em cinco estados

Em parceria com o SENAI, a Companhia oferece gratuitamente mais de 200 vagas em turmas mistas, nos períodos diurno e noturno

 

O Grupo Energisa está com inscrições abertas, até o final de julho, para novas turmas de seu programa de formação de eletricistas. Ao todo, são 225 vagas distribuídas em turmas mistas em cidades dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais e Acre. 

A iniciativa, que já está em sua 3ª edição, é realizada em parceria com o SENAI e tem como objetivo ampliar a qualificação profissional, estimular a diversidade e fortalecer a oferta de mão de obra especializada no setor elétrico. Para se candidatar, é necessário ter mais de 18 anos, com ensino médio completo e CNH categoria B. As aulas acontecerão de segunda a sexta-feira, de manhã ou a noite dependendo da localização, com duração média de seis meses. 

O programa de formação de eletricistas vai além da educação técnica, atuando como um forte motor de desenvolvimento socioeconômico ao qualificar profissionais diretamente nas comunidades onde a Energisa atua. O impacto na mobilidade social e na empregabilidade é tangível: cerca de 70% das pessoas formadas pelo projeto são absorvidas pelo mercado de trabalho. 

Para além da qualificação, o programa cumpre um papel estratégico: promover diversidade no setor e quebrar barreiras em funções historicamente ocupadas por homens. A busca por turmas mistas reflete o compromisso da Energisa em atrair e incentivar a presença de mulheres no setor operacional.

 

Formação em eletricista

A formação inclui uma grade de conteúdos voltada à segurança e à base técnica necessária

para atuação no setor elétrico, com os seguintes cursos:

● Eletricista de Distribuição (350 horas);

● NR10 Básico (40 horas), sobre identificação e controle de riscos elétricos;

● NR10 Complementar – Sistema Elétrico de Potência (SEP) (40 horas), voltado a profissionais que atuam em atividades no SEP, incluindo redes de média e alta tensão;

● NR35 (8 horas), exigido para atividades realizadas em altura, conforme norma do Ministério do Trabalho e Emprego. 

Ao final do curso, os participantes estarão aptos a atuar no mercado de trabalho do setor de energia, seja em empresas do segmento ou de forma autônoma, ampliando suas possibilidades de carreira e renda.

As inscrições acontecem online, pela plataforma da Gupy. Para acessar as vagas com inscrições abertas, requisitos e locais de realização dos cursos, confira o calendário e links abaixo:

  • Luisburgo (MG) – inscrições até 05/06 - Clique aqui
  • Simonésia (MG) – inscrições até 05/06 – Clique aqui
  • Muriaé (MG) – inscrições até 05/06 – Clique aqui
  • Ubá (MG) – inscrições até 05/06 – Clique aqui
  • Barão de Monte Alto (MG) – inscrições até 05/06 – Clique aqui
  • Presidente Prudente (SP) – inscrições até 30/06 - Clique aqui
  • Cruzeiro do Sul (AC) – inscrições até 31/07 - Clique aqui
  • Campo Grande (MS) – inscrições até 31/07 – Clique aqui
  • Ji-Paraná (RO) inscrições até 31/07 - Clique aqui

 

Quer morar em Portugal? 5 regras de imigração que afetam brasileiros

Entender as regras de imigração para Portugal é o primeiro passo para morar no país legalmente, destaca a advogada especialista em direito internacional, Juciana Correa

 


Portugal segue entre os destinos mais procurados por brasileiros que desejam estudar, trabalhar, empreender ou buscar melhor qualidade de vida na Europa. No entanto, antes da mudança, é fundamental conhecer as regras migratórias que impactam diretamente o processo de entrada e permanência no país.

Mudanças legais, exigências documentais e alguns critérios financeiros podem influenciar desde a aprovação do visto até a autorização de residência. Por isso, planejamento prévio se tornou etapa indispensável.

De acordo com a advogada especialista em direito internacional,
Juciana Correa, conhecer as normas evita erros comuns e reduz riscos no processo.

“Entender as regras de imigração para Portugal é o primeiro passo para morar no país legalmente, o desconhecimento das normas pode atrasar, limitar ou prejudicar bastante o andamento do visto”, explica.




5  regras de imigração que afetam brasileiros (e você precisa conhecer):


1 - Nem todo brasileiro pode entrar para morar sem visto
Apesar dos brasileiros possam entrar em Portugal como turistas por período limitado, isso não significa autorização automática para residir ou trabalhar no país.

“Muitas pessoas confundem entrada como turista com possibilidade de fixar residência. São situações jurídicas diferentes. Quem pretende morar deve analisar a categoria migratória adequada antes da mudança”, destaca Juciana Correa.

2 - O visto precisa combinar com o objetivo da mudança
Existem modalidades distintas para trabalho, estudo, aposentadoria, empreendedorismo, renda própria e outras situações específicas.

“Escolher o visto errado pode atrasar o processo ou até gerar indeferimento. O objetivo da mudança precisa estar alinhado ao pedido. Cada categoria possui requisitos documentais próprios”, afirma.

3 - Comprovação financeira costuma ser decisiva
Um dos pontos mais relevantes em diversos pedidos migratórios é demonstrar capacidade de manutenção no país.

“As autoridades querem verificar se o solicitante terá meios legais e suficientes para se sustentar em Portugal.Renda mensal, reservas financeiras e documentos consistentes costumam fazer diferença”, explica Juciana Correa.

4 - Documentação incompleta gera atrasos
Certidões, passaporte válido, comprovantes e formulários precisam estar corretos e atualizados. Pequenos erros podem comprometer prazos.

“Muitas negativas ou exigências complementares acontecem por falhas documentais que poderiam ser evitadas com uma preparação prévia. A organização é parte essencial do processo migratório”, reforça.

5 - Morar legalmente exige etapas após a chegada
Mesmo com visto aprovado, ainda podem existir procedimentos posteriores, como registros, autorizações e atualizações cadastrais.

“Conseguir o visto é uma etapa muito importante, mas a regularização migratória continua mesmo após a entrada no país e ignorar essas fases pode trazer algumas dificuldades futuras”, completa Juciana Correa.




Planejamento reduz riscos

A imigração para Portugal pode ser um projeto viável e positivo, mas depende de estratégia, informação correta e atenção às exigências legais. Quanto maior a preparação, menores as chances de contratempos.

“Quem se organiza com antecedência costuma ter um processo mais seguro, previsível e eficiente”, finaliza Juciana Correa.
 

 

Juciana Correa - advogada há mais de 14 anos. Desde 2017 atua como advogada em Portugal,, com ênfase em Direito Imigratório e Empresarial! Dra Juciana Correa formada pela UNIFAMMA - Centro Universitário Metropolitano de Maringá, realizou o curso de enfrentamento à Violência pela FGV - Fundação Getúlio Vargas, é Especialista em Direto do Trabalho e Processo do Trabalho pela Faculdade Damásio, Cursou Especialidade em Direito Eleitoral, é Mestre em Direito Empresarial Internacional pela Faculdade Lusófona em Portugal. Foi gerente do Centro de Referência da Mulher María Mariá, juíza conciliadora do PROCON de Maringá, advogada e Especialista em Direito Laboral com expertise em Direito Internacional, Empresarial e Imigratório, há 14 anos, atualmente advogando no Brasil, Portugal e Espanha focada em Direito internacional Empresarial, vistos, nacionalidades e Legalização.


Contrato de namoro ganha popularidade e amplia debate sobre união estável

Especialista da UVA explica as diferenças entre contrato de namoro e união estável e os impactos jurídicos de cada modelo de relacionamento

 

Embora o casamento continue sendo uma das principais formas de formalização das relações afetivas, outros modelos de convivência têm levado cada vez mais brasileiros a buscar orientação sobre seus direitos e deveres. Entre os temas que mais despertam dúvidas estão a união estável e o chamado contrato de namoro, que registrou crescimento de 24% em 2025 na comparação com o ano anterior, segundo dados do Colégio Notarial do Brasil (CNB). 

O contrato de namoro é um documento firmado pelo casal para registrar que, embora exista uma relação afetiva, não há naquele momento a intenção de constituir uma família, requisito fundamental para a caracterização da união estável. Na prática, o instrumento tem sido utilizado por casais que desejam deixar clara a natureza do relacionamento e reduzir possíveis discussões jurídicas futuras, especialmente em questões patrimoniais. O aumento da procura reflete uma preocupação crescente com o planejamento financeiro e a segurança jurídica das relações. 

Já a união estável é reconhecida pela legislação brasileira como uma entidade familiar formada por duas pessoas que convivem de maneira pública, contínua e duradoura com o objetivo de construir uma vida em comum. Diferentemente do namoro, ela gera efeitos jurídicos relevantes, incluindo direitos patrimoniais, sucessórios e previdenciários. 

Segundo Joyce Lira, professora do curso de Direito da Universidade Veiga de Almeida (UVA), a principal diferença entre os dois institutos não está no tempo de duração do relacionamento, mas na intenção das partes. “Enquanto a união estável pressupõe o objetivo de constituição de família, o namoro, ainda que sério, estável e duradouro, não possui essa finalidade. É justamente esse projeto de vida familiar que diferencia as duas situações perante a lei”, explica. 

Para identificar a existência de uma união estável, o Poder Judiciário pode analisar diversos elementos da relação, como a convivência sob o mesmo teto, o compartilhamento de despesas, a existência de contas conjuntas, a dependência econômica entre os parceiros, a aquisição de patrimônio em comum e a forma como o casal se apresenta socialmente. Segundo a especialista, nenhum desses fatores, isoladamente, é suficiente para caracterizar a união estável, mas o conjunto das circunstâncias pode servir como prova da intenção de constituir família. 

Nesse contexto, o contrato de namoro tem sido utilizado como uma ferramenta de planejamento jurídico e prevenção de conflitos. “O documento pode contribuir para demonstrar a vontade dos envolvidos e oferecer maior segurança jurídica à relação. No entanto, ele não impede, por si só, o reconhecimento de uma união estável. Se os fatos demonstrarem que o casal vivia efetivamente como uma entidade familiar, a Justiça poderá afastar os efeitos do contrato”, afirma a professora da UVA. 

O reconhecimento da união estável produz consequências jurídicas relevantes, especialmente na esfera patrimonial. Na ausência de pacto estabelecendo regras diferentes, aplica-se, em regra, o regime da comunhão parcial de bens, pelo qual os bens adquiridos durante a convivência podem ser partilhados em caso de separação. A união estável também pode gerar direitos sucessórios e previdenciários. 

Para a docente, o aumento do interesse pelo tema reflete uma mudança de comportamento dos brasileiros, que passaram a enxergar os relacionamentos também sob a perspectiva do planejamento patrimonial e da segurança jurídica. “Conversar sobre direitos e deveres não reduz o afeto nem demonstra falta de confiança. Pelo contrário. O conhecimento jurídico permite que as decisões sejam tomadas de forma consciente, transparente e alinhada às expectativas de ambas as partes”, conclui.

 

O que pode indicar a existência de uma união estável?

• Convivência pública e reconhecida socialmente;

• Relação contínua e duradoura;

• Intenção de constituir família;

• Compartilhamento de residência;

• Divisão habitual de despesas;

• Planejamento financeiro conjunto;

• Aquisição de bens em comum;

• Dependência econômica entre os parceiros.


Enchentes, secas e ondas de calor: 77% dos brasileiros já tiveram algum prejuízo causado por eventos climáticos extremos, revela estudo


 Levantamento da Descarbonize Soluções mostra os impactos materiais e emocionais das mudanças climáticas no cotidiano da população

 

Em meio às discussões globais sobre as mudanças climáticas, brasileiros de todas as regiões já sentem na pele os efeitos diretos dessas transformações. O que antes parecia distante — enchentes que destroem moradias e ondas de calor que comprometem a saúde e a economia — é hoje uma realidade no país e no mundo. 

 

E os efeitos já podem ser medidos: 77% dos brasileiros já tiveram algum prejuízo causado por eventos climáticos extremos. Os dados fazem parte de um estudo realizado pela Descarbonize Soluções, empresa especializada em energia solar e sustentabilidade, que investigou de que forma as mudanças climáticas afetam a população.

 

E esse impacto vai além dos danos materiais, segundo a pesquisa 8 em cada 10 brasileiros já vivenciaram ou conhecem alguém que passou por alguma situação causada por um evento climático extremo, o que reforça que a crise climática já não é um fenômeno isolado, mas uma experiência que atravessa regiões e estados.  

O cenário acompanha os alertas globais mais recentes: segundo o Met Office, serviço meteorológico do Reino Unido, 2026 deve registrar uma temperatura média de 1,4°C acima dos níveis pré-industriais, ficando entre os quatro anos mais quentes desde 1850. 

 

Mudanças climáticas já alteram planos para o futuro

 

A crise climática não afeta apenas o presente, mas também a forma como os brasileiros enxergam o amanhã: 91% dos respondentes afirmaram já ter deixado de fazer ou ter repensado algum plano para o futuro em razão das mudanças climáticas. 

 

Na hora de recalcular a rota, os brasileiros afirmam que viajar para alguns destinos (25%), comprar um imóvel em determinadas regiões (23%) e realizar investimentos de longo prazo (12%) são as principais decisões impactadas.

 



E esse pensamento não surge do nada, ele é alimentado por uma preocupação que cresce a cada novo evento ou informação descoberta: 68% dos brasileiros passaram a se preocupar mais com o futuro após terem contato com notícias sobre eventos climáticos. 

 

Esse comportamento reflete no sentimento de impotência que acompanha uma ideia de que a situação só tende a piorar. Não por acaso, 5 em cada 10 dos brasileiros disseram acreditar que as próximas gerações viverão em uma situação pior do que a atual

 

Em um momento onde as enchentes do Sul, as queimadas no Centro-Oeste e a crise hídrica no Nordeste tornam-se cada vez mais constantes, essa angústia assume dimensões ainda maiores na percepção pública.

 

Como a crise climática vêm alterando o comportamento dos brasileiros

Além de mudanças nos planos, a pesquisa da Descarbonize Soluções revela um ponto menos visível, mas significativo, dos efeitos da crise climática: o impacto sobre o estado emocional dos brasileiros — pouco mais da metade dos entrevistados (52%) afirmaram se preocupar frequentemente com eventos climáticos extremos

A preocupação frequente, para muitos, vai para além do pensamento e passa a exigir amparo: 66% dos entrevistados já buscaram alguma forma de suporte para lidar com os sentimentos ligados às mudanças climáticas. As saídas encontradas mostram que a população busca por diferentes formas de apoio: há quem recorra às conversas com amigos e familiares (27%), quem procura respostas em conteúdos na internet (19%) e quem procura apoio psicológico profissional (14%).



Os efeitos das mudanças climáticas já fazem parte da rotina dos brasileiros, com ondas de calor, enchentes e outros eventos extremos cada vez mais frequentes. Diante desse cenário, é essencial investir em soluções sustentáveis, como ampliar o uso de energias renováveis, reduzir as emissões de carbono e fortalecer a infraestrutura das cidades para minimizar os impactos causados por esses fenômenos.


Metodologia 

 

Para compreender como as mudanças climáticas afetam os brasileiros, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.

 

Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 questões, que abordaram experiências com eventos climáticos extremos, impactos, perspectivas sobre o futuro e mudanças de comportamento motivadas pela crise climática. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere cada alternativa apontada pelos entrevistados. 

 

Sobre a Descarbonize Soluções

 

A Descarbonize Soluções é uma empresa especializada que oferece um ecossistema completo e integrado para o setor de energia solar fotovoltaica. A empresa faz parte de um grupo com mais de 40 anos de história, e reúne três frentes estratégicas: a Aldo Solar, uma das maiores distribuidoras de equipamentos solares do país; a Sol Agora, fintech que oferece financiamento 100% digital para projetos de energia limpa; e a Descarbonize Serviços, especializada em assistência técnica e suporte ao cliente final. A Descarbonize Soluções tem presença em mais de 2.900 cidades brasileiras e conta com mais de 420 mil instalações realizadas. A Descarbonize Soluções faz parte do portfólio da Brookfield, uma das maiores empresas de gestão de ativos no mundo.

  

Descarbonize Soluções

 

Faturamento alto não significa empresa saudável

Crescer nas vendas não garante lucro, e a falta de controle financeiro continua sendo uma das principais causas das dificuldades enfrentadas por pequenas e médias empresas brasileiras


Uma empresa pode aumentar o faturamento durante meses, conquistar novos clientes e parecer estar em seu melhor momento. Ainda assim, estar caminhando para uma crise financeira. Embora pareça contraditório, essa é uma realidade comum entre pequenos e médios negócios brasileiros. O problema, na maioria das vezes, não está na capacidade de vender, mas na dificuldade de entender o que realmente acontece com o dinheiro da empresa.

Segundo Danilo Fermino, contador e especialista em gestão financeira empresarial, um dos erros mais frequentes é confundir dinheiro entrando na conta com lucro. "Muitos empresários olham para o saldo bancário e acreditam que aquilo representa o resultado da empresa. Mas o dinheiro que está na conta pode ter destino. Pode ser imposto, fornecedor, folha de pagamento ou compromissos futuros. Saldo bancário não é lucro." A consequência é que decisões importantes acabam sendo tomadas sem informações confiáveis sobre margem de lucro, fluxo de caixa, custos operacionais e rentabilidade.

Com mais de 14 anos de atuação na área contábil e financeira, Danilo acompanha diariamente a realidade de pequenas e médias empresas e afirma que a falta de visibilidade financeira continua sendo um dos maiores desafios para o crescimento sustentável dos negócios.

"Muitos empreendedores trabalham o dia inteiro, vendem, atendem clientes, contratam pessoas, resolvem problemas e fazem a empresa acontecer. Mas quando eu faço uma pergunta simples, quanto realmente sobrou no mês passado? Muitos não conseguem responder. E sem essa resposta, qualquer decisão importante passa a ser tomada na base da percepção."

O problema costuma se agravar justamente quando a empresa começa a crescer. "É comum o empresário acreditar que está prosperando porque o faturamento aumentou. Mas crescimento sem controle pode gerar mais estoque, mais despesas, mais impostos, mais necessidade de capital de giro e mais risco. Já vimos empresas venderem mais e, ao mesmo tempo, ficarem financeiramente mais frágeis."

Para enfrentar esse desafio, algumas organizações estruturam equipes financeiras internas. Outras optam pela terceirização especializada de processos financeiros, modelo conhecido como BPO Financeiro (Business Process Outsourcing).

Independentemente do formato escolhido, o objetivo é o mesmo: transformar informações dispersas em dados que permitam decisões mais seguras e estratégicas. "O empresário não precisa decorar indicadores financeiros, mas precisa ter acesso a eles. Quem toma decisões sem números está administrando no escuro. Quando existe informação organizada, fica mais fácil identificar desperdícios, melhorar margens, planejar investimentos, negociar melhor com fornecedores e crescer com mais segurança."

Para Danilo Fermino, um dos maiores equívocos é acreditar que problemas financeiros surgem de forma repentina. "Nenhuma empresa quebra de um dia para o outro. Os sinais aparecem muito antes. Queda de margem, aumento de despesas, falta de caixa, endividamento crescente e dificuldade para formar reservas normalmente começam meses antes da crise se tornar visível."

Por isso, a gestão financeira deixou de ser apenas uma atividade administrativa e passou a ocupar um papel estratégico dentro das empresas. "No fim das contas, empresas raramente quebram por falta de esforço. A maioria quebra porque toma decisões sem enxergar os próprios números. E quando o empresário passa a entender o que os números estão dizendo, ele deixa de apenas trabalhar no negócio e começa, de fato, a gerir uma empresa."

 

Flow Contabilidade Digital
Danilo Fermino, Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99970-0881 | @danilofermino
danilo@orconsil.com.br
www.flowcontabilidadedigital.com.br


Washington, DC é eleita, pelo sexto ano seguido, a cidade com o melhor sistema de parques dos EUA

Com 693 parques, investimento acima da média nacional e áreas verdes espalhadas por toda a cidade, a capital americana reforça seu posicionamento como um dos destinos urbanos mais conectados à qualidade de vida

 

Poucas cidades americanas transformaram áreas verdes em parte tão essencial da experiência urbana quanto Washington, DC. Agora, a capital dos Estados Unidos acaba de ser eleita, pelo sexto ano consecutivo, como a cidade com o melhor sistema de parques entre as 100 maiores cidades americanas — um reconhecimento que reforça seu posicionamento como um destino cada vez mais conectado a bem-estar, mobilidade urbana e qualidade de vida.

 

O ranking ParkScore 2026, elaborado pela Trust for Public Land, analisa os sistemas de parques das maiores cidades dos EUA com base em critérios como acesso, infraestrutura, investimento público, distribuição das áreas verdes e qualidade dos equipamentos urbanos.

 

Os números ajudam a explicar o resultado. Hoje, Washington conta com 693 parques distribuídos por diferentes regiões da cidade. Além disso, 99% da população vive a até dez minutos de caminhada de um espaço verde, enquanto 21,5% da área total da capital é destinada a parques. 


Uma cidade pensada para ser vivida ao ar livre

 

Embora o National Mall siga sendo um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade, o destaque de Washington no ranking aparece justamente pela forma como as áreas verdes estão integradas ao cotidiano urbano.

 

Bairros como Georgetown, Capitol Hill, Navy Yard e Adams Morgan concentram parques, jardins públicos, ciclovias, píeres e praças arborizadas que fazem parte da rotina de moradores e visitantes ao longo do ano.

 

Durante a primavera e o verão, esses espaços também recebem programação cultural, atividades esportivas, festivais e eventos ao ar livre, ampliando ainda mais a relação da cidade com seus parques.

 

Outro aspecto destacado pelo levantamento foi o desempenho de Washington nas métricas de acesso e equidade, que avaliam a distribuição dos parques entre diferentes regiões e perfis sociais da cidade. 

 

Parques como investimento urbano 

O levantamento da Trust for Public Land também aponta uma tendência cada vez mais relevante para grandes cidades: investir em parques gera impacto econômico direto.

 

Segundo o relatório, cada US$ 1 investido em parques gera, em média, cerca de US$ 3 em benefícios econômicos locais. O estudo relaciona esses ganhos à melhoria da saúde pública, redução de custos urbanos e valorização das cidades.

 

Em Washington, o investimento em parques chega a cerca de US$ 449 por morador — mais que o dobro da média nacional americana.

 

Na prática, o reconhecimento ajuda a consolidar uma imagem mais contemporânea da capital americana: uma cidade onde áreas verdes, espaços públicos e qualidade urbana passaram a ocupar um papel tão importante quanto os tradicionais pontos turísticos 



Destination DC
washington.org



Imaginadora!
imaginadora.com.br
Instagram @imaginadora_brasil


Tragédia em Congonhas levanta alerta sobre responsabilidade das companhias aéreas em acidentes no desembarque

O advogado Daniel Romano Hajaj destaca que o desembarque faz parte da responsabilidade da companhia aérea

 

A morte de uma mulher após uma queda durante o desembarque de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, voltou a colocar em discussão a responsabilidade das companhias aéreas pela segurança dos passageiros mesmo após o pouso do avião. O caso ocorreu nesta semana e será investigado pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias do acidente. 

As primeiras informações apontam que a vítima teria sofrido a queda ao utilizar a escada de desembarque da aeronave. O acidente gerou forte repercussão e levantou questionamentos sobre os protocolos de segurança adotados pelas empresas aéreas e pelas equipes responsáveis pela operação em solo. 

Para o advogado Daniel Romano Hajaj, especialista em Direito do Consumidor, muitas pessoas acreditam, de forma equivocada, que a responsabilidade da companhia termina quando o avião pousa. 

“O desembarque integra o serviço contratado pelo passageiro. A obrigação da companhia aérea de garantir segurança permanece até o encerramento completo da operação de saída da aeronave”, explica o advogado Daniel Romano Hajaj. 

Segundo o especialista, o Código de Defesa do Consumidor prevê responsabilidade objetiva das empresas aéreas em situações envolvendo falha na prestação de serviços. Isso significa que a empresa pode ser responsabilizada independentemente da comprovação de culpa direta. 

“Em casos como esse, a discussão jurídica gira em torno da existência de falha operacional, ausência de suporte adequado, problemas estruturais nos equipamentos utilizados ou até falhas nos protocolos de segurança durante o desembarque”, afirma o advogado. 

Daniel ressalta que a investigação deverá analisar não apenas a atuação da companhia aérea, mas também a eventual responsabilidade de empresas terceirizadas que atuam na operação aeroportuária e na manutenção dos equipamentos utilizados no embarque e desembarque de passageiros. 

“Se ficar demonstrado que houve negligência, defeito em equipamento, falta de assistência ou qualquer irregularidade operacional, os responsáveis poderão responder civilmente pelos danos causados à vítima e à família”, pontua Hajaj. 

Além da apuração técnica, o caso também reacende um debate frequente no Judiciário: o dever das empresas de transporte em assegurar proteção integral aos consumidores durante toda a execução do contrato. 

“Quando um passageiro entra em um aeroporto para embarcar, ele confia sua integridade física à estrutura de transporte. Essa responsabilidade é ampla e não se encerra simplesmente com o pouso da aeronave”, acrescenta. 

Familiares da vítima poderão buscar indenizações por danos morais e materiais, incluindo eventual pedido de pensão em caso de dependência econômica, conforme o resultado das investigações. 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e os órgãos responsáveis devem acompanhar a apuração do caso. “Enquanto isso, o acidente reforça o alerta sobre a necessidade de fiscalização rigorosa e protocolos mais seguros nas operações de embarque e desembarque em aeroportos brasileiros”, finaliza.


CPFL Paulista reforça cuidados com fogueiras e balões nas festas juninas de Campinas

Com a Copa do Mundo no mesmo período, concessionária alerta para os cuidados com a rede elétrica durante as comemorações


Campinas se prepara para viver mais uma temporada de festas juninas, com quermesses, barracas e apresentações culturais espalhadas pela cidade. A tradição das fogueiras e dos fogos de artifício promete atrair milhares de pessoas com festas em ruas, colégios, clubes e condomínios, mas a CPFL Paulista faz um alerta: é preciso redobrar os cuidados para que a alegria não seja interrompida por acidentes na rede elétrica.

 

Fogueiras: tradição que pede responsabilidade

Por meio de sua campanha Guardião da Vida, a distribuidora orienta que fogueiras sejam montadas longe da rede elétrica, em áreas abertas e sem vegetação seca. O tamanho deve ser controlado para evitar faíscas que atinjam cabos e provoquem interrupções no fornecimento de energia. A recomendação é manter adultos supervisionando o fogo e ter baldes de água, areia ou extintores à disposição.

 

Balões e fogos de artifício

A empresa lembra que soltar balões é crime ambiental e pode causar sérios acidentes ao atingir redes de distribuição ou linhas de transmissão. Esses artefatos são capazes de interromper o fornecimento de energia para bairros inteiros e, dependendo do trecho afetado, exigir complexos trabalhos de recomposição das estruturas danificadas.

 

Decoração com bandeirinhas e enfeites

A distribuidora alerta que bandeirinhas e outros enfeites não devem ser amarrados em postes ou cabos de energia. Além de risco de choque elétrico, o contato pode provocar curto-circuito e queda de energia. A recomendação é usar estruturas próprias, como cordas presas em paredes ou suportes isolados, sempre mantendo distância segura da rede.

 

Ligações oficiais para quermesses

Com o aumento do público esperado, a distribuidora pede que organizadores solicitem ligações provisórias oficiais para barracas, som e iluminação. Ligações clandestinas são ilegais e perigosas, podendo causar sobrecarga e incêndios. Toda instalação deve ser feita por eletricistas qualificados.

“As festas juninas fazem parte da identidade cultural de Campinas e de todo o interior paulista. Queremos que a população celebre com alegria, mas sempre com segurança. Reforçamos: fogueiras longe da rede elétrica, nada de balões ou ligações clandestinas para barracas e palcos”, afirma Raphael Campos, gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da CPFL Energia.

 

Abaixo, confira uma lista com as principais dicas de segurança da CPFL Paulista durante a temporada junina:

· Use apenas produtos com garantia e que apresentem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

· Fique atento ao manusear escadas e outros materiais metálicos usados na montagem de barracas que, em contato com a rede elétrica, podem provocar acidentes.

· Nunca pendure bandeirinhas em postes ou cabos e nem coloque enfeites que contenham fios ou cabos metálicos em sua confecção próximos da rede elétrica.

· Não solte balões. Além de serem proibidos por lei, colocam em risco, residências, matas, a rede elétrica e a vida das pessoas.

· Nunca acenda fogueiras perto da rede elétrica. A alta temperatura pode interromper o fornecimento de energia.

· Nunca faça ligações clandestinas para fornecer energia para a festa.

· Consulte sempre os técnicos da distribuidora de energia sobre os parâmetros de segurança com a rede elétrica, antes da montagem do evento.

· É recomendado utilizar os serviços de um eletricista profissional para observar todos os cuidados com a rede de iluminação e alimentação para não causar uma sobrecarga elétrica.

 

Serviço:

Organizadores podem solicitar ligação provisória nos canais de atendimento da CPFL Paulista:

· Site: www.cpfl.com.br

· Central de Atendimento: 0800 010 1010

 

Dia dos Namorados: como gastar com cautela financeira em cenário de juros altos e inflação persistente

Especialista alerta para risco de endividamento impulsionado pelo apelo emocional da data e defende planejamento como demonstração de cuidado no relacionamento

 

Com a aproximação do Dia dos Namorados, cresce também a pressão do comércio sobre os consumidores em uma das datas mais importantes para o varejo brasileiro. Em meio a um cenário econômico ainda desafiador, marcado por inflação acumulada de 4,39% em 12 meses e juros em 14,50% ao ano, especialistas alertam que a celebração não deve comprometer a saúde financeira do casal. 

Segundo levantamento mais recente da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil para 2026, o ticket médio estimado para o Dia dos Namorados é de R$ 238, com movimentação prevista de R$ 22,14 bilhões na economia. 

Para Jeff Patzlaff, planejamento financeiro CFP® e especialista em finanças pessoais, o momento deve ser encarado como uma forma de cuidado dentro da relação. “Falar de dinheiro em datas românticas pode parecer, à primeira vista, algo frio ou calculista. No entanto, no cenário econômico que vivemos, em que a inflação continua exigindo cautela e os juros se mantêm em patamares desafiadores, o planejamento financeiro é, na verdade, o maior ato de cuidado que podemos ter com o conosco e com quem amamos”, afirma. 

O especialista destaca que o primeiro passo para uma comemoração saudável é analisar o orçamento completo do mês antes mesmo de pensar no presente ou na celebração. A recomendação é que os gastos relacionados ao Dia dos Namorados sejam feitos exclusivamente com a parcela destinada ao lazer dentro do orçamento familiar. 

Jeff Patzlaff sugere a utilização do método 50/30/20, em que 50% da renda é destinada a gastos essenciais, 30% ao lazer e 20% aos investimentos. Segundo ele, o ideal é que a comemoração represente entre 5% e 10% da verba de lazer disponível. 

“Estabelecer esse limite é fundamental para evitar o erro mais comum, agir pela emoção e gastar um dinheiro que não se tem”, ressalta. 

O alerta ganha ainda mais relevância diante do avanço do endividamento no país. Dados recentes da Serasa apontam que mais de 83,3 milhões de brasileiros estavam negativados em abril de 2026. “Entrar nessa estatística por causa de uma noite de celebração é um equívoco que gera um estresse prolongado para o casal”, afirma o especialista. 

Outro ponto de atenção é o uso do cartão de crédito. Embora seja amplamente utilizado em datas comemorativas, Jeff Patzlaff alerta para os riscos do parcelamento impulsivo, principalmente em um ambiente de juros elevados. 

Parcelar um presente de Dia dos Namorados cria uma armadilha perigosa, fazendo com que uma lembrança de junho continue pesando no orçamento até o Natal”, explica. 

O planejador financeiro CFP® lembra ainda que as taxas do crédito rotativo seguem entre as mais altas do mercado, superando 428% ao ano, segundo dados do Banco Central. “Qualquer imprevisto que leve ao atraso da fatura transforma um simples mimo em uma verdadeira bola de neve”, pontua. 

Para quem já enfrenta dificuldades financeiras, a recomendação é priorizar a reorganização das contas em vez de assumir novos gastos. “A paz financeira do casal vale muito mais do que o status de um jantar caro, e não há vergonha alguma em optar por um gasto zero, celebrando a data com um encontro caseiro e sincero”, diz. 

Na hora do pagamento, o PIX pode se tornar uma ferramenta estratégica para economizar. Isso porque muitos lojistas conseguem conceder descontos maiores em pagamentos instantâneos devido à ausência de taxas cobradas pelas maquininhas de cartão. “Use isso a seu favor, pergunte se tem desconto pagando no pix, se a loja te der 5%, 10% ou mais de desconto, você já sai no lucro”, orienta Jeff Patzlaff. 

Segundo ele, caso o comerciante não ofereça nenhum benefício no pagamento via PIX, o cartão de crédito pode ser mais vantajoso para consumidores que possuam bons programas de cashback, pontos ou milhas. 

O especialista também faz um alerta sobre as estratégias de marketing utilizadas pelo varejo nesta época do ano. “A pressão comercial pode ser outro desafio dessa época, o varejo utiliza gatilhos de urgência para estimular compras por impulso, e é preciso cautela para não cair em falsas vantagens”, afirma. 

Entre as práticas mais comuns está a chamada “metade do dobro”, quando preços são elevados semanas antes da data comemorativa para simular promoções posteriormente. Por isso, a orientação é acompanhar o histórico de preços em plataformas como Zoom e Buscapé antes de finalizar qualquer compra. 

Jeff Patzlaff recomenda ainda aplicar a chamada “regra das 24 horas”, refletindo sobre a real necessidade da compra antes de concluí-la. “Se o presente não pudesse ser postado nas redes sociais, ele ainda teria o mesmo valor para você?”, questiona. 

Além do controle financeiro, o especialista acredita que o Dia dos Namorados pode servir como oportunidade para fortalecer o diálogo sobre dinheiro dentro da relação: “Conversar sobre o orçamento de forma honesta, alinhando expectativas e definindo limites de gastos juntos, fortalece a confiança e o trabalho em equipe”. 

Ele destaca ainda que alguns casais optam por ferramentas conjuntas de organização financeira, como contas compartilhadas ou aplicativos de divisão de despesas. “Cada casal tem a forma que melhor se entende, o importante é ser justo para que ambos tenham equilíbrio”, diz. 

Para quem deseja surpreender sem comprometer o orçamento, Jeff Patzlaff reforça que criatividade pode ser mais valiosa do que presentes caros. 

“Preparar um jantar a dois, montar uma cesta de café da manhã ou organizar um piquenique substituem o alto custo por tempo e dedicação, entregando muito mais significado”, afirma. 

Ao final, o especialista resume que o principal objetivo da data não deveria estar ligado ao consumo, mas à construção da parceria no cotidiano: “A verdadeira celebração está em mudar o foco do ter para o ser, lembrando que o dia 12 é apenas uma data no calendário comercial, enquanto o amor e a parceria são construídos na tranquilidade dos outros 364 dias do ano”.



Jeff Patzlaff - planejador financeiro CFP®


Posts mais acessados