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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Estudo demonstra potencial para intenção curativa no tratamento de câncer de endométrio primário avançado ou recorrente com combinação de imunoterapia e quimioterapia

 Estudo RUBY de fase 3 evidenciou remissão sustentada e benefício de sobrevida global em quatro anos de 72,8% em pacientes tratadas com a combinação de dostarlimabe com quimioterapia


A biofarmacêutica GSK, apresentou no Encontro Anual da Sociedade de Oncologia Ginecológica (SGO 2026) em San Juan, Porto Rico, os resultados de quatro anos de sobrevida global do estudo fase 3 RUBY - a análise mais longa entre os estudos de fase 3 com imunoterapia para o tratamento de primeira linha do câncer de endométrio avançado/recorrente.1 O estudo evidenciou que 72,8% das pacientes com câncer de endométrio primário avançado ou recorrente dMMR/MSI-H (com deficiência na enzima de reparo do DNA) em tratamento com dostarlimabe em combinação com quimioterapia estavam vivas após 4 anos, em comparação com 40,3% das pacientes em uso de quimioterapia, com redução de 66% do risco de progressão ou morte, em comparação com quimioterapia isolada.1 

O câncer de endométrio é o sexto mais incidente entre as mulheres no Brasil, com 9.650 casos estimados para o ano de 2026.2 Cerca de 32% dos casos são diagnosticados em estágio avançado, com prognóstico desfavorável, visto que somente 22% das pacientes estarão vivas em 5 anos.3,4 Dentre as pacientes, cerca de 30% apresentam dMMR, sendo candidatas ideais ao tratamento com imunoterapia.5 Entretanto, há mais de uma década, o padrão de tratamento em primeira linha para câncer de endométrio primário avançado ou recorrente é a quimioterapia, mesmo com sobrevida global mediana sendo inferior a 3 anos.6,7 

“A apresentação dos dados atualizados do estudo Ruby com acompanhamento de 4 anos representa um avanço significativo no paradigma de tratamento para o câncer de endométrio primário avançado ou recorrente dMMR/MSI-H, sendo até então o único ensaio clínico com o maior tempo de acompanhamento nessa indicação a mostrar um benefício de sobrevida global clinicamente relevante e estatisticamente significativo, com controle duradouro da doença. Os resultados a longo prazo do uso de imunoterapia em combinação com quimioterapia nessa população desafiam o prognóstico desfavorável da doença, trazendo novas perspectivas com potencial de intenção de cura para algumas pacientes”, comenta Angelica Nogueira Rodrigues (CRM: 37003-MG), oncologista, professora e pesquisadora da UFMG e idealizadora e atual diretora de planejamento do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA). 

O benefício de sobrevida livre de progressão se manteve durante os quatro anos.1 Observou‑se um platô na curva de sobrevida livre de progressão, com apenas quatro eventos de progressão com o tratamento com dostarlimabe em combinação com quimioterapia nos adicionais dois anos e meio de seguimento, desde a última análise do RUBY, demonstrando controle duradouro da doença.1 Também foi possível observar pelo estudo que as estimativas de sobrevida condicional melhoram a cada ano em que os pacientes permanecem vivos, oferecendo uma alternativa relevante com probabilidade de sobrevida a longo prazo.1 

“Os resultados de 4 anos de sobrevida global nos deixam ainda mais confiantes do potencial de dostarlimabe em combinação com quimioterapia para o tratamento de uma doença que tem um prognóstico tão desfavorável quando descoberta em estágio avançado, trazendo uma nova perspectiva para pacientes pelo significativo potencial para intenção curativa. Esses achados reforçam o propósito da GSK na oncologia de liderar resultados transformadores no tratamento do câncer”, reforça Tatiana Pires, líder médica de Oncologia na GSK Brasil. 

Em comparação com estudo anteriores, não foi observado nenhum novo sinal de segurança, e as incidências de eventos adversos relacionados ao tratamento foram baixas no seguimento de longo prazo.1 Os cinco eventos adversos relacionados ao tratamento de qualquer grau mais comuns no braço dostarlimabe em combinação com quimioterapia versus quimioterapia isolada incluíram alopecia, fadiga, náusea, neuropatia periférica e artralgia.1

 

Sobre o RUBY

Ensaio global, randomizado, duplo‑cego, multicêntrico de fase 3 em duas partes, realizado com pacientes com câncer de endométrio primário avançado ou recorrente. A parte 1 investigou dostarlimabe em combinação com quimioterapia padrão (carboplatina‑paclitaxel), seguida de dostarlimabe, com participação de 245 pacientes com idade média de 61 anos, e compara com quimioterapia mais placebo, seguida de placebo, com participação de 249 pacientes com idade média de 66 anos. Os endopoints primários foram a sobrevida livre de progressão, avaliada pelo investigador com base nos Critérios de Avaliação de Resposta em Tumores Sólidos v1.1 (RECIST v1.1), e a sobrevida global.1 

O plano de análise estatística incluiu análises pré‑especificadas de sobrevida livre de progressão nas populações com deficiência do reparo por incompatibilidade/instabilidade elevada de microssatélites (dMMR/MSI‑H) e na população global, e de sobrevida global na população global.1

 

Referências:
1. Powell, M.A. et al. Four-Year Survival Outcomes with Dostarlimab Plus Chemotherapy in dMMR/MSI-H Primary Advanced or Recurrent Endometrial Cancer in the ENGOT-EN6-NSGO/GOG-3031/RUBY Trial. Estudo apresentado no Congresso SGO 2026 em Abril.

2. Instituto Nacional de Câncer. Incidência de Câncer no Brasil. Estimativa 2026. Disponível em: Link. Acesso em abril de 2026.

3. AMERICAN CANCER SOCIETY. Key Statistics for Endometrial Cancer. Disponível em: Link. Acesso em abril de 2026.

4. AMERICAN CANCER SOCIETY. Survival Rates for Endometrial Cancer. Disponível em: Link. Acesso em abril de 2026.

5. Han S, Guo C, Song Z, Ouyang L and Wang Y (2023), Effectiveness and safety of PD-1/PD-LI inhibitors in advanced or recurrent endometrial cancer: a systematic review and meta-analysis. Front. Pharmacol. 14:1330877.

6. MILLER, D. S. et al. Carboplatin and Paclitaxel for Advanced Endometrial Cancer: Final Overall Survival and Adverse Event Analysis of a Phase III Trial (NRG Oncology/GOG0209). Journal of Clinical Oncology: Official Journal of the American Society of Clinical Oncology, v. 38, n. 33, p. 3841–3850, 20 nov. 2020.

7. SORBE, B. et al. Treatment of primary advanced and recurrent endometrial carcinoma with a combination of carboplatin and paclitaxel—long-term follow-up. International Journal of Gynecological Cancer, v. 18, n. 4, p. 803–808, jul. 2008.


O impacto invisível da menopausa no cérebro e na pelve: especialista explica os sinais

Você sabia? A dificuldade de concentração e a perda de tônus muscular na região íntima podem ter a mesma causa hormonal

 

A chegada da menopausa costuma ser anunciada pelos famosos calorões, mas existe um efeito dominó muito mais silencioso que afeta o dia a dia das mulheres: a queda brusca de estrogênio atinge o cérebro e a musculatura íntima quase ao mesmo tempo. Não é impressão sua se, junto com as falhas na memória, o corpo começar a dar sinais de fraqueza lá embaixo. Dados indicam que cerca de 80% das mulheres sofrem com a chamada névoa mental no climatério, um sintoma que caminha lado a lado com o enfraquecimento do assoalho pélvico. 

O que pouca gente explica é que tanto os nossos neurônios quanto os músculos da pelve são movidos a estrogênio. Quando o hormônio falta, a comunicação cerebral fica mais lenta e as fibras que sustentam a bexiga e o útero perdem o vigor. O resultado é aquela sensação de cabeça cheia combinada com pequenos incidentes ao tossir ou espirrar. É um impacto invisível, mas que mexe diretamente com a autoconfiança de qualquer mulher. 

Flaviana Teixeira, fisioterapeuta pélvica e palestrante, destaca que esses sinais não devem ser encarados como coisa da idade. Segundo ela, entender essa ligação é o primeiro passo para retomar as rédeas da saúde. "Muitas pacientes chegam ao consultório aflitas com os esquecimentos e a incontinência, sem saber que são faces da mesma moeda. O corpo perde o estímulo que mantém tanto o raciocínio rápido quanto a firmeza muscular", explica a profissional. 

Essa falta de foco e a perda de tônus na região íntima acabam gerando um ciclo de ansiedade. Muitas mulheres deixam de sair ou se sentem menos produtivas no trabalho por vergonha ou desconforto físico. Para Flaviana, o caminho é olhar para o corpo como um todo, buscando exercícios que devolvam a funcionalidade e a segurança que a oscilação hormonal roubou. 

"O que eu sempre digo nas minhas palestras é que ninguém precisa sofrer em silêncio ou achar que é o fim da linha. A fisioterapia pélvica faz esse resgate da autonomia. Quando você ativa a base do corpo, a sensação de controle volta, o que ajuda muito a acalmar a mente e reduzir o estresse dessa fase", pontua a especialista. 

Tratar a menopausa vai muito além de repor hormônios; trata-se de redescobrir como o corpo funciona agora. Ao identificar que a mente aérea e a fragilidade pélvica estão conectadas, fica mais fácil buscar ajuda especializada e trocar o desconforto por uma rotina com mais leveza e, principalmente, sem tabus.


Dra. Flaviana Teixeira
@flavianateixeirafisiopelvica
flavianafisiopelvica.com.br


País enfrenta desafio com avanço da Influenza A e vacinação abaixo do ideal

Imagem de banco
 Segundo o Ministério da Saúde, vacina é a principal arma para conter o avanço do vírus que provocou aumento de 94% nas notificações de gripe no primeiro trimestre

 

Lançada no final de março, a campanha de vacinação contra a gripe ainda não alcançou o desempenho esperado ao passo que os casos de Influenza A, um dos tipos de vírus protegidos pelo imunizante, avançam nos país. Segundo o Ministério da Saúde, a meta é alcançar cerca de 90% dos grupos prioritários até o fim mês que vem. Esses grupos incluem crianças (6 meses a , puérperas, idosos (60+), profissionais de saúde e educação, indígenas, pessoas em situação de rua, indivíduos com comorbidades e pessoas com deficiências permanentes, além de caminhoneiros e outras populações com maior risco de adoecimento grave. 

Vale lembrar que a vacina é recomendada para toda a população pela Sociedade Brasileira de Imunização (Sbim) e os públicos não contemplados como grupos prioritários, definidos pelo MS nesse primeiro momento, podem receber o imunizante em clínicas privadas como o Sabin Diagnóstico e Saúde. 

Os casos de gripe provocados pelo vírus Influenza aumentaram 94% neste ano, com 14,3 mil notificações e 840 mortes apenas no primeiro trimestre. O instituto Todos pela Saúde, que trabalha com informações dos maiores laboratórios do país, entre os quais o Sabin Diagnóstico e Saúde, aponta que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza quase dobraram entre janeiro e março em relação ao mesmo período de 2024 (3.584 contra 1.838). 

O Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado em 16/04, aponta aumento das ocorrências por Influenza A em diversos estados do país, com maior incidência e mortalidade em pacientes nos extremos de faixa etária. Os principais agentes responsáveis pelos quadros são rinovírus (41,1%), influenza A (25,5%), VSR (17,4%); Sars-CoV-2 (10,2%) e Influenza B (1,7%). – problemas que poderiam ser evitados ou amenizados com vacinação.

 

Vacina: eficiente e segura 

A campanha nacional de imunização do Ministério da Saúde contra Influenza foi iniciada no país em 28/03, priorizando aqueles grupos mais suscetíveis ao desenvolvimento de quadros graves. Na rede pública, está disponível a vacina trivalente, que protege contra duas cepas de Influenza A e uma de Influenza B. Já na rede privada, há a vacina quadrivalente, que inclui duas cepas A e duas B. 

Apesar da oferta, a hesitação vacinal e a desinformação ainda comprometem a adesão, levando parte da população a subestimar os riscos da gripe. 

Apesar de a influenza ser uma causa relevante de morbidade, hospitalizações e óbitos, especialmente em grupos de risco, observa-se uma baixa percepção desse risco na população geral, o que impacta negativamente a adesão às medidas preventivas, incluindo a vacinação”, afirma a infectologista pediátrica Sylvia Freire, do Sabin Diagnóstico e Saúde. 

Ela ressalta que idosos, bebês, portadores de doenças crônicas e imunossuprimidos têm maior risco de complicações, como pneumonia, insuficiência respiratória e até morte. Em pessoas mais velhas, estudos sugerem ainda aumento do risco de doenças cardiovasculares após infecções por influenza.

A médica também reforça a diferença entre gripe e resfriado:

• Gripe: início súbito, febre alta, dores no corpo, fraqueza e tosse intensa.

• Resfriado: sintomas mais leves, como dor de garganta, espirros, coriza e tosse leve.

 

Prevenção

Além da vacinação, medidas gerais para prevenção de doenças respiratórias continuam sendo importantes e aplicáveis:

• Evitar aglomerações.

• Higienizar as mãos com frequência.

• Usar máscaras em caso de sintomas respiratórios.

• Seguir etiqueta respiratória (cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar).

 

Grupo Sabin
site


Dor na gravidez não é normal: as técnicas seguras para tratar a dor na lombar de gestantes sem riscos

Saiba como a combinação de suplementação e terapias de dor resolvem crises agudas em grávidas, um público frequentemente negligenciado por médicos que temem intervir durante a gestação.

 

A gestação é marcada por transformações profundas no corpo feminino, mas o desconforto constante não deve ser encarado como um efeito colateral inevitável desse processo. Estima-se que a dor lombar afete cerca de 50% a 70% das grávidas em algum momento da jornada, de acordo com dados publicados no American Journal of Obstetrics and Gynecology. O aumento de peso, o deslocamento do centro de gravidade e as alterações hormonais que relaxam os ligamentos criam um cenário de instabilidade articular, sobrecarregando a coluna de forma severa. 

Muitas mulheres acabam sofrendo em silêncio porque o receio médico quanto ao uso de medicamentos durante a formação do bebê limita as opções terapêuticas tradicionais. No entanto, o médico ortopedista Rafael Raso explica que existem caminhos modernos e conservadores que priorizam a segurança da mãe e do feto sem ignorar o quadro doloroso. Segundo o especialista, o tratamento não cirúrgico foca na estabilização mecânica e no suporte metabólico, permitindo que a paciente recupere a mobilidade e o bem-estar sem recorrer a intervenções invasivas. 

A abordagem ideal envolve uma combinação personalizada de fisioterapia e exercícios orientados, que visam fortalecer a musculatura que sustenta o tronco. "Hoje sabemos que existem estratégias eficazes para ajudar essa mulher. O foco deve ser o fortalecimento muscular e a melhora da estabilidade da coluna, garantindo que o corpo suporte as mudanças físicas com menos sobrecarga", afirma. Ele ressalta que a inatividade, muitas vezes recomendada por excesso de cautela, pode acabar agravando a fraqueza muscular e intensificando o quadro de dor. 

Além do movimento, o suporte nutricional desempenha um papel determinante na saúde musculoesquelética da gestante. Nutrientes como vitamina D, B12 e ferro são fundamentais não apenas para o desenvolvimento do bebê, mas para o metabolismo neurológico da mãe. O médico destaca que suplementos como creatina e ômega-3 podem ser aliados importantes para reduzir processos inflamatórios e melhorar a função das fibras musculares, desde que haja acompanhamento profissional para ajustar as dosagens às necessidades específicas desse período. 

A saúde da criança está intrinsecamente ligada ao ambiente sistêmico em que ela se desenvolve, o que torna o cuidado com a saúde materna ainda mais urgente. "Quanto mais saudável e fortalecida estiver a mãe, melhor será o ambiente para o desenvolvimento do filho. Tratar a dor de forma segura ajuda a atravessar a gestação com mais vitalidade", pontua o ortopedista. Para ele, negligenciar o desconforto sob a justificativa de que é normal da gravidez é um equívoco que compromete a qualidade de vida em um momento que deveria ser de plenitude. 

Ao encontrar resistência ou falta de alternativas terapêuticas, buscar uma segunda opinião especializada pode ser o diferencial para uma experiência gestacional mais leve. Rafael reforça que a medicina atual oferece recursos suficientes para que nenhuma mulher precise apenas esperar o parto para voltar a viver sem limitações. "A gravidez é uma fase especial que deve ser vivida com bem-estar e não com sofrimento. Com orientação adequada, é perfeitamente possível tornar esse período muito mais saudável para ambos", conclui.

 

Fonte: Dr. Rafael Raso - Médico Ortopedista especialista em tratamento não cirúrgico das lesões ortopédicas
@dr.rafaelraso

 

Check Point diz que senhas deixam de ser confiáveis diante de ataques automatizados e uso de inteligência artificial no crime digital


Imagem ilustrativa - Crédito Imagem de Tomislav Jakupec
Pixabay
Mercado clandestino no Telegram, uso de infostealers e aumento de deepfakes impulsionam nova geração de crimes digitais que ampliam roubo de credenciais e reduzem eficácia de autenticação tradicional

 

Os especialistas da Check Point Software afirmam que senhas deixaram de ser um mecanismo confiável de proteção em um cenário em que ataques digitais são automatizados, personalizados e vendidos como serviço em mercados clandestinos. Nesse contexto, a segurança passa a depender menos de combinações de caracteres e mais da identificação de comportamentos suspeitos em tempo real. 

No Dia Mundial da Senha 2026, em 7 de maio, a empresa chama atenção para o fato de que até credenciais longas e complexas podem ser capturadas por programas maliciosos ou exploradas após vazamentos em larga escala, muitas vezes sem que o usuário perceba a violação. 

Segundo os especialistas da Check Point, os cibercriminosos não precisam mais quebrar senhas. Eles usam credenciais roubadas para acessar sistemas diretamente. Esse modelo é sustentado por um mercado global de crime digital como serviço (Cybercrime-as-a-Service - CaaS), com uso de inteligência artificial (IA)e atuação em canais privados, principalmente no Telegram. 

Dados de mercado utilizados pela Check Point indicam variação no valor de credenciais conforme o tipo de conta. Perfis de e-mail como Gmail são vendidos por cerca de 65 dólares. Informações financeiras podem passar de 1.000 dólares em contas de maior valor. Já acessos corporativos, considerados os mais valiosos, podem superar 100 mil dólares quando permitem entrada direta em redes corporativas. 

Esse ecossistema também é sustentado por softwares maliciosos vendidos por assinatura mensal, com valores entre 100 dólares e pouco mais de 1.000 dólares, o que reduz a barreira de entrada e amplia o volume de roubo automatizado de credenciais.

 

Mudança de comportamento dos usuários 

O problema é agravado pelo comportamento dos usuários. Levantamentos do setor apontam que 94% das senhas são reutilizadas em mais de uma conta. Em paralelo, estudos indicam que uma parcela mínima das senhas segue padrões de segurança recomendados. Na prática, isso permite que um único vazamento seja usado em ataques automatizados para acessar diferentes serviços. 

No ambiente corporativo, o risco se amplia com o uso de ferramentas de IA. Pesquisas indicam que quase metade dos profissionais já utiliza essas plataformas no trabalho e que a maioria copia e cola informações diretamente em prompts, incluindo dados sensíveis. Em testes conduzidos pela Check Point, uma em cada 28 interações com ferramentas de IA em ambientes corporativos apresentou risco elevado de vazamento de dados, com impacto em grande parte das organizações que utilizam essas soluções. 

Os especialistas também apontam aumento de ataques de phishing com apoio de IA. Kits de fraude são vendidos em canais clandestinos por valores baixos e permitem a criação de mensagens sem erros e com alto grau de personalização. Esse fator elevou a taxa de sucesso desses ataques em comparação com campanhas tradicionais. 

O uso de deepfakes também cresceu. Relatórios do setor indicam aumento superior a 3.000% no uso de imagens e vozes sintéticas nos últimos anos. Em muitos casos, esse tipo de tecnologia é usado para simular comunicações de executivos ou equipes internas. Há registros de fraudes em que reuniões por vídeo foram usadas como parte do golpe, com perdas financeiras relevantes.

 

Ransomware acelerado 

A Check Point também ressalta que o intervalo entre o vazamento de uma senha e a implantação de um ataque de ransomware está diminuindo rapidamente. Segundo a Beazley Security, no terceiro trimestre de 2025, 48% dos ataques de ransomware utilizaram credenciais de VPN roubadas como vetor inicial de acesso. Já o relatório Cost of a Data Breach 2025, da IBM, aponta que violações baseadas em credenciais levam, em média, 246 dias para serem identificadas e contidas. 

Em contraste, operadores de ransomware atuam em ritmo muito mais acelerado. Nesse cenário, quando uma empresa leva semanas para identificar o uso indevido de uma credencial, o ataque já pode estar em estágio avançado. 

Diante dessa situação, a Check Point defende mudanças na forma de autenticação e proteção de identidade, com adoção de métodos sem senha, modelos de segurança baseados em comportamento, controle do uso de inteligência artificial em ambientes corporativos e monitoramento contínuo de mercados clandestinos de credenciais. 

A avaliação dos especialistas é que a segurança digital passou a depender menos de senhas e mais da capacidade de identificar e responder a padrões de comportamento em tempo real em um ambiente de ataques contínuos e automatizados.  



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Check Point Software Technologies Ltd



Aviso legal sobre declarações prospectivas Este comunicado de imprensa contém declarações prospectivas. Declarações prospectivas geralmente se referem a eventos futuros ou ao nosso desempenho financeiro ou operacional futuro. As declarações prospectivas neste comunicado de imprensa incluem, mas não se limitam a declarações relacionadas às nossas expectativas em relação ao crescimento futuro, à expansão da liderança da Check Point na indústria, à melhoria do valor para os acionistas e à entrega de uma plataforma de cibersegurança líder do setor para clientes em todo o mundo. Nossas expectativas e crenças em relação a esses assuntos podem não se materializar, e os resultados ou eventos reais no futuro estão sujeitos a riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados ou eventos reais sejam materialmente diferentes daqueles projetados. As declarações prospectivas contidas neste comunicado de imprensa também estão sujeitas a outros riscos e incertezas, incluindo aqueles descritos de forma mais detalhada em nossos arquivos junto à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), incluindo nosso Relatório Anual no Formulário 20-F arquivado na SEC em 17 de março de 2025. As declarações prospectivas neste comunicado de imprensa são baseadas nas informações disponíveis para a Check Point na data deste documento, e a Check Point isenta-se de qualquer obrigação de atualizar quaisquer declarações prospectivas, exceto conforme exigido por lei.




Treinamento gratuito visa atrair mais mulheres para carreiras em tecnologia

O AWS Women in Cloud é gratuito e tem o objetivo de incluir mais mulheres no setor ao oferecer conhecimento técnico, soft skills, rede de conexões e oportunidades de emprego. Lançamento será no dia 13 de maio

 

A Amazon Web Services (AWS) lança, no próximo dia 13 de maio, o AWS Women in Cloud (WiC) 2026, que acontecerá de forma remota e gratuita. A iniciativa tem como objetivo inspirar, capacitar e conectar mulheres para as carreiras em tecnologia. As inscrições podem ser feitas neste link. 

O programa é dividido em três etapas: no dia 13 de maio, o foco serão as habilidades essenciais para o futuro do trabalho, abordadas em painéis, debates e conteúdo prático sobre como usar inteligência artificial para potencializar o desenvolvimento profissional. 

A segunda etapa é de capacitação técnica intensiva, composta por cursos de formação em computação em nuvem e inteligência artificial generativa. Na etapa final, as participantes desenvolverão projetos que demonstrem suas novas habilidades, criando portfólios e amplificando suas oportunidades no mercado. A iniciativa ainda prevê conexões diretas com empregadores, mentoria especializada e eventos presenciais. 

O Women in Cloud parte da premissa de que o sucesso na tecnologia vai muito além do conhecimento técnico e, por isso, aborda soft skills como comunicação efetiva, resolução de problemas, autoestima, liderança e resiliência. Outro diferencial é a formação de um ecossistema onde mulheres compartilham experiências, aprendem umas com as outras e se apoiam mutuamente.  

 

Combate à disparidade de gênero

Estudos já demonstram a disparidade de gênero no desenvolvimento da IA: mais de 80% dos profissionais em IA no Brasil são homens, segundo o relatório AI Index Report 2026, da Universidade de Stanford. 

“Estimular a participação das mulheres em tecnologia vai além de oferecer conteúdo técnico. Elas partem de condições diferentes, e por isso é tão importante inspirar, mostrar referências e nivelar o acesso ao mercado de trabalho. O Women in Cloud tem um propósito maior, e isso motiva inclusive os líderes a repensarem sua atuação”, afirma Paulo Cunha, diretor da AWS Brasil para o setor público. 

Uma das mais de 15 mil mulheres já impactadas pelo programa no Brasil é Paula Casarini, arquiteta de soluções na AWS e participante do AWS Women in Cloud 2023. “Com o AWS Women in Cloud eu consegui migrar do design para a tecnologia ao ser contratada pela principal operadora de nuvem do mercado. Aos 37 anos, o preconceito com a idade era um desafio real, mas o programa me apoiou, mostrando exemplos de outras mulheres na TI e empresas que valorizam talento, independentemente da idade.” 

A iniciativa, que começou localmente, expandiu-se para influenciar outras regiões do mundo, incluindo Índia, Argentina, Espanha e Singapura. O Women in Cloud faz parte do programa AWS Skills to Job Tech Alliance, uma iniciativa global que visa conectar instituições de ensino e empregadores para preparar estudantes com fluência em IA e habilidades adaptativas essenciais ao mercado atual, por meio de colaborações com um ecossistema de empresas e instituições, além de programas educacionais como AWS Massive Training, Re/Start e AWS Academy.


Preparar jovens para um mercado cada vez mais dinâmico é desafio das escolas

 

Quilia Unsplash

Mesmo com novas diretrizes, país ainda busca alinhar educação, tecnologia e habilidades socioemocionais às exigências contemporâneas

 

 

A transformação acelerada do mercado de trabalho, impulsionada por tecnologias digitais e pela inteligência artificial, tem pressionado sistemas educacionais em todo o mundo a reverem suas bases. No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) surge como uma tentativa de aproximar a escola dessas novas demandas, mas, na prática, especialistas apontam um descompasso dentro do que efetivamente acontece em sala de aula.

 

Instaurada em 2017, restrita a Educação Infantil e ao Ensino Fundamental e ampliada em 2018 para o Ensino Médio, a BNCC estabelece um conjunto de aprendizagens essenciais para toda a educação básica no país. O documento propõe a transição de um modelo centrado no ensino de conteúdos para um molde baseado no desenvolvimento de competências e habilidades, incluindo pensamento crítico, cultura digital, comunicação e resolução de problemas. 

 

Para Sara Hughes, mantenedora da FourC Bilingual Academy, a direção proposta está alinhada ao que o mercado exige, mas a execução ainda é um ponto crítico. Apesar de avanços no papel, sua implementação total ainda esbarra em desafios estruturais, como formação de professores, desigualdade de acesso e a cultura educacional tradicional. 

 

Segundo a especialista, o mercado atual demanda mais do que domínio técnico: exige capacidade de interpretar dados, compreender algoritmos, avaliar a veracidade de informações e atuar de forma colaborativa. Nesse contexto, habilidades como leitura crítica, pensamento analítico e inteligência socioemocional tornam-se centrais. 

 

Ela destaca ainda a importância de preparar estudantes para lidar com um ambiente informacional cada vez mais complexo. “Em um contexto de informações produzidas por inteligência artificial, com algoritmos te abastecendo de informações possivelmente envesadas, a leitura crítica se torna ainda mais importante”, diz.

 

Para Hughes, o mercado também valoriza cada vez mais habilidades interpessoais, como empatia, comunicação e trabalho em equipe. A especialista reforça que essas capacidades precisam ser vivenciadas desde a escola, por meio de projetos colaborativos e desafios reais. 

 

No entanto, além dos desafios culturais, a transformação proposta também exige um movimento contínuo de apoio, desenvolvimento e adaptação das práticas pedagógicas. Em um cenário de mudanças aceleradas, muitos educadores vêm sendo desafiados a incorporar novas abordagens, como metodologias ativas, projetos interdisciplinares e o desenvolvimento de competências socioemocionais, ao mesmo tempo em que lidam com as demandas complexas da sala de aula contemporânea.

 

"Em um cenário marcado por múltiplas demandas e desafios, fortalecer quem está na linha de frente da educação é fundamental para viabilizar mudanças duradouras na escola e, consequentemente, na sociedade. Mais do que transmitir conteúdo, o professor deve atuar como mediador do aprendizado, estimulando o pensamento crítico, a colaboração e a autonomia dos alunos", complementa.

 

 

FourC Bilingual Academy 



Deepfakes, vigilância abusiva e vieses algorítmicos ampliam violência de gênero, aponta cartilha da Coalizão Direitos na Rede

 Material reúne casos reais, dados e recomendações para enfrentar o crescimento da violência digital contra mulheres impulsionada por sistemas de inteligência artificial

 

A Coalizão Direitos na Rede (CDR) lança a cartilha “Violência de Gênero – Casos envolvendo uso de Inteligência Artificial”, publicação que documenta como tecnologias baseadas em inteligência artificial vêm sendo utilizadas para ampliar práticas de violência contra mulheres, incluindo deepfakes pornográficos, vigilância abusiva e reprodução de vieses discriminatórios. O material reúne pesquisas nacionais e internacionais, estudos de caso e recomendações para políticas públicas, defendendo que a violência digital mediada por IA seja tratada como prioridade regulatória no Brasil. 

A iniciativa parte do diagnóstico de que a rápida expansão da inteligência artificial generativa ocorre em um cenário ainda marcado por lacunas regulatórias e ausência de mecanismos eficazes de proteção às vítimas. Sem governança adequada, aponta a cartilha, sistemas automatizados tendem a reproduzir o machismo estrutural já existente. Dados da pesquisa DataSenado (2025) indicam que cerca de 3,7 milhões de mulheres brasileiras relataram ter sofrido violência recente, mesmo com a redução percentual declarada nos últimos anos. Ao longo da vida, 27% das mulheres afirmam já ter vivido situações de violência, evidenciando a persistência estrutural do problema — agora ampliado por novas dinâmicas digitais. 

O material destaca que tecnologias baseadas em IA têm sido utilizadas para potencializar práticas de abuso, como a criação e disseminação de deepfakes de caráter sexual — que representam mais de 90% dos conteúdos sintéticos identificados online e têm mulheres como principais vítimas —, além do uso de ferramentas digitais para vigilância, perseguição e exposição íntima não consentida. A cartilha também aponta crescimento das denúncias de violência digital, incluindo assédio, monitoramento abusivo e divulgação de imagens manipuladas, indicando que a inteligência artificial amplia a escala, a velocidade e o alcance dessas agressões. 

A cartilha organiza os casos analisados em cinco frentes principais. A primeira aborda o uso de deepfakes como instrumento de violência de gênero, destacando que mais de 98% dos conteúdos manipulados disponíveis na internet têm caráter pornográfico e 99% vitimizam mulheres, muitas vezes sem qualquer possibilidade rápida de remoção. O material também reúne episódios envolvendo adolescentes e ambientes escolares, demonstrando a ampliação do problema entre jovens. 

Outro eixo analisa como sistemas de inteligência artificial reproduzem desigualdades sociais. Estudos compilados apontam que 44% dos sistemas de IA apresentam viés de gênero, enquanto 25% acumulam também viés racial, afetando decisões automatizadas, reconhecimento facial, oportunidades profissionais e acesso a serviços digitais. 

A publicação ainda discute o crescimento da vigilância digital como forma de controle e perseguição, destacando situações em que tecnologias são utilizadas para monitoramento abusivo, exposição não consentida e intimidação online. Segundo a Coalizão, a permanência de conteúdos íntimos falsos em plataformas digitais, mesmo após proibições formais, evidencia desafios de responsabilização tecnológica e proteção efetiva das vítimas. 

“A explosão de casos de violência sexual instrumentalizada por ferramentas de inteligência artificial evidencia que nossos freios legais em vigor não dão conta da situação. Aplicações de IA generativa devem ser proibidas de criar materiais de abuso, independentemente de essa ser ou não a principal função do software. No caso de crianças e adolescentes, é necessário atualizar o Código Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente para prever o crime e as punições relacionadas à criação e distribuição de deepfakes erotizados desses grupos. Também é fundamental que conteúdos sintéticos produzidos por sistemas de IA sejam identificados e rotulados, para mitigar riscos e facilitar investigações em casos de uso criminoso,” afirma Thiago Vizioli, Gerente de Advocacy da Childhood Brasil, entidade integrante da Coalizão Direitos na Rede. 

Embora destaque os riscos, a cartilha também aponta que a inteligência artificial pode contribuir para identificar padrões de violência, aprimorar políticas públicas e fortalecer estratégias de prevenção, desde que acompanhada por mecanismos de governança democrática, transparência algorítmica e participação social. Para a Coalizão Direitos na Rede, reconhecer a violência de gênero facilitada pela IA como um problema público urgente é um passo essencial para evitar que a inovação tecnológica aprofunde desigualdades já existentes. A organização enfatiza, entre suas principais recomendações, a adoção de salvaguardas contra vieses algorítmicos, a criação de mecanismos ágeis de remoção de conteúdos abusivos, a responsabilização proporcional das plataformas digitais, a inclusão da perspectiva de gênero na regulação da inteligência artificial e o fortalecimento de políticas públicas de proteção digital às vítimas.
  

Coalizão Direitos na Rede (CDR)
Saiba mais em: Link

 

Flexibilidade se consolida como fator-chave para retenção de mães no mercado de trabalho

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No Dia das Mães, dados da Randstad mostram que equilíbrio entre vida pessoal e profissional é decisivo para permanência nas empresas

 

O Dia das Mães de 2026 reforça uma transformação importante no mercado de trabalho: a flexibilidade deixou de ser um benefício e passou a ser um fator determinante para a permanência de mulheres, especialmente mães, nas empresas. 

Dados do Workmonitor 2026, estudo global da Randstad, mostram que, embora o salário ainda seja um fator relevante para 81% dos profissionais, é o equilíbrio entre vida pessoal e profissional que mais influencia a retenção, sendo apontado como principal motivo para permanecer em um emprego por 46% dos trabalhadores. 

Esse cenário ganha ainda mais relevância quando analisado sob perspectiva da maternidade. A necessidade de conciliar demandas profissionais e pessoais faz com que modelos de trabalho mais flexíveis, como horários adaptáveis e formatos híbridos, sejam decisivos para a continuidade da carreira de muitas mulheres. 

Além disso, o estudo Randstad Employer Brand 2025, aponta que fatores ligados à qualidade de vida, ambiente de trabalho e benefícios seguem entre os principais critérios na escolha de um empregador, reforçando a importância de políticas que atendam às necessidades reais dos profissionais. 

“Mães no mercado de trabalho enfrentam desafios adicionais que exigem das empresas uma abordagem mais flexível e empática. Organizações que entendem essa dinâmica e oferecem condições adequadas conseguem não apenas reter talentos, mas também fortalecer o engajamento e a produtividade”, afirma Priscila Magalhães, Gerente de Delivery na Randstad Operational.
 

Flexibilidade como estratégia de retenção

Mais do que uma demanda pontual, a flexibilidade se consolida como uma estratégia de retenção em um cenário em que profissionais estão cada vez mais criteriosos em relação às suas escolhas de carreira. 

O Workmonitor 2026 também mostra que a relação com o trabalho mudou: os profissionais buscam mais autonomia, qualidade de vida e alinhamento com seus valores, o que impacta diretamente na decisão de permanecer ou deixar uma organização. 

Nesse contexto, a maternidade se torna um ponto-chave para empresas que desejam avançar em diversidade e inclusão, exigindo políticas que vão além do discurso e se traduzam em práticas concretas no dia a dia.
 

O desafio das empresas

Apesar dos avanços, ainda existe um gap entre as expectativas dos profissionais e as práticas das organizações. Muitas empresas já conhecem a importância da flexibilidade, mas ainda enfrentam desafios na implementação de modelos que realmente atendam às diferentes realidades das colaboradoras. 

Neste Dia das Mães, o debate vai além da valorização simbólica e reforça a necessidade de transformação estrutural nas relações de trabalho. 

Ao investir em flexibilidade, as empresas não apenas apoiam a permanência de mães no mercado, mas também constroem ambientes mais sustentáveis, diversos e preparados para o futuro do trabalho.

 

Randstad - líder em recrutamento e soluções completas de recursos humanos, com presença consolidada em 39 países, onde emprega diariamente mais de 650 mil pessoas.



Oportunidade em alta: 6,5 mil vagas de estágio no Brasil; 1,9 mil no interior e litoral de SP e 1.677 na capital e região metropolitana

As principais áreas com maior número de vagas no estado de São Paulo são: Administração, Direito, Logística e Educação

 

O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) está com cerca de 6,5 mil vagas de estágio abertas em todo o país nesta semana, de 4 a 9 de maio. As oportunidades contemplam principalmente estudantes das áreas de Administração, Educação, Direito, Contabilidade e Marketing, com maior concentração nos estados de São Paulo, Distrito Federal e Bahia.

 

No estado de São Paulo, o interior concentra aproximadamente 1,9 mil vagas, com destaque para cursos de Administração, Educação e Direito. As oportunidades estão distribuídas em 111 cidades, sendo 98 no interior e 13 no litoral, incluindo municípios como Campinas, Franca, Ribeirão Preto, Santos e São José dos Campos.

 

Já na capital paulista e região metropolitana, há 1.677 vagas disponíveis. Desse total, 1.178 estão na cidade de São Paulo e outras 499 distribuídas na Grande São Paulo, que reúne 35 municípios. Nessas localidades, as áreas com maior demanda são Administrativa, Direito e Logística.

 

Mais informações sobre o total de cidades e a quantidade de vagas podem ser acessadas nos links abaixo:


 

ESTÁGIO NO ESTADO DE SÃO PAULO

https://uhmxoro2t8cx2o-my.sharepoint.com/:x:/g/personal/cleide_goncalves_tamer_com_br/IQByG8zmUPAQS4THi3qtj4TOAanqhSbTfCwK8EfO48pRpSw


 

ESTÁGIO NO BRASIL

https://uhmxoro2t8cx2o-my.sharepoint.com/:x:/g/personal/cleide_goncalves_tamer_com_br/IQAPRDURynwtRLITYe-TouUtASzQtGtU5Nghcbinz2XFtuc


 

Como se cadastrar:

Para participar dos processos seletivos, é necessário realizar o cadastro no portal do CIEE, no endereço ciee.online. É fundamental que informações como CEP, e-mail e número de contato estejam corretas. Na plataforma, o usuário também terá acesso a cursos e poderá enriquecer o perfil por meio de vídeo apresentação e redação online. Todas as ferramentas são disponibilizadas gratuitamente.

 

Os interessados também podem tirar dúvidas por meio do WhatsApp, pelo número (11) 3003-2433 (é necessário utilizar o DDD 11).

 

Para dúvidas, sugestões e solicitações de entrevistas, entre em contato pelo e-mail cleide.goncalves@tamer.com.br ou pelo WhatsApp (11) 9 9711-3300.


Almoço mais caro: comer fora já custa mais de R$ 600 por mês e pressiona bolso do trabalhador, aponta FAC-SP

A alimentação fora de casa ficou mais cara no início de 2026 e já pesa mais no orçamento do brasileiro. Levantamento inédito da Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP) mostra que o tradicional “prato feito” subiu 1,67% entre janeiro e março, passando de R$ 29,77 para R$ 30,27. 


Na prática, a alta significa um impacto direto no bolso: o trabalhador que almoça fora cinco vezes por semana já desembolsa cerca de R$ 605 por mês — um aumento de R$ 10 em apenas dois meses. 

O dado faz parte do novo Índice Prato Feito (IPF), criado pela FAC-SP, ligada à Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com abrangência nacional. O indicador nasce com a proposta de medir, de forma mais próxima da realidade, o custo da alimentação fora do lar — uma despesa cada vez mais relevante para trabalhadores e estudantes nas grandes cidades.

O levantamento de março considerou preços coletados em 359 estabelecimentos e revela que a conta vai além dos alimentos.

 

“O preço da refeição não depende só dos ingredientes. Ele reflete custos como mão de obra, energia, aluguel, transporte, embalagens, tributos e logística”, explica o economista Rodrigo Simões Galvão, responsável técnico pelo índice.

 

Segundo ele, mesmo quando há alívio pontual no preço de alimentos, o consumidor não sente esse efeito no prato. “Os demais custos mantêm a pressão sobre o valor final”, afirma.

 

A FAC-SP destaca que o IPF não substitui o IPCA, indicador oficial de inflação, mas funciona como um termômetro mais fiel da vida cotidiana — especialmente para quem depende de refeições fora de casa.

 

Dados do IBGE reforçam a tendência: a inflação da alimentação fora do domicílio segue em linha com os números captados pelo novo índice.


Prefeitura de Águas de Lindóia abre inscrições para programa de estágio com bolsa de R$ 1,3 mil

 Inscrições no site do CIEE até 11 de maio, às 12h

 

A Prefeitura Municipal da Estância Turística de Águas de Lindóia/SP, em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), está com inscrições abertas para o processo seletivo de estágio destinado a estudantes do ensino superior.

 

As oportunidades são voltadas para alunos dos cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Engenharia Civil, Fisioterapia, Gestão Ambiental, Marketing, Medicina Veterinária, Pedagogia, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Serviço Social e Tecnologia em Gestão Ambiental.

 

O programa oferece bolsa-auxílio no valor de R$ 1.311,60, além de auxílio-transporte concedido por meio de crédito eletrônico em cartão vinculado às empresas conveniadas com a Prefeitura. A carga horária prevista é de 30 horas semanais.

 

Os interessados devem realizar a inscrição e a prova online até o dia 11 de maio, às 12h, pelo portal do CIEE: https://pp.ciee.org.br/vitrine/16714/detalhe

 

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