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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Licença-maternidade encolhe, paternidade cresce na margem e a conta do cuidado segue com as mulheres

 

Levantamento da VR, empresa de soluções para trabalhadores e empregadores, mostra que a licença-maternidade segue concentrada nos 120 dias legais. Com base em dados de mais de 4 milhões de trabalhadores formais que usam os serviços da VR, os afastamentos de 120 dias representavam 75% do total em 2023 e 2024, passou para 76% em 2025 e chegou a 78% no primeiro trimestre de 2026. Já as licenças acima de 120 dias, que indicam adesão ao programa Empresa Cidadã, caíram de 11% em 2023 para 9% em 2025, e são apenas 8% do total de afastamentos do primeiro trimestre de 2026.

Entre os pais, há um sutil aumento no número de pais que se afastam do trabalho após o nascimento dos filhos, enquanto a adesão à licença estendida está em queda. Sete em cada dez pais tiram a licença de cinco dias prevista em lei, enquanto as licenças mais longas, acima de 20 dias, recuaram de 9% em 2023 para 5% em 2025 e 2026, sinalizando baixa adesão a modelos mais equilibrados de cuidado nos primeiros meses de vida do bebê. 

O levantamento também mostra que afastamentos do trabalho para acompanhar familiares por motivos de saúde ainda ocorrem predominantemente entre mulheres, sendo sete em cada dez dos casos ao longo da série. Por outro lado, a participação masculina avançou timidamente, saindo da faixa de 28% nos anos anteriores para atingir 33% no primeiro trimestre de 2026, o que sugere melhoria na presença masculina no apoio à família. 

Levantamento da VR, empresa de soluções para trabalhadores e empregadores, mostra que a licença-maternidade segue concentrada nos 120 dias legais. Com base em dados de mais de 4 milhões de trabalhadores formais que usam os serviços da VR, os afastamentos de 120 dias representavam 75% do total em 2023 e 2024, passou para 76% em 2025 e chegou a 78% no primeiro trimestre de 2026. Já as licenças acima de 120 dias, que indicam adesão ao programa Empresa Cidadã, caíram de 11% em 2023 para 9% em 2025, e são apenas 8% do total de afastamentos do primeiro trimestre de 2026.

Entre os pais, há um sutil aumento no número de pais que se afastam do trabalho após o nascimento dos filhos, enquanto a adesão à licença estendida está em queda. Sete em cada dez pais tiram a licença de cinco dias prevista em lei, enquanto as licenças mais longas, acima de 20 dias, recuaram de 9% em 2023 para 5% em 2025 e 2026, sinalizando baixa adesão a modelos mais equilibrados de cuidado nos primeiros meses de vida do bebê. 

O levantamento também mostra que afastamentos do trabalho para acompanhar familiares por motivos de saúde ainda ocorrem predominantemente entre mulheres, sendo sete em cada dez dos casos ao longo da série. Por outro lado, a participação masculina avançou timidamente, saindo da faixa de 28% nos anos anteriores para atingir 33% no primeiro trimestre de 2026, o que sugere melhoria na presença masculina no apoio à família.

 

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