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segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Conscientização do câncer de próstata aumenta, mas tabu segue sendo um desafio

Para especialista, abordagem da saúde masculina deve ser abrangente para aumentar os cuidados e aderência aos tratamentos

 

O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a estimativa é de quase 72 mil casos da doença para 2025. A tendência no aumento do número de diagnósticos vem acompanhada do incremento de opções de tratamentos mais efetivos para cenários de diagnóstico precoce e a adesão é um dos principais fatores de combate à doença.   

Quando detectado precocemente, este tipo de câncer tem grandes chances de cura com tratamentos cada vez menos invasivos. É fundamental, portanto, ter acompanhamento médico adequado para a realização de exames periodicamente e, no caso de diagnóstico, definir o melhor tratamento, que pode ser cirúrgico, radioterapia, quimioterapia, terapia hormonal ou prescrição de fármacos, dependendo da localização e do estágio da doença.  

Um levantamento da epharma, empresa pioneira no programa de benefícios em medicamentos (PBM), demonstrou crescimento nas vendas de medicamentos para câncer de próstata entre os meses de janeiro e setembro dos últimos dois anos. No período pós-pandemia, o aumento foi de 253% nos primeiros nove meses de 2022 para 2023 e de 54,6% de 2023 para 2024. 

“A campanha Novembro Azul tem contribuído para aumentar a conscientização da população masculina sobre a necessidade da realização de exames de rastreamento do câncer de próstata para aumentar as possibilidades de cura. Nesta jornada, nos dedicamos a programas que facilitem e aumentem a aderência aos tratamentos medicamentosos”, explica Wilson Oliveira Junior, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da epharma. 

“Somente entre janeiro e setembro deste ano, por exemplo, tivemos crescimento de aproximadamente 32% no número de beneficiários para tratamento de câncer de próstata e a economia gerada nas vendas de medicamentos foi de quase R$ 1,2 milhão”, complementa o executivo.   

Para Daniel Vargas Pivato de Almeida, oncologista da Oncoclínicas de Brasília (DF) e integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, a conscientização sobre a doença tem aumentado, mas ainda há desafios. “Enfrentamos uma barreira na atuação preventiva e nos cuidados de saúde de pacientes do sexo masculino representada pelo preconceito. Discutir com o homem sobre sua saúde é, muitas vezes, um tabu”, afirma o especialista. 

Uma das discussões do meio médico é referente à abordagem da saúde masculina sob a perspectiva de bem-estar geral. “Não devemos restringir apenas ao câncer de próstata, mas abordar também outras condições de saúde que afetam os homens, como doenças cardiovasculares, diabetes e saúde mental”, acrescenta Daniel. 


Sintomas e prevenção

Na maioria casos, o câncer de próstata é silencioso, sem sintoma na fase inicial. Algumas vezes, pode apresentar sinais relacionados à capacidade miccional, como sintomas irritativos ou obstrutivos urinários. Em casos mais avançados, os pacientes podem manifestar vontade frequente de urinar, inclusive à noite; sangue na urina ou sêmen; fluxo da urina interrompido ou sensação de bexiga cheia mesmo após urinar; dor ao urinar; disfunção erétil; e dor nos ossos, como os do quadril, coxas e costas. 

As medidas de prevenção do câncer de próstata incluem a adoção de hábito de vida saudável, como atividade física regular, dieta balanceada e o combate ao tabagismo e à obesidade, bem como o acompanhamento médico.  

 



epharma


Diabetes e a saúde intestinal: uma interação cada vez mais compreendida.

A Federação Brasileira de Gastroenterologia esclarece essa conexão e dá dicas para a prevenção

 

A relação entre diabetes e a saúde intestinal é um campo de estudo que tem ganhando destaque crescente. Atualmente, sabe-se que a microbiota intestinal desempenha um papel relevante tanto no surgimento quanto na progressão do diabetes mellitus, principalmente na diabetes tipo 2. Pesquisas indicam que a redução de bactérias benéficas, além de outras alterações associadas à disbiose intestinal, afetam o metabolismo da glicose e promovem um estado de inflamação crônica leve. Esse ambiente, por sua vez, contribui para a resistência à ação da insulina e está associado ao desenvolvimento da diabetes.

Além disso,  hoje o intestino é reconhecido como um grande órgão com funções endócrinas, capaz de produzir importantes neurotransmissores e hormônios  que influenciam no metabolismo da glicose e ação da insulina.  “O intestino assume um papel tão relevante no fisiopatologia da diabetes, que as principais medicações atualmente comercializadas para o tratamento da diabetes tipo 2, são medicamentos que imitam a ação de hormônios liberados pelo intestino (como os análogos do GLP-1)”, afirma a Dra. Marina Pamponet Motta, da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

Mas a relação entre intestino e diabetes vai muito além disso. A diabetes pode causar uma variedade de problemas intestinais, decorrentes de alterações metabólicas crônicas, mudanças na microbiota intestinal e disfunções  no sistema nervoso e motilidade intestinal.

De acordo com a Dra Marina Pamponet Motta, sintomas como desconforto abdominal, diarreia e obstipação, são comuns nos pacientes com DM. Tais sintomas também são característicos da Síndrome do Intestino Irritável (SII), um distúrbio gastrointestinal funcional muito frequente. Segundo a FBG, embora a relação entre SII e DM não esteja bem estabelecida, ambas condições podem coexistir num mesmo paciente e estudos apontam que o estilo de vida, estresse e a dieta desempenham papéis importantes no tratamento de ambas as doenças. Abordagens alimentares contribuem para  o controle dos sintomas em ambas as condições. No entanto, enquanto uma dieta rica em fibras é recomendada para o controle glicêmico, ela pode, paradoxalmente, agravar alguns sintomas da SII. “Por isso, é importante que o acompanhamento do diabetes envolva o gastroenterologista e uma abordagem multidisciplinar”.


Diabetes e doenças gastrointestinais

No dia 14 de novembro é celebrado o Dia Mundial do Diabetes, criado em 1991 pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para reforçar a conscientização a respeito da doença e destacar a importância da prevenção.

Neste cenário, a FBG alerta sobre as principais alterações gastrointestinais que acometem as os pacientes com diabetes.

A neuropatia visceral diabética  é responsável pelos principais sintomas digestivos na DM. Ela é casada pela dano aos nervos responsáveis pela motilidade do trato gastrointestinal e os pacientes sob maior risco são aqueles portadores de DM de longa data ou aqueles com o controle glicêmico irregular.  Os sintomas associados à neuropatia diabética são variados e estão relacionados ao órgão predominante afetado.

Quando a motilidade intestinal está reduzida, o paciente pode apresentar constipação. Além disso, essa diminuição da motilidade intestinal, também permite o acúmulo e proliferação de bactérias no intestino delgado, promovendo o supercrescimento bacteriano. Essa proliferação bacteriana, por sua vez,  promove sintomas como diarreia, excesso de gases e distensão abdominal.

A gastroparesia diabética é uma condição caracterizada pela redução da motilidade e do esvaziamento do estômago devido a danos nos nervos. Os sintomas característicos são náuseas, vômitos, empachamento e sensação de plenitude precoce. Esse atraso no esvaziamento pode prejudicar ainda mais o controle dos níveis glicêmicos.

O controle da glicemia e a abordagem terapêutica integrada entre as especialidades, visando a melhora da saúde metabólica e digestiva, são essenciais para o controle dos sintomas gastrointestinais do paciente com diabetes

Além disso, diversos medicamentos utilizados para o controle glicêmico estão relacionados a eventos adversos com sintomas gastrointestinais, ressaltando a importância do seguimento com o gastroenterologista.

Como manter a saúde intestinal

De acordo com a FBG, pacientes com diabetes devem seguir algumas dicas para melhorar a saúde intestinal, além de manter a glicemia sob controle:

• Mantenha uma alimentação saudável e diversificada, importante para manter a diversidade da microbiota intestinal;

. Evite o consumo de alimentos ultraprocessados;

• Consuma alimentos ricos em fibras, como cereais integrais, feijões, frutas, verduras e legumes;

• O uso de alimentos fermentados como iogurtes, coalhada e kombuchá ajudam no equilíbrio da microbiota intestinal. Eles possuem bactérias benéficas (probióticos);

• Beba água e mantenha boa hidratação;

• Prefira alimentos com gorduras mono e polinsaturadas, as chamadas gorduras saudáveis, como azeite de oliva, castanhas, abacate e peixes e evite fontes em gorduras saturadas e trans;

• Evite o consumo abusivo de álcool;

• Pratique exercícios regularmente. Estudos também mostram os efeitos benéficos da atividade física sobre o equilíbrio do intestino.


Campanha "Por Dentro da Gastro" da Federação Brasileira de Gastroenterologia: Uma imersão em prol da Saúde Digestiva da população brasileira


A Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) convida jornalistas e influenciadores a se unirem à campanha "Por Dentro da Gastro", que acontecerá de 21 a 24 de novembro, no Centro de Convenções de Salvador. Este evento inovador é uma imersão única no universo da gastroenterologia, projetada para conscientizar a população sobre a importância da saúde digestiva e a prevenção de doenças. 

Durante a campanha, uma equipe especializada irá compartilhar conhecimento crucial sobre as principais doenças do sistema digestivo, como Doença do Refluxo, úlcera gástrica, Infecção pelo H. Pylori e doença de Crohn. Os participantes terão a oportunidade de explorar de forma imersiva temas que afetam diretamente a saúde pública. 

A grande atração da campanha será uma estrutura inflável gigante, onde os visitantes poderão caminhar por dentro e vivenciar de maneira educativa e envolvente os principais aspectos da saúde digestiva. Além disso, teremos oportunidade para esclarecimento de dúvidas. 

Essa campanha é uma resposta urgente à alarmante estatística de mortes e internações por doenças gastrointestinais na Bahia, que em 2024 registrou 254 óbitos por diarreia e gastroenterite e mais de 4.700 internações, de acordo com a Secretaria de Saúde do estado. Esses números evidenciam a necessidade de iniciativas como "Por Dentro da Gastro", que visam aumentar a conscientização e promover a saúde preventiva. 

A realização da campanha coincide com a XXIII Semana Brasileira do Aparelho Digestivo (SBAD), o terceiro maior evento do mundo sobre o tema. Isso representa uma oportunidade excepcional para alcançar a população e profissionais de saúde os conectando com informações de suma importância. 

A campanha "Por Dentro da Gastro" possui um caráter itinerante e, após o evento em Salvador, seguirá para outras cidades do Brasil. Essa abordagem visa ampliar o alcance da iniciativa, garantindo que a conscientização sobre a saúde digestiva atinja diferentes regiões do país e beneficie um número ainda maior de pessoas. A passagem da campanha por diversas localidades reforça o compromisso da FBG em democratizar o acesso à informação de qualidade e promover ações preventivas que impactem positivamente a saúde da população brasileira.

Convidamos a todos para se juntarem a nós nessa jornada transformadora e a explorarem a possibilidade para ampliar a informação e debate em torno das questões mais urgentes relacionadas à saúde digestiva.

 


FBG
www.pordentrodagastro.com.br


Ãh? Repete o que você falou? Veja como identificar os primeiros sinais de perda auditiv

Zumbidos, sensação de ouvido tampado e dificuldades em ouvir sons agudos são alguns dos sintomas que podem indicar a condição; profissional da área de Otorrinolaringologia explica como prevenir a progressão da perda auditiva

 

A perda auditiva é uma condição que acomete milhões de pessoas ao redor do mundo. Só nas Américas, 217 milhões enfrentam esse problema, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas possuem algum nível de deficiência auditiva, com 2,7 milhões com surdez profunda, aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Esses dados apontam para a necessidade de um olhar mais atento à saúde auditiva. Profissional da área de Otorrinolaringologia do AmorSaúde, Dr. Danilo Carvalho Guimarães explica que os primeiros sinais de perda auditiva podem prejudicar significativamente a qualidade de vida. “São alguns sinais de alerta a dificuldade para entender palavras, falar muito alto, sensação de ouvido tampado e aumento excessivo do volume da TV, do rádio e do celular, além de olhar constantemente para os lábios de quem fala na tentativa de entender melhor”, detalha o médico que atende no AmorSaúde Tatuapé, na capital paulista.

 

De olho nas causas da perda auditiva 

As causas que prevalecem na perda de audição são diversas, e podem ser classificadas em reversíveis e irreversíveis.

Na primeira categoria – perda reversível –, há a possibilidade da volta da capacidade auditiva total e geralmente está ligada ao excesso de cera no ouvido. “O acúmulo de cerume, que é uma secreção sebácea produzida na terceira porção do canal auditivo, faz com que o paciente não ouça da maneira adequada. A remoção do cerume pelo médico otorrinolaringologista é capaz de resolver essa questão”, relata o Dr. Danilo.

Já as perdas irreversíveis são ocasionadas, principalmente, por conta do envelhecimento, chamado de presbiacusia, explica o profissional. Ainda segundo ele, a condição diminui a capacidade do idoso de ouvir sons mais agudos em relação aos mais graves. Entretanto, existem outros fatores de risco, como os genéticos e a exposição a ruídos.

Dessa forma, em um mundo repleto de aparelhos tecnológicos, o uso de fones de ouvido tornou-se extremamente comum. Por vezes, a utilização incorreta pode ser prejudicial à saúde auditiva, levando a danos severos. “Dispositivos com volume de som muito elevado ou uso excessivo podem causar desconforto, dores, perda auditiva ou até sangramento. O correto é utilizar em uma altura agradável estando em ambiente externo silencioso”, ressalta o profissional da maior rede de clínicas médico-odontológicas do Brasil. Ele ainda acrescenta que, durante essa utilização, o ideal é fazer pausas longas, de 1 a 2 horas. 

 

Zumbido: doença ou sintoma? 

O zumbido é uma das queixas mais frequentes associadas à perda auditiva. Segundo dados do Ministério da Saúde, esse sintoma ocorre entre 25 a 28 milhões de indivíduos no Brasil. O Dr. Danilo evidencia que sua causa também pode estar atrelada à doenças crônicas e uso de medicação.

“O tratamento do zumbido depende muito da causa do mesmo. O sintoma pode representar outras questões que não somente a perda auditiva. Até mesmo patologias dos dentes e da articulação da mandíbula, que promove a abertura e fechamento da boca, podem ser causas do zumbido”, explica.  

 

Diagnóstico, tratamento e prevenção: por onde começar 

Em todos estes casos reside a importância de se procurar um profissional da área. É por meio dele que os exames e testes serão realizados para traçar o diagnóstico. O profissional da área de Otorrinolaringologia detalha que o principal deles é a audiometria. “É a combinação da avaliação médica com a audiometria que permite o diagnóstico preciso da perda auditiva”, pontua.

Ao confirmar a suspeita, o tratamento mais comum, e também eficaz, é o uso de aparelhos auditivos de ampliação individual. “Quando bem indicados e adaptados, conseguem estimular a via auditiva da maneira adequada e frear a progressão dessa perda. Quanto antes o paciente inicia a utilização do aparelho, melhor a adaptação. Isso evitará consequências mais graves para a saúde do paciente”, evidencia Dr. Danilo.

Além do tratamento, a prevenção também é fundamental para evitar e reduzir o agravamento do quadro de perda auditiva. Nesse sentido, o profissional do AmorSaúde indica alguns meios eficazes e seguros: 

·         Espaços ruidosos: evitar a exposição prolongada e, se não for possível retirar-se daquele ambiente, utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como abafadores de ouvido;

·         Hábitos mais saudáveis: alimentação e rotina com exercícios evitam doenças que podem contribuir para mais rápida progressão e perda auditiva.  

“A perda auditiva tem sido relacionada com diversos problemas de saúde mental e social, como depressão, isolamento social e até demência. Quando existe perda auditiva, a comunicação e a interação com os outros ficam mais difíceis, o que pode levar a isolamento e solidão”, afirma o Dr. Danilo. Nesse sentido, a conscientização dos riscos da perda auditiva e seu tratamento se tornam essenciais também para prevenir quadros de depressão. “Isso pode contribuir para o declínio cognitivo, elevando as chances de desenvolver demência”, acrescenta.

Por fim, ele ressalta a importância de se buscar um profissional no caso de haver suspeitas ou sintomas de perda. “Consultar com um médico da área de Otorrinolaringologia é o primeiro passo para avaliar a audição e buscar tratamentos para prevenir suas complicações”, finaliza.

 

BOLETIM DAS RODOVIAS

Final de tarde com lentidão na Anhanguera e na Castello Branco


A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na tarde desta segunda-feira (18). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), sentido capital, registra lentidão do km 61 ao km 60. No sentido interior, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), o tráfego é normal nos dois sentidos.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) tem tráfego normal nos dois sentidos. Na Rodovia Castello Branco (SP-280), o tráfego é lento no sentido capital, do km 29 ao km 25 da pista expressa. No sentido interior, o tráfego é normal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.



Postos do Poupatempo fecham nesta quarta-feira, 20/11, feriado do Dia da Consciência Negra

As opções de serviços digitais continuam disponíveis, com mais de 3,6 mil opções à população; os atendimentos presenciais retornam na quinta-feira (21)



Os postos do Poupatempo em todo o Estado estarão fechados na quarta-feira, dia 20 de novembro, feriado do Dia da Consciência Negra. As atividades presenciais serão retomadas na quinta-feira 21/11, mediante agendamento prévio e totalmente gratuito pelos canais oficiais.

Durante o feriado, as opções digitais permanecem disponíveis à população por meio do portal (www.poupatempo.sp.gov.br), aplicativo Poupatempo SP.GOV.BR, totens de autoatendimento e pelo WhatsApp, no número (11) 95220-2974.


Entre os serviços oferecidos estão: a renovação de CNH, licenciamento de veículos, consulta de IPVA, Carteira de Trabalho Digital, seguro-desemprego, atestado de antecedentes criminais e pesquisa de débitos, entre outros.


Estratégias de encantamento agregam valor à jornada do cliente

Colocar o cliente no centro das tomadas de decisão é fundamental para a fidelização


O encantamento do cliente é um conceito que vai muito além da subjetividade. São ferramentas e técnicas de customer centric que levam ao sucesso das maiores corporações do mundo. Empresas de diversos setores estão descobrindo o poder do encantamento em suas operações diárias, ao transformar interações comuns em experiências memoráveis para o público. 

Uma das grandes vantagens de estratégias que colocam o consumidor no centro é o uso da análise preditiva para avaliar o Customer Lifetime Value (CLV), permitindo que as empresas entendam melhor o valor a longo prazo de cada cliente e adaptem suas ações para maximizar essa relação. Com base em algoritmos e dados de comportamento, as empresas podem prever o valor futuro de cada pessoa, o que possibilita uma alocação de recursos mais eficiente e campanhas personalizadas que aumentam a lealdade e a retenção. 

De acordo com Alexandre Slivnik, especialista em excelência de serviços e vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), o compromisso com a geração de encantamento com o cliente é, sem dúvida, primordial para que uma organização tenha sucesso nessa jornada. “Muitas empresas estão investindo em setores exclusivos para criar experiências memoráveis, pois sabem que as preferências dos consumidores mudaram. Hoje, clientes esperam uma experiência fluida, personalizada e encantadora”, explica.

De maneira prática, o relatório Customer Experience Trends de 2023, desenvolvido pela Zendesk, revelou que 70% dos consumidores estão dispostos a pagar mais para empresas que oferecem uma experiência superior. Esse dado reflete a importância das ações de encantamento, que não apenas atendem, mas superam as expectativas do cliente. 


Estratégias do encantamento

A formação "Estratégia da Magia", desenvolvida por Alexandre, capacita profissionais a adotar práticas inspiradas no atendimento da Disney e em empresas que transformaram seus produtos e serviços em experiências. Com técnicas como empatia, dedicação e continuidade na jornada do cliente, a metodologia busca ajudar negócios de todos os tamanhos a proporcionar um atendimento inesquecível.

Com base nas melhores práticas de empresas como Disney e Apple, conhecidas pelo compromisso com a experiência excepcional, a "Estratégia da Magia" ensina que o encantamento é mais do que um momento, mas sim uma experiência construída ao longo de todo o relacionamento com o público. 

“Cada interação é uma oportunidade para gerar satisfação e criar uma conexão emocional que transcende o simples atendimento. Na formação, são exploradas técnicas de personalização, atenção ao detalhe e continuidade do relacionamento, incluindo quatro pilares fundamentais que tornam o atendimento algo marcante e promovem a lealdade do consumidor”, conclui o especialista. 



Alexandre Slivnik - único brasileiro a dar a volta ao mundo em um avião privado da Disney para conhecer os bastidores de todos os parques da empresa no mundo, juntamente com seus maiores executivos. É reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). Autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. Diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). Vice-Presidente da ABTD - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. Professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. Palestrante com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. Atualmente um dos maiores especialistas em Encantamento de Clientes no Brasil. Palestrante Internacional com palestras feitas nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de Harvard (Graduate School of Education - Boston / EUA).
www.alexandreslivnik.com.br


Natal: cinco ações para criar conexão emocional com o cliente

O Natal tem um significado especial para muitos de nós. Basta virar o mês de novembro que diversas pessoas, ansiosamente, já buscam comprar seus enfeites natalinos, presentes de final de ano e pensar nas tradições que seguirão em suas casas. Essa é uma época recheada de emoção, que pode ser muito bem aproveitada pelas empresas para estreitar o relacionamento com seus clientes e pensar em ações que não apenas visam o aumento de vendas, mas sim criar uma conexão especial que marque seu nome.

Esse é um dos períodos do ano onde o mercado, naturalmente, espera uma maior movimentação dos consumidores em todos os meios. Segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), como exemplo, entre os locais preferidos dos consumidores para adquirir os presentes, 76% recorrem às lojas físicas, além de 78% que costumam adquirir online, principalmente, de sites internacionais.

Não há como fugir dessa onda natural e, ao invés de tentar passar por cima dela, que tal mergulhar para descobrir o que suas profundezas podem oferecer para estreitar a conexão com seu público-alvo? Veja, abaixo, algumas ações capazes de gerar resultados enormes nesse sentido:

#1 Marketing de guerrilha: ações diferentes, criativas e inovadoras atraem maior atenção do público, gerando forte impacto em suas memórias e fazendo com que lembrem de sua marca rapidamente. Essa estratégia defendida pelo marketing de guerrilha pode ser extremamente benéfica nesta época, promovendo estratégias que captem a essência emocional para comover as pessoas, fortalecer esta conexão e, ainda, criar experiências memoráveis.

#2 Fale a língua do seu público: no frenesi das compras natalinas, falar a língua do consumidor é crucial para o sucesso das empresas. Ao compreender suas necessidades, desejos e aspirações, as marcas podem criar mensagens mais relevantes e personalizadas, estabelecendo uma conexão emocional mais profunda. Apesar dessa ser uma missão difícil, considerando públicos de diferentes faixas etárias no mercado, aquelas que compreenderem seus clientes e se adaptarem às suas demandas através dessa comunicação, tenderão a colher frutos bem maduros.

#3 Marketing human to human: as relações interpessoais são muito intensificadas no Natal, e é aqui que o marketing human to human precisa ser reforçado. Priorize uma comunicação humanizada com seu consumidor, através de ações focadas em um atendimento personalizado, individual e interativo, demonstrando preocupação em atender suas necessidades e disponibilidade no que precisarem. Estreitar esse vínculo fará uma enorme diferença para fidelização de cada vez mais clientes.

#4 Lojas temáticas: mais voltada às lojas físicas, decorar o ambiente com itens característicos do Natal cria uma experiência muito mais imersiva e divertida com a loja. Aqui, o foco não deve ser em vender tais produtos, mas sim em criar um momento marcante a todos que visitarem o local, explorando os aspectos visuais e sensoriais que insiram o cliente no clima natalino e, com isso, elevem a imagem e reputação da sua empresa.

#5 Gentileza inesperada: quem não gosta de receber um mimo, não é mesmo? Principalmente, quando vem de ações inesperadas. Não tem época melhor para oferecer essas gentilezas do que o Natal, que já possui um enorme sentimentalismo. Analise o histórico de compras de seus clientes e ofereça pequenas lembrancinhas em cada compra. Algo que não custe caro, mas que gerará recompensas valiosas em termos de conexão entre as partes.

Muito além de ser um período de celebração e união familiar, o Natal representa uma oportunidade única para as empresas fortalecerem seus laços com os consumidores. Aqui, o objetivo não deve ser financeiro, mas sim de posicionamento e imagem, explorando ações que tragam o teor emocional dessa época para criar experiências marcantes que fiquem na memória afetiva dos consumidores.




Renan Cardarello - CEO da iOBEE - Assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.


iOBEE
https://iobee.com.br/


Um país desigual, o legado de 25 anos de maus governantes

O Brasil é um país fantástico e com extraordinário potencial. De dimensões continentais – com 8,516 milhões de km², é o quinto maior do planeta em área territorial, habitado por 212,6 milhões de pessoas - o 7º maior do mundo em população -; a 8ª maior economia mundial, com Produto Interno Bruto (PIB) previsto para 2024 de R$ 2,24 trilhões; responsável por 30% da produção mundial de alimentos; 8° maior produtor mundial de petróleo e um dos líderes do planeta em produção de minério de ferro.

Apesar de tamanha riqueza, o país amarga índices sociais vergonhosos, com processo distributivo de renda extremamente injusto. Além disso, dentre os 30 países de maior expressão econômica no mundo, ocupa a última posição na devolução dos tributos na forma de serviços essenciais à população.

Essa situação pode ser creditada quase que totalmente às ações dos maus governantes com mandatos a partir do ano 2000. Eles foram legítima e democraticamente eleitos com a promessa comum de melhorar a vida da população. Isso, entretanto, não se confirmou. É o que provam os números.

O Brasil, que em 2002 ocupava a não honrosa 77ª posição no ranking do Índice de Desolvimento Humano (IDH) despencou e agora ostenta a 88ª posição no mesmo ranking das Organizações das Nações Unidas (ONU). É o lanterna nesse quesito entre os 30 países de maior expressão econômica no mundo, posição que amarga também no Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (IRBES). Há 20 anos está estagnado nessa situação.

Na educação, tem desempenho ainda mais decepcionante: no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), que avalia o conhecimento de estudantes de 15 anos em matemática, leitura e ciências, o país ocupa a 44ª posição entre 56 países analisados. Fica atrás dos 38 países integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e, na América do Sul, perde para Uruguai, Colômbia e Peru.

O maior desastre provocado nos últimos 25 anos pelos maus governantes sem dúvida está na dicotomia entre a posição de 8ª maior economia do mundo e a renda da população.

 O PIB per capita, de apenas US$ 10.500/ano, coloca o país na 76ª posição mundial. No coeficiente de Gini, indicador socioeconômico criado para mensurar a distribuição de renda nos países, o Brasil é simplesmente o 7º pior do mundo. A estratificação da população brasileira em 2024, explica muito dessa situação.

A classe A é a elite econômica do país, com melhor qualidade de vida, maior poder aquisitivo e prestígio social. Apenas em 3,9% dos lares no Brasil as famílias têm renda média e domiciliar bruta igual ou superior a 20 salários-mínimos (R$ 28.240,00/mês). Nessas famílias, privilegiadas, 25% da renda provêm do trabalho e a maior parte (75%) advêm de rendas como aluguéis, dividendos e lucros de empresas.

A classe B (também chamada de média-alta) desfruta de posição confortável, com acesso a bens e serviços, porém sem luxos. É composta por cerca de 15% dos lares brasileiros, com renda domiciliar bruta entre 6 salários-mínimos (R$ 8.472,00/mês) e menor que 20 salários-mínimos (R$ 28.240,00/mês).  Essas famílias têm 86,1% de suas rendas provenientes do trabalho e apenas 13,9% de outras fontes.

A classe C, mais conhecida como classe média, possui padrão de vida razoável, entretanto com severas restrições de consumo de bens e serviços. Nela estão inseridos 31,2% dos lares brasileiros, com renda domiciliar bruta superior a 2,5 e menor que 6 salários-mínimos (maior que R$ 3.530,00 e menor que R$ 8.472,00/mês). São famílias que têm mais de 90% da renda provenientes do trabalho.

Por fim, as classes D e E, compostas por famílias que enfrentam dificuldades - inclusive básicas- , e vivem, em grande parte, com renda proveniente de atividades informais. São cidadãos de escolaridade muito baixa, em sua maioria.

Infelizmente, em pleno século XXI o Brasil ainda possui metade (49,9%) dos lares de pessoas vivendo com renda domiciliar de pouco mais de dois salários-mínimos e, em média, com R$ 580,00 a R$ 600,00/mês por pessoa, totalmente dependentes de programas sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). (Fonte: Gazeta do Povo de 09/08/ 2024).

É triste constatar que, em 2012, o país tinha 48,7% de lares com brasileiros das classes D e E, quase nenhuma diferença da situação atual. Ou seja, o cenário não melhorou em nada; até piorou em 1,2 ponto percentual. Mais grave ainda é a previsão dos estudiosos de que em 2030 o país pode voltar à posição de 2012, significando, caso se concretize, enorme retrocesso no processo distributivo de renda porque o país voltará a ter, em 18 anos, o mesmo número de brasileiros nas classes D e E que havia duas décadas antes. É o retrato do fracasso das políticas públicas.

Hoje, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 90% da população brasileira têm renda bruta inferior a R$ 3.500,00/mês. Nessa estratificação social, a maioria (70% dos 90% da população brasileira mencionados anteriormente) possui renda bruta inferior a R$ 2.800,00/mês. Somam 63% da população.

Os 10% mais ricos de brasileiros têm renda bruta entre R$ 7.600,00 e R$ 7.900,00/mês, enquanto 5% dos mais ricos vivem com renda bruta entre R$ 11.500,00 e R$ 11.800,00/mês. Só 1% dos mais ricos têm renda bruta superior a R$ 30.000,00/mês. Na base da pirâmide social, os 40% brasileiros mais pobres vivem com renda entre R$ 530,00 e R$ 560,00/mês. Não é de se estranhar, portanto, que 64 milhões vivem no Brasil com algum grau de insegurança alimentar.

Dada essa realidade, não é possível creditar alta sensibilidade social a nenhum dos governantes que ocuparam a presidência da República nos últimos 25 anos, muito menos chamar qualquer um deles de libertador dos pobres. Na verdade, todos são responsáveis por retirar renda da população, especialmente das classes C, D e E. Fizeram isso por meio da elevada tributação sobre o consumo de gêneros e serviços, deixando de aplicar a correção das tabelas   do Imposto de Renda para reposição da inflação, e ao não oferecerem educação de qualidade.

Suas ações lembram a lição do consultor de investimentos, escritor e ex-candidato a presidente dos Estados Unidos Harry Browne (1933-2006): “O governo é bom em uma coisa, ele sabe como quebrar as suas pernas para depois lhe dar uma muleta e dizer: se não fosse pelo governo você não seria capaz de andar”. Essa forma de governar também dá razão ao economista, filósofo e escritor canadense/norte-americano John Kenneth Galbraith (1908-2006), para quem “nada mais eficaz para limitar a liberdade, incluindo a liberdade de expressão, como a total falta de dinheiro”.

Razões de ordem moral e problemas não assumidos de racismo e etnocentrismo contribuem para o fracasso na educação, na distribuição de renda, e nas políticas públicas sociais. O resultado é uma realidade de fome, desnutrição, mortalidade infantil, aumento da violência urbana, precariedade no transporte público, deficiência no saneamento básico e o processo de favelização em muitas das grandes cidades brasileiras, inclusive as capitais dos estados de maior grau de desenvolvimento do país.

Nada disso é o que os governantes dos últimos 25 anos prometeram à população. E está longe do que merecem os brasileiros, que não podem ser condenados a viver na pobreza e na desigualdade. 

 

Samuel Hanan - engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva” e “Caminhos para um país sem rumo”. Site: https://samuelhanan.com.br


Offboarding: como o processo pode fortalecer a marca empregadora e transformar a cultura organizacional

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Para o diretor da Cornerstone Career Services, uma gestão inadequada pode criar uma crise reputacional e um impacto negativo no mercado


Caracterizado pelo conjunto de ações das empresas no processo de saída de um colaborador de forma estruturada e humanizada, o offboarding vem se tornando pauta cada vez mais presente no mercado de trabalho, sendo tão importante quanto o momento de integração de novos profissionais. 

Quando bem conduzida, essa metodologia pode fortalecer a marca empregadora, preservar a cultura organizacional e evitar possíveis conflitos, além de contribuir para uma relação respeitosa e de portas abertas para o funcionário que está se desligando. No entanto, ainda há muito o que ser abordado para que o procedimento ocorra de maneira eficiente e adequada. Uma pesquisa realizada pela empresa Aberdeen, apontou que apenas 29% das companhias têm um processo formal de offboarding. 

“Desligar um colaborador é um dos momentos mais sensíveis para uma empresa. Uma gestão inadequada pode criar uma crise reputacional, além de um impacto muito negativo. É preciso ter uma estratégia centrada com uma gestão emocional, comunicações claras e suporte contínuo para que seja respeitada a dignidade do profissional e faça com que a imagem da organização se mantenha protegida”, explica Fernando De Vincenzo, general manager e sócio da Cornerstone Career Services, divisão especializada da Cornerstone Havik dedicada a transformar a maneira como profissionais e empresas lidam com suas jornadas de carreira. 

De acordo com um estudo da Workplace Trends, 15% dos profissionais que deixam determinada empresa acabam retornando futuramente. Para Fernando, isso pode estar muito atrelado à experiência de desligamento daquele colaborador e a percepção de cuidado e humanização que ele tem da companhia. 

Quando se trata de como implementar o offboarding de maneira eficaz, o sócio da Career Services alerta: “O primeiro passo é criar um protocolo claro e padronizado, que defina as etapas do desligamento e assegure que o funcionário receba todas as informações necessárias sobre a transição. Essa estrutura deve incluir o acompanhamento das tarefas, a devolução de equipamentos e a exclusão dos acessos digitais de forma segura, respeitando as normas de proteção de dados”. 

Além disso, a condução de uma entrevista de saída também é importante nesse momento, conforme Fernando. Dessa forma, o colaborador pode ter uma oportunidade de expressar suas opiniões sobre a experiência na empresa, fornecer feedbacks e promover um encerramento respeitoso e transparente, estando à disposição para futuras novas oportunidades. 

“Hoje em dia, é impossível não falar das redes sociais e da internet como um fator que reflete diretamente na reputação da marca empregadora. Ex-colaboradores satisfeitos e respeitados são mais propensos a compartilharem suas experiências positivas, enquanto uma saída mal conduzida pode gerar comentários negativos e até prejudicar futuras contratações. Em tempos de alta competitividade, organizações que implementam o offboarding com visão estratégica colhem benefícios que vão além da simples formalidade do desligamento”, finaliza De Vincenzo.

 

Cornerstone Career Services Brasil é uma vertical de negócios da Cornerstone Havik

 Acesse o site e saiba mais.


Existe equidade no seu ambiente de trabalho?

Muitas pessoas falam sobre como é importante que o ambiente de trabalho seja justo e com chances iguais para os colaboradores. Afinal, independente da função que exercemos, é natural que o nosso desejo seja de oportunidades igualitárias para todos. Desta forma, ninguém é prejudicado ou privilegiado. Porém, você já parou para pensar que muitas vezes a igualdade pode não ser suficiente?


Eu sei que pode parecer que não faz tanto sentido a princípio, porque sempre pedimos por igualdade, mas cada vez mais é necessário começarmos a promover a equidade no nosso dia a dia. A igualdade prega que todos tenham as mesmas oportunidades, enquanto na equidade, as regras podem ser adaptadas de acordo com a situação, sempre observando os critérios de justiça.

O fato é que a liderança deve estar bem atenta e perceber se os colaboradores possuem as ferramentas para que possam ter as mesmas oportunidades. Ou seja, ao invés de tratar todos da mesma forma, o líder passa a avaliar cada um individualmente, conhecendo suas forças e fraquezas, trabalhando para atender as eventuais necessidades, garantindo assim os mesmos acessos.

Sejamos sinceros, não adianta nada darmos as mesmas oportunidades para pessoas que não estão com o mesmo preparo. Quando penso na questão, me vem à cabeça a imagem do desenho da conversa entre um macaco com uma girafa. O macaco pergunta para girafa - que está dentro de uma piscina - se está muito fundo. E ela responde que a água bate no pescoço. O que não seria o mesmo cenário para o tamanho do macaco, certo?

Esse exemplo simples nos mostra que a realidade do outro não é a mesma que a nossa e se aplica tanto para a vida pessoal, quanto para a profissional. Neste sentido, é essencial que os gestores passem a olhar os integrantes do time de forma individualizada, para que assim, todos possam se sentir mais valorizados, o que consequentemente vai fazer com que se sintam mais motivados e engajados.

Desta forma, é possível que a liderança consiga evitar que os colaboradores estejam em posições erradas, o que impede que exerçam todo seu potencial. Muitas vezes, uma pessoa possui habilidades para uma área em que não foi designada, porém, a partir do momento em que passa a estar com as tarefas certas, consegue trabalhar corretamente e ainda mais feliz. O que é algo positivo para todos.


Pedro Signorelli - um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/

 

5 dicas para utilizar o salário do 13º com sabedoria

Educador financeiro explica o que fazer com o dinheiro


O décimo terceiro é um dinheiro muito esperado por boa parte dos brasileiros, principalmente diante do final do ano, e a primeira parcela está cada vez mais próxima de ser disponibilizada para todos os trabalhadores com carteira assinada, aposentados, pensionistas e servidores públicos.

Essa primeira parcela precisa ser acertada pelas empresas até o dia 30 de novembro, que este ano cai em um sábado, e a segunda parcela fica para o mês de dezembro. Também existe a possibilidade de pagar o décimo terceiro em uma única parcela no valor total, porém, esta não é uma opção muito escolhida pela maioria das companhias.

O educador financeiro João Victorino explica que o valor a ser pago é referente a um mês de salário líquido, descontando o Imposto de Renda e o INSS na segunda parcela. Por outro lado, para quem não tem um ano de registro em carteira, o cálculo do pagamento é feito de maneira proporcional, pela divisão da remuneração integral por doze (meses do ano) seguida da multiplicação do resultado pelo número de meses trabalhados.

Segundo João, o décimo terceiro precisa ser usado com sabedoria. “Sabemos o quanto esse dinheiro é esperado para a maioria das pessoas, porém, não deve ser visto como salvador da pátria. Considero importante fazer um planejamento financeiro para que seja possível definir para onde será destinado cada valor, podendo contemplar as contas pendentes e, quem sabe, reservar uma quantia para emergências ou mesmo investimentos”, afirma.

Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que cerca de 87,7 milhões de brasileiros receberam o décimo terceiro em 2023, com um valor médio de R$ 3.057. Para 2024, espera-se que o valor do décimo terceiro mantenha a tendência de aumento em relação ao ano anterior.

Esse crescimento é impulsionado pela alta do salário mínimo, que acompanha os reajustes da inflação e do PIB, além de refletir a menor taxa de desemprego, que amplia a base de trabalhadores com direito ao benefício. Neste sentido, o educador financeiro elencou algumas dicas do que fazer com este dinheiro:

  • Priorize a construção de uma reserva de emergência: caso você ainda não tenha uma reserva para imprevistos, este é um excelente momento para começar. Reserve uma parte do décimo terceiro para esse fim, visando proteger-se em situações como perda de emprego, emergências de saúde ou despesas inesperadas. O ideal é ter um colchão de segurança que cubra de 6 a 12 meses do seu custo de vida básico.
  • Avalie oportunidades de investimento com foco no médio e longo prazo: para quem já possui uma reserva de emergência, destinar o décimo terceiro para investimentos pode ser uma excelente escolha. Em 2024, com a taxa Selic ainda em patamares elevados, produtos de renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs ou Títulos do Tesouro Direto podem oferecer boas oportunidades de retorno.
  • Quite dívidas com juros altos: para quem tem dívidas no cartão de crédito ou cheque especial, priorizar o pagamento dessas obrigações é essencial. Dívidas de longo prazo e com juros elevados podem crescer rapidamente, prejudicando a saúde financeira. Essas dívidas são consideradas as piores para você manter. O décimo terceiro pode ajudar a aliviar essa carga e a evitar o acúmulo de novos encargos.
  • Planeje as despesas de início de ano: o começo do ano traz despesas como IPVA, IPTU, matrículas e material escolar. Reservar parte do décimo terceiro para essas despesas pode ajudar a evitar o endividamento em janeiro e, assim, a começar o ano com mais tranquilidade.
  • Reflita sobre os gastos de final de ano: fim de ano é um período de confraternizações e presentes, mas é importante fazer escolhas conscientes para não comprometer o orçamento. Defina um limite para gastos com presentes, festas e viagens, mantendo o equilíbrio para aproveitar com responsabilidade.
João Victorino ressalta que o objetivo é fazer o décimo terceiro ser mais do que um alívio temporário, mas uma oportunidade de ganho real na organização financeira. “Por essa razão, é fundamental pensar no longo prazo e transformar o décimo terceiro em um passo adiante no planejamento financeiro”, finaliza.



João Victorino - administrador de empresas e especialista em finanças pessoais, formado em Administração de Empresas, tem MBA pela FIA-USP e Especialização em Marketing pela São Paulo Business School. Após vivenciar os percalços e a frustração de falir e se endividar, a experiência lhe trouxe aprendizados fundamentais em lidar com o dinheiro. Hoje, com uma carreira bem-sucedida, João busca contribuir para que pessoas melhorem suas finanças e prosperem em seus projetos ou carreiras. Para isso, idealizou e lidera o canal A Hora do Dinheiro com conteúdo gratuito e uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.


Visto P é a escolha ideal para atletas e artistas brasileiros que desejam ampliar sua carreira nos EUA

Com flexibilidade de permanência e apoio para atividades culturais e esportivas, o visto facilita a entrada desses profissionais no mercado americano


Os Estados Unidos têm se mostrado um destino atraente para brasileiros que buscam desenvolver suas carreiras em esportes e nas artes. Com um mercado robusto e amplo para atletas e artistas, o país oferece oportunidades de crescimento e visibilidade internacional. 

O visto P, destinado a profissionais que integram grupos de performance, equipes esportivas e produções culturais de relevância, é uma das principais portas de entrada para quem deseja atuar profissionalmente nos EUA e explorar um dos mercados mais dinâmicos do mundo.

De acordo com Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, o visto é voltado para indivíduos e grupos que demonstram competência em suas áreas e desejam exercer suas atividades nos Estados Unidos por um período limitado. “O P-1, por exemplo, é destinado a atletas e membros de equipes esportivas de reconhecimento internacional, enquanto P-2 e P-3, são direcionados a artistas que participam de programas culturais ou de intercâmbio”, revela.

Para brasileiros, o visto P abre caminhos tanto para esportistas de alta performance quanto para músicos, dançarinos e outros profissionais da arte que se destacam em suas áreas. “Uma das grandes vantagens dessa categoria é a possibilidade de entrada para performances e competições em solo americano, desde que vinculados a uma organização ou patrocinador nos EUA que justifique a importância do profissional para a atividade”, pontua.

Ao contrário de outras categorias que exigem habilidades extraordinárias ou investimentos elevados, o visto P permite que o profissional ingresse no mercado americano de forma mais acessível. “Para atletas, por exemplo, a comprovação de participação em eventos de alto nível e o reconhecimento do time ou da federação esportiva facilitam a solicitação. Artistas, por outro lado, podem comprovar sua relevância através de contratos, convites de trabalho ou recomendações de entidades culturais”, relata Toledo.

Segundo o especialista, um dos atrativos do visto P é a flexibilidade em relação à permanência, que permite estadias prolongadas enquanto durar o evento ou temporada, podendo ser renovado conforme a continuidade das atividades. “Além disso, o portador dessa categoria de visto tem o direito de trazer familiares imediatos para os EUA, que podem acompanhar a estadia, embora sem autorização para trabalhar”, alerta.

A obtenção do visto P requer um processo de petição realizado por um patrocinador americano, seja uma equipe esportiva, uma produtora, ou uma organização cultural que endosse a presença do profissional no país. “É essencial que o patrocinador apresente documentação que comprove a relevância e a necessidade do atleta ou artista no contexto americano. Para brasileiros, a preparação antecipada e o entendimento detalhado dos critérios são essenciais, uma vez que a comprovação de experiência e a relevância para o setor são elementos chave na aprovação do visto”, declara.

Para Toledo, o visto P é uma escolha estratégica para atletas e artistas brasileiros que desejam se consolidar profissionalmente nos Estados Unidos. “Com um processo acessível e permissões adaptadas para atividades culturais e esportivas, a categoria permite a conquista de novas oportunidades de carreira”, finaliza.

 

Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 350 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford - Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR. Para mais informações, acesse o site.



Toledo e Advogados Associados
Para mais informações, acesse o site

Estação Eng. Manoel Feio da CPTM recebe Feira de Livros e Profissões nesta terça-feira (19)

 Evento terá orientação profissional e doação de livros técnicos para quem passar na estação das 10h às 19h

 

A Estação Eng. Manoel Feio da CPTM recebe nesta terça-feira (19/11), das 10h às 19h, a Feira de Livros e Profissões com orientação profissional a quem passar pelo local e estiver interessado em esclarecer dúvidas sobre carreira profissional. Em parceria com a Universidade Unicesumar, a ação conta com dicas de como mapear as áreas e escolher aquelas profissões que mais se encaixam no perfil da pessoa. 

Durante o evento, serão doados 400 livros acadêmicos, nas áreas de administração, economia, educação física, pedagogia, enfermagem, nutrição, biomedicina, farmácia, logística, RH e TI.

 

Ações de cidadaniaTodas as iniciativas são realizadas com o apoio da CPTM, que abre espaços em suas estações para a realização de atividades ligadas à promoção do bem-estar de seus passageiros.


 Serviço

Feira de Livros e Profissões
Data: terça-feira (19/11)
Horário: das 10h às 19h
Local: Estação Eng. Manoel Feio (Linha 12-Safira da CPTM)

 

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